Curso Assoprovida e Juventude 2 de janeiro de 2010 — Conferência — 2 de janeiro [00:00] Instrutor: Onde nós vamos ministrar o engenho que está muito relacionado com o trabalho emocional de nós. É um campo nosso de arturo, né? Nosso Deus é a Revolução. Ele está aqui participando também. Então eu gostaria de falar para todos os homens que estão chegando, né? a comunidade, a comunidade, esse tema pode ser que nós possamos perceber ainda mais [00:35] Instrutor: que o mais importante é a importância de dia e noite para a humanidade, a importância tem isso no nosso trabalho para a humanidade, a importância tem isso para a inscrição que nós temos, ou seja, a igreja é importante, a inscrição é importante, a comunidade É uma necessidade pessoal para o mundo. É o instinto que eles dão nos filhos de nós. [01:12] Instrutor: Nós sabemos que a igreja de nós tem como ordem só três câmaras. A segunda câmara e a terceira câmara. Estamos investindo hoje. Investimos nessa instituição hoje. Chegamos no final. [01:47] Instrutor: E vamos chegar à palestra sobre a importância da instituição. Primeiramente, nos formos nós. Nós somos os formos de todos nós. Ela é importante uma revisão, revisando como nós estamos hoje, integrados com a Primeira Câmara. [02:35] Instrutor: Se somos missionários, como que nós estamos integrados com a Primeira Câmara? Estamos muito nos preparando para levar, estamos cumprindo um índice sobre a Médica do Arco e o Espírito, todos missionários dentro da Primeira Câmara. Não é só para a igreja, mas também para a escola, para a igreja e para o colégio. [03:14] Instrutor: No ano de hoje, o ministro de educação, o ministro de educação, presenta um triângulo onde ele coloca a igreja na cama. O colégio, o ministro de educação, ou a terceira cama, estão falando com isso na terceira cama. [04:33] Instrutor: E a escola tem um fator característico da humanidade. Então, vamos estudar hoje a escola. A primeira câmara, a divisão da história. Que é onde nós vamos desenvolver a conquista. Desenvolver o terceiro fator. Perder a humanidade. Existem muitas formas de perder a humanidade. Lembrando de nós, nós podemos ajudar uma pessoa. [05:13] Instrutor: Lembrando de nós, damos um conselho. Porém, como nós levamos a glória, nós levamos a alma para que o Céu nos abandone. A pessoa que encontra Deus no Céu. Nós levamos a glória para se revolucionar. Para que aquela alma possa nos liberar do trabalho. Para que aquela alma possa ser a grande força do Senhor por sempre. [05:53] Instrutor: Ele socorre mais do que nós, adorando o Cristo e a humanidade. Então o médico diz que isso aqui é uma escola que sustenta a carreira dos colegas. Ele também diz que tem que fazer uma escola bem formada, porque ele pode fingir um iniciado, que ele quer fazer uma obra, ele tem que ter tido uma fecha na escola, uma fecha na carreira, [06:31] Instrutor: para que ele possa não se tornar limitado, para que ele possa viajar no trabalho. O mestre fala de muito tempo que parte de uma escola mal formada. Isso tem que ser libertado da pessoa. Ele fala isso, não é? No meio da preparatória da igreja, o mestre tinha sido ciente, a igreja tem existido uma escola, tem existido uma premiação, tem existido uma escola. Mas o mestre não falava que no tempo do dia isso acontecia. O mestre lembrava, mas não tinha uma escola. [07:12] Instrutor: É uma formação fundamental para a melhoria do trabalho e para as atividades necessárias para que a gente mudasse a carreira para a capacidade de comunidade. É importante que nós nos formamos, que nós nos formamos, que nós fizemos uma formação. Porém, a maioria de vocês tem os programas como missionários. E como missionários, nós somos guias, nós somos formadores, professores. [07:51] Instrutor: E que nós, muito indicando, nós não estamos fazendo um trabalho no cenário. Nós sabemos, aquela pessoa que vai então, ela tem uma boa formação, ela tem uma boa escola, ou seja, ela está fazendo uma boa parte. É claro que a pessoa não precisa fazer a sua. No instante de primeira câmara, ele realmente, a gente tem que dar atenção nas palestras, e eu começo já a fazer o ensinamento, a compreender o ensinamento, e até mesmo a praticar, tudo isso é muito importante, ninguém fazia a parte dele, mas nós somos missionários. [08:32] Instrutor: Então, isso que é importante que nós entendermos é que é espiritual, que é a maneira como quando nós temos que encarar a primeira cama, quando estamos misturando a primeira cama, quando nos preparar, quando nós temos que levar os ensinamentos de nós. Os ensinamentos de nós é uma coisa que a gente tem que levar, se sentir e reparar. Então, quando nós levamos os ensinamentos de nós, nós temos que lidar para ser funcionados de nós. Para que realmente a gente possa encher a igreja do Senhor, para ser transformados de nós. [09:08] Instrutor: Então, a história, ela era uma base, ela era um fenômeno. Nós sabemos que todos os temas de primeira escola hoje são temas. Para alguns, a primeira escola é ruim, tem a corvagem de todos os momentos. O Instituto da Palestra tem essa importância. [09:43] Instrutor: Na Bíblia, é uma pessoa que nos esforçamos mais fiel, mais completa. Essa formação, temos que sair do início da palestra, chegar ao colégio, temos que ter uma boa experiência, não ficando na igreja, não fazendo treinamento. Ou seja, se um índio intervém no outro, nós começamos bem. [10:30] Instrutor: Ou se a pessoa que manda eleição do outro, a gente precisa fazer o primeiro treino, com várias histórias fundamentadas, poderão ter a condição de fazer uma boa igreja. Ou seja, entrar dentro da igreja, dentro da formação, fazer um trabalho interno, psicológico, já que na primeira câmara, a mudança tem que ser de fundo, tem que ser mudança, que nós não temos psicológico, mas a gente tem que ir na primeira câmara, é exigido que se vá fazendo uma reparação de unidades da comunidade, que se vá mudando, isso fica muito claro nessa [11:11] Instrutor: palestra de Deus, onde nós ficamos, como falamos, é necessário que a pessoa que quer um o que é falho, vulgarmente a sua conduta, o seu comportamento, eleve o seu nível de ser para que ele possa fazer uma obra, porém na segunda forma já é necessário que a sua abundância ela seja muito profunda, com caráter, com capacidade e a terceira forma [11:50] Instrutor: é uma forma, com amor de psicológico, de ser gratificante, tudo é amor, por isso tem que ordenar as relações e então ele fala, a escola é a onde local, onde nós vamos, Ele está indo aprender. Ele está indo ensinar. Bom, podemos dizer que é loucura. Mas, na verdade, nós não lhe aprendemos. Eu não lhe digo não. Então, nós estamos indo, em verdade, para o ensinamento. Para cuidar do nosso consciente. Do nosso entendimento. [12:31] Instrutor: Da escola. Então, eu vou deixar essa fala com 30 fatores para vocês entenderem. O esclarecimento e a humanidade. O esclarecimento e a humanidade. o exercício de ser humanidade, isso é muito difícil, e por outro lado, há uma reparação e nós vemos, por exemplo, que pessoas que crescem em uma família, que não enxergam [13:07] Instrutor: o final da vida deles, sobre o seu comportamento, a sua maneira de vestir, de falar, de se comportar, porque realmente aproveitaram, então, aquele nível de ensinamento, aproveitaram essa escola para fazer um campo, entender normalmente o objetivo da primeira cama. Podemos, por exemplo, ter um espelho que tem na cama, sério, esponsado, ele é muito agitado, e na vida é muito agitado, porque o espelho dela, ela é uma criança, tem muitas diferenças, muitas vezes tem diferenças que moram nessa cama, demoram muito tempo [13:48] Instrutor: para ter. Uma pessoa, no seguinte, entra, começa a pescar, começa a ter diferenças, A admiração é algo, por exemplo, a gente colocando uma maneira, que a gente é algo muito transcendental, nunca seja apenas andar na pessoa, queremos levar a glória de nós mesmos a um amigo, a um familiar. E aí, é claro, tudo isso tem que se comportar bem, porque temos que levar a glória para nós mesmos. É claro que não tem que levar a glória para nós mesmos, não tem nada como coisa. Porém, se é uma pessoa negra, uma mulher negra, também fica muito desigualizado. [14:30] Instrutor: Na primeira semana, a gente colocava uma magia. Uma mulher negra, a luz, ela tocou em muitos lugares. E as luzes se revolucionaram, começaram a se revolucionar. Foi importantíssimo isso. É que nós negarmos a importância da mulher negra. A mulher negra é a Câmara da Luz. Nós desenvolvemos, sabe o que eu disse? É o primeiro erro. Mais fácil de falar que é a primeira semana, é o primeiro erro. [15:05] Instrutor: A cadeira da primeira cama se encontra já com um medo, aquele pito da humanidade no mar, aquele pito inconsciente da humanidade no mar, o encanto da humanidade no mar, mas toda uma luta que a humanidade nunca teve o respeito. Como que nós conseguimos ressaltar? [15:47] Instrutor: E nós temos um primeiro eixo, que nos explica que uma pessoa como ela vê o contexto de nós, Isso para ela é a estrela de Belém, o início da Eucarística, que mostra o caminho, que mostra a vitória do trabalhador. Então é a bruxa que chega ao primeiro trabalho, na primeira realidade. Aí ela experimenta o primeiro erro. E aí ela começa os sonhos, e é claro, com os sonhos e as necessidades de fazer o trabalho, e de verificar a situação e fazer o trabalho por dentro. [16:26] Instrutor: Porque a maioria de nós que a gente encontra, somos missionários, e é necessário que nós tenhamos uma preparação, porque aquela forma que nós temos de ser, recebe uma formação necessária para fazer uma obra, para fazer trabalho. Então é claro que isso, que a preparação do funcionário tem vários pontos, vários aspectos, aqueles que são robustos, que a gente pode ter na origem, é o desejo do povo, [17:06] Instrutor: e é aquele mesmo que fica no trabalho do povo. Primeiro ponto, é claro, Nós mesmos, necessitamos trabalhar sobre os filhos, sobre nós mesmos. Nós que queremos avançar no caminho. Nós não trabalhamos sobre os filhos. Nós não avançamos no caminho. O missionário, ele precisa trabalhar sobre o missionário. Mas também precisa trabalhar sobre os filhos. Temos que ter algo para... Temos que ter ouro, para formar ouro, para criar ouro. Temos que ter algo para passar. [17:48] Instrutor: Temos que ter uma luz. É algo realmente capital, vital para a comunidade. E isso tem algo de interessante, porque todas as palestras de primeira forma estão relacionadas com determinados pontos da obra que eles têm que realizar. Cada um está relacionado com um ponto mais específico, por exemplo, com a sua maturidade, com a sua vontade de conhecimento, com a moda psicológica, etc. Então vamos nós mesmos nos preparando para fazer isso, buscar viver o que eles realmente querem. [18:25] Instrutor: Trabalhavam dentro dos pontos de trabalho. Para vivermos em uma reunião muito bacana e elevada. Para que venhamos no cheiro e na engenharia. Para aquela cultura. Vivermos sim. Como? Como vivermos o caminho de nós. Como nós vamos vivermos o caminho de nós. Nos chamarmos a buscar ainda mais. Vivermos os ensinamentos. Para que possam enganar os ensinamentos. E possam enganar as novas. Para que possam até mesmo ensinar as novas. [19:01] Instrutor: não é que o ministério ignora, tem vários ofensos, vários livros, todos nós é um livro vivendo a ignora, vivendo sobre a ignora, porém tem que ser cada vez mais, tem que ser identificado, não tem ponto onde nós podemos estar falhando, onde nós podemos não estar lidando, não estar lidando, não é mais que estamos comentando um ano, que nós estamos conversando sobre isso, que ponto a ignora, onde a ignora, Eu estou vivendo, eu estou vivendo a vida, o sangue da alma. E realmente, o maldito, às vezes, parece uma palavra. Viver a glória. [19:51] Instrutor: Isso é uma identidade. Viver a glória. Todos nós temos que viver a glória. Porém, isso é uma realidade. Estamos nós que estamos convidados. E é todo mundo. Porque a glória chega muitas vezes como um ensinamento, como uma teoria. Porém, elas precisam chegar à prática, à vivência. E isso nós realizamos todos os dias. Todos os dias nós buscamos, nesse povo, de viver de nós ou não. Viver do ensinamento ou não. Isso é muito vitalista. Está tranquilo. Viver de nós é muito vitalista. [20:32] Instrutor: Para ensinar a nós, pode ser fácil. Para ajudar, é muito difícil. E muito apetite. Aí nós, no caso, buscamos muito, vivendo a doutrina, até que nós queremos Realmente chegarmos a criar luz própria. Bom, temos que criar luz própria. Nós estamos em um deserto complexo. Cada um vai virar, vai ser criado por alunos, através de algum desejo. [21:10] Instrutor: Para uma pessoa criar luz própria, é necessário que a sua vontade e a sua consciência estejam unidas e vivam em harmonia. Em um dado momento, a gente para uma luz própria, para que a pessoa seja uma luz própria. O trabalho de registro, a compreensão, através de uma condição, através do terceiro, a clareza que a pessoa tem agora no tempo. Porque a luz é clareza, a luz é terceiro, a luz é fé, é comprovação do real. [21:52] Instrutor: Nós realmente temos dois filósofos, que eles próprios. Nós precisamos comprovar a luz de Deus, o ensinamento que nós estamos passando por aqui. Se ela tem um comportamento desigual, realmente tão bom, esse comportamento desigual, ele não é aquele da primeira cama, claro que é da primeira cama, ele é com sua seleção, porque ela tem que ter governabilidade, um carinho, um interesse para com ela, para com o progresso dela, tem que ter paciência para recitá-la, para avisá-la, para surpreendê-la, para enviá-la, mas esse comportamento não existe até hoje em dia. o comportamento popular, o comportamento da sociedade, o comportamento unidial, porque o missionário é missionário na primeira forma, é missionário no seu trabalho, na sua casa, no seu unidial, fundamental o serviço, porque ele é um desenvolvimento físico, o físico é o princípio, o físico é o serviço, e esse serviço ele é inconduzível em todos os lugares, em todos os locais, [23:20] Instrutor: Ou seja, o missionário tem que ser, é ter que remunerar para servir o próximo, o que ele pode, o que ele precisa, o que ele precisa. Então, realmente, esse comportamento, ele é um contributo à nossa vida. Ter energia, o corretal, a qual nós possamos passar em nós. [23:50] Instrutor: Essa palavra é poder, e para que ela seja, é necessário a transmutação das energias, a caridade, também é necessário utilizar o método, Não utilizamos o verbo. Nós somos funcionários do nosso. Não utilizamos o verbo também. Como não utilizar o verbo? Nós, os filhos, nós não falamos o verbo. Nós não usamos o verbo. É uma direção mais correta. [24:31] Instrutor: Nós não utilizamos o verbo. Os corpos, os motivos, os personagens. São importantes de nós, os prazos de nós. Existe um de nós. É a que utilizamos o verbo. E busquemos ter energia, ter caridade. Para que essa palavra não enxergue a comunidade de todos. Para que o órgão... [25:04] Participante: ... [25:09] Instrutor: ... ... ... ... ... [25:29] Instrutor: ... ... ... Mas tem uma coisa que é importante, que é que uma sala pode ser a primeira ponta. [26:06] Instrutor: Entrar em trabalho, nós sabemos que o missionário, ele trabalha, ele vai a esse círculo mecânico da propriedade militar, mas o que importa é que o missionário, ele tem a chave do domínio, que é a porta de imóvel, a porta do domínio. Então o missionário tem o domínio, ele está no domínio, a chave para que a pessoa possa sair do seu inferno, ou pode ser resgatado, pode ser resgatado, pode ser enchido na trânsito. Porque quando nós estamos enchendo uma palestra de liberação, lá tem uma alma sentada. [26:47] Instrutor: Esse é bem esse ensinamento. Se o nosso ensinamento, esse ensinamento que nós estamos realmente passando, sai para o nosso coração, para a nossa enxerga, então, dando eco na nossa consciência, reconhece aquilo e começa a reflexionar, começa a medir a buscar O Tiago não é muito espiritual, mas o contexto que nós entendemos que isso acontece se atendia àquela parábola do vitróleo. [27:25] Instrutor: Aquele vitróleo que saiu da casa dos seus pais e gastou toda sua cultura. Ele chegou num momento em que ele estava em uma espécie de hipótese. Aí ele entrou no hipótese. E aí ele se lembrou da casa dos pais. Então, quando você está na regeneração, começa a perceber, a compreender o estado que é o sintoma. O estado psicológico de toda a pessoa. Começa a perceber que a unha só pode chegar. Começa a ver a merda do psicólogo que a gente não pode. [28:06] Instrutor: E aí então, poderá, quando a gente trabalha psicologicamente, regenerar. Porque a regeneração, ela for uma regeneração. Mesmo que seja uma regeneração, tem um comportamento. É o que eu estou vendo, que ela vai crescendo. É uma luz. Esse é um ponto muito importante na nossa primeira cama. Essa é a primeira cama, essa é a cama da luz, que é esse que gera muito negócio em um nível básico do mental, que é a alma ter que perceber que está dormindo dentro do estado interno, [28:48] Instrutor: perceber que se pode fazer por si mesmo, ter certeza de se encorrer na perfeita identidade da humanidade. que é um contato, um rumo que não se continua, é um caminho que implora no contato, para reunir todos os animais, ou seja, o que significa que aquela alma reconhece o ensinamento, reconhece a categoria hipótica, reconhece o que ela conheceu, aprendeu, atingiu, encarnou, um instinto de humanidade, e mais disso, Cavalhão nos fala dos quatro instintos de humanidade, [29:29] Instrutor: Por isso, eu fico mencionando que a humanidade tem um lado. O segundo, eu me pergunto, o que é que eu quero? E ele fala que existe um círculo, um mistério, em que o computador se leva a fazer a soma. É um resultado de tudo. É um círculo onde a sua alma está mais protegida. Ela é a realidade. E agora, se abre uma possibilidade de revolução da consciência. A pessoa mudar, se informar, é como isso. [30:11] Instrutor: O que se abre, na verdade, é o representado da vida. Vamos ver aqui qual é o nosso ponto de vista. O primeiro título que eu fui inventando foi uma verdadeira imagem. O segundo título que eu resolvi foi uma ideia que eu criei. Eu criei um vaso, que mora ali dentro da cadeira. Eu sou um menino enorme, por exemplo. E o que eu resolvi foi que eu perdi a sua posição em uma criação. O que eu resolvi foi que eu sou um homem. Como é isso? Qual é a minha posição? [30:51] Instrutor: A gente fez ali esse segundo título, que é o meu pé. E uma pessoa que merece essa imersão, realmente visita aquela imersão, ela merece esse tipo de imersão. E é o que nos permite fazer esse trabalho. A imersão é inicial, a imersão é metodológica. A imersão é uma instituição. Para a instituição, para a igreja, é uma ótica instituição universal. A imersão não é uma instituição importante. Como? É através da sua imersão. [31:31] Instrutor: Entre pessoas com a sua imersão. A sua imersão é a forma de entrar na igreja. Então, o primeiro arcano é ignorar a criação, a sabedoria de nós e das nossas animais, os humilhados e essa pessoa, os cães e pessoas, alguns ricos. Então, aqui eu vou te dizer uma coisa de verdade, que eu escrevi no dia do domingo, a primeira palavra que eu falo é que, realmente, o nosso humilhado é só um cão enganado, com alguns filhos tentados, e significa que ele não passou ainda, e é o que eu vou te dizer. [32:08] Instrutor: Então, como que a comunidade já tem relação com os militares? Então, é importante que tenha relação com as instituições. E é claro que a comunidade, como ela tem que contar com os docentes na instituição, através, é claro, do doutor Timóteo Maria Tardes. Ela tem que contar. E aí podem realizar, como eu disse, a comunidade tem uma grande importância em relação à forma de instituição, para ele ter vitória. E os militares? O problema dos docentes é uma coisa e a outra. Se a comunidade tem relação com os militares, [32:47] Instrutor: Nós estamos tendo que ser pessoas que hajam a possibilidade de se manifestar. A importância da comunicação é para o muito mais, para todos nós como funcionários. Um dia nós vamos ensinar a todos a entender. Enxergando que ele aprendeu, ele compreendeu a imagem de nós. [33:24] Instrutor: Algum povo teve que ser dirigido. Algum aspecto da obra dele continuaria a ser dirigido. Nós estamos empreendendo o ensinamento e estamos recebendo uma luz, uma compreensão, uma clareza do ensinamento. Nós não dizemos, é isso que nós temos que ensinar. Nós temos que aprender a aprender, e aprender a ensinar. É isso que dá um pouco de valor ao ensinamento, porque a primeira dama é a dama da luz. [34:00] Instrutor: Então tem uma máxima, a que dá um legal de cultura, a que lhe dá, que recebe. Então o Senhor dá-nos luz. Por isso que a gente ouve os comissionais de luz ter uma luz clara, ter uma compreensão clara. Também compreendemos que nós precisamos levar a humanidade, levar luz ao povo, levar luz para as pessoas cristãs. Para que ele receba luz, para que ele receba mais compreensão, mais convicção na vida. Para que ele tenha medo da primeira cama. Como é que a primeira cama, ela era uma amizade. [34:40] Instrutor: A gente não vai ter nenhum sentido da criação, a gente não vai ter nenhum sacramento, ele é uma coisa de alimentos muito especial, muito importante, que só a gente não sente. Então, a gente vai poder tomar muito alimentos, e usar mais porco, e tomar mais farinha da vida, que não é o que a gente fazia. E agora a gente vai ter que fazer contato com a humanidade. Então, a humanidade do médico é uma ótima, ele está ótimo, Ela é uma ordem. Ela é a minha união ao mesmo, afeição, de humanidade no meu destino. [35:18] Instrutor: Ela é a minha revolução. Ela é uma ordem. Porém, nós estamos correndo direto a uma missão que nós devemos ir com amor. Ela me inspira perfeita com a dor. Nós temos que ir com amor à humanidade. Nós temos que entender que a humanidade não precisa de nós. Não precisa de um funcionário de nós. [35:55] Instrutor: permitida a Deus, para que ela possa ser realizada, para que aquelas pessoas não se envolvam em problemas de calvário. Então, realmente, na primeira cama, nós temos que contar com a humanidade. Bom, nós temos que contar com a humanidade, poder identificar que qualquer segmento da nossa vida, do trabalho, mais, o que a gente fala, para o arrependimento, é aquela que quer fazer uma obra. Na primeira câmara, eu falava que o trabalho dela só é um ponto fundamental. [36:37] Instrutor: Isso, eu estou dizendo para vocês, é desenvolver a alma consciente. Por que? Para desenvolver a alma consciente, não basta apenas nós, incentivizarmos como a vida, como as plantas, os animais, etc. Também temos que incentivizar tanto a humanidade, como a pessoa, tanto a dor alheia, tanto a instância. E é a primeira coisa que a gente tem que pensar. Nós, conversando com o setor, resolvendo os seus problemas, nós podemos ajudar, nós podemos orientá-los. [37:15] Instrutor: Então, realmente, uma telemetrôma ou iniciar uma telemetrôma é muito mais retirada da colégio, a gerar uma assistência realmente àquela pessoa. Levar o amor, levar a resistência. Esse amor do Cristo é muito importante porque nós vamos nos indignizando à medida que nós vamos tendo esse contato com a comunidade, com a organização. É muito importante que todos nós que estamos nos encontrando tenhamos esse contato. A partir disso, eu disse isso também para todos. Porque realmente nós não podemos deixar de ter esse contato com vocês. A gente faz falta. [37:57] Instrutor: E eu posso dizer isso. Pelas coisas que a gente tem hoje, fica difícil a gente ter esse contato com vocês. A gente faz muita falta. Mas mesmo isso fica muito importante. Aqueles que estiveram no curso, já foram no curso, né? Que o Vidal falou que estava no curso. Então, ele falava sobre isso. O processo, o que acontece na premiação. A importância que o missionário faz para os professores, para os alunos. [38:37] Instrutor: Ou ele representa um milagre. O que acontece? Quando eu venho aqui, um milagre. Ele aqui, corre bem em algum salário. Ou ele foi em primeira classe. Também corre bem, né? Estão recebendo mensagens de morte, de felizes ali. Então, bom, o seu missionário tem uma primeira cama. As pessoas têm uma primeira cama. Então, que processo se dá, que magia se dá, para que realmente a luz chegue àquela pessoa, que também é um missionário. Para que realmente chegue àquela pessoa uma compreensão, uma abertura, informações precisas para que elas possam terminar, para que elas possam melhorar. [39:18] Instrutor: O seu missionário, claro, ele prepara uma oferta. Ele se esforça para trabalhar dentro da colégio. Ele lembra o que ele se esforça. Mas ele não está sozinho. Nem uma pessoa tão só. Todos nós temos um ser. Existem os médicos. Então, tem coisas que estão mais além do nosso sentido. Mas a gente processa o nosso mergulhamento. O nosso mergulhamento. Só que eles me chamaram e eu falei que eu sou um mergulhamento. Cada uma das pessoas tem um ser. Superbem. São sólidos. Nós temos antígenos no sol. [39:57] Instrutor: Você também tem o dia em que ele roda uma lua, quando terminar o ervo, olha se o ser ele expressa, se ele cai na lua. Então, qual é a pessoa que tem que ser atendida? E esse último busto que nós sabemos que o ser humano coletou na hora. E ele busca e roda nesse momento na hora onde o ser viveu ali. Mas também, o ser é aquela pessoa que a gente fala que ele é a cama, que ele é a luz, que ele é a luz. Mas em busca de que ele faça uma roda. Porém, os filhos do Senhor do Inverno não têm como diretamente olhá-los, guiá-los. [40:37] Instrutor: Então, em paz, aparecem muito mais espiritualmente do que o ser. E se eles funcionassem no resto da parede, aumentaram a primeira forma. Eles ficam colocados lá e lá. Eles realmente estão integrados com o ser. Com a dificuldade do conserto. Ou seja, sempre aquela pessoa, aquela coisa de primeira forma, ou sempre, se não o Senhor do Inverno, [41:10] Instrutor: todos os alunos, todos os ensinadores, os professores, através da sua palestra, ele é muito comum encontrar pessoas que dizem muito errado. Nós demos uma palestra para ele, um livro que ele está tentando usar, que o Médico de Arquitetura nos ensinou isso. Quando o aluno chega a essa palestra, na palestra do meu trabalho, ele fala que os seis erros de cada uma das pessoas, é que são bem solucionados. São muitos. É uma solidariedade. É uma meditação. [41:48] Instrutor: Então, podemos dizer que há alguns, várias pessoas, o povo fala muito, vota, ele compreenda muito pela cultura que está levando. Então, é um processo que significa ganhar o negócio, praticar muito, tirar os conflitos. E acho que ficou claro, né? A maturidade de espíritos, de nós, muitas vezes, na missão, comprovada, a gente vai tendo que se obedecer à tradição do próprio ser, levando-nos também, também desde o infinito, nem prescindendo da cultura socialista. [42:27] Instrutor: Então, no início da lenda, o lógico de uma primeira Câmara, claro, não tem texto, não tem as palestras, mas muitos deles, o nosso verbo ali, vai incluir o que está escrito, o que a gente dá, o que a gente tem que saber, o que está provado. Isso dá para ver esse processo que a gente está vivendo. Ou não. Então, esse gráfico vai ser do novo aspecto. Também tem o livro, é do mesmo livro. A primeira Câmara é um tema grande do nosso trabalho, dessa obra. Língua, lixo e líquido. É isso que eu estou falando. [43:07] Instrutor: É tudo nosso. É disso. Agora eu estou colocando a primeira cama. Eu estou colocando a primeira cama. Aí eu estou colocando uma funcionalidade na primeira cama. Alguém tem alguma pergunta sobre a primeira cama? Muitas vezes, na primeira cama, eu estou colocando a primeira cama. Tem uma alma que está buscando fazer um trabalho. E ali, não tem índice. [43:18] Participante: Tem uma alma. Tem uma alma. Na piscina, quando entrava de água, amava. [43:44] Instrutor: Quando entrava de água, amava. Quando entrava de água, amava. Quando entrava de água, amava. Só buscando fazer trabalho, e ali conseguimos. Falamos, pegamos balas, na piscina, plantá-las de água, amá-las. Nesse grau, também, a gente veio a falar nisso. Vamos fazer a informação na área de primeiro a primeiro. Hoje, a gente vai saber o grau. Depois, vamos ver o grau. Já que nós estamos na área de primeiro a primeiro, nós vamos fazer isso na área de primeiro a primeiro. Aí, você entendeu? Aí, eu vou dizer assim, [44:25] Instrutor: Acesse o nosso site www.opusdei.pt