Curso Assoprovida e Juventude Segunda, 11 de janeiro de 2010 — Aula de 11 de janeiro [00:00] Instrutor: Para que possamos estar mais perto, para que alguns coloquem duas filas, de trás para trás, duas filas para trás. [00:11] Participante: É para lá. Ainda falta um. [01:39] Instrutor: Sim? Sim? Sim. Bom, ok. Trinta e oito. [01:51] Participante: Para que haja só três filas para a nossa. Três filas. Organizem-se que ficam em três filas, entende? Em três filas de cadeiras. [02:05] Instrutor: Para quem não entende... Isso! Isso! [02:11] Participante: Cadeiras como eram? Cadeiras? [02:13] Instrutor: Cadeiras. [02:15] Participante: Organizem as cadeiras. Em três linhas de cadeiras. Um, dois, três. Para que não caia muito atrás. Quem era a minha ajudante? Qual era a minha? [02:36] Instrutor: Esta é a lista? [02:37] Participante: Sim, mas esta também é a malha Primeiro os que assistiram aos exercícios esta manhã E depois esta, que é a assistência de hoje Mas para que você explique Porque eu não sei explicar em português Bom, uma das listas aqui É justamente a lista das quais nós fizemos exercício hoje de manhã Que era para a gente ter dado presença, mas só que nós saímos Depois é só mesmo pra poder falar o nome. Alana. Quer ler no lápis? Faz aqui. [03:19] Participante: É pra dizer que tá presente aqui ou que tava presente lá? Primeiro, vão dizer que estavam presentes aqui hoje. Ah tá, quem tava durante os exercícios... Isso. O que você falou? Não, eu falei que você apoiava a gente. Alana. [03:34] —: Vem aqui. [03:36] Participante: Tá aí? [03:38] —: Sim. [03:40] Participante: Alexandre. Antônio Arlete Arthur Camila Carlos Daniel Eduardo Emerson Fabiano Fabrício Fernando Felipe Francisco Juliano Henrique João Carlos Júlia Lucas Luciano Luciana Marcel [04:20] Participante: Mariana Luciano chegou Ela estava Murilo Naye Pablo Patrícia Paula Paulo Rafael Raíssa Renato Tarcísio Tiago Wagner Ian [04:58] Participante: São dois Tiagos? Só tem um Tiago São dois? São dois? Está bem Ah, porque se chama Francisco, e já lhe chamaram como Francisco. Exato. Paula. Ah, é? Sim. Olha, irmãos, a lista de chamada e presença, né? Só uma coisa, os dois Carlos Alberto, como é que você vai fazer? [05:38] Participante: Vai botar um sobrenome? E se o Carlos Alberto, ele também é Carlos Alberto. Não, aqui tá Carlos e o outro Carlos Alberto. Sim, mas os dois são Carlos Alberto. Carlos Carneiro? Não. Ah, isso. Os dois estão... Só que aqui na lista colocaram Carlos e o outro colocaram o segundo nome. Qual é o seu apelido? Eu sou Carlos Alberto. Ele é Carlos Alberto. E o seu apelido? Como se diz apelido? Sobrenome. E sobrenome? Carneiro. Carneiro? Carneiro. Então põe ali uma C na frente para que não... Carlos Carneiro. Ficou assim. Ok, igual. [06:16] Participante: Agora já a lista de presentes chamada. Juliano, Henrique, João Carlos, Júlia, Lucas, Luciana, Marcel, Maiana, Murilo, Naê, Pablo, Patrícia, Paula, Rafael, Raíssa, Renato, Tarcísio, Tiago, Wagner, Ian. Obrigado. [07:26] Participante: Chega ali. Carlos Alberto. Estou vendo você. em terra firme, faz-me levantar os pés para não tropeçar, se encontro obstáculos, que [08:34] Participante: não sejam os que eu mesmo me pus, e se existem, prepara-me para vencê-los, retira de minha mente o pessimismo, enche o meu coração de fé, dá-me palavras adequadas, dá-me Dá-me palavras de alento para aqueles que encontram o caminho. Dá-me forças para alentá-los e ajudá-los. Não permita que meus sentimentos [09:12] Participante: sejam maculados pelo ódio. Dá-me alegria para saudar o dia. Dá-me paz para receber a noite. Retire de meus lábios a maledicência e a mentira. Ajuda-me a dizer sempre a verdade. A paz que me dás, concede-me compartilhá-la com os que me rodeiam. Dá-me sabedoria para ensinar. [09:50] Participante: Dá-me palavras adequadas para corrigir. Permita-me, Senhor, que tudo o que me rodeia, as plantas, os animais e a humanidade, vejam em mim um companheiro de viagem, um irmão e sobretudo um amigo. Permita-me, Senhor, que onde eu chegue ou onde eu esteja, também chegue e esteja a paz. [10:27] Participante: Permita-me, Senhor, que meu olhar, minhas palavras e meus atos não sejam para ferir a ninguém, senão para consolar, para animar, e sobretudo para ensinar, que não tenham motivos para dizer que eu fui seu destrutor. Permita-me, Senhor, que em meu caminho meu pé não resvalhe, que deixe uma pegada [11:08] Participante: impregnada de segurança de altruísmo e de fé. Eu sei que no céu e em minha consciência tem um Pai que me ama, uma Mãe que me guia e um Cristo que me salva. Deus! [11:34] Instrutor: Bom, irmãos, bom dia. Paz Inverencial. Paz Inverencial. Vamos, neste momento, aproveitando que, através da oração, se conecta a um com essa parte interna. Vamos fechar os olhos um momento. Vamos fechar os nossos olhos. Vamos nos concentrar no nosso coração [12:12] Instrutor: e vamos sentir por um instante essa força maravilhosa da vida em nós. Corremos nossos olhos. E vamos começar a trabalhar o dia de hoje. [13:10] Instrutor: Estas frases vão ser parte do curso. As pessoas que têm a organização do salão também têm que, neste caso, realizar ou colocar no tabuleiro uma frase, que seja, já te ouviu a palavra, que seja ou do mestre Samael ou do mestre Láxima, já, a que vocês considerem, já, qual é a sua pergunta? [13:51] Instrutor: Sim, vamos fazer, muito bem, obrigado. Então, é muito importante isso das frases, ok, já que, como eu lhes disse no dia de ontem, uma das disciplinas que vamos trabalhar intensamente no curso é essa disciplina da interpretação doctrinal, ok? Então, isso vai ser parte. Então, vamos com a minha apresentação, para não prolongá-la, certo? Meu nome é Emerson Quiñones Corredor, de correr, não? [14:30] Instrutor: Tenho 30 anos casado, com compromisso, até a morte Nós levamos na Gnosis cerca de 9 anos Fazendo missão 8 anos Missão nacional, missão de asoprovia às juventudes E, neste caso, juventudes gnósticas, neste último tempo Também realizamos Há pouco como atualização O curso de agricultura Curso que Realmente [15:11] Instrutor: Aspiramos a que depois de que termine Este dia Soprovida Muitos de vocês também apontem a fazer Já que é um complemento É realmente De as ensinanças Mais transcendentais que o mestre Entregou Estão em agricultura, madres Soprovida então é muito interessante que outra coisa eu poderia contar sou de signo escorpião escorpião se entende, claro o melhor signo é o zodíaco já que tem poderes extras [15:49] Instrutor: que outra coisa, alguma pergunta que quiserem saber de minha vida nada, pronto Isso, nos faltaram os signos de todo mundo Então depois vamos perguntá-los De acordo com o que vão passando Interpretar a frase Lumicial, não temos lumicial De ponto de referência Porque estamos rotando Por diferentes partes Anteriormente de estar aqui Estávamos fazendo missão em Peru Lá fizemos missão Três, quatro meses Fizemos um curso [16:29] Instrutor: da soprovida, juventudes e uma gira de lá nos mandaram para cá e a vocês nos vamos torturar seis meses, aqui no Brasil torturas, entende? certo? ok, seis meses então, começamos chicos, com a interpretação da frase quem quer passar a dar-nos uma interpretação desta frase? eu pedi o favor a um irmão, mas Mas eu gostaria que alguém que sinta a necessidade de passar a interpretar, passe. [17:07] Instrutor: Tentem ser breves, para que não nos alarguem. [17:18] Participante: Desculpe, eu estava sem óculos e não consegui enxergar sua frase. Eu estava sem óculos. [17:26] Instrutor: Ah, você está sem lágrimas. E precisamos então, Alexander, que me traduzas algumas coisas que não entenda. [17:36] Participante: Eu te pergunto, a todos atentos Então, se nós formos interpretar a frase Analisar essa frase dentro da doutrina gnóstica Da sabedoria que a gente estuda tão maravilhosa A gente estuda, a gente compreende Que o homem foi criado, foi gerado A imagem e semelhança de Deus Como nos diz Porém, sua mente e sua psique tem muito de animal Então, ele foi gerado Então, ou seja, em sua origem, ele tinha, compreendo que ele tinha imagem e semelhança, nós nos remetemos às raças, primeira, segunda, e na terceira raça houve a queda, [18:17] Participante: em que o homem caiu justamente nesse aspecto egoico e foi desenvolvendo, devido à desobediência contrai o ego e começou a fortalecê-lo cada vez mais e cada vez mais. Por isso nós caímos nesse aspecto animalesco, Assim, nós percebemos instintos animais, instintos que não correspondem ao estado humano, invadindo a nossa mente e a nossa psique. Se nós formos fazer um estudo, por exemplo, da nossa mente, ou a quantidade de momentos que nós conseguimos estar alertas, ubicados, frente a esses mandamentos de Deus, é muito pouco. Então, devemos nos esforçar justamente para recuperar essa segurança divina. [18:58] Participante: Então nós temos essa estrutura Ou alguma delas Percebemos que até uma estrutura lunar Nós temos Perdemos toda essa estrutura Que nós necessitamos Para realmente chegar a Deus Por isso nós tivemos os três fatores Morrer em nossos defeitos Criar uma estrutura solar Um nascimento através da alquimia E cancelar as nossas vidas Através do sacrifício pelo mundo [19:25] Instrutor: Muito bem Você pode sentar, você passa, vem. [19:32] Participante: Aqui está o nome dele, essa é a primeira na lista. [19:35] Instrutor: A primeira na lista, perfeito. Alana, ou Helena? [19:41] Participante: Alana. [19:42] Instrutor: Alana, bom Alana, então, o que você nos diz dessa frase? [19:47] Participante: Que não nos vamos avaliar, como se diz avaliar? [20:04] Instrutor: Calificar. Calificar. [20:05] Participante: Só vamos compartilhar entre todos o que estamos entendendo. O homem foi feito em imagem e semelhança de Deus. Como que Deus nos trouxe aqui e... A gente tem mente e psique de animal. A mente e a psique de animal, ela faz com que nós trabalhemos para que nós evolucionemos. [20:40] Instrutor: Bom, está bem. Que diferença há, ou que nos diferencia a nós, dos animais? A razão, certo? A razão. Porque a vida que possui tanto o animal, como a planta, como nós, é igual. [21:17] Instrutor: Mas, o que nos diferencia dos animais é isso que se chama uso de razão. Então, se nós analisarmos a razão, quando nos dizem uso de razão, o que quer dizer usar razão? uso de razão repitam mais devagar [22:10] Instrutor: livre adverdio [22:13] Participante: livre adverdio [22:16] Instrutor: adverdio, já, o que mais? razocinho razocinho, o que mais? escolher uma ação consciente o que mais? o que dizem por aqui? escola [22:34] Participante: escolher [22:36] Instrutor: o que significa? [22:38] Participante: opções [22:39] Instrutor: opções, ah, perfeito [22:41] Participante: o contrário da emoção [22:48] Instrutor: o contrário da emoção bom aqui dizem algumas coisas muito interessantes por exemplo se nós vemos que uma pessoa um ser humano se toma um frasco de avenida é razoável? por que? por que não é razoável isso? [23:28] Participante: porque está pintando com a própria vida [23:30] Instrutor: Porque está tentando contra a sua própria vida. Mas é razoável? Bom, primeira razão, porque está tentando contra a sua própria vida. Que outra razão haveria que o faça não razoável a essa ação? [23:46] Participante: Instinto. [23:47] Instrutor: Já, um instinto negativo, um baixo instinto. O que mais? Que outra razão o faz que isso não seja razoável? [24:00] Participante: Isso é sofrer. Mais devagar. Sócrates tomou cicuta [24:07] Instrutor: Sócrates tomou cicuta sim, mas ele sim tinha uma razão para fazer isso [24:13] Participante: está bem [24:15] Instrutor: está bem, isso está muito interessante mas não me voltei na torta olha, se nós falamos de razão quer dizer que a razão possui algo que se chama Lógica E essa lógica Vem de algo que se chama Consciência A palavra consciência É uma palavra composta Com Conhecimento [24:53] Instrutor: Certo? Quase todos são instrutores locais Vocês isso o manejam Bastante bem Com conhecimento O uso da razão No ser humano Foi algo que se foi desenvolvendo de acordo com a consciência que ele estava tendo de sua própria existência Isso é o que faz com que a vida do ser humano tenha razão de ser ou tenha sentido [25:33] Instrutor: Na atualidade, a vida do ser humano não tem sentido Você entende o que estou dizendo? Não é razoável Isso temos que estudar, temos que analisar Por quê? Porque a frase é bem concreta Nos permite a nós darmos conta Que a razão é uma propriedade divina do homem [26:12] Instrutor: Porque a razão lhe permite ter consciência Do objetivo pelo qual vive E para que vive Quando ele não tem esse objetivo Então se torna irracional Não tem um uso de razão Por isso é que a gente Dentro de sua lógica popular Dizem a uma pessoa Olha, mas use a razão [26:53] Instrutor: Seja razoável no que você está dizendo Ou seja razoável em seu comportamento Por exemplo, um homem que pega a esposa Que a golpea Ele diz a outra Mas seja razoável em seu comportamento Você tem razão de fazer isso? Não Mas, sem embargo Nós, dentro da mente Dentro da nossa parte psicológica somos irracionais sabem por quê? porque não temos consciência [27:32] Instrutor: da existência de nós do porquê, do para quê então, se fazemos um análise mais profundo uma pessoa, seja estudante gnóstico ou não que não tenha consciência do objetivo por o qual existe é irracional você está entendendo o que estou dizendo? [28:07] Participante: sim, perfeito [28:09] Instrutor: porque? porque logicamente não tem uma razão ligada, unida à consciência e isso o faz irracional por isso a expressão ou manifestação de nossos defeitos psicológicos são o que fazem de nós seres irracionais e que inclusive, diz o mestre Laxmi já passamos a um estado, desculpem a expressão passamos a um estado mais baixo que o animal [28:49] Instrutor: chegamos a um estado que se chama bestia se entende o termo bestia? [28:56] Participante: sim, a degeneração de pessoas [28:59] Instrutor: Claro, porque o animal tem uma condição onde a sua vida é dirigida através de uma inteligência instintiva, mas essa natureza instintiva está submetida a umas leis que ele respeita, ele não viola essas leis, Mas o ser humano, através da contaminação mental e psicológica que ele tem, seus fatos, seus pensamentos, são totalmente irracionais. [29:45] Instrutor: Então, quase que a condição de nós e da humanidade está bem por debaixo do que viria sendo algo natural não é natural e isso vamos trabalhar hoje [30:07] Participante: pergunta ou aporte [30:13] Instrutor: quando você fala em relação [30:17] Participante: a natureza mais baixa que os animais tem uma relação com o estado de casa com o estado de consciência claro [30:31] Instrutor: o que acontece é que O Maestro Samael nos fala de que há uma infra consciência, que está por debaixo inclusive da subconsciência ou da inconsciência. Essa infra consciência já é um estado totalmente degenerativo, onde as reações são mais que animalescas. Por exemplo, o ser humano, sua reprodução já não é natural. [31:03] Instrutor: Porque dentro da natureza se usa para a procreação, mas sua degeneração já o leva a fazer práticas totalmente antinaturales e já passa por debaixo desse limite. Por isso, de certa maneira, é irracional. Não é razoável o que faz. [31:28] Participante: A personalidade está regida por 96 leis Os animais não estão regidos por 96, estão regidos por 48 [31:41] Instrutor: Por isso estamos abaixo Por o corpo físico, por isso estamos abaixo E mais além, porque simplesmente a personalidade é um veículo mas imediatamente uma pessoa reaciona um yo de ira está a 500 600 leis o que você vai apontar? mais ou menos [32:04] Participante: de acordo com cada habilidade que você espera vai ser cada vez mais inframano mais inframano [32:13] Instrutor: mais bestia [32:16] Participante: esta ação que você coloca aí da maneira que você explicou é a maioria, verdade? impossível de nós conhecermos, e a humanidade quase 100%, como os compostos, essa é a razão, esse é o raciocinamento porque quando nos toca algo que não gostamos ou que gostamos por muito, nós começamos a racionar, pensar, analisar, reflexionar [32:53] Participante: E eu tenho entendido que isso é um dos maiores problemas que a gente tem, inclusive o que nos faz mais ou menos do que os animais, porque isso não acontece com eles. Então eu pergunto se isso é verdade. [33:11] Instrutor: Muito bom o aporte que você faz, porque nos permite aqui fazer uma diferenciação entre duas coisas. Uma coisa é a razão objetiva e outra a razão subjetiva. A razão objetiva está cimentada, fundamentada na consciência. O que isso quer dizer? Uma razão objetiva é utilizada com conhecimento de causa. [33:53] Instrutor: Por dizer, se nós utilizamos a razão para estudar, conhecer, digamos, um defeito em uma primeira etapa, não serve, é útil, é útil, porque aí nós o conhecemos. Para chegar à compreensão se necessita de mais níveis, mas o uso da razão, o objetivo, é quando você tem consciência de para que você o usa. [34:22] Instrutor: Mas o subjetivo não tem consciência, ou seja, não tem conhecimento de causa, do porquê e do para quê. Se nós analisarmos o caso de uma pessoa que usa drogas, ou seja, para mudar de estado psicológico, fármacos, drogas, certo? Se nós, desde o ponto de vista, por exemplo, como estudiantes gnósticos, o uso da razão de nós, dizem, não, mas é inconsciente, se está matando, certo? Por quê? Porque nós temos um conhecimento, já temos consciência, conhecimento de causa, de que essa ação provoca a morte na pessoa. [35:23] Instrutor: mas a pessoa que tem uma consciência subjetiva diz, eu com isso me sinto bem, eu me sinto bem com as drogas, ele não tem consciência ou conhecimento da razão pela qual vive, da razão do seu corpo físico, e por isso caem, não sei se agora nos estamos entendendo, Isso é muito importante, isso é muito importante, porque, vejam, a razão pela qual o trabalho gnóstico demora tanto em ser realizado. Por que tanto tempo para poder alcançar o desenvolvimento de certos aspectos internos na pessoa? Por quê? Bom, vou mudar a pergunta, mais simples [36:29] Instrutor: Por que há tantas fotos autorealizadas? Faça assim, me entenderem Certo? Por que? [36:43] Participante: Já? Acho que é uma forma simples de responder Porque muitos de nós não queremos matar o ego Não queremos fazer a obra Já? [36:51] Instrutor: Olha, você diz algo importante Isso o que quer dizer? que uma pessoa não queira o que você ia dizer? [37:02] Participante: que o homem não decide o que ele quer e o que ele quer [37:12] Instrutor: esse é o ponto esse é o ponto a pergunta seria que tão razoáveis somos nós que tanta razão temos nós neste momento do porquê e do para que vivemos Qual é a razão de nossa existência? Claro. [37:52] Participante: Então, o que é o fenômeno de razão? Claro. [37:58] Instrutor: Claro. [37:59] Participante: Eu entendo. [38:01] Instrutor: Mas olha, esse é um fenômeno muito interessante. Por quê? Nós chegamos a uma segunda câmara não propriamente por um uso de razão consciente. Chegamos por um impulso, por um sentido. Certo? Mas, o que acontece? Muitas vezes, há uma contrariedade Do que sentimos com o que pensamos e fazemos Muitos de nós queremos, buscamos algo [38:41] Instrutor: Mas não estamos conscientes do que buscamos Vejam, quem busca algo que não sabe o que busca? Entendem? Ninguém busca algo se não sabe o que busca. Se a alguém perdeu cem reais, você diz, se perdeu cem reais, levanta o chão, tumba as paredes, busca, melhor dito, o que for para encontrar o dinheiro. Sim ou não? [39:17] Instrutor: Ah, bem, mas porque está consciente do que foi o que foi perdido. Conhece. E diz, cem reais é muito. É alto aqui? É alto, então busca-os com desesperação, põe a esposa, os dois filhos, a abuelita, o gato, todos a buscar os sem-reais. Aqui não se pode fazer chistes. [39:44] Participante: Podemos dizer, Anderson, que também a busca do que queremos está relacionada com a necessidade? [39:51] Instrutor: Claro, mas a necessidade surge quando há entendimento e compreensão do que é o que buscam. [40:04] Participante: E esse é o problema. Por que não há autorealizados? [40:19] Instrutor: Diz o mestre Oladmi, pelo menos se autorealizem, isso é o mais básico, isso é o mais básico para começar a fazer um trabalho, pelo menos se autorealizem, e você olha e diz, mas não há esse nível, por quê? Por o que você diz, não sabemos, vamos fazer um exercício para isso, ok? [40:48] Participante: Eu acho que tem outro problema também Muitos estudantes gnósticos Não sabem o que é o mestre Não sabem o que é a obra Tem um sonho a respeito de um ser Com superpoderes Ou de um estado diferente De ser, tem gibi, quadrinhos Não sabem o que é [41:07] Instrutor: Vamos fazer um exercício Para isso Eu considero Que uma pessoa que Lheve um ano em gnosis Um ano E não tenha consciência De o que busca [41:24] Participante: Grave [41:27] Instrutor: O que me diz se leva uns 6, 7 anos Pior Por que? Porque vai passando o tempo Tuas forças não são as mesmas E Se está chegando a morte Te vão pedir contas Vamos fazer O exercício [41:55] Participante: Por favor [42:02] Instrutor: as pessoas que não estão entendendo vão perguntando diga [42:43] Participante: Sim, sim, sim, sim. [42:57] Instrutor: Claro. Claro, claro. É que aí está o ponto. Porque, vejam, todos nós, todos nós temos um sentido, que é o que nos traz aqui, não sei se... Mas, se esse sentimento, esse impulso, não o transformamos em consciência, então, o que acontece? Esse sentimento, com o tempo, com os anos, se vai perdendo, se vai perdendo, [43:39] Instrutor: e se torna uma mecânica, a Gnosis se torna uma mecânica para a pessoa. Então, a pergunta que a pessoa se faz é, dizem, mas por que eu não tenho experiência? Mas por que eu não tenho mais despertar? Por quê? Porque não há uma organização no trabalho. [44:21] Instrutor: Organização no trabalho gnóstico. Essa é uma das causas por as quais há muito estancamento do trabalho gnóstico, porque não há organização. A ver, neste eu preciso que ojalá participemos todos Para que haja organização em algo O que é o primeiro que se precisa? Disciplina, bem, o que mais? Saber o que quer Metas, o que mais? [45:00] Participante: Saber o que ele quer, onde ele quer chegar [45:02] Instrutor: Saber aonde quer chegar, o que mais? Saber o que quer fazer Saber o que quer fazer, o que mais? Saber por onde começar, muito bem, o que mais? [45:12] Participante: Saber aonde quer [45:13] Instrutor: Todos concordam em algo? Xará Nós dizemos Tocayo O primeiro que se precisa para que exista uma organização É conhecer a meta O que se busca O objetivo [45:49] Instrutor: Que haja consciência do objetivo Quando falamos de consciência do objetivo Não estamos falando de um conceito que você tem de meta Vamos anotar aqui [46:24] Instrutor: Uma coisa é um conceito e outra é consciência Entre o conceito e a consciência, há um espaço, há um trecho que devemos recorrer, que devemos traçar, acreditar, nós podemos ter o conceito do objetivo, certo? Certo? Vamos ver. Qual é o objetivo de estar na Gnosis? Lembre-se do seu nome. [47:18] Instrutor: Lucas. Lucas. Está fácil. Qual é o objetivo de estar na Gnosis? Conocer-se a si mesmo. Conocer-se a si mesmo. Muito bem. Qual é o objetivo de estar na Gnosis? Buscar a verdade. Buscar a verdade. [47:33] Participante: Emerson, parar de sofrer. Seu nome? Pablo. [47:44] Instrutor: Paulo, se é Paulo, qual é o objetivo de estar na nossa vida? Morir. Qual é o objetivo de estar na nossa vida? Seguir a vida. Qual é o objetivo de estar na nossa vida? Conhecer a verdade. Bom, então vou fazer duas perguntas. Nisso vamos demorar um pouco e espero que todos estejam atentos. De verdade que esse ventilador, os ruídos não nos ajudam muito. [48:25] Participante: A ver, você pensa em autorealização e você acha que vai se autorealizar? Olha, atentos ao que estou dizendo, nesta dinâmica precisamos que vocês nos dêem algo muito importante [49:04] Instrutor: isso se chama sinceridade que sejam muito sinceros em sua resposta porque vocês me dizem você acredita na autorealização você entende? já e se você acredita que você acredita que você vai se autorealizar que você vai conseguir mas que você responda com sinceridade [49:31] Participante: já se você acredita na autorealização e se você acredita que você vai se autorealizar se você acredita perfeito, então como seria a pergunta? se queres uma autorrealização e se queres não, não, não [50:00] Instrutor: vamos para a pergunta, precisamos que a traduzamos bem, porque isso tem um objetivo claro [50:05] Participante: acredito você [50:08] Instrutor: quer ou seja, você considera que se vai autorrealizar ou seja, que o vai alugar ou não o considera e a primeira é você acredita na autorealização? ou seja, que isso é verdade? que sim é possível? ou ainda não está convencido de que isso seja algo real? agora você me entende? melhor? [50:37] Participante: então acredita você acredita [50:44] Instrutor: na autorealização? e você acredita que se vai autorealizar? [50:52] Participante: acredito Se você acredita que vai conseguir, acredita que vai conseguir. Você acredita na sua realização? Se você acredita que vai conseguir? Por aqui. Você acredita na sua realização? E você acredita que vai conseguir? Não sabe. As mesmas duas perguntas. E você não acredita que vai conseguir? Não sabe. [51:27] Participante: Eu acredito na autorealização, mas eu não vou conseguir me autorealizar por todas as coisas que tenho. Eu sei que não vou chegar na autorealização, vou ser uma pessoa melhor, mas a autorealização está muito longe de mim. [51:46] Instrutor: Isso é o que eu quero, que me respondam com sinceridade. [51:51] Participante: Criterio próprio. Como se diz o critério próprio? [51:54] Instrutor: Criterio próprio. Já? [51:57] Participante: Você? Eu acredito na minha regeneração, mas eu acredito na forma que eu estou indo, que eu não vou me negar. Você? Eu acredito na minha regeneração, pela maneira como eu vivo, mas eu sigo assim, que bom. Eu ainda não sei o que dizer. Já, já. Isso é um practimotcha. Já. Você? Practimotcha. Mas eu acredito na autorealização. [52:28] Participante: Eu acredito nos milagres e estarei fazendo a minha parte, é verdade, eu creio no impossível senão eu não estarei aqui. No entanto, eu estarei buscando fazer a minha parte. É? Sim. De pé para cima. Você? [53:09] Participante: Mas acreditar agora, agora eu acredito. Daí eu sei que não acredito mais. Pode ser irado. Então, mas agora, nesse momento, mas também a auto-realização vem mais com crença. Já? Ele pratica. Já? Você? Que ele acredita que sim, mas que não sabe se passa adelante, de pronto, cambia. [53:31] Instrutor: De pronto, em um momento pode cambiar o pensamento por uma ira, um golpe. Já. [53:37] Participante: Listo. A ver, você? Eu acredito que estou caminhando para fazer a minha parte. Eu vou realmente conseguir me auto-realizar na inteligência, é algo que eu me ensino. Eu acredito que estou caminhando para fazer a minha parte, eu vou realmente conseguir me autorealizar na inteligência, que é algo que eu mesmo não sei, estou fazendo o que me cabe. Muito bem, eu quero que nós estamos entendendo, Lino, você? Eu acredito na autorealização, eu estou aqui como ele, eu acho que na atual inteligência, muito difícil, as condições são as minhas, como as do Lino. Sim, muito bem. E você? [54:25] Participante: Sim, perfeito. E você? Sim. E você? Claro. Tempo é um pouco complicado, mas eu tento. Você? Eu estou feliz. Eu estou feliz. Nós vamos fazer uma boa parte do trabalho de distribuir. Quem falta? Quem falta mais? Você? Acredito na área com a realização, [55:06] Participante: mas não acredito que eu já me valha. Porque não há mais tempo. Eu andei descobrindo que muito do que eu acredito não é real, que a grande obra, a autorealização, tem muita coisa que está aí que a gente não sabe, não enxerga, então eu não sei bem o que é autorealização, eu tenho um conceito a respeito do que eu mestre, mas tem muito que eu aprendo. [55:36] Instrutor: Isso é o que vamos apontar agora, porque há muitos conceitos, pode haver muitos conceitos do que é a auto-organização de cada um, e nós não podemos viver do conceito, o gnóstico tem que ser consciente, então, um diz, mas é que, ah, isso está, ou seja, um pensa que fazer-se consciente, isso está por ali, não, isso tem que ser feito aqui, porque Porque o seu caminho depende do que você está consciente, do que você está fazendo. Ok? Quem falta? [56:14] Participante: Quem falta? A ver, você. Eu acredito na organização. Aham. Eu acredito. Agora, sinceramente, eu nunca fiquei pensando se eu vou ou não em organização. Eu acredito que seria impossível se o tempo permitisse. Mas eu acredito. Eu nunca fico pensando se eu vou ou não me autorizar a fazer isso. Eu vejo como uma preocupação. Eu acredito que seja possível, se o tempo permitisse. Mas pelos alunos, os médicos, em relação ao tempo que nós temos para realizar um trabalho hoje, eu acredito que não vai ser fácil. Claro, é muito provável. [56:49] Participante: Eu acredito na autorealização, mas acredito que o próprio caminho vai ensinando para a gente o que é essa autorealização. Com certeza, muitos de nós sabem dizer, a minha meta é a autorealização, mas não temos consciência do que é a autorealização. Nós estamos aspirando, porque o mestre disse que temos que chegar até lá, é o próprio caminho que vai nos mostrar o que é essa autoferiência. Você? [57:36] Participante: A minha última pergunta, eu não acredito que eu vou poder botar isso no trabalho, eu não vou botar isso no trabalho. Já está mais pensado se você vai alcançá-lo ou não? Eu já pensei, mas isso não é tão fácil que o Alexandre falou. Eu acho que é mais perfeito alcançá-lo ou não. [57:54] Instrutor: Claro, isso não foi dito, certo? Certamente as condições físicas de alimentação não são as mais aptas para alcançá-lo. Mas, no entanto, isso pode se tornar uma desculpa, uma justificação para não fazer o que deve ser feito. [58:22] Participante: Você. A ver, quem falha? Você Eu acredito na organização Eu acredito que eu valho a organização [59:03] Participante: Minha, que mais? Você Eu acredito também Eu acredito que eu valho a organização E eu acredito que eu valho a organização A Aline Você A Aline é um pouquinho mais dura [59:21] Instrutor: Você sabe que por um espaço tão grande, se perde muito o laboratório. [59:26] Participante: Claro que sim. O que acontece é que quando você viaja, isso pode até cair como uma desculpa. É muito difícil. Inclusive a Mestre Miguel me dizia em outra conferência, que tempo para perder tempo, nós não temos mais. Porém, tempo para autorização, sim. [59:47] Instrutor: Correto. Tempo para autorizar sim? Há. Tempo para perder? Não há. Mas então, vejam, como podemos nós conseguir não perder mais tempo? Ou por que se está perdendo tempo? Sabe por quê? Porque ainda temos conceitos, conceitos da autorealização. E temos conceitos do que nós cremos que podemos fazer. Por isso alguns dizem, não, eu não creio que eu não... Por esta, por esta, por esta condição. não sei se me faz entender e isso é o que nós precisamos [1:00:28] Instrutor: desenredar, se entende desenredar? soltar esse nudo em a existência desamarrar desamarrar desamarrar mas se entende a nível filosófico, de diálogo desamarrar desatar desamarrar, esse conceito que realmente seja algo conscientivo vocês o que dizem? se pode lograr convertir um conceito em consciência? [1:01:03] Participante: convertir? convertir é um atributo tem que ser sobrevivo uma coisa não vira outra [1:01:11] —: não cambia [1:01:12] Participante: não cambia de conceito para consciência consciência, consciência conceito, conceito conceito se desintegra, se mata sim, sim sim, sim Por que se eu não leio um livro, parei o conceito, mas se lhe diga, se lhe compreenda aquilo que está no livro, se torna consciente. [1:01:34] Instrutor: O que escreveu o livro é consciente, e escreve a vivência, a consciência, a experiência. Nós lemos e estamos lendo o conceito. Então, se vivemos, vivemos com consciência, então, diga-me. [1:02:00] Participante: Mas, ou seja, só vamos ter consciência do que é a autorealização, se um dia conseguimos autorealizá-la? [1:02:08] Instrutor: Olha, está boa a sua reflexão, mas, sim, sim, sim, eu tenho o pé desamarrado, mas é que, olha, você tem consciência livre, todos temos uma consciência livre, certo? Essa é a consciência que nós precisamos ativar para o trabalho. Diz o Venerável Maestro Lakhsmi que uma coisa é que tenhamos 3%, 4% de consciência livre, mas não ativa. Vocês ouviram esse conceito? [1:02:59] Instrutor: Consciência livre, mas não ativa. Temos uma consciência livre Que diz o Venerável Maestro Em que nos ocupamos Diz o Maestro, nos ocupamos Nas responsabilidades do diário Que temos que trabalhar Que temos que nos mudar, que temos que comer Que temos que usar os sapatos Que temos que Peinar-se o cabelo largo Não, não entendo Chiste [1:03:38] Instrutor: que tem que trabalhar, que tem que estudar. Nisso nos ocupamos. Mas esse 3%, que diz o mestre, livre, embora um estudante gnóstico tenha mais, para estar na Gnosis tem que ter mais, 4, 5, 6%. Ele utiliza para essas coisas do diário viver. Mas será que essa consciência que tem livre, livre, a ativou [1:04:18] Instrutor: ou a colocou ao serviço do ser? Por quê? Porque não utilizou esta consciência para transformar este conceito ou os conceitos, a informação em consciência. Porque, porque, olha, você tem muitas razões do que diz. Uma pessoa para realmente se tornar plenamente consciente da autorealização Teria que se autorealizar Mas a pessoa Para chegar à autorealização Tem que ter consciência Não conceitos Consciência do que está fazendo [1:05:00] Instrutor: Do objetivo e da meta Que tem que se autorealizar O que é o que precisa para fazer E o que é em si a autorealização Que vai ser a próxima pergunta Entendem? Vamos até lá [1:05:18] Participante: Entendeu? [1:05:19] Instrutor: Entendeu? Pergunta [1:05:20] Participante: Sejam sinceros, entendem? Entendem o que dizem, mas para fazer consciência, se não, não conseguirem, mas para enxergar o que dizem, porque se entende a ideia, como se estão dizendo as palavras. Mara, o que eu gostaria de falar é o seguinte, se como princípio nós temos, como a própria psicóloga, que nós temos tempo para a autorealização nós temos estamos aqui para a eliminação deles e a busca deste objetivo [1:06:01] Participante: me parece pouco estimulante desestimulante é verbalizarmos que não chegaremos a autorealização porque precisamos acreditar nela tratemos o esforço maior possível em nome desses 3% mesmo que não alcancemos essa autorealização eu acredito que verbalizar parece uma postura cômoda nos nossos erros [1:06:35] Instrutor: claro é que é assim, mas olha o problema o problema, a raiz do problema está nisso há conceitos E esses mesmos conceitos são os que muitos agregados psicológicos tomam como justificação para que um não faça o que tem que fazer em seu diário, viver. A ideia disso é que rompamos esses conceitos. Tem que rompê-los para que nossa mente comece a ter um uso de razão objetiva e não subjetiva. [1:07:16] Instrutor: como ele falou [1:07:19] Participante: mas tem um seguinte fato mais despacito, por favor estou em plena educação o que o irmão falou ali eu dei minha resposta que do jeito que eu estava indo eu queria me realizar porque o mais que a gente tenha consciência não, eu quero me realizar você talvez seja equivocado porque muitas vezes o homem pensa que sabe e não sabe que o caminho está errado então muitas vezes tudo bem Você pode ser consciente e falar assim, eu quero se realizar, tudo bem, mas será que você está fazendo o trabalho correto? Será que você está reutilizando sua vida? Será que sua letra está sendo tratada perfeitamente quando você fala isso? Tudo bem, a gente pode até falar, eu quero me realizar, mas será que vai conseguir o jeito que a gente está? [1:08:01] Participante: Eu estou falando a minha pessoa, eu tenho 5 anos de idose, mas tenho muito velho? Não, meu trabalho está errado, eu tenho que parar e ver, não, o caminho é outro. [1:08:10] Instrutor: Claro, correto, porque também pode passar esse outro caso. Olha, eu quero que, olha, se não se deslocam, deixem a mente para outro lado, já? Olha, o que ele diz também tem razão de ser, ou seja, há dois extremos, um é dizer, olha, eu não posso, eu não acho que consegui isso, e o outro é dizer, não, eu acho que vou conseguir, [1:08:39] Instrutor: mas não está nem consciente do que é esse trasegar, são dois extremos, nós precisamos, é isso, consciência, e onde está essa consciência do que é a autorealização? Em onde? No livro? No instrutor? Em onde? Em nós Na consciência de cada um Diz o mestre Samael No livro de psicologia revolucionária [1:09:18] Instrutor: Que na essência O que se encontra? O que há dentro da essência? Consciência O que se encontra mais na essência? Sabedoria O que mais? Todos os dados que se necessitam para a autorealização. Em este, estão os dados para a autorealização. [1:09:55] Participante: Como? Está bom assim, a ideia, não é? Como? Minha consciência livre transformada em aqui. Boa pergunta. [1:10:06] Instrutor: Quando a consciência livre que nós temos, queremos colocá-la a fazer um trabalho real, sério, objetivo, temos que colocá-la em atividade através do que é a reflexão consciente, a meditação, o lembramento de si. Por quê? Diz o Maestro que quando essa consciência se ativa, a colocamos em atividade, ela recebe a luz do nosso ser e através dela podemos nós conhecermos, compreendermos o porquê e o paraquê de todas as coisas, de tudo. Como diz o mestre Láximi em um livro que se chama Conferências Inéditas, não sei se vocês têm aqui impresso, [1:11:23] Instrutor: a carátula está em Jesus e Cristo, ou falando com seus discípulos. Ele diz que uma pessoa, quando ele tem uma inquietude, um questionamento, e se faz a seu ser, Por exemplo, meu pai, eu quero saber o que é a morte E parece que lançar essa pergunta a um vazio, a um vazio interior [1:11:58] Instrutor: Dizem que internamente a pessoa, a consciência da pessoa se conecta imediatamente quando você faz esse questionamento você se conecta com o seu ser e o ser imediatamente busca a maneira de dar-lhe uma resposta que você pode dar através de uma inspiração de uma ideia superior você pode dar através de um sentimento ou você pode dar através de um evento da vida que você passa esse evento e você diz ah, aí está a resposta aí está [1:12:38] Instrutor: Ou está em um sonho Você chega e diz, meu pai, me ajuda Meu pai, me ajuda a compreender tal defeito E você pronto se acostou a descansar E na noite se sonhou um evento E você no outro dia diz, olha, olha Comecei a compreender o que era esse defeito Escutem-me nisso Que isso vai ser uma regra particular do trabalho [1:13:09] Instrutor: O Lenguagem da Consciência é um Lenguagem, diz o mestre Samael, no livro de Tarot de Cábalos, é um Lenguagem simbólico e numérico. O Lenguagem da Consciência é simbólico e numérico. Simbólico de símbolo e numérico de número. Números. Por isso diz o mestre, se você quer que os mestres o instruam internamente, [1:13:45] Instrutor: você tem que estudar os símbolos, os números, através do tarot, a cabala, para que eles o possam instruir internamente. Mas, quietos aí. Isso quer dizer que nossa consciência, se é nossa, é celular, Nossa consciência, a que temos livre, devemos nós utilizá-la, colocá-la a trabalhar sobre os conceitos para converti-los em consciência. [1:14:25] Participante: Mas aqui se diz que a consciência, o mestre diz que tem que ser obediente a todos os conceitos que ele colocou por nós, porque há livros, há decálogos, tem que ser obediente a Deus, para essa obediência virar um problema, uma força, e a força virar a consciência, mas que você já sentiu em seu corpo, em sua vida, e faça isso conscientemente todos os dias, mas a obediência depois faça isso normal, muda a sua vida toda. [1:15:03] Instrutor: Claro, para que isso ou esse fenômeno que tu dizes se suceda, de poder ser obediente, essa consciência, o conceito, ela tem que convertê-la em parte dela, porque se não, não se faz, não se faz, ou se faz mal. Então, por isso estamos fazendo uma dinâmica que vamos ter em todo o curso, que é o que fazia Sócrates com os discípulos, a maieutica, questionar a consciência para saber o que sabe, o que acredita. Claro. Ou seja, aí temos que saber para que é o que temos aí. Por isso, vamos para a outra pergunta. [1:16:08] Instrutor: Porque, vejam, isto vai ser também um tema específico, que vamos ver amanhã. De como se convierte isto em isto. Isto é um tema para amanhã. Hoje vamos fazer um exercício do que estamos dialogando. A autorealização. vamos então com a terceira pergunta que se você acredita na autorealização e se você acredita que se vai autorealizar pergunta eu não respondi [1:16:46] Participante: ah, que não respondeu imagina, se a ver vamos escutar eu creio na autorealização e creio que é possível mudar a minha organização [1:17:00] Instrutor: Você acha que é possível que, se organizar seu comportamento, você possa alcançar a autorealização? Esse é o objetivo. O que é a autorealização? [1:17:22] Participante: O que é a autorealização? Acho que a pessoa se conectar com o ser dela, com a sua origem, descobrir por que ela veio, onde ela vai. Quando a pessoa se integra com o ser, se funciona com ele. Ela conhece o ser, expressa o ser. Se expressa o ser em ele e ele se conecta com o ser. Isso. Que é a sua cabeça? É quase o momento em que todos os nossos atos, pensamentos e emoções se trazem unicamente a um palo e um palo. [1:18:01] Instrutor: Já nossos pensamentos, nossos sentimentos e o que fazemos se convirtem em a expressão de nosso palo. Listo. Vamos aos de atrás que estão muito tímidos. [1:18:17] Participante: A você. Mais rápido, por favor, para escutar. Ah, o que é a autorealização? [1:18:36] Instrutor: Quando não existe mais ego, não existe a personalidade, a pessoa se conecta com o que ela quer. [1:18:43] Participante: Já, eu estou aprendendo a escutar. Já que assim, o que é a autorealização? A regeneração para o corpo humano O que é a autorealização? Conectar-se com o ser para que ele se possa expressar através de um O que é a autorealização? A conquista da paz interior O que é a autorealização? Quando se acaba o sofrimento O que é a autorealização? Eu acho que é algo que se percebe quando a gente já tem os quatro corpos solares, [1:19:24] Participante: que a gente não é, e a gente ama a humanidade. [1:19:28] Instrutor: Já. Ou seja, quando conquista os quatro elementos, queira os corpos solares e ama a humanidade. O que é a autorealização? A imortalidade. A imortalidade. Bem, o que é a autorealização? Para ter que separar Como? [1:19:50] Participante: Fazer a voluntade Fazer a voluntade Para que? Para que a autorealização? Acho que é Conhecer o real, conhecer a realidade Autorealização, tornar real Conhecer o real, sair da ilusão Sair da ilusão Ser algo real Já, que é a autorealização? A consciência de Deus Você é espiritual, eu acho. Tenia consciência, não sei o que é claro. Que é a autorrealização? Que é a conquista da consciência, o treino da liberdade. Verdadeira. Já, o treino da liberdade. A ver, isso. [1:20:31] Participante: A liberdade, a consciência, o poder, o pensado, a consciência, o sentido, o poder, a consciência, igualmente. Eu acho que é deixar de existir, eliminar a falta de personalidade, para que eu diminua e possa integrar 100% da pessoa. E ela faz a personalidade para poder integrar? E ser a pessoa? Qual é o problema da pessoa? O problema da pessoa é que quando cria a porta, quando cria os capsulares, ele chega a esse 100% de consciência desperta, [1:21:08] Participante: É extremamente só a expressão do ser, a ser como ele vira a santidade, a ser como ele sofre o vício, como ele sofre o tempo. Bem, eu tenho um conceito samaritano da organização. Valorado, Samaritano. A organização é se tornar incontável, se normalizar, mas é o plano da natureza, como eu digo, não o indivíduo. E se não há consciência, o que é que nós temos que fazer? E é essa a pergunta que eu quero fazer. [1:21:41] Instrutor: Bem, agora eu vou fazer, como todos são instrutores locais, eu imagino que há um conceito que se maneja em primeira câmara. Qual é esse conceito que há em primeira câmara? [1:21:52] Participante: Não é o conceito. [1:21:53] Instrutor: Ah? É o conceito. [1:21:55] Participante: É o conceito das infinitas possibilidades humanas. [1:21:58] Instrutor: O desenvolvimento das infinitas possibilidades humanas. Já, esse é o que há em primeira câmara. [1:22:05] Participante: O que vocês estão dizendo? Convertir-se em rei desses sete planos da natureza? Também, mas há mais. O que é a autorregulação? Eu não sei o que é a autorregulação como planeta em superouso. Ele se vai dar de uma outra vez de triunfo sobre os eventos em a vida. o triunfo dos eventos na vida o que é a autorealização? não sei [1:22:37] Participante: descobrir e cumprir a missão que um não deve fazer tem falta não sei Quando encarna seu almoço, mano. Correto. Sim. Sim. [1:23:19] Participante: Listo. [1:23:25] Instrutor: Bem, rapazes. Como são tantos, eu vejo que ao perguntar de alguns de nós, se aguda. Mas, vamos ver. [1:23:36] Participante: um mudança, uma troca do estado animal que nos encontramos para o estado humano e consequência da expressão que ela consiga. Sim. Vamos ver. [1:23:53] Instrutor: O que é que se autorealiza em nós? [1:23:56] Participante: O ser. [1:23:57] Instrutor: Quem é que busca a autorealização? O ser. O ser. O ser é quem busca a autorealização. Por isso se chama autorealização. íntima do ser então, se o ser é o que busca a autorrealização certo? você me deixou aqui você me deixou aqui uma coisa é a autorrealização, outra é a liberação final claro são dois distintos a liberação final se faz na terceira montanha [1:24:31] Participante: a liberdade depois da autorrealização [1:24:34] Instrutor: por isso é que diz o mestre ao que seja [1:24:38] Participante: por menos [1:24:39] Instrutor: autorealizem-se porque esse é o início apenas é o início do trabalho porque o trabalho real está na segunda montanha e na terceira isso já é trabalho por agora, por isso [1:24:58] Participante: claro, não é que o super-homem [1:25:05] Instrutor: já é quando a pessoa em Cristo se tornou homem está esse Hércules já na pessoa aí é um super-homem [1:25:17] Participante: então se é a autorealização em termos de ser então é que [1:25:26] Instrutor: esse é o ponto que vamos [1:25:29] Participante: deixa os pensadores [1:25:31] Instrutor: ah, já, já [1:25:32] Participante: para que [1:25:34] Instrutor: são as 10h14 às 10h35 Nos encontramos novamente no salão Podem sair para descansar Ah, já Dez e meia Dez e trinta Já? É que a hora está em brasileiro Português