Propósito do curso como retiro espiritual
Síntese da Aula
O instrutor abre a dinâmica do curso definindo-o como um retiro espiritual cujo objetivo é espiritual porque seu fundamento é a doutrina. Decompõe a palavra doutrina (doc = adquirir/assimilar/interiorizar; trina = os três princípios — Pai, Filho e Espírito Santo, sintetizados na pessoa como sabedoria, amor e força) e argumenta que o curso é um trajeto de transformação no qual não se pode perder tempo, pois a doutrina precisa aflorar nos fatos e nas obras, não apenas na memória.
O eixo da aula é a distinção entre as disciplinas da Era de Cristo (baseadas na memória, mecânica) e as disciplinas da Era de Aquário (baseadas na consciência). A primeira disciplina trabalhada é a interpretação doutrinal: exige-se participação ativa de todos, ao ponto de o instrutor advertir que quem não participar poderá ser convidado a se retirar, pois sem expressão não há como avaliar o que cada um vive do que sabe. Articula-se isso à ideia, retomada da manhã, de que o destino traçado pode ser transformado pela análise consciente da própria vida, aqui e agora.
Em seguida o instrutor expõe as disciplinas práticas da convivência: o ritual da alimentação (sem conversas ao comer, pois a atitude psicológica determina a qualidade da assimilação energética), o descanso sagrado às 22h e a recomendação de não dormir separado dos demais (regime tipo A, o mais rígido, escolhido pelos próprios cursistas), porque é na convivência que afloram e se trabalham as reações psicológicas. Cita o ensinamento do V.M. Lakhsmi sobre a intolerância — que os irmãos do espaço catalogaram os humanos como intolerantes e que a intolerância equivale a ódio — propondo cooperação, integração e ação como antídotos.
A aula prossegue com os exercícios físicos esotéricos (participação obrigatória, salvo doença grave), justificados pela necessidade de a consciência dominar o corpo lunar a serviço do ego, ilustrada pela experiência do V.M. Lakhsmi com a dor nos rins durante a meditação como manifestação de um eu. Encerra com normas de apresentação pessoal (cabelo curto, sem barba, vestuário adequado — explicando que cabelo, barba e unhas são vias de eliminação de toxinas), pontualidade, uso do caderno, restrição a gravações em certos momentos e disciplina quanto às idas ao banheiro, concluindo que esses detalhes formam a pessoa de maneira integral, não apenas intelectual.
Plano do temamaterial do comitê
Plano de aula oficial preparado pelo comitê para o tema “A Convivência”.
- Explicar o significado da palavra conviver
- A convivência do jovem no lar
- A convivência do jovem na comunidade gnóstica ou Santuário
- A convivência do jovem na sociedade
- Os benefícios que o jovem adquire quando aprende a conviver
- Observador e Observado
- Chave Sol — Sujeito, objeto e lugar
- Em Aquário um novo Êxodo — cap. 23, 32, 58, 65, 67
- Transformação Social da Humanidade — cap 21
- Educação Fundamental — cap 14
- Mensagem de Natal 1999 — cap 11
- Orientações para a Juventude — cap 1, 2, 3, 4, 5
- Curso de Gnosis — cap 1
Transcriçãoclique no tempo para ouvir · Instrutor / Participante
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Áudio da Aula
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Inspiraçõesdo corpus gnóstico
A Doutrina que os sábios ensinam, uma parte da humanidade a entende, outra parte a compreende e muito poucos a vivem.
A memória e a consciência são duas forças totalmente opostas, o que aprendemos no diário viver se converte em memória; o que captamos no instante, é tomado pela consciência.
Quando a Mente se encontra em estado de ALERTA-PERCEPÇÃO, podemos facilmente descobrir nossos defeitos em convivência com o próximo, porque estes afloram espontaneamente.
INTOLERÂNCIA: Incomodam-no as coisas, nada suporta. O intolerante é impaciente e nunca se coloca no lugar dos demais.
Igreja Gnóstica Cristã Universal Samael Aun Weor
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