Curso Assoprovida e Juventude 13 de janeiro de 2010 — 13 de janeiro — Sessão 1 [00:00] Instrutor: Maria Romero, Laysa, Carlos II, Demetrius, Renato chegou. Igual abriu uma porta, eu não ouvi a risada. Maria? [00:45] Participante: Sim. Aleph. [00:51] Instrutor: Aleph. Aleph. [00:54] Participante: Quem mais? [00:59] Instrutor: Quem mais chegou que não chamou na lista? Como se diz tarde? Tarde. [01:08] Participante: Atrasados. [01:09] Instrutor: Atrasados. Rafael. Sim. O que aconteceu? Estavam fazendo as coisas da cozinha ou algo assim? Por que demoraram tanto para chegar? [01:21] Participante: Por que demoraram? Por que demoraram? [01:27] Instrutor: Muito o quê? [01:28] Participante: Mais pena. Estavam lavando o banho? [01:33] Instrutor: Ah, sim, sim, sei que os banhos são grandes. Ayer os fui a conhecer. São gigantescos. Quem mais falta? Camila? Gabriela. Quem mais chegou? [01:53] Participante: Rafael. [01:54] Instrutor: Ah, não. Rafael já o anotei. Quem mais chegou que não havia chamado? Quem escreveu a frase no tabuleiro? No tabuleiro, porque a frase é do Maestro Láximo Antes de tudo, um número Emércio [02:20] Participante: Suplica do Caminhante do Cendeiro da Vida Meu Deus, sou um caminhante que viaja Pelo caminho que o destino me traçou Em cada passo que dê Ajuda-me a dá-lo em terra firme. Faz-me levantar os pés para não tropeçar. [03:01] Participante: Se encontro obstáculos, que não sejam os que eu mesmo me pus. E se existem, prepara-me para vencê-los. Retira de minha mente o pessimismo. Enche o meu coração de fé. Dá-me palavras de alento. Para aqueles que encontram o caminho. Dá-me forças para alentá-los e ajudá-los. Não permita que meus sentimentos sejam maculados pelo ódio. Dá-me alegria para saudar o dia. [03:42] Participante: Dá-me paz para receber a noite. Retira de meus lábios a maledicência e a mentira Ajuda-me a dizer sempre a verdade A paz que me dás Concede-me compartilhá-la com os que me rodeiam Dá-me sabedoria para ensinar Dá-me palavras adequadas para corrigir Permita-me, Senhor Que tudo o que me rodeia As plantas Os animais E a humanidade [04:22] Participante: Vejam em mim um companheiro de viagem Um irmão E sobretudo um amigo Permita-me, Senhor Que onde eu chegue Onde eu esteja Também chegue e esteja a paz Permita-me, Senhor Que meu olhar Minhas palavras Meus atos Não sejam para ferir a ninguém Senão para consolar Para animar E sobretudo para ensinar Que não tenham motivos para dizer que eu fui seu destrutor [05:02] Participante: Permita-me, Senhor Em meu caminho Meu pé não resvale Esteja firme Que deixe uma pegada impregnada de segurança De altruísmo e de fé Eu sei que no céu E em minha consciência Tem um pai que me ama Uma mãe que me guia Um Cristo que me salva Deus Obrigada. [06:26] Instrutor: De aqui em diante, de hoje em diante, quem chegar tarde vai encontrar a porta fechada e não vai entrar. Você entende? Por quê? Porque quando ele entra, se já começou o tema, não vai entender o que está sendo falado. Então, por disciplina, não os deixamos aí por fora porque não lhes havíamos avisado, não lhes havíamos dito. Você entende, certo? Não lhes avisamos que iríamos fechar a porta Ou seja, do meio dia em diante [07:07] Instrutor: A porta fechada E o que ficou por fora Ficou por fora Você entende? Espero que não se molestem por isso Que não se enojem A colocar iracundos Por que me deixaram por fora do salão? Sino que para que tratemos todos de chegar à hora que corresponde A menos que a pessoa esteja cumprindo uma tarefa que não pode suspender Se justifica Ou está muito enfermo Está encerrado no banheiro [07:49] Instrutor: Como sai? Entende? Então não pode chegar cedo Ou ele teve que vir se arrastando do dolor Entende? Arrastando Por o chão Então, claro, demora um pouco mais do que caminhando Então chega tarde Mas o resto vamos tentar todos chegar Você entende, se não me engano? Sim Se não me engano, dez minutos antes da hora em que começa a aula Bom, no possível E se não, na hora da aula [08:28] Instrutor: Bom, quem escreveu a frase? o mestre Lassmi e no tabuleiro quem escreveu, passa, passa nos explica a frase, se eu traduzir bem, vocês me dizem, se há uma coisa por a qual vale, bem vale, bem vale, bem vale a pena viver, é por lutar, sim, por ser, sim, Esta sim está fácil de traduzir, não? Venerável Mestre Lácteo [09:06] Participante: Uma frase bastante forte, acho que essa frase resume o objetivo do caminho que a gente tem traçado e da nossa própria vida Porque é uma coisa pela qual vale a pena viver e lutar A gente vê que muitas vezes a humanidade está vivendo e está lutando por ter um carro novo ou ter um título na universidade, ou num posto militar, ou para ter um determinado nome escrito na roupa, [09:43] Participante: ou por ser tratado de certa forma, ou por andar com o corpo arrumado, bonito, para o verão, coisas pelas quais as pessoas lutam, as pessoas vivem. E se a gente for ver qual é o sentido de viver, o sentido da gente viver de uma planta, viver de um animal, viver. Nascer, crescer, se reproduzir e morrer. Será que é só para que a gente se reproduza e surjam outras gerações, gerações futuras? Então, viver e lutar, se não for pelo ser, ou seja, por algo que transcende essa vida, que tem um sentido além desse ciclo de vida e morte, não faz sentido. [10:22] Participante: Então, lutar pelo ser, como era dito ontem aqui na classe, aqui na aula, a consciência, as impressões que nós fazemos com a consciência, Aquilo que nós fazemos consciência Fica conosco até mais além da morte Quer dizer, num retorno Ainda teremos a consciência que nós fizemos nessa vida Quer dizer, então Um título, um nome, uma roupa, um carro, uma casa Não passa do túmulo Não passa da tumba Porém, lutar pelo ser é algo que nós construímos Para essa existência, uma outra e uma outra [10:52] Instrutor: Muito bem Antes de seguir Certo? Alguém tem este livro aqui no monastério? Morte na cruz Em português Em espanhol também Quem não tem em português? Você Quem está mais perto para que vá correndo Correndo Desesperadamente Como dizia o irmão Como é o seu nome? Fabrício Certo? A vida mecânica que nós levamos De tantas existências [11:32] Instrutor: retornando para nascer, crescer, reproduzirmos, morrer, isso não tem um sentido lógico. Só cobra um verdadeiro sentido, uma verdadeira realidade, quando nós nos dedicamos a lutar por algo que sim vale a pena, que é o nosso próprio ser, nossa autorealização, nossa hora, tem muito a ver com o que estamos falando na aula. Se há algo que realmente vale a pena É nos integrar com Deus Por cima de qualquer outra coisa Não quer dizer que vamos deixar de comer, de vestir-nos, de trabalhar [12:10] Instrutor: Porque são coisas próprias do mundo em que andamos Mas sim quer dizer que nossa consciência Tem que estar com esse objetivo de chegar a Deus Porque muitas vezes nossas preocupações são E como eu consigo dinheiro? E como eu consigo roupa? E como eu consigo, você entende conseguir? Como eu adquiro roupa, comida? E analisemos, eu vou fazer uma pergunta O que é, vocês me respondem, não me respondem [12:51] Instrutor: O que é o primeiro que pensam Obrigada O primeiro que pensam quando abrem os olhos na manhã? O que é o primeiro? Por exemplo, o primeiro que se vem é Ai, com o que vou pagar essa dívida que tenho? Ai, tenho que ir trabalhar. Dívida se entende? [13:24] Participante: Dívida. [13:26] Instrutor: Dívida. Com o que vou pagar? Ai, tenho que ir trabalhar. Ai, tenho que fazer isso e isso e isso. Alguns, quando abrem os olhos, dizem, Deus meu, como vou despertar consciência hoje? Deus meu, como vou aprender a meditar hoje? Deus meu, como vou fazer hoje para me integrar contigo? Porque se um tem como propósito a luta por conquistar o ser, isso deveria ser o primeiro que pensa no dia. [14:09] Instrutor: Madre minha, como vou fazer para me integrar contigo hoje? O que vou fazer para me encontrar contigo? O que vou fazer para me despertar? E não, o que vou fazer para conseguir dinheiro para comer? Tem que trabalhar igual. Tem que comer igual. Tem que ir à sua empresa, ao seu emprego. Mas não tem a sua consciência metida aí. Ele tem sua consciência apontando para o objetivo, que é chegar ao ser. Você entende? Por isso vale a pena lutar. [14:49] Instrutor: Esse é o propósito de um dia da nossa vida, integrar-nos com Deus. Com relação ao ponto que vimos ontem, do primeiro mandamento, Neste livro, como se diz, Morte na Cruz, Morte na Cruz, já me estava traduzindo ao espanhol. Neste livro, há um capítulo, que é o capítulo, como se diz, 14, se diz 14, Silvan? Ajá, Busca em Silêncio, assim se diz? [15:28] Participante: Busca. [15:29] Instrutor: Mais ou menos. Fernando, diga-me um número [15:37] Participante: 30 Paula, sabe ler bem, certo? [15:51] Instrutor: Sim Vamos ler Eu levo em espanhol, ela lê Leu o capítulo todo? Vamos por partes, eu te dou o dicente [16:01] Participante: Busque em silêncio Entrando nesta etapa de nossa presente obra faremos uma análise à luz da lógica e do entendimento superior, para que vejamos a realidade que vivem os autênticos iniciados através da história da humanidade. [16:19] Instrutor: Então, que reflexão sacamos desse primeiro pedacinho, desse primeiro párrafo? Puseram atenção, certo? Sim. Ai, pode ler de novo, Fernando, o que aconteceu? Se dormiu? Outra vez. [16:36] Participante: Entrando nessa etapa de nossa presente obra, faremos uma análise à luz da lógica e do entendimento superior para que vejamos a realidade que vivem os autênticos iniciados através da história da humanidade. [16:52] Instrutor: O que entendem aí? Pelo menos entender, porque não temos tempo para meditar. Mas o que entendem do primeiro párrafo? [17:00] Participante: Nós devemos nos espelhar, nos espelhar nesses grandes... [17:10] Instrutor: Inspirar nesses grandes sábios. [17:13] Participante: Bom, está bem [17:23] Instrutor: Fíjense que em esse párrafo O mestre nos está dizendo Que temos que ver a lógica Certo? A uma lógica superior Uma lógica de consciência Que é a vida de um verdadeiro iniciado Vê que aclara? a vida de um verdadeiro iniciado, ou seja, que não é a vida de qualquer pessoa, ou seja, que um verdadeiro [17:54] Instrutor: iniciado, certo? Tem uma forma de viver, como? Diferente, particular, certo? De acordo com as necessidades de sua obra, por isso está bem o que diz Rafael, quando nós analisamos a vida dos iniciados que são reconhecidos pela loja branca, como os mestres, podemos ver que em cada um deles há uma particularidade, em que cada um dos fatos que eles fizeram, entendem-se? [18:33] Instrutor: Iam em voz, iam por sua obra, iam focados em alcançar esse objetivo que se chama autorealização. Estão entendendo? Siga, Paula, por favor. [18:49] Participante: Observando as culturas serpentinas que existiram, podemos constatar que a busca do homem a Deus se conjuga com a busca de Deus ao homem. [18:59] Instrutor: Você entende isso? [19:01] Participante: Sim. [19:02] Instrutor: O que entende? Assim nos demoremos um pouco, mas o que entende? [19:09] Participante: Deus está esperando que o homem faça o que tem que fazer para que busque ele em seu interior. [19:18] Instrutor: Claro. Se há uma pessoa aqui, diz o mestre, nos dá um exemplo, uma pessoa aqui e outra aqui, certo? E se vão encontrar neste ponto, vêm caminhando, certo? O que vem aqui, diz, ele vem, mas o que vem aqui, diz, ele vem, certo? Então, quem vem e quem vai? Os dois. Porque a obra do ser e do homem são a mesma Você entende? Deus busca se humanizar [19:58] Instrutor: Expressar-se através da humanidade E o homem busca se divinizar Ou seja, poder expressar a parte divina que há dentro dele Por isso é uma obra que se faz em conjunto Nós colocamos a vontade E Deus põe, o que Deus põe? Os impulsos, certo? As inspirações, tudo isso que nos anima, que nos leva a fazer um trabalho. Porque se um nos inspira, se não sente impulso, se não sente nada, quando vai fazer uma obra? Não se faz. [20:40] Instrutor: Então, Deus dá esses impulsos, essas ganas por fazer uma obra, e vai levando esse filho a isso. Para que esse filho ponha essa voluntade, faça o que tem que fazer, e os dois se possam integrar em um só. Você entende? [21:01] Participante: Siga, Paula, por favor. O homem, talvez desesperado, busca a Deus. O busca dentro das mentidões. O homem, talvez desesperado, busca a Deus, o busca dentro das multidões Grita aos quatro ventos, como se Deus andasse na terra, confundido com as multidões Porém, isso não é assim Deus está no próprio homem Há que tirar as multidões que estão dentro do homem Quero referir-me ao eu psicológico [21:40] Participante: Para que esse Deus tenha o encontro com o homem Querido leitor, creio que isso é incompreensível Para buscar teu Deus interno, teu Cristo íntimo Busca-o com a meditação profunda Quando sentes que vem Afunda-te na contemplação e adoração E quando, através de teus sentimentos, te encontre com ele Fala-lhe, converse com ele Ele é teu amigo, ele é teu pai [22:10] Instrutor: Entendem? O que entendem? Esta vez não vou fazer por opção Vou fazer por dedocracia Democracia é quando você vota Dedocracia é quando eu decido com o meu dedo Dedocracia Então por dedocracia Vou perguntar a Lucas Onde está? [22:40] Participante: Muito bem, muito bem, está vendo o que diz o Lucas a ver o rei Arturo. mas na verdade através da meditação profunda a gente deve buscar ver o sentido, conversar com ele, que ele é nosso pai e todo pai cresce com ele. [23:24] Instrutor: Muito bem, vamos perguntar a Alana. É que eu digo Anala e então você diz Alana. [23:35] Participante: O homem procura Deus muito. [23:40] Instrutor: Mais duro Alana, porque não te escuta. [23:42] Participante: O homem procura, eu sou muito bom, mas Deus dele está interno, está nele mesmo, por isso ele busca também com a medicação, conversar com o seu Deus interior. [23:55] Instrutor: Muito bem, vamos perguntar a Gabriela, onde está? Por que se me mudam de silla? De lugar, não os encontro depois. Já a Gabriela disse. O que você entendeu? Forte para que você escute. [24:43] Participante: Devemos fazer o dia, porque se fazer é nosso sentido de isso, que é lutar pelo ser, devemos fazer isso no dia, com a contemplação da natureza, porque como havia falado, que Deus está na natureza, imagina, que é isso, que é o cliente. [25:10] Instrutor: Muito bem, Gabriela. Todos entenderam, certo? Claro, se eu entendo e ela fala português, como não vão entender vocês, certo? Bom, vamos seguir. Ah, antes de que siga, há uma parte que é bem importante, e é que diz que o homem busca Deus, mas se não separa as multidões, não o vai encontrar. E o que diz o mestre aí que são as multidões? Os eu's. Por isso dizíamos ontem, entre Deus e o homem só está a mente, mas o problema não é a mente como corpo mental, o problema é o que se expressa na mente, que é a multiplicidade ou o número sem fim de eu's psicológicos que nos falam, que nos dizem, que opinam, que conceptuam, que rotulam, etc. [26:13] Instrutor: Se nós separarmos essa multidão, para nós vai ser muito fácil nos encontrarmos com Deus. Você entendeu? [26:23] Participante: Bom, segue, Paula. A oração na meditação nos aproxima dele. Não esqueça que Deus é simples, sensível e humilde. Não te desespere para encontrar. Até aí. [26:38] Instrutor: O que vocês acham disso? Como é que se chama? Eu? Aleph Aleph? Aleph Aleph [26:48] Participante: Deus está nas coisas simples, como elas falaram, meditar, uma simples meditação, uma simples oração, uma simples recordação de si Deus está ali, não tem que procurar Ele longe, com dificuldade, em ações simples a gente consegue se unir a Deus [27:07] Instrutor: Muito bem. Como se chama? [27:10] Participante: Naie. Naie. Naie. Às vezes a gente acha que podemos fazer diversas práticas, né? Teologia, magia, grandes orações, dedicar horas de meditação para encontrar a Deus, mas na verdade com a simplicidade de uma oração, uma inspiração, num momento pequeno, seja um minuto, cinco minutos, já encontramos a Deus. [27:32] Instrutor: Muito bem. Quem mais quer dizer algo com respeito a esse ponto? Voluntariamente. O que é? Carlos. [27:41] Participante: Que Deus é simples. Quanto mais buscamos complicar as coisas, mais longe estamos de Deus. Como eu estava dizendo ontem, Deus não se importa como você se veste, como você se arruma, com que tipo de roupa, que tipo de carro você tem. Ele é a coisa mais básica, mais simples possível. O fato de você olhar para o céu só, que é uma coisa simples, encontra Deus. [28:08] Instrutor: Muito bem. [28:09] Participante: Se o queres ver com os olhos físicos, o encontrarás em teus irmãos, nos humanos, em tudo o que tem vida. Se queres ver com a imaginação, tratas de internar-te dentro do espaço infinito. Se queres ver com teu coração Una-te aos sentimentos nobres Ao altruísmo, ao dinamismo, à alegria E como já dissemos, fala a ele em teu coração [28:40] Instrutor: Está aí Se entende essa parte? Se fijam que o sencillo que é buscar a Deus O que dizem? Se queres ver-lo com teus olhos físicos Busca-lo em onde? [28:53] Participante: Em teus próximos [28:58] Instrutor: E em tudo o que tem vida Se você quer ver Deus com os olhos físicos Busque-o em seus irmãos E em tudo o que tem vida Se você quer ver com sua imaginação Inspire-se no espaço infinito Entende? E se você quer encontrar em seu coração Integre-se com os sentimentos mais puros e mais nobres que estão ali Como o altruísmo [29:31] Instrutor: Você entende? É muito difícil encontrar a Deus? Muito complicado? E por que não o fazemos? Bom, fala por mim, porque somos demasiado complicados. Dá-lhe pausa. [30:10] Participante: encontrarás alguém que quer mais que tu, quer saber mais que tu, que te refutará, que te convidará para que leias mais, para que te prepares mais, e tudo já está preparado, [30:26] Instrutor: já está maduro. Muito bem, até aí. O que entendem nessa parte? O que entenderam dessa Paulo, o que você quer dizer? Quem quer dizer mais sobre isso? [31:04] Participante: A gente não deve querer acumular essa parte intelectual com o objetivo de querer passar um ensinamento. Se o ensinamento já está passado, se alguém quer saber o ensinamento, lê o livro. Então o que a gente tem que passar em detalhes é a nossa vivência. Buscar e expressar em uma conferência porque a gente vive e assim está passando um sentido de Jesus. [31:27] Instrutor: Muito bem. Como é o seu nome? Ian? Ah, esse estava fácil e não me tinha aprendido. Ian? [31:36] Participante: Isso parece com o que você falou ontem, da biblioteca, da pessoa tirar ali o conceito e tudo. Então, eu entendi que a gente não deve buscar, literalmente como eu estava falando, encher a nossa cabeça de coisas e coisas, Porque até se diz que a essência A consciência Ela já tem os dados ali para a autorealização Para resolver um problema Para solucionar algo que está Complicado Na vida da pessoa Em relação a obra e tudo Então se a pessoa Se ela soubesse se integrar com esse Deus Simplesmente Parar, fazer uma oração, meditar um pouquinho Ela consegue resolver tudo [32:18] Participante: Às vezes a gente quer buscar sempre Ajuda Mas sem precisar disso Algo que a gente já tem [32:25] Instrutor: Esse ponto é bastante importante Eu acho que vamos deixar até aí [32:32] Participante: Eu não sei ler português em seus corações o recebam não dês o que tens em tua mente, porque sempre encontrarás alguém que quer saber mais que tu, que te refutará que te convidará para que leias mais, para que te prepares mais, e tu já está preparado já está maduro siga com o seguinte [33:13] Participante: deixa que teu Deus te guie, deixa que teu Deus te ensine, faz faz não mais que sua santa vontade, e como já dissemos Em capítulos anteriores Desintegra da mente Esses programas e complexos Que possui Eu tenho inimigos Eu tenho amigos O único que temos Ao nosso redor São os mestres Que nos ensinam o que devemos fazer Isso [33:46] Instrutor: Você entende? Eu os convido A que leiam o capítulo completo O que acontece é que nos vai muito tempo lendo aqui, queríamos fazer assim, mas já nos demos conta que é demasiado longo, mas esse capítulo tem uma relação íntima com o propósito deste curso, com o propósito, a finalidade deste curso. Muitos de nós, a mim me passou, quando cheguei pela primeira vez ao curso de Asoprovida, ao primeiro curso, eu creia que eu ia ao curso da Soprovida [34:26] Instrutor: aprender coisas, trabalhos, que me permitissem servir na humanidade. E está bem, esse é um propósito do curso. Mas o real propósito de um curso é que nós nos façamos conscientes de que nossa vida é para ser a vontade de Deus. Se nós saímos do curso dando conferências lindas, bonitas, [35:05] Instrutor: mas não compreendemos para que é a nossa existência, não tem sentido o curso. Busque que em nós se desperte a necessidade de viver a obra, de viver a doutrina, de nos integrar com nosso Pai. Entendem? Por isso diz aqui, deixe que seja seu Deus quem o guie, deixe que ele ensine e faça sua santa vontade. [35:51] Instrutor: Não as teorias que tem na cabeça, mas o que tem que fazer. Entendem? Eu os convido a que leiam esse capítulo, capítulo 14, busquem o silêncio, porque não é em conferências, em livros, em nossa multidão psicológica, onde se encontra Deus. se busca em [36:33] Instrutor: o silêncio interior [36:34] Participante: aí diz uma parte que a mim me chama particularmente a atenção que diz alguns dirão que que leias um livro que te prepares mais mas dizer já estás preparado, já estás maduro se você analisa muitas das existências que nós temos em cima ou que temos recorrido, nossa essência está mais que madura de experiências boas, malas, etc. [37:13] Participante: Então, a busca é para dentro, porque já está preparado, já está maduro, não somos essências que recém chegamos a poblar a Terra. Nós passamos pela evolução e a evolução muitas vezes, em muitos planetas, somos terrivelmente velhos, a essência, a essência tem contenida toda essa sabedoria. Então, claro, muitas vezes a gente diz, prepare-se, e a gente diz, ah, eu vou me preparar, lendo, lendo, lendo, [38:04] Participante: mas não vai ao seu interior, não vai navegar a sua consciência. Então, já está preparado, busque no silêncio interior e comece a tirar a sabedoria aqui dentro. Um diz, mas é que eu me coloco em silêncio e não encontro nada, não vejo nada, não escuto nada. Eu ouço o buscador, você entende o buscador? Sim. O gole interior. [38:39] Participante: Não encontro nada, respostas de nada, mas é que levamos muito tempo dormindo e com um exercício, uma mecanicidade em razão demasiado terrível, então por isso é que temos que ter muita paciência e esperar ir entendendo essas coisas, Mas a busca é para dentro, para o interior. [39:14] Instrutor: E, por exemplo, é importante que tenhamos em conta, com relação ao que diz Emerson, que muitas vezes nós nos sentamos a meditar, por exemplo, então nos sentamos com os olhos fechados e um não vê nada, só vê negro, Você entende? Nem escuta nada, nem lhe diz 6, 8, para que vejam a Cábala, não? Nada, nada, zero, nada. E você diz, perdi o tempo, perdi uma hora sentado aí. Isso não é verdade. [39:54] Instrutor: Porque muitas vezes você está sentado aí, não vê nada, não sente nada, não acontece nada. Mas quando se para dar uma ensinança, as respostas saem sozinhas. Não lhes aconteceu com os que são instrutores? Que às vezes lhes perguntam algo que um não sabe, um não o sabe. Mas quando lhes perguntam, a resposta sai. E um diz tal coisa, e eu, eu não sabia disso. Mas saiu no momento. Esse é o fruto da meditação que você fez. Está lavando os platos. Você entende platos? está lavando os pratos claro, isso ira como não havia entendido isso antes [40:36] Instrutor: o fruto da meditação de há um mês e chega quando um precisa mas um quer meditar e de uma vez como a impressora do computador sai, sai, sai e sai a informação e um estou iluminado não, isso não é assim [41:01] Instrutor: Isso fica como valores na pessoa, esse esforço que ele fez por meditar, esse fruto fica como valor na pessoa, para que no momento de sua vida, que ele o precisa, surge, emana de adentro. Por isso, um diz, mas eu nunca li isso, nunca ouvi, mas soube a resposta. Em uma ocasião, um irmão, um obispo, disse ao mestre, em uma convivência, mestre, o que será que isso que você ensinou hoje, que nunca lhe havia dito, [41:41] Instrutor: nunca lhe havia dito, eu lhe havia ensinado há um mês no Iniciar. o havia entendido e o havia ensinado assim, tal qual, com os pontos no Lumissiano então o mestre lhe diz claro, porque quando um medita, quando um reflexiona, se conecta com a mente universal se entende mente universal? certo? com o aura do Cristo e baixa a informação de lá, assim no mundo físico ainda não se entregou se entende? [42:16] Instrutor: Então, por isso é importante meditar, reflexionar, mesmo que passe a hora aí, incômodo, certo? Com ganas de parar, sair correndo e depois dizer, eu não vi nada. Mas o fruto vem depois, quando é necessário. Você entende? Bom, vamos continuar com o tema que estávamos no dia de ontem para concluir. Volte e fala. [42:49] Participante: Eu posso falar ou ler só aqui dentro? [42:53] Instrutor: Vê dizendo e eu vou escrevendo. [42:55] Participante: Os irmãos falaram que tem que ter uma obra. Isso que nós lemos no livro. Tem que ter uma obra. E essa obra deveria ser o que eu fosse falar. Ou seja, eu tenho que falar de uma obra que tenho. E eu vejo que, ou entendi, ou entendi, que às vezes eu estou realizando um trabalho ou uma obra e ela ainda não deu um resultado que seja suficientemente [43:31] Participante: para que eu possa expressá-la em um ensinamento, porque às vezes é um processo que está demorando muito. Então, eu vejo que nós, quando estamos instruindo, sempre tem alguém que diz isso, pessoal, você tem que se preparar mais, você tem que fazer um outro curso, você tem que, você tem que, você está ruim, né, você está novo, você tem que se formar na faculdade primeiro, né, se você quer fazer isso. Então nós vemos que isso acontece, igualzinho como está escrito no livro, igualzinho, igualito como está escrito no livro. [44:08] Participante: Então você, quizás eu não tenha o que está esperando, que eu tenha uma obra, de quando isso vai passar, por si tem um coração que nesse momento ele sim está preparado e talvez não seja o resultado da minha obra, mas eu posso passar um ensinamento que a gente conhece e utilizar isso que chama o ser para que ele possa falar, porque às vezes a obra que eu tenho não é essa eu vou falar da minha obra, que obra e já ouviu isso e outra coisa que pude entender é que o outro irmão [44:49] Participante: diz que o mundo tem que ter coisas boas, estar conectado com o bom, com o altruísmo com os pensamentos bons porque é o que está escrito no livro mas quando você mete o pensamento negativo uma emoção negativa mas negativa mesmo, tenebrosa essas coisas feias, todo mundo avisa a outra ela não sai simplesmente com esforço para buscar a Deus e Deus desesperadamente, ele continua [45:15] Participante: Então eu vejo que sim, a questão está em usar isso que é o coração, não importa o que os outros dizem, como diz o livro, eles não são nem meus amigos nem meus inimigos, eles são meus mestres, e cumprir com isso, não sei se... [45:36] Instrutor: Sim, está bem o que você diz. Muitas vezes você diz, vamos ver se eu entendi, que eu vou esperar ter uma obra para dar a missão, por exemplo, para ensinar, mas se você não ensina, nunca faz a obra. O mestre explicava que o planeta Júpiter, e vocês dirão, e essa de que está falando? Que o planeta Júpiter, certo? Ele vai ser o próximo sol, o seguinte sol do sistema solar. Então, o que ele está fazendo neste momento? [46:14] Instrutor: Ele está enviando luz às suas lunas, que vão ser os planetas, certo? envia luz para que essa luz se multiplique dando vida em plantas, em animais a seres humanos e regressa duplicada ou triplicada três vezes mais grande, duas vezes mais grande se entende? esse ir e vir dessa luz faz com que ele tenha cada vez mais luz até o momento em que brilhe tanto como brilha nosso sol, se entende? Assim é como um planeta se convierte em um sol. [46:55] Instrutor: Da mesma forma, certo? É como nós nos integramos com Deus. Se nós queremos brilhar como um sol, precisamos dar luz através do verbo. Enseñar, enseñar, enseñar, para que essa luz regresse a nós como compreensão. e então temos mais luz por isso não podemos esperar fazer uns autorealizados para entregar luz por isso diz o mestre dê do que [47:37] Instrutor: no seu coração você tem não está dizendo dê de um coração autorealizado entregue o coração autorealizado diz, dê do que tem no seu coração, da luz que tem no seu coração, está entendendo? mesmo que seja pouca a luz, mas desse pouco. Se eu... Já vai, Maria. Se o único que eu entendi na Gnosis é que é importante vir à unção, esse pouco de luz que eu tenho, ensine-lhe a todo mundo que é importante ir à unção. Enquanto compreende algo mais. Você está entendendo? Mas se não... Já vai. Muito rápido? [48:19] Participante: A última palavra. [48:21] Instrutor: Ah, já. Então, se eu digo que eu devo vir, então ensina isso e chega ao coração, porque sai do seu coração, isso se multiplica em compreensão, se entende? E então eu já entendo um pouco mais, então eu ensino esse pouco mais, e depois se multiplica mais e mais e mais, até que eu não vou completar uma obra. Mas eu não posso esperar estar autorealizado para ensinar, não posso esperar, tenho que dar do que tenho no coração, assim seja muito pouco. [49:16] Instrutor: Você entende? Nesse sentido que dizia a irmã, isso é muito importante. O que você ia dizer, Maria? Ah, que mais despacito! [49:52] Participante: Aquilo você ainda não aprendeu. E você ensina um atendimento. Vem outra pessoa e diz, você não está preparado para isso. Vai e estuda mais. Estuda mais para se preparar mais. Porque isso não está completo. Como é que temos que chegar e passar o que sentimos? [50:16] Instrutor: Vejam, rapazes, muitas vezes a gente tem que parar aqui e falar coisas que talvez não sejam vividas, certo? Não sei se essa é a ideia, mas se a gente não ensina essas coisas, não ganha méritos para viver, entende? Por exemplo, Isis, um sacerdote gnóstico, não é Isis ou sacerdote porque o merece, entende? É Ísis e sacerdote porque lhe dão a oportunidade de algum dia merecê-lo, de ganhar essa oportunidade de merecer ser sacerdote de Ísis, entende? [51:04] Instrutor: Porque um sacerdote, uma Ísis, uma Ísis é uma mulher que vai na quinta iniciação de mistérios menores, e um sacerdote é um homem que vai na primeira iniciação de mistérios maiores, entende? Então, não podemos dizer que todos os sacerdotes e as isis que estão no altar vão nessa iniciação, mas estar no altar lhes dá a oportunidade de chegar a essa iniciação, se entende? É uma oportunidade, o mesmo acontece com o que um tem que ensinar, muitas vezes um tem que parar e falar de coisas que não pode viver, Mas se está tratando de fazê-los com o sentimento de servir à humanidade, com esse amor de querer servir à humanidade, isso lhe dá a possibilidade de que, ao lhe entregar essa ensinança, você a compreenda e possa vivê-la. [52:07] Participante: Então temos que fazê-lo com o coração, mesmo que o sentimos profundo, temos que passar e pensar que não, eu tenho que passar esse ensinamento, então eu vou passá-lo da melhor forma que eu sei, eu vou dar tudo o que eu tenho para dar. [52:25] Instrutor: Exatamente, espérate um pouquinho, Maria. [52:37] Participante: Porque às vezes tem coisas que nós sentimos e não é o momento exato para falar. Ocorre muito isso. Então a pessoa não está preparada porque não é o momento adequado. Então, assim, coisas, por exemplo, de segunda cama, falar em primeira cama. [53:01] Instrutor: Isso é importante no que diz Maria. [53:04] Participante: Isso que é, por exemplo, eu posso falar tudo o que tem no meu coração, mas tem que ter o quê? Uma publicação, uma localização, saber realmente o que a pessoa está fazendo, o que eu pedi. [53:20] Instrutor: Aham, claro, o que diz Maria e o que diz Maiana. Nós temos que ter dentro desse sentido, a gente nasce a expressar muitas coisas que são muito importantes. Mas você também tem que ter uma organização, porque eu não vou falar em primeira câmara, por exemplo, de Lucifer, porque são mistérios de terceira, sétima e trinta e três câmaras, câmaras herméticas. Eu não posso falar, mesmo que o sentam, você entende? [53:58] Instrutor: Por isso nós temos que aprender a organizar isso que vamos entregar, no lugar que corresponde. Tu ibas a dizer, ah, Stephanie, já e agora, como é que te chamas? [54:11] Participante: Jeanne. [54:12] Instrutor: Jeanne? [54:14] Participante: Eu acho que às vezes acontece que existem coisas que não se viveu agora, mas como o Emerson colocou, a nossa essência já viveu muitas coisas. Então às vezes alguma coisa que você precisa Embora você não tenha vivido agora Pode aflorar como um sentir E aí você compartilha algo que você não viveu agora Mas que não pode ser uma realidade Porque a sua essência já viveu E veio como um sentir Então pode sair numa linguagem Então acho que por isso a gente não tem que ter medo De compartilhar [54:54] Participante: Porque pode sair numa linguagem de coração para aflorar [54:58] Instrutor: E também por isso o mestre Lakmi nos dizia, quando você for ensinar algo que você não conseguiu viver, ensine-o em nome dos seus mestres que já o viveram, o mestre nos ensina tal e tal coisa, porque ele já o viveu, se entende? [55:20] Participante: Repita outra vez, porque... [55:22] Instrutor: Muito rápido? [55:23] Participante: Não, muito baixo. A leitura do livro, Ordem da Cruz, diz assim, que nós devemos, todas as nossas experiências que nós tenhamos, não ficar contando para ninguém, tem que ter, guardar silêncio, porque isso é um treino, sabe? [55:44] Instrutor: As experiências, sim, claro. [55:47] Participante: Isso, e quando atora, de repente, algo dentro de nós, o que nós fazemos? Primeiro que nós fazemos é ficar contando para as pessoas. [55:56] Instrutor: Aham, isso que diz Maria... [55:58] Participante: É uma organização, tem que haver uma organização realmente, essa parte não é nada simples. [56:06] Instrutor: Claro, o que diz Maria é correto, nós não vamos estar contando as experiências internas que tengamos, Mas sim podemos, por exemplo, ensinar como viver a doutrina para chegar a ter isso Sem dizer, por exemplo, eu sei sair no astral, digamos, é um exemplo, não estou dizendo que seja assim Em vez de me dizer, não é que eu saí no astral e vi que o monastério mora e isso é um palácio de cristal E bom, um monte de mentiras, eu comecei a contar [56:41] Instrutor: Em vez de fazer isso, por que não lhes ensina a essas pessoas uma prática com a qual podem sair em astral, para que eles o experimentem, se entende? Isso é importante, isso é importante, saber canalizar o sentimento que a pessoa tem em relação a isso. E o que me dizia Emerson que repetiria, é que quando um toca expressar uma ensinança que não viveu, Certo? Que não a viveu, não pôde viver, ensine-a em nome de seus mestres. Mestres? Mestres. Mestres? Mestres. [57:22] Instrutor: De seus mestres. Porque eles já o viveram. Então, um diz, o mestre Samael diz tal e tal coisa. O mestre Láximo nos ensina tal e tal e tal coisa, entendeu? Agora sim, porque não deixou ela falar A última, e já não mais para a Patrícia [57:46] Participante: Eu ia dizer a respeito do que ela tinha dito antes Que ela disse que muitas vezes a gente vai dar uma palestra E vem um irmão e diz Nossa, a palestra não está muito boa, não está muito preparada Mas o irmão disse, porque a Délia fugiu Então, existe algo também, não só no coração, nós temos também a parte humana, estou dizendo isso por mim, quando eu comecei da palestra local, dei uma palestra, lembro até hoje, foi o nível de ser. [58:24] Participante: A outra irmã já era uma missionária nacional, aí ela veio conversar comigo, dizendo algumas falhas da palestra, que eu não tinha, que eu não tinha dito e que ela não estava bem elaborada. Então aquela irmã, naquele momento, ela estava me ajudando Porque eu sei disso, que a minha parte humana, que é necessária Não estudou o suficiente, não montou a palestra como realmente deveria ter sido feita Então quando a irmã disse aquilo, realmente me serviu [59:03] Participante: Porque a partir daquele momento eu percebi que eu fiz a palestra a minha parte humana muito rápido. Não tive aquele compromisso, aquele interesse. Porque eu necessito do meu coração, do meu sentimento, da minha integração para com Deus, para passar para as outras pessoas. Mas necessito ler, entender, compreender, montar uma palestra que cabe a minha parte humana. Se isso não for perfeito, não tem marco. [59:35] Participante: É por isso que é muito importante o que falávamos ontem, porque nós precisamos ter um equilíbrio, diz o mestre que há pessoas que têm um grande coração, têm um sentido muito especial, mas em sua parte humana não têm a preparação para expressar muitas vezes isso, então lhes custa muito. E há outro caso contrário, há pessoas que têm uma habilidade para falar muito, ou seja, são catedráticos para isso, mas não têm um sentido. Então a ideia é que nós vamos ir formando o que você diz, temos que ir formando a parte humana e sabe como se faz quando nós aprendemos a organizar o que sentimos com o que entendemos e com o que falamos. Por isso, um dos seus exercícios é ensinado a um sacerdote-instructor, [1:00:50] Participante: que por isso é muito importante para um, muitas vezes, escrever o que vai dizer. E aí você vai se dando conta das limitações que têm palavras, expressões, E ele diz, sabe como se ajuda um para ir melhorando isso? Com a leitura diária dos livros, isso lhe vai ajudando a ir enriquecendo a sua palavra, a sua forma de falar, e logicamente o exercício, por exemplo, de instrutor local, de missionário local, etc. Então, é algo que se faz, mas é algo que não deve ser para nós um obstáculo, dizer que eu não posso, não, tem que lutar por fazer isso, nem justificar o fato de que eu sinto, mas não busca a forma de cada dia melhor, fazer o mais entendível. [1:01:59] Participante: São dois aspectos, olha, para terminar o que eu estou dizendo, diz o mestre no livro dos mistérios de Leuces, que muitas pessoas, estudiantes, por falta de desenvolver as partes mais inteligentes do ser, não podem expressar a sabedoria, E isso tem muito a ver com o exercício que nós fazemos, por exemplo, de ensinar Isso tem muito a ver com o exercício da meditação Isso tem muito a ver com o exercício do estudo [1:02:41] Participante: Porque, vejam, eu quero que isso fique bem claro Nós temos que buscar em nosso interior a nosso Deus interno e a sabedoria mas também é muito importante saber estudar os livros dos mestres vejam, por exemplo, hoje em dia, isso, quando você toma um párrafo, uma frase e começa a dar uma interpretação, começa, por exemplo, a grupar saem muitas coisas interessantes quando você faz isso sozinho, também vai dando conclusões muito boas Mas o que acontece? [1:03:22] Participante: Que a gente tem a costumbre de ler um capítulo, dois, ou às vezes até o livro Mas não faz análise, não faz estudo Às vezes uma frase tem muita ensinança Uma frase tem muito o que ensinar E a gente não se detém aí, quer avançar Então, são coisas que devem ser desenvolvidas. [1:03:51] Instrutor: Posso dizer algo com relação a isso? Com relação ao que diz a irmã, ao que está explicando Emerson. Nós temos que aprender a criar uma palestra, uma conferência. E isso como se faz? Nós não podemos ir apenas ao coração e... Quais pontos vou dar? Não, isso não é assim. Porque se eu for dar, por exemplo, este tema, Eu tenho que saber que pontos eu tenho que dar do tema, ok? Eu tenho que ler a sabedoria dos mestres, o que nos indica desses pontos, entende? [1:04:34] Instrutor: Ler, eu tenho que fazer, eu tenho que ler, tirar ideias. E isso eu tenho que reflexionar e meditar para que o sentir surja. porque a sabedoria do ser não é que eu digo pai, o que vou dar hoje na conferência e pum, que a um iluminado e lhe sai a conferência sozinho a palestra sozinha isso fazem os mestres e nem porque o mestre Lassmi preparava seus temas com suas cartas [1:05:15] Instrutor: e no momento estava expressando o que seu ser lhe dizia que tinha que expressar entende? Mas, por isso eu digo, é um processo onde eu tenho que ler o que os mestres nos ensinaram. Também não posso dizer o primeiro disparate que me cruzou pela cabeça. Você entende o disparate? Loucura? Não, não posso. Tenho que me guiar pelo que meus mestres me ensinam. Pelo que meus mestres me pedem que lhes entregue ao povo. [1:05:48] Instrutor: Mas isso, para que seja consciência, tenho que reflexionar e meditar, para que quando eu o expresse, surja do coração, como um sentir. Você entende? Mas porque eu o reflexionei e o meditei para entregá-lo. [1:06:10] Participante: Diana, ou seja, há uma coisa importante, porque há muitos irmãos aqui que não são instrutores locais. Então, poderiam chegar a pensar que eu não sei fazer uma palestra, eu não sei fazer uma conferência, mas por isso mesmo, como o que se está entregando aqui são ensinanças específicas com um objetivo e com umas ideias fundamentais, que é o que nós temos que fazer é compreender a ideia fundamental do tema [1:06:48] Participante: e as ideias principais que constituem o tema e assim se faz uma palestra é que não é complicado não estamos falando das exposições que usam nas universidades estamos falando de coisas muito concretas que estão focadas na vida espiritual de nós [1:07:10] Participante: Então, temos que começar neste momento, daqui a pouco no curso, desalojar, desaparecer, eliminar, destruir todo conceito, toda barreira que tenhamos com relação a que sou ou não sou instrutor, a que posso ou não posso, Simplesmente, como explicamos ontem, a ideia fundamental e as ideias principais, submetido à meditação interna. Se você tem muita capacidade para falar, excelente, se você tem pouca, mas está o fundamento, a ideia fundamental e as ideias principais, perfeito. Isso, como disse a Ana, isso já foi dada pela pessoa, desenvolvendo, pulindo em seu caminho. [1:08:05] Participante: Não se preocupe aqui por isso, não se sinta mal, não se sinta menos, porque aqui, eu creio, nem sequer nós, nem sequer ninguém poderia dizer que está por cima dos outros. mas todos estamos nas mesmas, ou se não já estaríamos no éxodo, ou não teríamos corpo físico, ok? Então, vamos começar a gerar dentro de nós uma abertura na mente para não ter esse tipo de complicações conceituais. [1:08:45] Participante: O que aconteceu, Nabila? [1:08:48] Instrutor: Não quer acender a luz. [1:08:49] Participante: E o velão? Você entende o que estamos dizendo? Sim Como vocês o veem? O que vocês acham disso? Especialmente as pessoas que não são Instrutores, o que vocês acham disso? Eu gostaria que falassem algo Silvia O que você diz? Nada? O que você opina? O que você opina? Eu? Ele é instrutor local? Ele é instrutor local? Que opinião tem sobre isso? [1:09:28] Participante: O que você expôs aí, eu acho concreto. Porque muitas vezes você tem um interesse, procura fazer um trabalho bem feito, independente de ser missionário ou não, como você mesmo falou, em vez de ser um missionário, é um cargo que a pessoa almeja cair no apetite. E um grego, como eu aqui e o Marcelo aqui também, talvez um dia seja um doutor, seja um missionário, mas então, o que vai realmente constatar aí é o trabalho, é o empenho que você vai dar, a meditação, o querer fazer um trabalho bem feito, [1:10:02] Participante: e vai dar o êxito em uma palestra, eu entendo essa conta, independente que seja bispo, qualquer outro cara que tenha a instituição. Se entendeu já? Sim. [1:10:13] Instrutor: Quedou claro essa parte, certo? Seguro. Bom, então, estávamos falando, não pensem que eu vou falar em português, eu só escrevo em português, mas não falo. [1:10:28] Participante: Muito difícil, sobre tudo isso. [1:10:37] Instrutor: Então, rapazes, estávamos falando no dia de ontem que nós temos que criar dentro de nós, gerar dentro de nós uma profunda necessidade de viver a doutrina pura de Deus para chegar a ele e que essa forma de encarnar essa doutrina pura de Deus não pode ser outra que através de cumprir esse decálogo, se entende decálogo, não? Esse decálogo que nos deixou, certo? Ou que [1:11:13] Instrutor: Deus não expressou como leis rígidas, mas como os passos que devemos dar para chegar até Ele. Até aí vamos, não? Falamos da necessidade de fazer desses mandamentos letra viva em nós. Sim? E como se faziam os mandamentos letra viva? Como? Quando um os vivia, porque os restos são mortos. [1:11:50] Instrutor: Vamos cobrar vida quando os vivimos, os colocamos em prática. Então estávamos estudando o primeiro mandamento, que era o quê? E o que havíamos dito sobre esse mandamento? [1:12:19] Participante: Deus está dentro de cada pessoa, Deus está dentro onde há vida, então assim, conhecendo Deus, posso amá-lo. [1:12:34] Instrutor: Muito bem. Como te chamas? [1:12:36] Participante: Laysa. [1:12:37] Instrutor: Laysa, e tu que opinas do que, tu estuvieste ayer aca? Como se diz ayer? [1:12:48] Participante: Ontem. Ontem? [1:12:50] Instrutor: Sim. Que opinião você tem sobre esse ponto? [1:12:55] Participante: Primeiramente, é isso como falamos ontem, sobre enxergar Deus e a vida, não só saber o que está ali, mas buscar sentir, compreender, como Deus está vivo em busca de algo indescritível, sem forma, mas que a vida acaba por ali, como se fosse tudo em um só tempo, como se fôssemos um sistema de coração e de vida e não pode... [1:13:46] Participante: A minha conferência foi que essa pessoa que consegue realmente amar a Deus, não importa nada para ela, não é de esforços, esforços para chegar a fazer a vontade de Deus. isso me tocou bastante a gente coloca muitos empecilhos para fazer a obra e quem realmente quer chegar a fazer a obra não importa nada não importa o que ele espera para frente [1:14:27] Instrutor: muito bem, isso é importante isso é uma das ideias fundamentais desse ponto quando nós conseguimos sentir conhecer a Deus através desse sentir do que podemos ver como dizia o livro Se você quer ver Deus com seus olhos físicos, veja seus irmãos e veja tudo o que tem vida. Quando conseguimos ver, sem os conceitos de árvore, manzana, mamão, a única fruta que eu aprendi, mamão, certo? [1:15:03] Instrutor: Quando tiramos esses rótulos, esses títulos, e só vemos a beleza desse verde, Verde se diz o cor? Verde? Quando olhamos para as estrelas e a grandeza desse céu tão escuro, com tantas estrelas, desse céu azul no dia, tão impressionante. Então começamos a ter um sentido diferente Quando o buscamos no nosso coração [1:15:43] Instrutor: Nesses sentimentos nobres e altruístas Nesse sentimento de querer fazer caridade De querer fazer missão De querer ajudar o outro Quando nos inspiramos Então muda a nossa forma de ver a nossa existência E compreendemos, por fim, que não importa o esforço que tenha que realizar, não importa, com tal de chegar a Deus. [1:16:18] Instrutor: O mestre Laxmi, ele dizia que quando ele compreendeu que o Cristo é a semente, a semente, como se diz? Quando ele compreendeu, ele não se importava com passar a noite sem dormir, com tal de não ter uma poluição, poluição se diz aqui também, uma poluição noturna. Se ele precisava parar às duas da manhã, da madrugada, e se bañar em um lago, [1:16:58] Instrutor: de água fria o fazia porque ele havia compreendido que primeiro estava a sua obra que não importava o sacrifício que ele tivesse que fazer mas vocês não ouviram que um diz vamos fazer um trabalho especial vamos fazer uma cadeia às 5 da manhã por os enfermos do mundo quem quiser vir, vem quantos chegam? Porque se riem [1:17:33] Instrutor: Mas poucos, certo? Chegam uns poucos Então onde fica o super? Se você quer fazer por Deus Se diz meditar de 10 a 12 da noite E você diz, não, mas como vai meditar agora Se aí é quando dorme um mais Quando descansa mais sabroso Sabroso não é a palavra Mais agradável para descansar E eu com tanto trabalho, com tanto estudo Não, amanhã [1:18:11] Instrutor: Amanhã eu transmuto, amanhã eu vocalizo, amanhã eu medito, amanhã eu tento compreender o ego, amanhã eu leio os livros E a doença do amanhã é mortal, você entende? Porque não fazemos nada, não é que o amanhã não existe? Não existe o amanhã Então chega o outro dia e você diz, amanhã, mas como não existe, nunca chega Espera um momento que me pediu a palavra primeiro, Rafael [1:18:48] Participante: Nós devemos submeter o corpo físico a essas regras, a essas exigências. [1:19:04] Instrutor: Eu entendo o que você me disse. É uma pergunta, se temos que submeter ao corpo físico essas exigências? [1:19:11] Participante: Sim, mas quando vamos dar início, vamos iniciar essa disciplina, O louco sente muito, porém, se sente, porque se vamos meditar, no caso, das 10h à meia-noite, e vamos acordar temprano, amanhã, assim, se enfermemos, pode ser que sim, mas a pessoa pode dormir de pé, Dormir o quê? [1:19:58] Participante: Dormir porque o corpo não está... [1:20:03] Instrutor: Ah, já, já, já, já. Olha o que diz Rafael. É importante que as disciplinas que nos aplicamos as façamos por uma necessidade da obra. Ou seja, por consciência. Porque uma coisa é uma disciplina e outra coisa é o fanatismo. Qual é a diferença entre um fanático e uma pessoa disciplinada? O único que os diferencia é a consciência Vão a meditar E eu posso dizer, e este sim é fanático Não vê que está enfermando o corpo? [1:20:44] Instrutor: Este é um inconsciente Essa é a minha opinião Mas se ele está fazendo Não porque lhe disseram que o fizesse Mas porque realmente sente a necessidade de fazê-lo Como parte de sua obra Deja de ser fanatismo E se torna a disciplina que a pessoa tem Você está entendendo? Mas se ele não faz Porque no início lhe disseram Não é que você tem que parar para meditar Às três da manhã E então ele para com pereza Eu tenho que meditar? E se senta e tudo ligado aí [1:21:25] Instrutor: E depois ele para E fica dizendo a todo mundo Não é que eu me paro às três da manhã para meditar Isso é profanatismo não serve para nada, nem mesmo para a sua obra, por isso é que o caminho que temos que recorrer, ele tem que fazer de acordo com a necessidade de sua obra, porque se imagina se tivéssemos que fazer obrigatoriamente todas as práticas que há em todos os livros, quando acabamos? [1:22:06] Instrutor: Não nos alcançam as 24 horas do dia, por isso a pessoa tem que fazer as práticas que necessita, nesse momento para seu trabalho espiritual, mas tem que fazê-las, porque que tal alguém que diga, não é que eu, de acordo com o meu sentimento, não tenho que fazer nada, não preciso de práticas, nem, isso não é, mas sim tem que buscar o que mais se adequa à sua obra, por isso práticas para sair em astral, [1:22:43] Instrutor: não há uma só, há muitas, para que cada um, de acordo com sua particularidade, faça a que lhe serve. Entendem? Por isso é que métodos para eliminar o eu, explicações de como chegar à morte do eu, o mestre dá muitas, para que cada pessoa tome uma e a viva, porque se fizéssemos tudo o que dizem os livros ao pé da letra, o tempo não nos dá. Não poderíamos nem comer. Não daria tempo. Vamos deixar até aí, porque, vejam, não vamos começar. [1:23:24] Instrutor: Vamos recém no começo. Mas se vai entendendo. A finalidade deste ponto é que nós, vocês, cada um, façam consciência de que tem que fazer os super esforços necessários Para encarnar a sua ser E isso como se chama? Isso se chama amor O verdadeiro amor O verdadeiro amor a Deus Não é dizer, Deus meu Como te amo Já Demetrio [1:24:04] Participante: Eu gostaria de ter falado Você me ajudou O que o Rafael falou antes Ele Ele pontuou A questão da necessidade E enquanto você falava Eu pensava sobre por que nós não nos movemos com tanta vontade Vontade E me ocorreu que antes, ao ler aquele livro Morte na Cruz Houve um ponto muito importante para mim [1:24:40] Participante: Foi você colocar a situação de que Deus vem ao nosso encontro ao mesmo tempo que nós vamos ao encontro dEle. E, por vezes, o mandamento diz amar a Deus acima de todas as coisas. Mas, talvez, nós nos esqueçamos que Deus nos ama acima de todas as coisas que nós somos. Isso me ocorreu em momentos há momentos que Deus vem a nós E a gente se surpreende com esses presentes Dele. [1:25:21] Participante: Um dia eu me perguntei assim, eu não sou merecedor de presentes de Deus. Eu tenho tantas falhas, tantos defeitos, eu sou tão imperfeito. Eu terei que fazer tudo, lutar para que eu cumpra com dignidade o esforço, o amor que eu tenho por mim. porque eu não acredito. Então talvez é aí que eu tenha chegado, que a gente chegue no amor que você compôs no mundo. [1:25:56] Participante: É a gente entender que ele nos ama e tentar fazer disso uma força para chegar a ele, para nos inspirar, para justificar a necessidade. [1:26:07] Instrutor: Esse ponto é bem importante. Nós precisamos compreender, como dizia Tarcísio, que nós temos que colocar a vontade, porque Deus também faz o seu esforço de chegar até nós através dos impulsos, das inspirações. nos entrega, como ele dizia, esse amor que ele tem para nós. E nós temos que recompensar isso com a vontade que exercemos para fazer uma obra espiritual. E demonstrar dessa maneira que realmente amamos a Deus. [1:26:51] Instrutor: Porque é que, resumindo, depois te dou a palavra, porque é que já estamos com o tempo muito curto, tá bem? Resumindo, amar a Deus sobre todas as coisas se demonstra na obra que nós estamos realizando, nos nossos fatos Eu posso pensar que amo a Deus sobre todas as coisas, mas se não o demonstro com fatos, isso não é uma realidade O amor a Deus por cima de tudo se vê no comportamento da pessoa, em seus fatos [1:27:27] Instrutor: no esforço que essa pessoa faz por conquistar a obra. Esse esforço que ela faz por levantar-se e transmutar é uma demonstração de que ama a Deus, por cima da pereza, do sonho, do cansancio, etc. Esse esforço que essa pessoa faz por vocalizar está demonstrando a Deus que quer fazer uma obra, e que o ama e que o busca desesperadamente. Como dizíamos ontem, quando um é enamorado, quando um garoto está enamorado, é capaz de qualquer coisa. [1:28:07] Instrutor: Se ele tiver que subir-se ao árvore mais alto que há, ele vai subir. Se ele pedir a lua e as estrelas, ele seqüestra um cohete e vai e as busca. Você entende? Por quê? Porque ele está enamorado. Então, ele faz o impossível para chegar lá. Por dar a esse ser amado o que ele precisa Se nós nos enamoramos de Deus O aprendemos a amar sobre todas as coisas Nossa vida O que pensamos O que dizemos O que fazemos Vai em pós de nossa obra espiritual [1:28:49] Instrutor: A favor de nossa obra espiritual Entendem? E isso é o que se chama o amor O amor Até aí vamos, certo? Qual é o segundo mandamento? Vocês não me deixaram sair do primeiro. Qual é o segundo mandamento? Santificar as pés. E como santificar? Segundo mandamento. Ah, me exaltei, não tem razão. Não jurar seu santo nome em vano. Não jurar seu santo nome em vano. Certo? E um diz, [1:29:30] Instrutor: então, nós juramos o nome de Deus de forma inútil, por quê? é a expressão do Cristo é a expressão do Filho é assim que se diz, não? [1:29:50] Participante: Filho Filho Filho [1:29:53] Instrutor: Filho Filho Filho é que a verdade não existe no carteliano como se pronuncia? é assim que se diria bem... o Filho Filho Filho o verbo é o Filho Agora sim se entende, não? Se entende mais em espanhol que em português. A expressão do Filho é a expressão do Cristo mesmo. Amanhã eu vou falar sobre os exercícios. E eu não o faço. Eu estou jurando a Deus em vano. [1:30:34] Instrutor: Porque este deve colocar a Deus como testigo. Você está entendendo? [1:30:43] Participante: Colocar a Deus como? [1:30:44] Instrutor: Como testigo. Eu não preciso jurar. Porque Deus está presente em tudo o que eu digo. Você diz, não é? Você. De onde saiu? Sim, mas eu posso ter um diente e não produzir som. E há animais que querem guardar a palavra. Você está entendendo? [1:31:22] Instrutor: Que o som vem da sexta dimensão. E que é uma expressão de Deus. O que nós ouvimos é uma expressão de Deus. Uma manifestação de Deus. [1:31:38] Instrutor: Por isso aí diz luz, calor e som, som, porque são manifestações de Deus, então nós temos que ter em conta que o manejo do verbo é fundamental para avançar no caminho, muitas vezes o mestre nos dizia, eu aqui na convivência conto chistes, como se diz chistes em português? [1:32:12] Participante: essas coisas [1:32:14] Instrutor: as conto para fazê-los rir mas eu me sinto culpável porque isso que conto não é verdade você está entendendo? e ele dizia que os mestres do espaço que estavam sentados no público que podia ser qualquer pessoa o olhavam com compaixão compaixão se diz? com compaixão dizendo como Está dizendo mentiras Se entende? Então muitas vezes nós dizemos Ai, mas é que é um chiste Como? [1:32:55] Participante: Piada Piada? Piada [1:32:57] Instrutor: Piada? [1:32:59] Participante: Isso, um chiste [1:33:00] Instrutor: Bom, um chiste É uma broma Não tem importância Mas o verbo seja como seja Que se utilize Tem importância Se, por exemplo, uma parede de casados O homem ou a mulher diz ao seu marido ou esposa por molestar, por brincar, está bem usar essa palavra aí? Por brincar, diz, feia, eu não a quero, ou feio, eu não a quero, se entende? [1:33:41] Instrutor: Mas é por brincar, por molestar, isso não causa uma ferida a essa pessoa? E por que uma ferida, um dolor? [1:33:52] Participante: Aqui está ouvindo ou aqui está falando? Ouvindo. Aqui está ouvindo ou aqui está falando? Aqui está ouvindo. O que é que ele está fazendo? [1:34:04] Instrutor: A que está escutando. Ah, a pele. Sim, se entende? Ui, que difícil. [1:34:16] Participante: Não é uma pele. [1:34:18] Instrutor: Ui, uma pele. Ele diz, eu não a quero. Isso não causa nada. Nessa pessoa que escuta isso. Que a pessoa lhe diga, mas eu estava lhe dizendo por molestar. Eu estou dizendo mentiras, isso não é verdade, por brincadeira eu estava dizendo. Mas esse dolor não se borra, isso nunca se borra, se cristaliza aí, porque o verbo é o verbo, não importa se está dizendo a verdade ou se está dizendo mentiras, ele cria. [1:34:59] Instrutor: Você está entendendo? Por isso é fundamental que nós compreendamos que este mandamento nos exige a nós, e vocês dirão, mas esse não é como o oitavo, não dizer mentiras, mas tem relação com este, porque este mandamento, o segundo nos exige encarnar a verdade, estar buscando a verdade. O que se expressa através do verbo seja a verdade, que haja um bom manejo do verbo, porque se não, diz o mestre, é como se estivéssemos jurando coisas que não são certas. Você entende o que eu acabei de dizer, certo? [1:35:55] Participante: Jurando coisas que não são certas. [1:35:56] Instrutor: É como se eu dissesse, eu juro que é espacial, apesar de que eu sei que esse círculo é um desenho no piso. Você entende? Aham, você entende, não? Uma mentira. Ou estou jurando em vano. O mesmo é se eu faço mal a utilização do verbo. Estou jurando em vano. Porque estou colocando o Cristo como testigo de algo que não é. Você está entendendo? [1:36:37] Participante: Sim, muito. [1:36:38] Instrutor: Sim? [1:36:40] Participante: Muitas vezes as pessoas infligem esse malamento, mesmo sem que não saibam. Por exemplo, como conta uma anécdota de algo que um diz que é verdade, mas é mentira e como que... [1:36:59] Instrutor: Olha, isso é importante o que diz Fernando. Muitas vezes, e isso acontece muito com nós, os estudantes gnósticos. Eu vou me meter com as damas, com as mulheres. Desculpem, sim, não? Isso não o diziam no curso de madres, não? Que um vai muito, e nós passamos com Emerson, não é? A outro país, XYZ, um país da América Latina, que tem gente. E então nos diziam, não, é que o mestre diz que não tem que usar desodorante. Já se imaginam como olhava esse país da América Latina? [1:37:40] Instrutor: Que tem que colocar limão, você entende limão? Que a palma, a saia, maquilhar, não pode colocar nada na minha cabeça, perfume, então ao invés de girar os vórtices, me giram ao contrário, porque o mestre disse, e nos dizia a maestra, eu vivi com ele e nunca escutei isso, nunca, então um é o mestre disse e o maestro disse, se eu não estou assim, melhor não o diga, Não diga isso, porque se imaginem o dano tão horrível que aconteceu lá e tira essa ideia da cabeça dessa pessoa. [1:38:46] Participante: Isso se faz vida em outra pessoa. Isso faz vida em outra pessoa que está a ouvir. Torna sua vida também. [1:38:55] Instrutor: Ah, sua vida muda, claro. É que o detalhe que nós encontramos é que não era uma pessoa, era todo um grupo de pessoas, muitas. [1:39:04] Participante: Com esse olor eram solteiros. [1:39:07] Instrutor: Estavam ficando... porque com o cheiro não se podia... Desodorante diz que tem elementos cancerígenos. Claro! [1:39:18] Participante: Tem que usar outra coisa, então. [1:39:20] Instrutor: Claro, ou seja, é que você tem que usar a lógica. O tema não é esse, o tema não é se tem que usar ou não usar desodorante. Vê? Que se você tiver modificado, busque um que não tenha mais modificado. Você está entendendo? A lógica, né? [1:39:42] Participante: Tem muita variedade. [1:39:43] Instrutor: Mas esse não é o ponto. O ponto é que muitas vezes nós afirmamos coisas, asseguramos coisas, que não temos a certeza que seja assim. Quando o mestre Alasmi se desencarnou, nós fomos visitar a finca com meu esposo. E de volta nos trouxe seu filho, seu filho carnal. Carnal, você entende, não? [1:40:13] Instrutor: E veíamos que eles traziam no carro loción Taurus, Minotaurus, era Minotaurus, loción não sei o que, loción se entende, não? Perfume. E vinham falando, será que esta se a deixamos a, bueno, a Luz Marina ou a família? Porque são do mestre, são as que usava o mestre. Então, onde fica a história dela de que o mestre disse que não se pode usar perfume se ele usava loção, perfume? Onde fica a história? [1:40:55] Instrutor: Se aqui muitas vezes você afirma coisas que não são uma realidade, não são uma realidade. Mas como o tema não é se tem que usar desodorante, se não tem que usá-lo, se tem que usar perfume, se não tem que usá-lo, se a saia vai ao piso ou não vai ao piso, esse não é o tema. O problema é que nós temos que ser muito delicados com o que expressamos. E mais nós como pessoas que vão ensinar a outros. Porque o que você ensina, eles o fazem. Eles o fazem. [1:41:34] Instrutor: E você pode estar fazendo um mal a essa pessoa. Então, para que nós o tenhamos em conta, temos que ter muito cuidado com isso. Porque isso não somente, como dizem, nos aleja do pai, mas nos aleja do filho [1:41:52] Participante: As conversas mentais também são uma maldição de essa mulher [1:42:01] Instrutor: Claro, mas em outro nível Mas ao que nos referimos nesta parte é ao que se expressa através da laranja, que é o filho Através da laranja Mas também tem que corrigir o que surge na mente Isso é inevitável Bom, vamos seguir porque, olha Não vamos, mas no segundo Terceiro mandamento Você entendeu o segundo? Bom, eu elevo, não? Cuidado com o que fala Tenha cuidado com o que fala Tem que fazer uma boa utilização do verbo Terceiro Santificar as festas Como se santifica uma festa? Fazemos pachanga [1:42:42] Instrutor: Como diriam aqui? Rumba, baile Fazemos baile? Compramos uma torta com velas, torta, você entende? Pastel. Não é certo? A santificação das festas é um trabalho, e esse trabalho surge com a inspiração, ou se dá com a inspiração. A inspiração, você entende a palavra inspiração, certo? A inspiração é a forma mais adequada de santificar as festas. [1:43:24] Instrutor: Inspirá-los em algo, inspirá-los em um paisagem, inspirá-los em um amanhecer, em um atardecer, se diz assim aqui, não é? Inspirá-los no altar, inspirá-los no que sentimos no momento, no coração. O mestre lhe ensinava uma, ou seja, nos contava a sobrinha da maestra, Isabel, Uma irmã que fez curso com o mestre na finca [1:44:05] Instrutor: Ela nos contava que falando com Sandrita Todos sabem quem é Sandrita? Sandra Ibarra? Sandra Ibarra é uma mulher Que ela era a expressão física Do alma divina do mestre E cumpria um papel importante No trabalho espiritual do mestre E como ela representava essa alma espiritual [1:44:33] Instrutor: o mestre lhe dizia, inspire-se, assim, estava sentado, Sandra inspire-se, e ela tinha que inspirar-se, como fosse, mas tinha que inspirar-se, porque fazia parte não só do trabalho dela, mas do trabalho do mestre, você está entendendo? Então, ela diz que quando ela queria se inspirar, lá na finca, como há um paisagem tão bonito, natureza linda, então ela olhava as montanhas, olhava o céu, ou buscava uma planta, e ela buscava se inspirar. Mas ela lhe contava, a Isabel, que um dia estavam em uma capital de um país, em uma cidade, no meio de uma cidade, e o mestre lhe disse, Sandra, inspire-se, e ela dizia, e aqui em que me inspiro? puros edifícios, carros, [1:45:31] Instrutor: calles, carreteras, casas, em que me pode inspirar? Então ele disse, mestre, ajude-me, porque não sei como me inspirar aqui. E o mestre lhe disse, feche os olhos e respire profundo. E respire profundo. E já. Então Sandra lhe explicava que quando um fecha os olhos e se concentra somente na respiração com a intenção de se inspirar, traz esse estado à pessoa. Você está entendendo? [1:46:10] Instrutor: Porque a inspiração não é algo que somente nos dá a natureza, é algo que surge do coração. Até aí você entendeu? Então, o terceiro mandamento, é verdade que quando vocês vão dizer sim, então, põe a... Depois falamos. Depois lhes pergunto o que estão falando. Bom, vamos até lá? [1:46:43] Participante: Mas o que podemos chamar de festa? O que podemos chamar de festa? [1:46:52] Instrutor: Ah, bom, importante. Uma festa, diz o mestre, é uma celebração. Mas uma celebração de quê? Do alma. Quando uma pessoa se inspira, o que há dentro dela? Uma alegria, uma celebração que surge do seu alma. quando uma pessoa sente vocês se inspiraram, certo? alguma vez, mesmo que seja uma você que sente, por exemplo é uma alegria grande, grande, grande que invada o corpo que você se sente como feliz mas você não sabe explicar o que é isso e que você sabe que se fala, isso se vai [1:47:32] Instrutor: então prefere ficar quieto aí é uma alegria, essa alegria é uma festa para o alma Você entende? Isso é celebrar um ritual da vida, certo? O mestre, aqui neste ponto, nos explica, neste ponto, no terceiro mandamento, que uma pessoa, na realidade, não pode chegar a seus estados de inspiração, a essas festas do alma, se não está alimentando o alma. [1:48:09] Instrutor: E que um alimenta o alma quando assiste à litúrgia. Isso é muito importante. Volto a repetir mais devagar, não é? Um não aposta o alma se um não alimenta a alma. Entendem? A sua alma. Quando assiste, entendem? [1:48:44] Instrutor: E deixando sua consciência se um não assiste à litúrgia. Já? Até aí vamos. [1:48:57] Participante: Uma pergunta. O resultado de uma prática é uma simplificação de... [1:49:11] Instrutor: Muitas vezes, se a pessoa está fazendo corretamente a prática, o resultado vai ser uma celebração do alma. Por isso é que muitas vezes, eu não sei se a vocês já passaram, você faz exercícios concentrados, bem concentrados, e quando se prosterna a ser, você sente uma coisa tão linda dentro, lhes aconteceu ou não lhes aconteceu? bem, a muitos pode que não mas façam os exercícios bem feitos ou seja, concentrados sem estar pensando em outras coisas um faz esses exercícios bem feitos quando se prosterna a fazer o INRI bem concentrado um sente coisas muito lindas no seu coração [1:49:52] Instrutor: porque é como a recompensa desse trabalho que está fazendo vamos continuar porque nós estamos demorando muito na participação o amor a verdade O amor, a verdade e a inspiração são os alimentos da primeira triada Você entende a triada? Você se lembra do raio da criação? Muito pequeno [1:50:25] Instrutor: O Pai, o Filho e o Espírito Santo O amor, a verdade e a inspiração são os alimentos da primeira triada. São os alimentos dos três sefirotes, porque alimenta um sefirote. Você está entendendo? [1:51:07] Instrutor: Espírito Santo, mental, como se chama? Corpo astral, ou Yesod, e corpo físico, ou Malkuth, que nos leva à união com Deus. Certo? [1:52:02] Instrutor: Voltarmos a nos unir com Deus Por quê? Sabe que tudo tem uma concatenação Uma união Saímos daqui, do seno de Deus Em um longo viagem Onde nos fomos desdoblando No Padre, no Filho, no Espírito Santo Depois ao Asma, ao Budi, ao Manas Até que finalmente chegamos ao corpo mental Astral, vital e físico E aqui estamos Esse foi o nosso viagem de vencer, ou seja, de ligar-nos. Estão me entendendo? [1:52:43] Instrutor: Esse é o viagem de volta. De volta se diz? De regresso. Por isso dizemos que os mandamentos são os pontos que nos permitem recorrer esse caminho de regresso. Estão me entendendo? Porque cada ser é um mandamento. Se entendem? Os três primeiros são a expressão destes três sefirotes. [1:53:14] Instrutor: Quinto mandamento, sexto mandamento, oitavo, noveno e décimo mandamento. [1:53:28] Participante: Eu não estou a ver o que você está fazendo. Não consigo mirar, mirar o que você está fazendo. O que você está fazendo? [1:53:41] Instrutor: Eu vou em casa e então eu volto a onde? Ao seno de Deus. Você entende? Você entende, rapazes? Certeza? Então, qual é o quarto mandamento? O sefirote ou o íntimo, se entende? [1:54:15] Instrutor: E por que? E é hembra, se entende isso? E o íntimo se desdobla do Espírito Santo, se desdobla. Vê que sempre o dibujamos nesta esquina, se entende? Então, o íntimo está composto pelo Padre e pela Mãe de nós. [1:54:48] Instrutor: O pai, a morte psicológica, se não há morte psicológica, não se honra o pai, como se honra a mastidade, se eu não traço, não honro a mim, é a expressão da energia sexual, se estão entendendo? Não, como que não? Por que? Não entendem o que eu falo em espanhol ou não se entende a ideia? Então, para honrar a mãe não basta honrar os pais físicos, mas eu preciso encarnar a morte psicológica e a transmutação. A morte por quê? Porque a melhor forma de honrar é que eu me faça perfeito como meu pai que está no céu o é. [1:56:00] Instrutor: Você entende isso? Você leu isso na Bíblia? Quando Jesus diz aos seus discípulos, ser perfeito é como o seu pai que está no céu, é. E para ser perfeito como o pai que está no secreto, tem que eliminar o ego. não há outra forma enquanto não se elimina o ego não se chega à perfeição e se honra a transmutação porque lembrem do que falávamos como se diz hoje? ontem isso, o que falávamos certo? ontem [1:56:40] Instrutor: que a mãe em si é a expressão a manifestação da energia sexual na pessoa se nós seguimos sendo fornicários, se não aprendemos a transmutar, não podemos dizer a mãe se não estamos aproveitando isso que ela nos dá se entende? por isso a melhor oração que se pode levar a mãe não é dizer ai, minha mãe, como eu a quero não, é parar e transmutar é fazer as práticas de transmutação [1:57:20] Instrutor: Essa é a melhor forma de integrar-se com a Mãe. Até aí vamos. Bom, quinto mandamento. Sim, vamos para o quinto, não? Quinto, qual é? Não matar. Não matar em relação ao sepirote. Está entendendo? O que estou dizendo, você entende? Alma divina ou alma espiritual. Nos diz o Mestre. [1:58:00] Instrutor: Nós temos não somente que deixar de matar, mas que entender o que é matar, que matar é pegar um cuchillo e fazer algo a outra pessoa, ou com um disparo, etc. Mas muitas vezes, como dissemos há um momento, mata uma pessoa com as coisas que lhe dizem, com uma palavra, com uma mala cara. ele mata as ideias que a pessoa tem por exemplo, ele quer fazer um curso [1:58:43] Instrutor: e um diz e você vai ir mas se você está recém-consagrado você não vai entender nada você está entendendo o que eu estou dizendo? e isso não é matar um impulso espiritual que a pessoa tinha e a pessoa se sente mal e diz ai, para que eu vou por lá? e ele está matando um impulso de tipo espiritual o que você quer dizer Rafael? mas corto porque já o tempo se nos foi [1:59:11] Participante: muitas vezes nós mesmos nos matamos em relação a esse impulso [1:59:18] Instrutor: muitas vezes nós mesmos somos os que nos matamos o impulso que o ser nos dá muitas vezes nós matamos nosso corpo físico e isso é vida, e se é vida é um assassinato ai, a coca-cola, isso sim entendem, sim ou não? Coca-Cola, ui, que rico, com gelo, totalmente dormido de que isso é um veneno. No Peru, o irmão Juan Capazzo nos dizia, quando vocês vão tomar uma gaseosa, [1:59:55] Instrutor: vão dizendo, me estou provocando, me estou provocando. Você entende lata? O atum de lata. Então, eu estou provocando uma poluição noturna. E eles comem com agrado. [2:00:17] Participante: Eu estou provocando uma poluição noturna. [2:00:20] Instrutor: Você entende? Então, muitas vezes, nós estamos matando o corpo, a energia sexual. E isso é um assassinato. E a nós, não nos cobra o grau do assassinato. Ou seja, o nível do assassinato, não nos cobra. Nos cobra o fato de assassinar. Eu posso matar um ratão e dizer, ah, foi um ratão, pequeno, isso me cobra um pouquinho. [2:00:57] Instrutor: Não, senhor, a você não lhe dizem, lá no livro da lei não diz, matou um ratão, diz matou, uma rata. [2:01:06] Participante: Um rato. Um rato. Um rato. [2:01:10] Instrutor: Lá não diz, não diz isso, matou. [2:01:19] Participante: Bom, está bem [2:01:24] Instrutor: A você não lhe diz Matou um árvore Não Lhe escrevem matou Não lhe escrevem matou Não lhe echou água Porque se le secou Lhe escrevem matou Se entende? Porque é que nos ensinaram a conceituar Que matar pode ser pequeno Ou grande Mas é que matar É só matar Por o que seja Quando uma pessoa [2:02:07] Instrutor: Porque é que é muito Me falta uma palavra Não só Estar lutando por a vida [2:03:12] Instrutor: Porque não Porque estamos todos no caminho [2:04:08] Participante: Esse caminho é o caminho da direita É o caminho da cristificação Não é o caminho Estiralado Não buscamos Ser Budas Pachecas Buscamos ser Cristificada [2:04:26] Instrutor: Bodhisattvas e depois Cristificados Você entendeu essa parte? Sempre que é tão importante o cuidado com a vida É uma coisa transcendental Por isso é que o mestre Lakshmi No último tempo que teve de vida Se esforçou muito Para que o povo entendesse A importância de cuidar da vida Embora o povo não entendesse nada A maioria não entendia Mas essa necessidade do mestre é precisamente porque o que chega à quinta de maiores e não é Bodhisattva, não pode encarnar ao Cristo. [2:05:08] Instrutor: Por isso é que se chama que se estanca no trabalho espiritual, porque chega até lá. Entende? Ui, me está sonhando o estômago, que horas serão? Bom... [2:05:19] Participante: Matar uma pessoa não é mais grátis do que matar um ratão. [2:05:25] Instrutor: É que, se nós vemos a lei, o mandamento para a humanidade rige de outra pessoa que um animal [2:05:37] Participante: mas [2:05:39] Instrutor: a isso eu vou se quer convencer, se o cobram igual você mata um animal e se o cobram como se tivesse matado uma pessoa [2:05:53] Participante: assim [2:05:55] Instrutor: porque é o mesmo é igual [2:06:01] Participante: uma coisa é por exemplo o que o Pascariana sempre Sempre esse exemplo é muito comercial, porque um ratão é um animal involutivo, é praticamente uma larva, então com isso não pode, porque se digamos que a nossa casa está cheia de gato, [2:06:36] Participante: Mas manifestações de vida que nós encontramos como uma pequena planta, um árvore, um animal, um cachorro, um pássaro, com todas essas manifestações de vida. Então, nós matamos, foi um acidente, eu vou para cá, por quê? Porque não está, tu viste, essa é a declaração que tem que fazer. [2:07:47] Instrutor: Por exemplo, a bananeira pega o cacho da banana e usa o sentido comum, que é o menos comum dos sentidos, é o que menos temos. Você pode tirar a vida de uma planta, você diz planta? Sim, porque depois me dizem que é um animal, não. Uma planta, quando você vai, e se não come uma, quando você laça, você pode plantar, tem gente que faz isso. [2:08:35] Participante: Exatamente, mas eu tenho que fazer uma aclaração importante. [2:08:51] Instrutor: Se eu tenho uma... Como se diz gallinita? [2:08:54] Participante: Galinha caipira. Galinha caipira. [2:09:01] Instrutor: E digo, bom, eu tenho uma gallinita, se a cobram. Se a cobram, entenda-se. Escutem-me, porque depois não volto a aclarar. A missão de LAPTA é servir através do sacrifício de seu corpo físico. [2:09:46] Instrutor: Essa não é a missão dos animais. Essa não é a missão dos animais. Você quer carne? 6 mil milhões de habitantes que podem lhe trazer a carne, mas não o faça você. Você quer galinha? Deixe que outros matem a galinha, mas não o faça você. Espera, deixe-me terminar a aclaração porque se não, não fica bem. [2:10:20] Instrutor: Se você diz a uma pessoa, 50 mil pesos, reales, 50 reales, e vai matar alguém, isso é assassinato igual, certo? Você é o assassino porque mandou matar, sim ou não? Se você diz ao empregado de sua chakra, vai acariciar o colo da galinha, Você entende? Porque eu não posso, então faça você. Você é o assassino dessa galinha, porque você a mandou matar, porque a missão da galinha não é alimentar o homem, a missão da vaca não é alimentar o homem, você entende? [2:11:12] Instrutor: Essa não é sua missão Espera Por isso, rapazes Diz o mestre Atirar o elemento fogo através da carne Por o grau degenerativo da humanidade Então você vai comprar carne Como se diz carne? Açom Vai comprar Mas você não vai comprar Porque vão cobrar você Você está entendendo? Sim [2:11:48] Instrutor: Deixem que os outros façam, então sai a pergunta, mas eu não sou cúmplice, porque isso deve ser cúmplice? Vou colocar um exemplo para que entendam, prestem atenção no exemplo, prestem atenção, assassinato, entendem? Não, a galinha é um filho, um elemento, você está entendendo? Elemental, é um filho, está muito velhinha, primo se diz aqui? [2:13:53] Instrutor: Porque está muito velha, como se diz abuelita? E eu sempre me perguntei, e o que fariam quando as galinhas não colocam mais ovos? Sabe o que fazem eles? se lhe dão a outra pessoa, a pessoas pobres, muito pobres, que não tem o que comer, se lhe dão, mas viva, se lhe dão viva, e já a gente, bom, isso já é consideração deles, se entende, se está entendendo? [2:14:38] Instrutor: Diz-me, a última pergunta, porque ele não deixou de opinar, porque já estamos demorando. [2:14:44] Participante: Para o homem que é injetador de hormônios e que a alimentação dela seja a base do corpo [2:15:02] Instrutor: A ter uma vaca que a matou [2:15:30] Participante: É muito simples, é muito simples [2:16:25] Instrutor: As leis são para nós [2:16:28] Participante: É para quem quer ser filho de Deus. Os mandamentos são para os iniciados, para quem quer iniciar seus mistérios crísticos. A humanidade evolui. Entende-se? Então, é papel. Porque a degeneração da raça, neste momento, tem a obrigação de extrair um elemento tático, nem mesmo um elemento físico da carne. [2:17:08] Participante: é tático, de uma vibração que ela tem, precisamos consumi-la e nem é em grandes quantidades, uma pequena porção semanal. Então, nós temos que ser muito objetivos para não sonhar, e também estão muito boas as perguntas, por quê? Porque de certa forma, Nós temos que nos ubicar no lugar que corresponde. A pessoa que quer iniciar esse caminho, se submete a essas leis. [2:17:42] Instrutor: A essas leis, tal qual. [2:17:44] Participante: Mas é que não, logicamente, eles ali, ali, verdadeiramente, podemos dizer assim, trabalham de acordo com uma lei mecânica, mas é muito diferente. [2:17:56] Instrutor: Entende? Vamos deixar as perguntas... é que que horas são as 11? não, não mais perguntas porque não terminamos se querem mais elas podemos fazer quando salgamos da classe [2:18:14] Participante: já o peixe pode o peixe pode o peixe é um animal [2:18:19] Instrutor: que não tem essência não está nem evolucionando nem evolucionando ele simplesmente Foi criado para alimentar o ser humano Depois sim se pode pescar O peixe de escama O quinto é lutar Lutar, não matar e lutar por a vida [2:18:57] Participante: O quarto é a morte e a transmutação [2:19:04] Instrutor: Seguimos? Até as 11h30, não é? Os michaelos que... Bom, então, prestem atenção. Não fornicar. Tem interação com o sefirote ou tiferet. [2:19:40] Instrutor: ...sino que tem que buscar o que pensa em nós. Você entende? Iracundos, emocionais, desequilibrados. Você entende, divadão? [2:21:01] Instrutor: Sonhando nos castos. Você entende, certo? Segura? Fazer-nos caso. E prestem muita atenção a este ponto tão importante. O alma, certo? O Cristo, o último, o alma. Ou seja, em um nível inferior é o alma. Já? Até aí vamos. Magdalena. É o alma humana. Até aí vamos? Se colocamos uma raiota aqui, como soa? [2:22:30] Instrutor: Marta Essa é a outra Maria Marta é o Ai, desculpe, é o alma divina Magdalena O alma humana O alma divina Até aí se entende? Diz Llorando E diz Certo? [2:23:18] Instrutor: Meu irmão morreu Mas por nós Por nos ajudar Por nossos méritos ajudam, certo? Elas são as que lhe suplicam ao Cristo que ajude a Lázaro. E então, ressuscita Lázaro. O leproso, você entende o leproso, não? Sim. O leproso somos nós. A essência, a parte física, a humana pessoa. Somos leprosos porque estamos cheios de agregados psicológicos que nos carcomem, [2:23:57] Instrutor: que internamente, no mundo astral, nós nos vemos como uns leprosos de tanto eu, eu de psicológicos Cristo precisamos que Magdalena implore por nós supliquem por nós ao Cristo se estão entendendo? se nós queremos Cristo Marta e Magdalena tem que estar suplicando por nós que somos Lázaro e ouçam bem [2:24:38] Instrutor: para que elas supliquem por nós Nós temos que estar cumprindo o quinto e sexto mandamento. Você entende? Estar cumprindo. E aqui vem uma parte que eu quero que lhes fique bem clara. Diz o mestre, acontece ou acontece, [2:25:05] Instrutor: Deus meu, e lhe mandam mais provas. Lhe mandam, em vez de lhe mandar a resposta, o que um pede, lhe mandam tudo o contrário. Você está entendendo? [2:25:40] —: Sim. [2:25:41] Instrutor: Porque não tem o auxílio de Magdalena e de Marta. Você entende? Você vê o importante disso, rapazes? Você pode pedir muitas coisas ao Cristo, mas se você não tem os méritos de Magdalena e de Marta, você recebe o contrário, eles lhe dão o contrário. Se você pede saúde, eles lhe dão doença. Se você pede abundância, eles lhe dão pobreza. pede compreensão, recebe tinieblas, porque não tem o auxílio de Marta e Magdalene esse ponto quedou claro? a mim me interessava muito que isso lhes quede claro [2:26:21] Instrutor: porque é tão trascendental cumprir com o quinto e sexto mandamento vamos, já é hora, não? [2:26:30] Participante: sim, já é só por cumprir o quinto e sexto mandamento tem o auxílio [2:26:43] Instrutor: Mas é que só por cumprir a esquerda que há um esforço. Mas quando você está cumprindo o quinto e sexto mandamento, elas suplicam com um ou por um. Todo leproso aí. E não tem méritos. Entendem? A lei antes dizia, ai, meu filho, o que vai pedir, lhe retornam o contrário. Porque não tem os méritos para estar pedindo. mas se você se arroba e a este lado está Magdalena rogando e a este outro está Marta rogando [2:27:23] Instrutor: ele está dizendo, olha ele pede, mas tem com o que pagar não sei se me captam a ideia, ele tem com o que pagar o que está pedindo, ele diz ah, bom, isso já é outra coisa já podemos negociar vamos ver, vamos dar-lhe saúde, vamos dar-lhe abundância, vamos dar-lhe compreensão vamos dar-lhe o que a pessoa pede, porque Maria e Magdalena são as que intercedem, se entende interceder? Intercedem ante o Cristo por Lázaro. [2:27:57] Participante: Por isso é muito importante que nós nos demos conta do importante que é ser por Lázaro por estar fazendo o trabalho, porque nós sabemos que o caminho é a castidade, alcançar a castidade, isso não é algo que se dobre de noite para amanhã, mas o esforço que um tem por transitar, o esforço por ter uma engenharia mental, o esforço por não derrochar suas energias com a palavra, esse esforço se torna um mérito, e esses méritos são os que ajudam a essa súplica. [2:28:34] Participante: O mesmo, cuidado com isso, porque há uma coisa muito importante do mandamento anterior, lutar com a vida, não é só deixar de matar, tem que lutar com a vida. Por isso, muitos de repente se perguntarão, bom, e eu por que vim a dar curso a sofrer? Porque muitos de nós estamos chamados a quê? A lutar com a vida, para ganharmos os méritos que precisamos para continuar esse caminho. [2:29:06] Instrutor: Você entendeu? Rafael, você queria perguntar algo? [2:29:09] Participante: No caso, nós suplicamos ao Cristo para que saímos dessa situação difícil que nos encontramos aqui. Se não temos médicos, as coisas piores, vai mais mal. Para que a pessoa se dê conta. [2:29:27] Instrutor: Se dê conta do estado que está e do que necessita. Exatamente. É para que ele se dê conta que sem o auxílio das mulheres, mas não dessas mulheres, que se põe, como é isso? Saja, não, de essas não. Sem o auxílio de Marta e Magdalena, não se obtém nada. É radical, é radical, mas é assim. Então, para ter o auxílio de Marta e Magdalena, o que temos que fazer? Lutar onde pudermos Por adquirir a castidade Porque isso não vamos adquirir Até que não eliminemos todo o eu [2:30:08] Instrutor: Mas estar lutando Para adquirir a castidade E lutar pela vida E deixar de matar a vida Com esses três aspectos Logramos que Marta e Magdalena Supliquem ao Cristo por nós E aí é quando se dão as coisas Antes não Muito obrigado, gente. Vamos ao trabalho logo, Michael.