Curso Assoprovida e Juventude 15 de janeiro de 2010 — 15 de janeiro — Sessão 2 [00:00] Participante: Como eu estou compreendendo, como eu estou compreendendo, aí você já mudou aquela para outra, ou seja, aquela coisa, aí é outra coisa da vida, quer dizer, aquela coisa tem que esquecer tudo, você compreende e erra de exatidão, como a gente dizia, deixa a parte do interesse, a curiosidade. É necessário exigir muito da parte interna, não, da parte interna. [00:41] Instrutor: Bom, já deveriam estar todos sentados, já deveríamos estar todos já trabalhando, são as 11h03. Três princípios, então, se estamos estudando, analisando este postulado doutrinário, onde se nos fala de que a psicologia é a ciência, estudar os princípios, leis e regras de transformação do indivíduo, então precisamos analisar quais são esses princípios. Quais são os princípios que estão ligados, unidos, à transformação radical do indivíduo? [01:46] Participante: A morte. [01:49] Instrutor: A morte. Não, não, não. Ah, já. Bom, o que é um princípio? O que é um princípio? Comer. [02:05] Participante: Comer. [02:06] Instrutor: Comer. Comer. Comer. Obrigado, companheira. O que é um princípio? É um fundamento, certo? [02:20] Participante: Qual é a diferença entre a língua e a língua? Quieto! [02:26] Instrutor: A palavra quieto, o que significa aqui? Não, mas quando uma pessoa lhe diz quieto, você se interpreta quando eu lhe digo quieto? Caraca! Mas corpo, boca... [02:42] Participante: Sim, sim! [02:46] Instrutor: Não é ofensivo? [02:51] Participante: Não, não! [02:51] Instrutor: E se você quer ser mais duro, bom, princípio. Tranquilo, Fernando. Tranquilo que é para vocês. O princípio é um fundamento, fundamento quer dizer que é algo fundamental, é algo essencial, necessário, indispensável, se entende indispensável, necessário, onde se sostém algo, por exemplo, qual será o fundamento de uma casa, de uma construção [03:49] Instrutor: de estas? As paredes? As colunas? A fundação de tudo o que são as sapatas ou estrutura interna. Esse é o fundamento. Porque se vocês fizeram em construção, por exemplo, buscam em esse terreno, param uma parede, construem uma parede aí e não tem fundamento, fundição. Sabe o que acontece? Seca. Isso é um princípio. É, a base. [04:31] Instrutor: Olha, nós precisamos aprender, que isso faz parte do processo de aprendizagem, olha, O análise de cada palavra, conhecer seu significado, a essência que tem cada palavra. Nós lhes sugerimos, como missionários, como pessoas que participam do Exército de Salvação Mundial, que sejamos muito precisos nisso, muito analíticos, que não sejamos burros ao estudar. [05:17] Instrutor: não burros, burros, burro é uma pessoa que é superficial, que chega, lê, faz, o que meio que ficou na cabeça, é isso, não, tem que ser muito analítico, Minucioso, o que mais? Profundo, o mestre nos convidava a ser profundos, como um lago profundo, e não como um charco, se entende charco? Uma poça de água, com o sol que está fazendo, se seca. Então, quais serão os fundamentos da transformação radical do indivíduo? [06:23] Instrutor: Vamos ver, que neurônios estão aí? [06:25] Participante: Aqui tem uma mão para os três fatores. [06:29] Instrutor: Vamos escutar eles, vamos anotar. A morte, os três fatores da abertura da consciência, a autoconservação, a energia sexual. [06:46] Participante: transformação do corpo físico [06:49] Instrutor: transformação do corpo físico recordação de si transmutação [06:56] Participante: recordação de si despertar [07:01] Instrutor: a necessidade do cálculo [07:04] Participante: a meditação [07:07] Instrutor: arrependimento sincero e a tua? [07:14] Participante: a tua opinião, não a de si, a tua recordação de si a ver um anel para fazer o câmbio precisar escutar [07:33] Instrutor: isso está lendo, essa é a ação atentos atentos escutare escutare é que a mim isso me soa muito italiano [07:52] Participante: escutare [08:00] Instrutor: vamos fazer um análise de todas as coisas que vocês disseram a um análise psicológico disso estamos falando do fundamento do princípio tu dizes, anelo ganas de mudar esse é o fruto o fruto na pessoa que vai compreendendo quais são esses princípios mas não é o fundamento [08:42] Instrutor: é o fruto do fundamento a transmutação é a ação [08:50] Participante: O fundamento, a ver, já, está bem, essas são as ações do fundamento, ou do fundamento. O princípio não é nada, não sei se pode ser uma religião, porque a pessoa leva muito para a sociedade ligada, não paga, não paga. Eu queria saber o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é. [09:25] Instrutor: Já, vamos ver, o que mais? Outro. Sim, mas estamos falando da ciência e da psicologia. Qual seria o fundamento da ciência da transformação? A base onde partem os fundamentos. [09:57] Instrutor: Se essa construção tem os fundamentos para sustentar a construção, como se chamam esses fundamentos, os que estão no suelo, os que estão aí? Ciência. Não, eu quero que vocês gastem fósforo. [10:22] Participante: Isso. [10:22] Instrutor: Não, sim, a gente precisa que saia de vocês. da consciência, vejam, façam trabalhar essa essência não tudo pode ser masticado não tudo pode ser... vocês viram? vocês viram que nos pássaros a mamãe para que o coelho como se chama coelho? o pinxin o pinxino a mãe do pinxino [11:02] Instrutor: A pássara, ela tem que mastigar o alimento, processá-lo, llená-lo de boas enzimas digestivas e depois se o dá ao pinchino. Ao passariño. Suena melhor. Não tudo se pode assim. Vocês são uns pinchinos muito velhos. Já. [11:32] Instrutor: E não todos podem ser rejurgitados, masticados, porque nós precisamos começar a trabalhar com a decência. Por isso, estes trabalhos são trabalhos de participação, de reflexão. O que estamos aqui é uma reflexão. então não se afanem eu quero a resposta porque eu quero anotar ela no quadro eu quero ter ela na gravação não, não, não vamos lá, esforçamos inspiração [12:13] Instrutor: são herramientas [12:17] Participante: É dar um ponto para o conhecimento de onde ele veio, a pessoa, tudo ele, a sua origem. [12:45] Instrutor: Isso seria um fruto, o fruto é a vontade de conhecer, não é? [12:57] Participante: É a saúde. Graças. [13:02] Instrutor: A verdade é que não sabemos estudar, porque nós não diferenciamos entre o que é um resultado, entre o que é a ação que produz o resultado e o princípio onde emanam as ações. São todas distintas e todas pertencem ao mesmo. [13:56] Participante: Mas se formos pensar, nós saímos do palha, daquilo que é a diretiva, então para mim o princípio seria esta, o canto, esta voluntade de mover o palha e utilizar através disso a psicologia. [14:11] Instrutor: Claro, claro, sim, mas isso é fruto, é o resultado da compreensão que tem a essência desses princípios para fazer sua transformação. fazer a voluntade do teu pai isso é uma ação se não me dão dois mais os deixo pensando até as três da tarde de verdade de verdade estou falando sério levantem a mão [14:51] Instrutor: pedem a palavra e eu lhes vou dando a ver, este homem [14:58] Participante: qual a irmã, dito [15:06] Instrutor: qual que dizes tu [15:11] Participante: eu acho que é o próprio sol o sol de baixo em nós que é a própria energia sexual que dá o anel eu acho que também são os 3% já, já, já [15:26] Instrutor: O que são os princípios da transformação radical do indivíduo? [15:58] Participante: É morte, ué! Arrepente-se de novo! Mas também é necessário uma... Morte! Ah! Morte! Não é um fundamento! [16:21] Instrutor: Se fosse fundamento estaríamos... Não, não, não! Dois colares virar, manos levantadas. [16:29] Participante: Ali. Inquietude. Dolor. [16:42] Instrutor: Não, o dolor é outro fruto. Arrependimento é um fruto. É que entendamos. princípio leyes é que analisem não lancem, não adivinem vocês estão adivinando você entende a palavra adivinar? sim [17:06] Participante: exemplo, consciência para a organização a organização a organização organização [17:27] Participante: como completaram os dois [18:06] Instrutor: mas isso foi adivinhando Essa não foi a conclusão, olha, se nós analisarmos os princípios, vamos nos concentrar em ligar a mente com o coração, justiça, amor, caridade, verdade, olha, porque é que a caridade, a caridade é uma ação que exerce a pessoa, que exerce a consciência da pessoa. Então, vamos começar com o amor. Por que o amor é um princípio da transformação radical do indivíduo? [19:43] Instrutor: Por quê? Porque, se a pessoa não sente amor por seu ser, não faz nenhum tipo de trabalho. Se não sente amor por Deus, não o busca. Se não sente amor por Deus, não o aprende a ouvir, não o aprende a ver Se não sente amor por Deus, não vai poder sacrificar toda essa criação que essa pessoa fez [20:25] Instrutor: Suas criações psicológicas, seus defeitos Se ele não sente amor por a obra, por o trabalho interior, como faz? Claro, se não sente amor por seu corpo, se não sente amor por a doutrina, que é o caminho. Como faz um trabalho se não há amor? E vocês querem, bem, isto é um dito, como se diz um dito popular? [21:06] Instrutor: Há um dito popular que diz que se você quer parar de trabalhar, quem quer parar de trabalhar? Diz o dito que se a pessoa quer parar de trabalhar, tem que aprender a fazer as coisas com amor. Porque quando a pessoa faz as coisas com amor, faz as coisas porque a sente, Ele gosta Ele satisfaz de fazer [21:48] Instrutor: Então, deixe de trabalhar Faça as coisas porque as ama Não escatima esforços por fazê-las Porque é um prazer Exato Bom, vamos com outro Justiça Por que a justiça é um fundamento da transformação do indivíduo? [22:18] Instrutor: Porque se a pessoa não aprende a ser justo com o ser, justo com seu Deus interno, justo com seu pai, então a pessoa não lhe dá o lugar ao pai que precisa em sua existência. Por exemplo, será justo que o ser nos dê um corpo físico para fazer uma obra e nós estemos utilizando o corpo ou desgastando o corpo em outras coisas que não são a obra? Vamos fazer um pequeno análise, porque eu quero que isso fique bem claro. [23:14] Instrutor: Eu vou fazer uma pergunta para cada um O corpo que você tem é seu? Me responde sim ou não, não me dê explicação Sinceramente, e cada um me responde sinceramente É seu? Esse corpo é seu? Esse corpo é seu? Esse corpo é seu? Sinceramente, não Vou responder O que os demais digam Como dizem em São Paulo Ah, não, de Rio e Carioca [23:53] Participante: Não é eu [23:56] Instrutor: Esse corpo é seu O que sentem Se é seu ou não é seu Então me façam responder sinceramente Esse corpo é seu? Esse corpo é seu? [24:12] Participante: Esse corpo é seu? Esse corpo é seu? Esse corpo é seu? Esse corpo é seu? [24:21] Instrutor: Esse corpo é seu, José, esse corpo é seu, esse corpo é seu, olha, estão me desunificando, muita risa, muita risa em disciplina. [25:20] Participante: Não, esse corpo é zero, que se sente raro de ser zero, esse corpo é zero, esse corpo é zero, esse é o sistema operativo, [25:37] Instrutor: Esse corpo é seu? Não perdamos a concentração, voltamos! [25:44] Participante: Esse corpo é seu? [25:46] Instrutor: Esse corpo lhe pertence? Esse corpo lhe pertence? Esse corpo lhe pertence? Esse corpo lhe pertence a você? Esse corpo lhe pertence? Esse corpo lhe pertence? Está seguro? Esse corpo lhe pertence? Esse corpo lhe pertence? Esse corpo lhe pertence? Esse corpo lhe pertence? [26:17] Participante: Não, espera um minuto. Esse corpo lhe pertence? [26:30] Instrutor: Descobre. Esse corpo lhe pertence? É muito importante que nós aprendamos a desenvolver isso que se chama critério próprio. Se há algo que obstaculiza espantosamente o aprendizado de uma pessoa, é não ter um critério próprio. Porque sempre vive por medo, adicionando sua resposta aos que ele considera que a tem justa. E nunca aprende a descobrir a verdade que tem dentro. [27:09] Instrutor: Se nós fizéssemos um análise, teríamos que chegar à conclusão de que o corpo, na realidade, a realidade é que o corpo não é de nós, mas isso tem um porquê. Se nós analisamos, nós escolhemos o corpo? Ou seja, nós escolhemos o corpo que temos? [27:50] Instrutor: Eu acho que mais de um Havia chegado ao salão dos corpos E teria olhado Não teria, por favor Um cor mais trigueiro Mais dourado E poderia mudar o cor dos corpos mais negros Não sei Se me faz entender Sim O corpo realmente não é de nós é porque nós não escolhemos o corpo em que estamos. [28:29] Instrutor: Nem sequer sabemos até quando vai durar. Listo, vou ir com a seguinte pergunta. Como você falou tão rápido e tão contundente, não te entendi. [28:54] Participante: Onde estão os outros corpos e o esposo e o filho? [28:58] Instrutor: Claro, está bem. Então, isso nos permitirá fazer uma análise. Se o corpo não é de nós, porque nós não o escolhemos, nós não temos uma escritura apropriada do corpo, por que fazemos com o corpo o que nos deseja? [29:27] Instrutor: É justo que nós façamos com o corpo o que nos dê a vontade? Se o corpo a nós, para que nos deram um corpo? Para fazer uma obra Ou seja, se nós estamos utilizando o corpo [30:07] Instrutor: Em outra coisa Que não seja a obra Nós estamos utilizando mal Parênteses Quer dizer isso Não quer dizer isso que se você está trabalhando Você está utilizando para mal Mas quer dizer Que se você a esse corpo o está colocando a trabalhar mais do que o corpo pode trabalhar você está danificando um veículo que não foi dado para isso [30:46] Instrutor: segundo, que se você está dando coisas a esse corpo que o está danificando está danificando um corpo que não é seu se você não está tirando o seu corpo para discipliná-lo para que ele funcione para uma obra você não está utilizando o corpo com o propósito com o qual se o entregaram [31:13] Participante: que se um [31:18] Instrutor: o corpo não o está utilizando para o que se o entregaram ou está fazendo mal uso desse corpo se você esse corpo está dando coisas que o estão danando quer dizer que você está cuidando desse corpo É como quando o pai lhe presta um carro, e o filho pega o carro, e como não é dele, então vai por lá, se põe a apostar carreiras, [31:57] Instrutor: o estrela, não o ralha, não lhe põe o azeite, não lhe faz mantenimento e quando lhe entrega o carro ao pai, o pai diz, como me devolveu o corpo, como me devolveu o carro, não sei se me fazem entender, agora outra pergunta, agora começo de aqui para lá, A vida que está em seu corpo é sua? [32:26] Participante: Não, é Deus [32:27] Instrutor: A vida que está em seu corpo é sua? A vida que está em seu corpo é sua? A vida que está em seu corpo é sua? Quem pensa que a vida que possui seu corpo é dele? Ah, isso é mais fácil Ok, então, façamos um análise Se a vida fosse de nós Nós poderíamos determinar essa vida Nas características que a vida tem dentro de nós Como, por exemplo, a morte [33:06] Instrutor: Poderíamos determinar quando morrer [33:10] Participante: O que eu estou entendendo é que nós estamos nos sacrificando por algo que não é nosso Sim, a vida Não, não, não, está mal entendido. [34:04] Instrutor: Mas, bem, o que acontece é que estamos fazendo um exercício de psicologia em nós, que nos vai permitir chegar a uma resposta. Cuidado, cuidado, porque é que o que verdadeiramente se sacrifica pela humanidade é a consciência. Então, vejam A vida não é de nós É que entendam A quem estamos dizendo nós A nós Entendam quem é nós [34:41] Participante: Estamos falando [34:45] Instrutor: Para nós, os nós Entendem-me? Eu estou falando Para os nós, vocês E para os meus Para os meus e para os de vocês Estou dizendo [35:00] Instrutor: Eu sou de cada um, eu sou de cada um de vocês, que essa vida que tem esse corpo não é de vocês, não, essa vida, essa vida é de Deus, porque nós não podemos determinar sobre ela, Podemos determinar sobre ela quando desencarnar, morrer Não, certo? Temos um contrato que diz que a vida vai durar até os 80 anos [35:41] Instrutor: Não Então, porque gastamos torpemente a vida Derrochamos a vida em coisas inúteis Se o propósito de ter vida não é as coisas que fazemos no mundo Agora me entendem a dinâmica onde é dirigida? [36:16] Instrutor: Se a vida não é de nós, então por que a gastamos, a derrotamos, a desgastamos em coisas que não têm nada a ver com a obra? Matamos [36:45] Participante: correto muito bem [37:02] Instrutor: este curso é para isso para que a consciência que há em nós vá entendendo que nem o corpo nem a vida são para malgastar a atorpemente são para que todos esses projetos sonhos que nós temos de nós mesmos e do que queremos fazer na vida isso é mentira [37:36] Instrutor: Porque nós somos muito injustos com Deus como essência Ele nos dá um corpo, nos dá vida E mais, sem embargo, nós não fazemos a voluntade de Ele Sabe por quê? Porque Deus tem uns propósitos [38:14] Instrutor: Você entende propósitos, certo? Ele tem uns propósitos com o Seu Filho, que é a essência. Sabe por que não está fazendo a obra? Porque o Filho tem uns propósitos muito diferentes, muito diferentes dos de Deus. [38:53] Instrutor: O Filho tem propósitos, projetos, ideais da vida, sonhos na vida. que o pai não os compreende, Deus diz ao filho, mas eu não sei o que acontece com o meu filho, o que acontece com o meu filho, o que acontece com ele, que ele está tão apegado ao mundo físico, para as coisas que não se dão conta, não despertam a realidade da vida. Deus diz, eu o mandei aqui para que nos autorealizássemos. [39:54] Instrutor: E ele, aqui, tem projetos com o corpo, com a vida que tem. Se nós perguntássemos às pessoas de fora, e aí vamos fazer uma diferenciação entre um externo e um gnóstico, Nós perguntamos a uma pessoa de fora, que não tenha esse conhecimento, nós perguntamos, questionamos essa pessoa, qual é o propósito de sua existência? Então ele diz, ser médico, ter uma boa família, se é homem, ter uma boa esposa, [40:32] Instrutor: que seja bonita, que seja agradável, que seja uma boa mãe, que seja inteligente, ter um bom carro, um Audi, um bom carro, um bom carro, ter um bom carro, ter uma boa finca, mas vocês, nos propósitos que essa pessoa narra, nem por respeito, nomeia a Deus. Deus não está nos planos desta pobre humanidade. [41:18] Instrutor: Qual é o propósito da sua vida? Ser modelo, ser artista, pensa que não se vai envelhecer, pensa que não se vai se convertir em uma pássaro, que se arruga, pensa que não se vai se tornar larga. [41:47] Participante: Não, eu sei, mas estamos falando de níveis e níveis. [41:54] Instrutor: Outra, digamos, uma pessoa em outro nível. Você pergunta a essa mulher, qual é o seu propósito de existir? Eu quero ser independente, chefe da empresa. Depois, quando eu já tenho as minhas coisas, eu me caso, busco um bom marido. [42:17] Participante: Se não for bem, lá. [42:20] Instrutor: Seja alto, assim, forte. O que acontece? Desde a pessoa mais simples, todos somos complicados, mas a pessoa que de repente é pobre, qual é o propósito da sua vida? Salir de pobre Quero ser tener [42:46] Participante: Comprar uma casa [42:49] Instrutor: Poder pôr uma teja Ao techo Poder dar de comer a meus filhos [42:55] Participante: Mas ninguém pensa [42:59] Instrutor: Mas absolutamente ninguém Nesta humanidade Pensa Nos propósitos que Deus Tive ao nos criar Ao nos fazer como criação [43:14] Participante: Muitas vezes a gente acha que a felicidade é conseguida ao lado de uma pessoa. [43:47] Instrutor: Me perdoe, aqui está minha esposa. Mas isso não é uma realidade. Você pode ter uma pessoa ao seu lado que o acompanhe, mas os dois vão sozinhos no seu caminho espiritual. Cada pessoa, o um ao outro, pode ser feliz, em certos aspectos, como fibra humana. Mas a verdadeira alegria, a verdadeira felicidade, só a dá Deus. Então, se nós analisarmos, agora vejamos, perguntemos a um estudante gnóstico, [44:32] Instrutor: se nós perguntarmos qual é o propósito de sua existência como estudante gnóstico, o que ele vai dizer? Bom, cuidado, cuidado, cuidado, porque muitas pessoas, muitas pessoas, como estudantes gnósticos, não temos esse propósito claro ainda, e sabe o que o demonstra? Os fatos, os fatos, aqui podemos dizer muitas coisas mas os fatos são os fatos e ante os fatos temos que postrar [45:13] Instrutor: diz nosso amado maestro mas muitas pessoas antepõem seus propósitos e seus projetos antes que a obra do Padre dizem eu primeiro tenho que estabilizar-me e aí sim eu dedico tempo a Deus Quase como dizendo assim Primeiro eu me jubilo E quando já não tenho forças Nem energia sexual nas golas Aí sim eu me pongo a fazer a obra Qual obra? Se já não vai ter O fundamento [45:55] Participante: Claro [45:57] Instrutor: Então outro diz Não, não, não O que acontece é que eu Necessito tanto desse trabalho Que eu não posso mudá-lo Se esse trabalho o está tirando mais de recursos biológicos que você pode dedicar a ganhar a vida em outro trabalho mas por orgulho por orgulho não é capaz de mudar de trabalho porque não está disposto a perder a imagem que tem perdoe-me, mas vamos entrar em um nível onde vamos falar da psicologia selvagem, do homem real, mas se nós [46:39] Instrutor: falamos assim Como são as coisas Lamentavelmente Nós simplesmente nos estamos colocando Paños de água tibia Sim, sim, irmão Despejado Vá tranquilo Pouco a pouco Pouco a pouco vamos ir ao abismo [47:00] Participante: Claro [47:03] Instrutor: É que é assim, irmão Desculpem que eu tenha que falar-lhes assim Mas se nós analisamos Muitas vezes os propósitos que nós temos Por os quais todos os dias nos levantamos Todos os dias comemos Porque todos os dias nos esforçamos Às vezes não tem nada a ver com a obra de Deus Porque meditamos muito pouco Porque não fazemos as práticas como se devem fazer Porque não temos uma organização e disciplina Em o que temos que fazer [47:39] Instrutor: Ganhar a vida na hora da verdade passa como um terceiro plano em que sentido? em que há muitas formas de ganhar a vida e ter tempo para fazer uma obra ou você pode ter seu trabalho mas estar consciente do que tem que fazer da sua obra não estamos falando de qual é um bom trabalho ou um mau trabalho mas a pessoa que aprende a conhecer os propósitos do pai são seus mesmos propósitos [48:17] Instrutor: porque entre o filho e o pai não há diferença, ele é uma parte autônoma de seu ser, então essa essência, essa parte humana, poderia ser uma pessoa adinerada, e isso não é que seja ruim, Mas colocaria ao serviço o que tem para fazer sua obra Não sei se me faça entender com isso Para que não pensemos que o filho tem que se tornar um mendigo Tem que se tornar uma pessoa impreparada [48:57] Instrutor: Não sei se me faça entender com isso Ah, então, como eu vou fazer a obra, então não trabalho Não sei se me faça entender Mas nós temos que ser concretos Que na atualidade nós temos que saber escolher muito bem Como nós vamos ganhar a vida Porque tem que trabalhar Mas nós não temos direito de abusar sobre o corpo Ou de violar as leis da vida Por ganharmos a vida Por, de repente, defender um orgulho Um status Eu sou engenheiro Eu sou doutor [49:39] Instrutor: Eu sou, não sei, técnico em qualquer coisa Há muitas pessoas que são graduadas E não trabalham porque não conseguem Trabalho no que estudaram Não Se toca sair a vender fruta Mas o ego de um Por favor, sou engenheiro Por favor Não sei se me fazem entender com isso Vou lhes contar uma anécdota [50:15] Instrutor: Resulta que o mestre Saint-Germain, que é um mestre ressurreto, há uma anécdota dele, dizem que em França, há um século, dois séculos, o mestre Saint-Germain, Saint-Germain, Saint-Germain, vivendo em França, e ele estava vivendo dos quadros, pintava quadros, vendia quadros. [50:52] Instrutor: Mas o que lhe dava os quadros, pinturas, apenas lhe dava para pagar a casa onde vivia e a comida, o vestido, normal, o necessário. então uma vez se encontrou com um conhecido, com um amigo que era como um secretário do rei de um tipo muito importante na França e lhe disse, mas, mas, mas, Conde, San Germán, Maestro você o que faz vendendo quadros? [51:34] Instrutor: você com toda essa sabedoria, você que é um, melhor dito uma eminência diga-me, eu vou conseguir um trabalho com o rei, eu lhe consigo um trabalho com o rei, com o personagem importante, e o maestro San Germán lhe contestou lhe disse te agradeço, mas é que eu sou o rei do mundo análise análise, o que quer dizer isso? que ele é rei de seu mundo e que ele, a nós nos explicavam [52:15] Instrutor: que ele se colocou nessa situação sendo um mestre ressurreto para estudar em sua parte psicológica a ver que coisas reacionavam que resíduos de ego reacionavam dentro dele vivendo dessa forma que rei de seu mundo não sei se me faz entender rei de seu mundo de seu mundo interior em pobreza ou na riqueza sempre se estão conhecendo esse é o nível de um mestre desses [52:56] Instrutor: então imagina-se na atualidade nós estamos tão condicionados na mente que a nós já nos formamos em uma sociedade com uma com um sentido de competitividade competitivo onde aqui vale muito as insígnias o cargo o rango que às vezes até nós como estudantes gnósticos também nos passa missionário intergaláctico então a pessoa pensa [53:37] Instrutor: que como é missionário então tem que tender tapete roxo e resulta que às vezes a missão é tão grata graças a Deus A missão às vezes é tão linda Que às vezes a um Vai e põe a cargo de um santuário Como lhe fica a psicologia A esse missionário Depois de estar viajando por todos os lados E o põe em um santuário De sacerdote único A ver A ver se se aguanta Por quê? Porque lamentavelmente [54:17] Instrutor: Isso de as insígnias De os rangos Fazem que nós sejamos pessoas demasiado envidiosas, egoístas e codiciosas. Queremos algo que nos diferencie do outro, ou não é assim? Por isso, se de repente algum nos trocasse de fazer um trabalho bem simples, bem humilde, se sentiria avergonzado, sentiria uma vergonha, sentiria que os cores se lhe subem ao rosto, [54:57] Instrutor: Quisera ser um avestruz Para meter a cabeça entre a terra Porque não soportaria O que dirão De todos os outros Ou não é assim? [55:09] Participante: Os dois lados Os dois lados da moeda Também tem a pessoa Que passa qualquer coisa pelo dinheiro Sem importar o que o outro [55:26] Instrutor: Claro Não é que há pessoas que são capazes de vender vendem o alma por dinheiro vamos deixar até aí para que nos levamos a isto como vejo que quase ninguém copiou isso é o bom nos levamos a isto como uma reflexão para saber o que estamos buscando se realmente estamos buscando o ser ou simplesmente há um pouco de eu [56:04] Instrutor: que ainda têm o mando dentro de nós, que têm a pequena porção de essência lá, amordaçada, amordaçada, entende? Amarrada, arrinconada. Você se calha. Você aqui, minha filha, nós aqui, nós, os joias, temos reinado muito neste corpo. Ah, não, que agora, como entrou a noite, você vai querer sair daí? Não, senhora, aí. Porque lembre-se, lembre-se, que sua família vai criticá-la. [56:43] Instrutor: Porque lembre-se, que se você não tem um bom trabalho, você vai ser um fracassado. Estão me entendendo? Bom, se não estão entendendo, ao menos estarão sentindo. [56:58] Participante: Parece que está falando em português, é incrível. [57:02] Instrutor: Você diz que não está entendendo? Sim, sim. [57:05] Participante: Cata, muito bem [57:20] Instrutor: está muito bem o que diz Olha, tu dizes algo, Maria Não é assim, Maria? [57:57] Participante: Sim, é assim [57:59] Instrutor: Le peguei Acertei Maria, o que tu dizes Isso é Supremamente Trascendental Todos esses miados São o reflexo Todos esses joias Que não estão dispostos A que essa essência faça uma revolução porque quando falamos de cambio radical é que inclusive a forma que você vive seja outra sua forma de viver tem que ser muito distinta se estamos falando de cambio radical neto [58:40] Instrutor: pristino, original puro de resto são apenas cambios paliativos suave, vamos despacio vamos, tranquilo Não, não, não, por favor, tranquilo Então, olha, eu lhe digo isso Não para que você, para que, de certa maneira Como que um se desmoraliza Claro, é que o ego se sente descoberto e diz Mas por que eu tinha que dizer essas coisas? [59:19] Instrutor: Com eles que eu tenho a essência amordaçada Mas vale a pena Vale a pena abrir-nos A realidade que há dentro de nós Para tomar decisões Para que essa essência que está já arrinconada, amordaçada Ela, apesar de ser pequena Sim, tem Sim, tem Quem? Quem a respalda? A respalda o ser Deus O Pai a respalda [1:00:01] Instrutor: E se ela defende seu pai, toma a mão de seu pai e diz, vamos, o pai a essa pessoa, a essa essência, lhe vai dar o que precisa, lhe vai dar os meios para que cumpra sua missão. Enquanto isso, vamos com essa reflexão. Eu os convido, os convido a que busquem o silêncio, busquem a voz de seu pai, busquem-a, quando saiam daqui, não saiam como as gallinas, as gallinas, as aves que lhes deixam de comer e correm lá para cacarear e comer do que está no chão. [1:00:56] Instrutor: busquem adentro em profundo busquem lá em silêncio fechem as portas da casa, as ventanas e oram em silêncio como diz a Bíblia falem-lhe ao seu pai não saiam agora e façam fila a comer, a alinhar em silêncio busquem espaço Estem solos Encontrem-se com o silêncio Com o Padre [1:01:38] Instrutor: A ver o que lhes diz Nós podemos retirar paz e inverência