Curso Assoprovida e Juventude 18 de janeiro de 2010 — 18 de janeiro — Sessão 1 [00:00] Participante: Aleph não está enfermo? Tem turno de cozinha? Ah, está no banho. Gabriela? Gabriela também está enferma. Cuidando a Alana. Mila [00:33] Participante: Mila Marlene Yami Eloisa Estefany Ana Gregorio Ana Gregorio Ana Gregorio Maria, Laysa, qual é o seu nome? [01:16] Participante: Laysa, sim. Laysé. Vamos ver quem chegou mais. Ah, chegou a... Gabriela, certo? Como segue Alana? O que tem? Cólicos. E febre. Ela está vomitando [01:55] Participante: Dolor de cabeça Ojalá não se adenque Eduardo? Chegou? Eduardo? Quem é o Eduardo? Ele respondeu Sim, sim Digo, Demetrius Com licença, deixa eu pegar uma coisa aqui Só pegar uma coisa aqui O que? Vou pegar a outra Com licença Uma chamada para um irmão Antônio [02:36] Participante: Anunciação, vou lhe telefonar 2 minutos Daniel Quem é Daniel? Lleva 3 falhas Chegadas tarde Qual é o Daniel? Que abre espanhol Ah Deixem a porta fechada Estamos chegando tarde E Camila se cansou de chegar agora Pronto E uma dama que nos acende a porta [03:18] Participante: Dúplica do caminhante e do sendeiro da vida Meu Deus Sou um caminhante que viaja pelo caminho Que o destino me traçou [04:22] Participante: Em cada passo que dê Ajuda-me a dá-lo em terra firme Faz-me levantar os pés Para não tropeçar Se encontro obstáculos Que não sejam os que eu mesmo me pus E se existem Prepare-me para vencê-los Retira de minha mente o pessimismo Enche o meu coração de fé Enche o meu coração de fé Dá-me palavras de alento [04:59] Participante: Para aqueles que encontram o caminho Dá-me forças Para alentá-los e ajudá-los Não permita que meus sentimentos Sejam maculados pelo ódio Dá-me alegria para saudar o dia Dá-me paz para receber a noite Retira de meus lábios A maledicência e a mentira Ajuda-me a dizer sempre a verdade [05:38] Participante: A paz que me dás Concede-me compartilhá-la Com os que me rodeiam Dá-me sabedoria para ensinar Dá-me palavras adequadas para corrigir. Permita-me, Senhor, que tudo o que me rodeia, as plantas, os animais e a humanidade vejam em mim um companheiro de viagem, um irmão e, sobretudo, um amigo. [06:16] Participante: Permita-me, Senhor, que onde eu chegue ou onde eu esteja, também chegue e esteja a paz. Permita-me, Senhor, que meu olhar, minhas palavras e meus atos não sejam para ferir a ninguém, senão para consolar, para animar, e sobretudo para ensinar, que não tenham motivos para dizer que eu fui seu destrutor. [06:54] Participante: Permita-me, Senhor, que em meu caminho meu pé não resvale, que esteja firme, que deixe uma pegada impregnada de segurança, De altruísmo e de fé Eu sei que no céu E em minha consciência Tem um Pai que me ama Uma Mãe que me guia E um Cristo que me salva Deus Amém. [08:12] Participante: Que tal? Todos o fizeram? Ou houveram alguns rebeldes? Todos o fizeram? E as damas? Como foi a noite? Sim? Que prática fizeram? Só fizemos o Pai Nosso. Ah, o Pai Nosso. Sim, mas todas se acostaram tranquilas. Na hora de se levantar, que tal estuvo? Varões? Bem? E mulheres? Bem também? Não houve problema? [08:51] Participante: Bom, então espero que isso o mantenhamos até o final do curso e se é possível até o final da raça Tenhamos uma disciplina na hora de descansar em nossos hogares, onde estejamos Porque isso faz parte do que é viver esses princípios gnósticos Isso é muito importante, rapazes. De verdade, se não é graças à ensinança gnóstica, não se compreende muitas coisas que são detalhes fundamentais da vida, como por exemplo a hora de descanso. [09:34] Participante: A hora de descanso deveria ser sagrada, Paulo, porque na hora de descanso o corpo é como se passasse por uma pequena morte e saia essa parte interna a seguir experimentando. O corpo se recupera nessas horas Por exemplo, nós queremos nos desculpar com vocês Que não viemos esta manhã aos exercícios Mas tivemos que ir recolher uma irmã ao aeroporto E tivemos que esperar toda a noite para chegar ao voo [10:14] Participante: Então não dava para vir esta manhã Mas você se dá conta de que a hora de descanso é sagrada Se o corpo vital não se recupera nessas horas, que compõem das 10 da noite às 12, você pode dormir outras horas no dia e não se recupera. Não é igual. Então, nós temos que cultivar esse tipo de disciplina. O mesmo na hora de nos levantarmos. Se vocês se acostam cedo, se levantam cedo sem problema. [10:53] Participante: a hora em que se recupera o vital é de 10 a 12 de 10 são 2 horas 2 horas de recuperação ou 3 3 horas, de 9 a 12 se a pessoa sempre dorme tarde ela nunca vai se a pessoa sempre dorme depois das 12 ela sempre vai ter uma saúde que se vai estar não entendi mas sim, sim, sim que me interprete nunca [11:34] Participante: não vocês conhecem essas pessoas que trabalham cuidando sítios, lhes chamam guardias, seladores essa gente lhes toca turnos uma semana de noite e uma semana de dia essas pessoas, o corpo vital totalmente Então, cuidemos disso, cuidemos disso porque estamos descuidando a vida. [12:05] Participante: Claro, mas fazendo meditação, não pensando, não razoando. Entrar na meditação é estar nesse estado, então é exigente fazer a meditação para que o corpo se recupere. [12:37] Instrutor: Em suas mãos encomendo [13:18] Participante: Então, espero que isso se ajuste, o mesmo a chegada ao salão, já falamos desde o começo que eram 10 minutos antes, já estaria fazendo o ingresso, Hoje, Daniel, cinco minutos depois, deveria estar por fora. Então, já lhes disse que por certa flexibilidade, que não... Mas, eu lhes pedi que tenham em conta isso. [13:58] Participante: Porque a flexibilidade chega a um ponto em que se rompe. E depois não se pode ser flexível. Então, irmãos, eu lhes pedi que façamos consciência desse tipo de coisas. Porque nós nos estamos formando, formando, como pessoas que nos vamos admirar por cumprir certos aspectos. Que pessoa transcriveu a frase da tabela? Por favor. [14:40] Participante: O calor da caridade abre todas as portas do coração. O que nós estamos a analisar são três fatores da revolução da consciência. O morrer, o nascer e o sacrifício pela humanidade. O mestre Lácteo fala que aquele que se sacrifica pela humanidade Ao mesmo tempo consegue morrer E ao mesmo tempo consegue nascer Então é uma questão até de inteligência nossa como gnósticos Fazer esse trabalho de caridade Já que tenho certeza absoluta Que quando nós fazemos algum trabalho de caridade Nós sentimos alguma coisa diferente no nosso coração Alguma energia diferente no nosso coração [15:21] Participante: Então essa energia diferente nos permite canalizado para a morte canalizado para o nascimento espiritual e com certeza caridade, como só bem falou o Emerson significa caridade dar de caridade, dar de coração o mestre Lácteo, ele fala que a nossa mente é o quarto corpo que nós temos por isso nós gravitamos tanto ao redor da mente mas também a caridade se relaciona com o coração está ligado também com o corpo mental dentro desses mistérios então ao invés de nós gravitarmos ao redor da mente podemos gravitar ao redor do coração com isso, fortalecendo esse cargo fazendo caridade [16:03] Participante: buscando praticar a caridade porque a caridade é algo prático ninguém faz caridade mentalmente pensando, ah, eu vou te ajudar mas nunca ajuda então é algo prático se nós, por exemplo, vamos ajudar uma família ajudar uma pessoa que nós digamos aquilo que nós realmente vamos fazer porque com certeza quem está precisando de ajuda Vai esperar aquilo de nós E dessa forma nós vamos reconquistando esta alma É caridade, por exemplo Calar a tempo Sofrer em silêncio Porque o mestre fala que quem guarda a sua língua Sua alma também guarda Então tudo isso são aspectos da caridade Que nos ajudam a abrir as portas do coração [16:44] Participante: E quais são as portas do coração? Todas as portas Porque o coração consegue abrir todas as portas Porque é dentro do nosso coração Que está o nosso real ser inteiro Se outra pessoa quisesse dizer algo sobre a frase, alguém que queira interpretar? Bom, nada. É muito importante que Renato passe a ver. [17:20] Participante: Ah, passe? Sim. Bom dia a todos, Paz Valenciano. Paz Valenciano. Aproveitar ninguém quis. Essa frase é muito bonita, chamou a atenção Nesse aspecto da caridade, esse calor Uma das coisas é que fala todas, não fala algumas, nem as principais Fala todas as portas A gente imagina o coração como algo tão divino, tão inefável Como o mestre ressalta Que o coração é um morado no nosso ser interno [18:02] Participante: Então a gente percebe o valor da caridade em relação a isso Então a gente percebe, conforme a gente vai refletindo o valor da vida Nós vamos percebendo o que é essa expressão da caridade, de auxiliar E é interessante, o Dr. Barrios quando esteve aqui Ele nos falava que infelizmente a gente só dá valor a algo depois que perde A gente só dá o devido valor depois que perde E nós, talvez muitos já devem ter passado por um momento em que um familiar está próximo de perder a vida ou alguém que a gente gosta muito está próximo de perder a vida e é aí que a gente começa a sentir o valor que a vida tem [18:43] Participante: imagina que triste a gente esperar que quase perder a nossa vida para realmente perceber o valor que ela tem de fato então essa caridade que nós fazemos é para ajudar a vida de coração para coração por isso isso permite ou faz com que essa chama abra todas as portas do nosso corpo [19:03] Participante: Muito bem, então, se há algo importante que nós vale a pena que exerçamos, são essas possibilidades e capacidades que tem o coração, se há um ponto de referência que a uma pessoa, a um ser humano, o muda, é o que sente em seu coração. Se você cultiva seu coração com esses aspectos que permitem que o amor se manifeste aí, a pessoa, de uma forma muito natural, vai fazendo uma transformação, vai fazendo um cambio. Porque o que é o que transforma uma pessoa em si? [20:00] Participante: O que é que faz com que uma pessoa renuncie ao que foi? O que é que faz com que uma pessoa sinta a necessidade de buscar um mudança se não é o amor? O amor, quando surge o amor na pessoa, quando vai surgindo, a pessoa vai mudar. Porque o amor é o Cristo, o amor é a luz. Por isso é que, se nós queremos saber, conhecer, compreender Qual é uma dessas razões por as quais é importante servir à humanidade [20:41] Participante: Ajudar a vida, ajudar as pessoas que estão nessas ternuras Ajudar essas pessoas que estão nessa miséria psicológica É isso, tem que encarnar o amor E para encarnar o amor, tem que fazer coisas que sejam de amor, que sejam impregnadas de amor, para que assim o coração se vá enchevando de saúde. Então, vamos começar com a dinâmica. Todos fizeram a tarefa? Eu imagino que sim, porque imagina, fim de semana largo. [21:22] Participante: Nos próximos finais de semana vamos ter aula, ou seja, que se preparem para consumir bastante fósforo, porque vamos impregnar um pouco mais de trabalhos e tarefas. Vamos, passem as folhas de cada grupo Cada grupo passe sua folha Suas folhas Folhas Suas folhas Rapidamente, irmãos, por favor [22:02] Participante: Não entendo Ah, elas passaram no computador Quem tem o livro da Era de Aquário aqui no Monastério? Quantos? [22:58] Participante: Um, dois, três, quatro, cinco Para que ao descanso o tragam, ou seja, o tenham para quando o vamos utilizar quem tem no livro orientação das juventudes quem não tem aqui no monastério 1, 2, 3 precisamos conseguir nós quem mais? rápido as outras folhas os outros grupos [23:37] Participante: Vamos fazer uma pergunta. [24:47] Instrutor: Contestaram todos os seis temas? Levantem a mão os que sim. [24:52] Participante: Contestaram os seis questionários? Sim? Eram seis temas, seis questionários. Os contestaram todos? Sim, era para hoje. Responderam? Sim. Já. Responder. Discutiram o último. Não se reuniram. Não, está faltando cinco, eu sei. Está faltando três. [25:41] Instrutor: Ah, os fizeram em desordem. Você entende? [25:50] Participante: Quem falta para entregar? [25:53] Instrutor: O que aconteceu? [25:56] Participante: Nós tivemos dificuldade de encontrar todas as tarefas até um lugar para fechar o trabalho. Veja, os grupos, escutem, escutem, escutem. [26:19] Instrutor: Os grupos que faltam temas ou que por uma razão de sequestro extraterrestre, por uma razão estranha, não se reuniram para fazer a tarefa, Você tem que entregar essa tarde, então come rápido na hora do almoço, come rápido e faça a tarefa. Esse é o grupo, não me pergunte. E esse que tema é esse? [27:00] Participante: Esse aqui é o tema 1 e 2, 3, 4, 5 e 6, faltam alguns e vamos terminar na hora do almoço. Estefany, que temas são estes? O 1 e o 2? Trabalhamos com o 1 e o 2. Falta algum grupo por entregar? 1 e 2? 1 e 2, estamos recebendo hojas de 1 e 2. Falta algum grupo por entregar? Sim. Uma pergunta. Não, responda não. Falta? Pode ser, pode ser. Se faz assim? Sim, o que mais? Não, mas o 1 e o 2. [27:35] Participante: Falta algum grupo por ali? Já entregaram? Já entregaram? Vou conseguir um tradutor Um tradutor para este Este sim, é o 1 e o 2 Porque este é o primeiro tema [28:10] Participante: Por que não se reuniram ayer? Por desorganização. Por que não se reuniram? Está boa a excusa, mas por quê? [29:06] Participante: Por desacusação. Não foi preciso. Excusa não existe. [29:15] Instrutor: Diziam, mestre, para que essa desculpa se faça pior? Não, olha, rapazes, isso é importante que vocês tenham em conta. Porque se há algo importante na soprovida e juventudes, e na igreja em geral, é que nós aprendamos a trabalhar como um único equipe, como um grupo compacto, Que eu tenho um objetivo e para chegar a esse objetivo todos temos que unir as forças, ou senão seria impossível. [29:49] Instrutor: A restauração da igreja não seria possível se o mestre não tivesse um grupo de missionários que lhe ajudassem a fazer essa obra, seria impossível. Quem teria vindo ao Brasil, quem teria ido à Argentina, seria ilógico. E o mesmo acontece com isso. Eu sei que isso talvez não esteja acontecendo neste curso, mas pode acontecer que muitas vezes nós queremos fazer as coisas muito bem, muito bem, e então se gera como uma competência. Você entende a palavra competência? [30:32] Instrutor: Competição Competição Competência Como Como ganas de fazer o melhor que os outros [30:41] Participante: Competição [30:42] Instrutor: E nós Aqui não podemos fazer isso Porque nós aqui Não viemos fazer os melhores missionários De juventude Nós aqui não viemos saber quem dá a conferência mais bonita ou quem responde melhor as perguntas nós viemos aqui para nos regenerar nós viemos aqui para aprender como se vive na era do aquário é disso que viemos aqui e disso se vai falar hoje em um momento mais em um momento mais [31:23] Instrutor: vamos falar disso porque se nós como estudantes gnósticos Temos que ter uma meta clara, que é nos tornar habitantes da Era do Aquário. E a primeira regra para ser habitante da Era do Aquário se chama a integração e a cooperação. Se entre vocês não se cooperam e não se integram, não tem sentido seguir no curso. Por isso fizemos o de grupos. Porque vocês imaginarão quanto me demorarei eu tentando revisar cada folha, Tentando traduzir o português ao espanhol Não é tanto pelas respostas [32:05] Instrutor: É pela prática que vocês têm que fazer de se integrar como grupo Quiséssemos que fosse todo o grupo Não ter dividido o grupo em pequenos grupos Mas como são tantos, é impossível que entre 50 contestem uma pergunta Por isso fizemos assim [32:27] Instrutor: Então, o que queremos dizer é que, vejam, rapazes, quando se diz trabalho em grupo, em grupo, quando lhes dizem, vá de autista a um rincão do monastério, se torna autista, só lá, aí vão só, autistas, entende autista? Aí Mas se é em grupo, é? [32:57] Participante: Em grupo [32:58] Instrutor: Ah, parece que sim Entenderam o espanhol Certo? Isso é importante Que o tenham em conta Porque assim como há irmãos Que manejam muito bem o espanhol Que entendem muito bem Os temas, pelo menos A nível intelectual Há irmãos que não entendem o espanhol E que lhes custa Como não entendem o espanhol lhes custa ordenar as ideias dos temas, se ficam perdidos, se ficam com vazios, e este trabalho era para isso, [33:34] Instrutor: para que esses irmãos que têm vazios, que de repente não entenderam bem o que foi o que se disse, porque se falou muito rápido, ou se utilizaram palavras que no português não existem, para que se aclarasse, entre vocês aclararem os pontos fundamentais do tema você está entendendo? isso espero porque vão seguir os questionários vão seguir havendo esse tipo de trabalho e espero que não me vão dizer que não se puderam reunir nem sequer a meia hora em um dia já? estamos todos? [34:17] Instrutor: não é um como dizem regaño, bronca Não é uma bronca, rapazes, não vão pensar nisso. De verdade, o que nós lhes dizemos, nós lhes dizemos com todo o carinho do caso, porque essa é a nossa obra aqui, é que vocês compreendam essas necessidades básicas para a sua vida. Não é por enganá-los, por fazê-los bronca, se entende? Não é com essa intenção. E eu sei que muitos de vocês De verdade não se puderam reunir Porque tinham coisas muito importantes Que fazer e não as podiam deixar Para outro momento Talvez algum estava enfermo Não se pôde reunir [34:58] Instrutor: Algum teve que sair de emergência Também não pôde estar Entendem? Eu entendo isso Mas então, tenhamos em conta Que para o próximo trabalho Em grupo Então vocês vão se dar de acordo Antes de sair do salão antes de sair do salão dizem vamos trabalhar de 12 a 2 e todos vão assistir a esse trabalho mas não é bronca não é bronca porque se não depois quando eu sair todos me estão olhando assim [35:32] Participante: horas de energia me enfermam [35:37] Instrutor: tantas miradas [35:39] Participante: antes de isso se há uma coisa por o qual o trabalho de soprovida, em muitas partes, fracassa com esse mesmo detalhe. As pessoas dizem que não tivemos tempo de nos reunir, não nos fizemos de acordo para fazer essa obra, e essa noção sempre se tem ficado estancada por esse detalhe. Porque o trabalho de soprovida sempre vai... Se há um grupo de pessoas que fazem o curso, ou você tem que formar um grupo, então tratar de se comunicar com o grupo, [36:19] Participante: se colocar de acordo com o grupo, muitas vezes é dificultoso por esse elemento. Tem que tirar aqui, tem que fazer, porque isso é um exercício, como disse a Diana, de cooperação que deve haver entre nós, se é que temos um propósito concreto. há muitos propósitos assim como uma junta de sacerdotes se reúne tem sua reunião para ver no mês o que vão fazer para o povo assim mesmo em todas as instâncias além da igreja tem que ser o mesmo [37:01] Participante: se não há comunicação não há integração de propósito e cada um tira para o seu lado e nunca se consegue conseguir um problema. Bom, então [37:21] Instrutor: preparem lápis na mão, quaderno, em suas marcas. Prontos? Vamos ver. O absoluto, quantos aspectos tem? E quais são? [37:39] Participante: Aí, só. Ah, bom. [37:44] Instrutor: Os que tinham a resposta está mal, corriga. Não acredito, mas... Segundo, o que é AIN? A ver, mais duro que não escutei. Deus imanifestado, o caos imanifestado, a luz incriada, o não ser, o Aion 13, o SAT, isso tinha muitas coisas para responder. Todos têm essa resposta bem? Sim. Três, o que é o AIMSOM? [38:27] Instrutor: Primeira manifestação de tipo espiritual. Onde estão o quê? Os sonhos espirituais, os átomos paranispânicos. Está bem. O que é um átomo paranispânico? A ver, Lucas, o que é um átomo para o hispânico? Esse é o átomo de um princípio? Ah, que dá origem. Que tem três princípios que se desdoblam posteriormente no Padre, o Filho e o Espírito Santo. [39:09] Instrutor: Quem tem outra resposta? A ver. Pode originar a vida, pode originar o planeta, Então são os que dão origem à criação, certo? Alguém tem outra resposta a parte dessa? [39:25] Participante: O ser de nosso ser. [39:27] Instrutor: Ah? [39:27] Participante: O ser de nosso ser. [39:28] Instrutor: O ser de nosso ser, está bem. Bom, um pralaya. Quando acontece um pralaya? [39:37] Participante: Quando a gente entra no pralaya, o pralaya é uma noite cósmica. [39:43] Instrutor: O que é um pralaya? [39:44] Participante: Uma noite cósmica. [39:46] Instrutor: Uma noite cósmica. E por que se chama noite cósmica? E o que é um Mahabantara? E por que acontece? As três forças apontam em um propósito. E por que acontece um Mahabantara? Ou seja, por que um átomo sai a se manifestar? Porque tem o anel de ser, não é? Muito bem. essa eu já perguntei porque um átomo para nispanico se desdobla e me acabaram de dar a resposta que é o santo kinadok [40:26] Participante: que é o raio da criação [40:31] Instrutor: qual é a primeira triada [40:33] Participante: e a segunda Bom, terceira [40:45] Instrutor: De onde ou de que se filó Sim, são o triângulo logóico E o triângulo Ético, não é? Logóico e ético Por que se chama logóico A primeira triada? Porque é o logo solar De onde se desprende Ou de que sefirose se desprende A essência [41:13] Participante: Que é o alma [41:16] Instrutor: Está tudo bem Arthur? [41:21] Participante: Arthur [41:22] Instrutor: Descansaste a noite? Seguro? Tens uma cara assim como de cansaço Vou ter que comprar uma botelha assim De complexo B E injetá-los a todos Porque todos estão Bom qual é a terceira triada? [41:43] Participante: o triângulo mágico e por que é triângulo [41:50] Instrutor: se são quatro corpos? quem é o cirizólogo solar? que? Ah, está bom, espera, espera, espera, por porções, levantem a mão, Fernando, o que foi o que você disse? [42:15] Participante: Todo mestre colocado na primeira pia. E se perguntas, cada grupo é a resposta que eu vou dar. Bom, eu digo é por uma questão de que como há tantas respostas, eu acho que algumas coisas eu alcanço a entender, mas outras que eu não alcanço a... Não, não é só por isso, não é só por isso. [42:45] Instrutor: é um mestre que encarna que é o logo solar o ciri o que é o logo solar? [42:59] Participante: a primeira manifestação de Deus que conquista a tríade logóica seu próprio sol crescer na montanha o que é o logo solar? a primeira manifestação de Deus Osiris ou? Como é que se diz? A união A união com o Pai É diferente Pessoal, se acabamos de falar, vejam [43:26] Instrutor: Olhem para isso Olhem para isso O lobo solar é isto O Pai O Filho E o Espírito Santo E isso é Osiris Isso é Osiris Isso é Osiris, o Logo Solar, claro? Quando um iniciado chega à terceira montanha e encarna isso, é um Osirificado, não é Osiris, é um Osirificado, porque encarna o Logo Solar. [44:03] Instrutor: Por isso não me podem dizer que o Logo Solar é o mestre que chega a esse nível, não, ele encarna isso, mas não é a pessoa que se encarna. conquista, encarna, é o mesmo se entende, Fernando? [44:21] Participante: não? [44:27] Instrutor: Osiris está bem o que tu dizes porque no fundo se convierte em Osiris mas para o propósito do tema, temos que aclarar que Osiris é isto e o Osirificado é o que encarna isso É uma questão de termos, mais do que de presença. [44:45] Participante: Porque essa é a primeira manifestação que Deus tem apresentado com a matriz do amor. O que é o Glória? O que é o Glória? [44:56] Instrutor: O Glória é quando este Maestro encarna esse Logos. e vai entrar a laín a laín só aí já se fala que está encarnando o glória [45:11] Participante: Osiris é a própria triada [45:15] Instrutor: Osiris é a triada e o orificado é o mestre que chega a esse nível [45:21] Participante: na realidade [45:22] Instrutor: no fundo é o mesmo na realidade os fatos mas por questão de conferência é melhor que nós trabalhemos assim [45:30] Participante: eu posso dizer O que é isso? Matriz e Três Três? Como? Matriz e Três Três? Que se há uma trilha do mundo, é essa. Não, está lá para o hispânico que se desdobla através do opinador [45:47] Instrutor: e aí se expressa por primeira vez no Padre, Hijo e Espírito Santo que se chama Logo Solar Ou não? Como dizem vocês? OU? OU? OU? Ou sim? Dessas duas formas se lhe chama. O mestre das Terceiras Montanhas, que encarna isso, se chama Osirisikado. Sim, pode ser, mas terminemos o questionário primeiro. Não, está bem, porque isso temos que estudar. [46:28] Instrutor: Mas terminemos o questionário primeiro, sim? [46:34] Participante: o maestro o utiliza igual é um termo que levava os egípcios a pessoa, ao maestro [47:00] Instrutor: que encarnava essas três forças [47:02] Participante: É um termo que se dá nos egípcios, não é um termo que é possibilitado, é um termo que se dá nos egípcios. Ah, sim, é diferente [47:25] Instrutor: porque é que vocês escutem isso um não se pode guiar iniciaticamente falando por o processo do Mestre Lácteo porque como ele era o Bodhisattva de um ser tão especial que vinha cumprir uma missão suas iniciações foram muito raras, porque por exemplo uma pessoa não pode encarnar as três forças ou parte delas sem ter encarnado seu próprio Cristo íntimo e ele as encarnou primeiro as forças e depois encarnou o Cristo íntimo então são processos que só sucederam em ele por a missão que vinha a cumprir, que os mestres deram essa, como se diz bom [48:06] Instrutor: é que isso é difícil de explicar por isso não se poderia guiar por o processo do mestre Lágrima, tem que guiar-se por o que o mestre Samael explica, por exemplo, nas três montanhas de qual é o processo iniciático outra guia é o livro de Juan Capazos porque está muito claro aí explicado que o processo da iniciação se chama O Caminho do Homem Autêntico são os três primeiros capítulos desse livro explica muito claro como é o processo da iniciação o que acontece na primeira montanha o que acontece na segunda montanha o que acontece na terceira montanha, etc. [48:43] Instrutor: Isso nós temos que estudar aqui, mas eu quero que terminemos com o questionário, porque se não, nós vamos continuar patinando no mesmo lugar e não vamos avançar no que precisamos avançar aqui. Você entende? Seguimos? Já. O que devemos fazer para recorrer o caminho de regresso ao Padre? O que devemos fazer? [49:09] Participante: fazer a voluntade do Pai tudo o que contestaram está bem [49:26] Instrutor: sim ou não? isso está bem mas recordemos que neste tema quando falamos do descanso da essência o objetivo é fazer entender a pessoa que para voltar ao absoluto tem que voltar autorealizado, como esse átomo paranispânico autorealizado e para isso ele tem que fazer esse caminho de regresso através da conquista de cada um desses sefirot lembram que eu fiz o desenho e fiz uma flechita que ia subindo para o ser [50:01] Instrutor: dizíamos se solariza o corpo físico, se solariza o corpo vital, astral mental, causal e depois as iniciações mais elevadas se entende? sim mas não está mal o que contestam dos mandamentos de fazer a voluntade do Pai tudo isso está bem e faz parte desse caminho de regresso ao ser [50:26] Participante: então correto, conquista de casa sepirote para se ligar ao Pai [50:32] Instrutor: fazer esse caminho de regresso através dos sepiritos para chegar ao Pai que aí se inclui Eu falo dos mandamentos porque, como vimos em um tema depois, cada sefirot tem relação com um mandamento. E aí tem que fazer-se a voluntade do pai, é o propósito. E qual é a voluntade do pai? Tem cara de sério, Fernando, já me está assustando. [50:54] Participante: Volver. [50:55] Instrutor: Aham, voltar lá e através da autorealização. Bom, qual é o carbono, o oxígeno, o nitrógeno e o hidrógeno? Sim, está bem, as duas respostas estão bem, ou os átomos dos corpos, ou os corpos, está bem a resposta. Listo. O que é a autorealização? Essa sim está mais difícil. Se falam todos ao tempo, não entendo nada de português. Levantem a mão. A ver, Fernando. [51:37] Instrutor: Antônio, você me tem identificado, Fernando? [51:40] Participante: Porque é a realização dos três fatores da revolução da consciência, culminando na conquista da alma humana. É a realização dos três fatores da revolução da consciência, culminando na conquista da alma humana. [52:12] Participante: O mestre fala sobre a autorealização na quinta, certo? [52:31] Instrutor: Mas está bem a resposta. [52:33] Participante: Acontece durante toda a nossa vida a autorealização, a cada dia. [52:45] Instrutor: Mas o que é a autorealização em si? [52:47] Participante: A conquista de cada um. A conquista de cada um. [52:52] Instrutor: Sim. [52:54] —: O caminho para o detalhe, a integração das partes. [52:58] Instrutor: Também. [53:00] Participante: É a integração das partes autônomas do ser. [53:04] Instrutor: É a integração das partes autônomas do ser. Essa é uma boa resposta. Todos estão corretos, ou há alguma que esteja errada daqueles que disseram? Poderíamos dizer que alguma dessas está errada, certo? Mas, nesse dia, falamos de que a autorealização é a conquista de cada uma dessas partes do ser. E nessas partes do ser está incluída a conquista desses sefirotes, certo? Por isso temos que solarizar o corpo físico, vital, astral, mental, causal, para podermos nos integrar com as partes do ser. Se entende ou não se entende? [53:43] Instrutor: O irmão Daniel Castillo, quando nos deu este tema, ele nos disse que a autorealização é a integração com as diferentes partes do ser que se expressam no árvore sepirote. Essa foi a resposta que ele nos deu de que era a autorealização. E dentro dessa autorealização está a aplicação dos três fatores da revolução da consciência. E está o que dizíamos, quando uma pessoa conquista o alma humana, quando solariza seus corpos, tem o corpo causal já solarizado e, além disso, fez um trabalho de integrar esses valores, essas virtudes que pertencem a cada uma dessas partes do ser. [54:29] Instrutor: Isso vamos trabalhar em um tema que está baseado, para quem quiser ir estudando, na Joia 17 do Dragão Amarelo, que se chama O Passo do Mar Vermelho. Lá se fala de como se consegue conquistar o alma humana. E qual é o propósito de ter um corpo físico? [54:55] Participante: Fazer a obra. [54:57] Instrutor: Fazer a obra. Não há outro propósito. E qual é o objetivo deste tema? [55:01] Participante: Se inspirar. Perseguir o papel que corresponde a cada um frente a Deus. [55:15] Instrutor: Muito boa resposta. Muito bem. Arthur? [55:20] Participante: É compreender a outra viagem que a gente faz e o objetivo. Ah, e a última parte não é a mesma? E o objetivo. Ah, e o objetivo. Já, está bem. É pedir o pessoal para mais alto que ele está dando para ouvir as respostas. Sim. Mas não dá para ouvir as respostas. [55:42] Instrutor: Ah, que não me está escutando. Ah, eu pensei que ibas a dar a resposta a tu. Já. E a ver, a ver, Gabriela, o que escreveu você? Qual é o objetivo do tema? Criar consciência? Precisar é se apurar? [56:12] Participante: Precisar é se apurar. [56:16] Instrutor: Ah, que necessita chegar ao Padre. E Alex, o que escreveu? [56:21] Participante: Conhecer o caminho de volta, aprendendo os bilhetes, podemos compreender como voltar. [56:31] Instrutor: Bom, está bem. Desse tema, tem alguma dúvida? Dúvida? Quedam dúvidas? [56:44] Participante: Eu não consegui, direito nenhum, compreender a pergunta 13. O que é Osíris com logo solar? O que é Osíris com logo solar? Não compreendem isso? [57:00] Instrutor: Não se enredem nisso, é uma questão de termos. O termo que o mestre lhe dá a essa triada, a essa corona, porque essa se chama também a corona sefirótica, é logo solar ou Osíris. É o nome que se lhe dá. E quem chega lá e conquista ele é um osirificado, um cristificado. Eu não quero responder porque eu não leio em nenhum lugar, nem escuto, então para que eu me ponha a inventar a resposta. Mas o que nos explicam é que se chama Osiris, assim. [57:42] Instrutor: Osiris a secas. [57:47] Participante: Ah, boa pergunta, escutem [58:01] Instrutor: quando um chega a autorealização, ainda existe o eu ainda existe se tem eliminado algumas partes dele, alguns agregados diz o mestre que para liberar partes do ser que são necessárias para a autorealização mas diz o mestre nesses termos que o verdadeiro processo da morte psicológica ou seja, de fundo de raiz, se dá na segunda montanha depois de estar autorealizado quando o Cristo se tornou homem em uma pessoa se torna o Hércules e faz os doze trabalhos [58:43] Instrutor: de Hércules onde ele desce a cada um de esses infernos a limpa-los. Aí é quando se eliminam as cabeças da legião. As cabeças, a raiz do ego. Mas um chega autorrealizado e continua tendo eu. Por isso é que o mestre diz, na época do mestre Samael, houve muitos autorrealizados. Muitos mestres. Mas esses maestros autorrealizados se equivocaram, porque seguiam tendo eu. Entende? E não trabalharam em eliminar o eu O mestre recomenda [59:24] Instrutor: Se uma pessoa quer triunfar em sua obra espiritual Tente avançar o mais rápido que puder No trabalho psicológico Eliminando a maior parte da legião Para que quando chegue a esses grandes processos Que logrem a autorealização Sejam capazes de se manter Nessa direção para o ser Por isso o mestre diz Quando um iniciado consegue a autorealização, é quando tem mais perigo de perder-se. Por quê? Porque se não eliminar o eu, se torna um Hanan Musen. Se não eliminar uma boa porção do eu, ele se torna um Hanan Musen, se entende? [1:00:06] Instrutor: E ao ter um centro de gravidade duplo, isso já é um demônio. Então, tem mais perigo de perder-se. Por isso é que, neste processo que nós temos que fazer, de zero pollito, como se diria de zero que estamos nós, bem, nós não podemos generalizar, mas que comece um estudante gnóstico de zero a autorealização ele deve esforçar-se muito por tentar eliminar a maior parte de agregados psicológicos que pode para que quando chegue a esses níveis não se desvie do caminho, como aconteceu na época do mestre Samael [1:00:45] Instrutor: Isso também nos explica o mestre Tawil, a raiz de todos os seus problemas foi que não se havia trabalhado sobre a morte do eu. Se havia trabalhado na alquimia, no sacrifício, mas não na morte do eu. Isso ficou claro? Seguimos com o segundo? Eu sei que alguns tem cara de, como se diz, aburridos. [1:01:09] Participante: Eu gostaria, no pouco que mais ou menos interpreto, das respostas que deram, apesar de que também, certo, é muito importante que a essas respostas lhes dêem uma dada superior. Eu considero que se nós temos estudado, temos dedicado um tempo a estudar o que é a autorealização, dar uma resposta, como dizer que a autorealização é o caminho de volta ao ser, está bem, é uma resposta, mas é muito básica para uma pessoa que está fazendo um curso e que fizemos um estudo considerado, não sei se vocês consideram, um pouco mais amplo do que é a autorealização para que a resposta seja tão básica. [1:02:12] Participante: Não sei, desculpem que eu lhes diga isso, mas nós aspiramos que as respostas que haja aí pois tenham já um nível, uma oitava, que se vocês venham aqui, porque esse dia que perguntamos que é a autorealização, vale o que eu disse, pois esse é o caminho de volta a ser, é quando nos integramos com o Pai, e esse é o nível básico, se repõe que de aí, mais o estudo, mais o estudo em grupo, que eu diria que a resposta que se vai dar [1:02:49] Participante: tivesse uma amplitude, uma profundidade que amerita que se veja a reflexão que se tem sobre a resposta. Não sei se estou fazendo entender, entende-me? Fernando, eu acho que para os temas 3, 4, 5 e 6, sim se aplica o que você disse, mas o 1 e o 2, nós colocamos como que para responder, como que se está terminando o tempo. Muito bem, está bem, muito bom o que disse o Fernando, a causa do tempo, mas sem impacto, se precisa nessa resposta, que agora em diante, os questionários que nos faltam, impreendem essa octava, de lo que se ha vindo a explicar, [1:03:49] Participante: porque essa é a oitava que nós temos que levar não podemos ir com uma oitava e irmos com a mesma oitava se vai dar o tema qual é a autorealização? é a integração com o ser e o que mais você vai falar? que eu amo a mesma me dá para entender a ideia é que possamos dar uma oitava para a gente também que uma pessoa, depois de uma primeira câmara e um jovem um jovem, um jovem pode se aproximar mais da profundidade que tem a autorealização, porque é como um poema muito lindo, [1:04:30] Participante: mas se não tem um sentido de dentro, não se enamora. Entende? Claro que não. Bom, eu vou... [1:04:42] Instrutor: Primeiro, por que é necessário mudar a forma de aprender? Levantem a mão quem quiser responder. [1:04:55] Participante: Para poder fazer consciência do ensinamento. [1:05:00] Instrutor: Para poder fazer consciência do ensinamento. Ah, da ensinança. Está bem. Aleph. [1:05:10] Participante: Para não vivenciar o que aprendemos. Vivenciar a ensinança. [1:05:18] Instrutor: Ah, já, já, já, que com esse precisar quedou perdida, porque para nós precisar é outra coisa, já, está bem, quem mais levantou a mão? A ver, Arthur. [1:05:32] Participante: Porque a noz necessita ser assimilada pela consciência. [1:05:37] Instrutor: Porque a noz necessita ser assimilada pela consciência. A ver, quem mais levantou a mão? Fernando. [1:05:43] Participante: Porque se não mudamos a maneira de aprender, tudo o que aprendemos continua sendo conceitos, dogmas e não consciência. Porque nossa forma de aprender não serve para aprender, não aprendemos nada com nossa forma de aprender. O que você quer que eu faça para mudar a sua forma de pensar, sentir e atuar? Você quer que eu faça para mudar a sua forma de pensar, sentir e atuar? [1:06:50] Participante: Se muda a forma de aprender, muda a forma de pensar, sentir e atuar, é isso? Está bem. [1:07:04] Instrutor: Vamos ver, uma mulher, uma mulher, uma mulher. Vamos ver, eu fiz. [1:07:11] Participante: Sim, nós devemos aprender uma ciência. Fazer uma ciência. Bom. Nós devemos aprender uma ciência. O que diz o professor? Bom, nesse tema, o aspecto fundamental onde se deve enfocar a ensinança é o processo com o qual nós recebemos a ensinança, recebemos o aprendizado. [1:07:50] Participante: Então, esse processo de aprender está na transformação das impressões. [1:07:58] Instrutor: e tudo o que vocês disseram é assim nós precisamos mudar nossa forma de aprender porque a forma que temos de aprender é memórica nos deixa o conhecimento da gnosis, da vida das coisas que vemos somente no intelecto e nós se queremos viver o conhecimento gnóstico, temos que levar a consciência, fazer consciência, isso é importante segundo quem é o que aprende [1:08:36] Participante: certo? [1:08:39] Instrutor: o que deve aprender é a essência ela é a que vem fazer o aprendizagem e para que ela aprenda ela tem que aprender através de que esse conhecimento chegue à consciência da pessoa por isso se fala que há alguns requisitos para quando um vem à classe à aula à classe que é deixar passiva a personalidade, deixar passiva os centros, deixar passiva a mente para que seja a consciência a que captura o conhecimento [1:09:12] Instrutor: e não os egos intelectuais, os egos sabiosos, os egos orgulhosos os que se aproveitam desse conhecimento se entendeu? se entendeu? por aqui, sim? Terceiro, o que é a consciência? A essência que aprendeu. [1:09:43] Participante: A ver, Aleph. É o que se aprende com a prática. [1:09:48] Instrutor: É o que se aprende com a prática. Está bem. Fernando. [1:09:54] Participante: Esse resultado de uma compreensão extraída dos eventos da vida são impressões, ou seja, a experiência objetiva do Criado. [1:10:30] Instrutor: A ver, então, Fabiano e depois Eduardo. Eu digo Eduardo e me digo Fabiano. Fabiano. Ah, Fabiano. Fabiano. A última frase é de espaço. A ver. Tá bem. E tu? [1:11:01] Participante: Sim, sim, sim. Sim. E... Carlos, dois? A experiência direta de lo real. A experiência direta de lo real. E Emerson? A experiência objetiva de lo real. A experiência objetiva de lo real. Como que não lhe pergunto? [1:11:29] —: Que é a rota? [1:11:31] Participante: Eu não sei. Ah, Francisco, a verdadeira faculdade de Francisco A essência desperta e inactiva A essência desperta e inactiva Ok, o que você disse, professor? [1:11:58] Participante: A resposta está bastante boa, porque a ideia era que se compreendesse que a essência em nós é algo que assimila, é como uma esponja que quando se coloca no meio e absorve, tudo o que absorve e se leva à compreensão e que se transforma em consciência se transforma nela a essência traduzida nisso é consciência isso é muito importante ter em conta porque [1:12:40] Participante: da única maneira que nós vamos fazer um mudança radical e racional verdadeiramente racional é que haja consciência haja experiência da ensinança que estamos recebendo não somente da informação A ensinança que a vida nos entrega de momento em momento, de instante em instante, então, isso é isso. [1:13:10] Instrutor: Por que não vivemos grande parte da Gnosis? Por que não a vivemos? Esperem, eu quero ver que participem os que não participaram. Quem não participou, tem que participar hoje. Levantem a mão quem não participou, em poucas palavras. quem? [1:13:29] Participante: a ver, fala [1:13:45] Instrutor: a ver se entendi você disse que falou muito rápido mas não importa porque nós a maioria desse conhecimento deixamos na mente e por isso não falamos [1:13:59] Participante: Porque nós temos muitos conselhos, dogmas, não aceitamos a informação, porque também não sabemos cavar e ouvir. [1:14:11] Instrutor: Muito bem. Outro que não participou, é o Fabrício. Você não participou? Hoje não. [1:14:24] Participante: Porque não compreendemos a necessidade. Por que não descobrimos a necessidade de que a pobre morra em si mesmo? [1:14:49] Instrutor: Por que não descobrimos a necessidade de que a pobre morra em si mesmo? Quem mais de quem não participou levantou a mão? você não participou, Eloisa [1:14:59] Participante: porque não fazemos consciência do que aprendemos [1:15:06] Instrutor: porque não fazemos consciência do que aprendemos eu acho que isso ficou claro, certo? então, os que não participaram, participam na próxima pergunta já, em que vamos? através ou como entra o conhecimento em nós através de que ou como entra o conhecimento em nós ai se não levantam a mão [1:15:34] Participante: a ver [1:15:36] Instrutor: Juliano através das impressões isso já com essa já se acabou a participação [1:15:46] Participante: a ver [1:15:48] Instrutor: então [1:15:49] Participante: Eu coloquei nós, o grupo colocou, através das impressões e cinco sentidos. [1:16:03] Instrutor: Claro, as impressões ingressam através dos cinco sentidos e através desses cinco sentidos que ingressa o conhecimento. Porque o conhecimento ingressa através do que vemos, do que ouvimos, depende do tipo de conhecimento. E isso está bem. Claro, se nós fizéssemos um desenho, aqui estão os cinco sentidos, certo? [1:16:50] Instrutor: Entendem? Aqui está o mundo exterior. Entendem? E aqui está o centro intelectual. Centro intelectual. E na metade do centro intelectual está a consciência. Ou o átomo do pai. Então ele faz esse processo. O mundo exterior entra através dos cinco sentidos em forma de quê? de impressões, que chegam ao centro intelectual, se a pessoa está [1:17:29] Instrutor: localizada, o que acontece? A que parte do centro intelectual chegam? Aonde? Se a pessoa está localizada, entra a alimentar de uma vez o átomo do Padre, a consciência, se essa consciência. Se não está localizada, onde se Onde fica? Aqui, não? Na memória, etc. [1:18:10] Instrutor: Mas o que é o aprendizado dessa experiência? A memória dos eventos, das impressões que recolheram os cinco sentidos ao descer na montanha russa. [1:18:45] Participante: Está consciente, porém, o que ele tem? Alineação de todos os centros. Estão todos os centros conectados à consciência. Porém, a impressão, a consciência, ubica essa impressão, ou essa impressão chega à consciência que tem a pessoa. [1:19:05] Instrutor: Mas o que ele está dizendo é que, por exemplo, se você vai a uma montanha russa e tem a sensação de que baixa, e o estômago lhe doer, Ele diz que isso não entra através dos cinco sentidos, mas sim [1:19:18] Participante: Claro, claro, mas olha Está boa a sua pergunta, porque de todas maneiras, olha As impressões que ingressam através dos sentidos Elas as ordena ou as organiza a mente [1:19:43] Participante: Se chega ao centro emocional, essa impressão se torna uma sensação dentro da pessoa, e essa sensação imediatamente é levada à mente. Por isso a pessoa, através dessa sensação, pode formar muitos conceitos. Ui, se sente medo Mas isso é para homens Não é para homens E imediatamente Essa sensação de medo [1:20:24] Participante: Ele liga com um conceito Me produz medo Mas é para homens E já isso Então a pessoa depois Se torna uma pessoa que Aproveita Essa sensação de medo E pratica esportes extremos e é um eu já? se entende? isso nós temos que explicar mais amplamente [1:20:51] Instrutor: claro, e com relação a isso, quando colocamos centro intelectual, vocês sabem que o mestre ele sim põe a mente que é onde ingressam as impressões mas esse exemplo nós o damos no aspecto de quando nós nos sentamos a ler, nos sentamos a estudar porque é disso que estamos Estamos falando com relação ao processo de aprendizagem. Já. Está boa a inquietude. Em que devemos transformar o conhecimento que entra em nós? Em consciência, que nos leva à vivência. O que você ia dizer, Aleph? [1:21:28] Participante: Em atos. [1:21:29] Instrutor: Em atos, claro. Mas para chegar aos atos? Olha, aí surgiu uma pergunta que me pareceu muito interessante. Dizia que se você pudesse viver uma prática e de tanto praticá-la, se fazia consciência. Era mais ou menos assim, Daniel? A pergunta, você se lembra dessa tarde? Então eu lhes explicava que muitas vezes a gente ingressa uma informação no centro intelectual e fica na memória. Mas essa impressão vai impregnada de uma emoção. [1:22:08] Instrutor: Por exemplo, quando o mestre entregou os dez exercícios de transmutação E diz a um, veja, se você faz esses dez exercícios por três anos Você é uma pessoa regenerada, um ser humano Regenerado, totalmente Se faz todos os dias, por três anos Então, na pessoa há um conceito que fica na memória E há uma emoção que o motiva a fazer Mas por que depois de um mês não o segue fazendo? porque não o fez consciência, não o compreendeu. Se esse conhecimento, esse conceito que ele tem e essa emoção que surgiu no momento, [1:22:50] Instrutor: o levaria à reflexão e à meditação, teria uma continuidade de propósitos total. Porque quando um conhecimento se faz consciência, faz parte da vida da pessoa. É como, vou dar um exemplo de um conhecimento convertido em consciência. Quando vocês eram pequenos, vocês colocaram o dedo na chama? [1:23:12] Participante: Sim. Vocês doíam? Sim. [1:23:14] Instrutor: Certo? [1:23:15] Participante: Eu não coloquei o dedo na chama. Eu coloquei. Eu coloquei. [1:23:21] Instrutor: Bom, bom. Então, é um exemplo. É um exemplo. Esse garoto de três anos que ainda tem sua consciência alerta, vai e coloca o dedo na chama, ele sabe que doí. Nunca mais o faz, porque faz parte da sua vida, se entende? Mas já um conceito o leva a fazer algo por um tempo e se cansar Chega outro conceito e diz, este está melhor, eu melhor faço este Porque não é consciência dentro dele Talvez o exemplo não foi muito bom [1:23:58] Participante: Se chega à consciência através da mudança ou através da meditação? [1:24:08] Instrutor: Boa pergunta. O mestre diz que meditar e reflexionar em todo conhecimento que se recebe. Isso não quer dizer que nós deixemos de praticar porque não temos feito consciência. Ah, então eu não vou fazer os exercícios de transmutação porque até que não faça consciência. Não, porque lembrem-se que quando um, por exemplo, no caso da transmutação, quando um transmuta, se libera uma energia, no caso dos solteiros, vai construir a força da vontade, no caso dos casados, vai criar os corpos solares, no caso dos solteiros, vai gerar a força da vontade. [1:24:48] Instrutor: e uma consciência que alimenta o nível de consciência livre que a pessoa tem, que a põe em movimento ou seja, que isso ajuda bastante que em um momento dado, você chegue à compreensão mas sim ou sim, a pessoa tem que reflexionar e meditar sobre esse conhecimento porque por isso eu lhes digo, você faz os exercícios você sente que transmuta você se sente bem no dia e passam os dias e você não deixa de fazer porque você não fez consciência disso [1:25:16] Participante: mas esse sentido não é só uma consciência mas é que quando um conhecimento [1:25:24] Instrutor: se faz consciência existe a vontade para fazê-lo estou errada se um conhecimento é consciência faz parte de um como é? [1:25:36] Participante: há uma forma de um poder médio e de um grau de consciência que tem um é o aspecto da sensibilidade outro é o aspecto da vontade Agora, o mestre explica que a vontade e a consciência são inerentes, não pode haver vontade sem consciência. Então, o que acontece é que se uma pessoa tem consciência de algo, essa consciência tem esse aspecto da vontade, [1:26:11] Participante: há vontade, por isso o mestre no livro da psicologia revolucionária fala que Moisés liberou essa vontade pois encarnou essa consciência que tinha, através dessa vontade poderia ordenar a natureza, os elementos e eles obedeciam, então isso é muito importante Chega verdadeiramente à consciência, ao conhecimento, o convierte em consciência. [1:26:42] Instrutor: Há uma continuidade propósita. Há voluntade para ser. Porque é que faz parte já da pessoa, se convierte em uma necessidade. [1:26:52] Participante: Exato. [1:26:53] Instrutor: É algo que a pessoa necessita. Por exemplo, por que um não elimina um eu? Vocês entendem que têm ira, que têm impaciência, os que têm impaciência. Alguns do salão têm impaciência? Sim. Por que você não adivinha a impaciência? Por quê? Porque você sabe que a impaciência faz mal. Entendem isso? Entendem mais ou menos como funciona a impaciência em vocês? Que cara lhes faz fazer, o que lhes faz sentir? Isso vocês entendem, certo? Entendem as consequências que isso gera? [1:27:34] Instrutor: Entendem mais ou menos de onde se originou? Alguns não o estudaram nesse nível Você pode chegar ao nível que estuda Até compreender qual foi o origem desse eu E não o pode eliminar Porque não sente a necessidade de eliminá-lo Porque a necessidade de eliminar um eu Surge quando há compreensão do eu Não sei se me entende E isso não se pode dar se a pessoa não está Reflexionando e meditando nesse eu isso que você entende do eu tem que reflexionar e meditar para que dentro de você se genere essa necessidade de eliminar o eu [1:28:15] Instrutor: se entende? seguro? isso é compreensão a necessidade de fazer algo [1:28:23] Participante: por exemplo, o vício do público as pessoas, às vezes, encontram vontade de deixar isso do lado mas enquanto eu não faço consciência ela pode contar que eu não é [1:28:34] Instrutor: Por isso o mestre diz que você não pode eliminar o ego sem uma crise emocional. Porque quando você sente a necessidade de eliminar isso, é porque sente um profundo arrependimento por esse ato. Você entende? E essas são as crises que se necessitam. Por isso o mestre diz que nada pode ser eliminado se não hérbea 100 graus. Se é assim. E esses 100 graus que são as crises emocionais que você tem. E na parte alquímica é um trabalho de comunicação, até aí porque vamos sair para outro lado. [1:29:09] Participante: Por isso o mestre ensina que nós devemos criar voluntade, certo? Sim. Mas além de criar, da consciência que temos do que devemos fazer, A voluntade não é uma força que vai te chegar de nada, como um presente, que você abriu uma bebida e, ui, voluntade, não, é algo que você tem que criar através da consciência que há, consciência igual a voluntade, a voluntade, se não... [1:29:54] Instrutor: Em que livro é que explica isso o mestre, o mensagem de Natal, onde fala da Iniciación, não é? Ou é o que tem na carátula do Tarot? De 1999. Aí o mestre diz isso. Irmão gnóstico, se você quer medir o grau de consciência que tem, mede o grau de vontade que tem, porque a vontade é inerente à consciência. Então, se você não tem voluntades, esse é o grau de despertar de consciência que você tem. Já, deixemos esse ponto até aí, eu acho que ficou claro. Porque se põe monótono a questão. [1:30:35] Participante: Vamos trabalhar especificamente no psicoanálise, vamos trabalhar isso. [1:30:40] Instrutor: Em que íamos? [1:30:42] Participante: Objetivizemos a questão de aprendizagem. [1:30:44] Instrutor: Em que íamos? Ser. Ai, que estou olhando para o outro lado. Já, em que se convierte um conhecimento que não chega a ser consciência? [1:30:57] Participante: Em que? [1:31:00] Instrutor: Em fanatismo, em teoria. [1:31:04] Participante: Em intelectualismo, em normas, em conceitos, na parásquese, em uma força luciférica. [1:31:14] Instrutor: Também, porque quando esse conhecimento involucra em você, você se torna uma força luciférica que alimenta o eu. Também está bem. As duas respostas estão bem. Que área tem o cérebro ou centro intelectual e explique cada uma dessas funções. Ana, a resposta do ponto 8, por favor. [1:31:56] Participante: Entendeu? [1:32:02] Instrutor: Intelectual O que foi que ele disse no intelectual? [1:32:08] Participante: Intelectual Que aprende [1:32:11] Instrutor: Aprende [1:32:11] Participante: Reflexão [1:32:17] Instrutor: E emocional que compreende [1:32:22] Participante: É bem importante O termo aprender Não se pode publicar na parte intelectual, porque aprender é tomar, pegar, levar, aprender, no caso que estamos estudando, é a parte conscientiva de ser. Então, parte intelectual, conceito. [1:32:49] Instrutor: Memória. Memória. [1:32:51] Participante: Memória, memória articular. Qual é a qualidade natural de entendimento, doutora? [1:32:59] Instrutor: Sua qualidade natural é entender [1:33:01] Participante: Entender A qualidade que tem sempre o intelectual Em geral é o entendimento Só entender Só entender E isso é o que nos confunde Um pensa que entende, assimila como compreensão [1:33:17] Instrutor: Ah, já compreendi Mas não é compreensão Porque a compreensão surge na necessidade de fazer [1:33:22] Participante: Já? [1:33:23] Instrutor: Já? [1:33:23] Participante: A parte emocional é a que está mais próxima à consciência, e seu aspecto interessante é que quando chega o conhecimento a essa área, se produz o interesse de viver e por isso o aproxima à consciência, ao átomo quando chega aí você tem essas crises emocionais [1:34:05] Participante: para pensar não me conta crises emocionais [1:34:07] Instrutor: não, porque isso é da parte da eliminação do eu e estamos falando [1:34:11] Participante: de crises emocionais estamos falando de ingresso de conhecimento de impressões [1:34:19] Instrutor: isso eu dei como exemplo de outra coisa [1:34:22] Participante: por isso olha, uma coisa essa ensinança está focada em que? [1:34:30] Instrutor: em aprendizado [1:34:31] Participante: já já o outro que tem que ver com crise, isso já tem que ver com especialmente a morte psicológica ubiquemos isso para não já, segue A parte motriz do centro intelectual, simplesmente, essa área é o uso de razoamento. [1:35:11] Participante: A qualidade que tem o centro intelectual é o razoamento. uma de duas, subjetivo se o toma o ego ou objetivo se o faz um comportamento [1:35:21] Instrutor: é a razão [1:35:21] Participante: é, não mais [1:35:23] Instrutor: é que, olha, vocês estão enredados no sentido de que um pensa que um para passar de aqui a cá tem que fazer como escalera [1:35:37] Participante: como que [1:35:39] Instrutor: área intelectual área motriz área emocional A consciência. E não é assim. Esta área simplesmente é a função ou o funcionalismo, o mecanismo próprio do centro intelectual, que é o razoamento, é o mecanismo. Entendem? O que nós queremos que vocês entendam é que para chegar aqui à consciência, tem que reflexionar e meditar. Fácil ou difícil? Assim está fácil, certo? Segura? [1:36:22] Instrutor: E se você quer que o conhecimento entre direto Sem passar por nenhum lado Simplesmente tem que ter os centros passivos A mente passiva A personalidade passiva Para que isso chegue direto lá [1:36:36] Participante: Recomendação Não misture a ensinança das três mentes Com esta Esta é esta Três mentes, aparte Já? Olha, outra recomendação Nós Isso acontece com a maioria De instrutores, um por querer Enriquecer mais o tema Então começa A investigar E então começa a adicionar Aspectos Que tem uma relação Mas que não vão dentro do objetivo Do tema [1:37:16] Participante: então, processo de aprendizagem depois ele mete as três mentes se vai enredar se vai embarazar e vai ter muitos filhos [1:37:26] Instrutor: que nós embarazamos gravidez [1:37:31] Participante: então vai ter muitos filhos que vão fazer muitos conceitos muitas teorias e vão embarazar mais pessoas processo de aprendizagem centro intelectual não mais [1:37:43] Instrutor: não saiam daí [1:37:45] Participante: entende? Ah, concreto! Capiche? Toda a informação que nos chega à consciência ou ao ego de uma forma ou de outra é gravada na memória, não é? Repita em mais uma vez. Hoje temos um processador lento. Toda a informação que nos chega, seja a consciência ou ao ego, se registra na memória, de um jeito ou de outro, correto? [1:38:18] Participante: Muitas vezes pode ser que eu não me lembre, mas por uma consciência faço, não tem como. De novo, por favor. Faço por uma consciência. Claro, é que a consciência e a memória não tem nada a ver. Há coisas que uma pessoa tem consciência e tem memória. Há outras que tem consciência, mas não tem memória. [1:38:58] Instrutor: Então, a seguinte pergunta. Já me perdi até as perguntas. Quais são os requisitos para fazer um verdadeiro aprendizagem? Primeiro, sim, porque se me põe a perguntar, isso vai ficar todo enredado. Primeiro, ter a personalidade, segundo, ter os centros, terceiro, quarto, quinto, meditação, certo? [1:39:37] Instrutor: E para alcançar todos esses passos, de onde vai? Da ubicação, porque se não, não se pode fazer nada, já? Estão com os centros passivos, a mente passiva, a personalidade passiva? E o ego amarrado? Segura? Como que eu duvido. E a reflexão consciente? Enrique, porque ele está aí todo dia. [1:40:23] Participante: está bem, quem tem outra [1:40:28] Instrutor: resposta? Marcele [1:40:30] Participante: a impressão que a personalidade não atua não quer ver o processamento da impressão sem a atuação da personalidade está bem, eu entendo a ver, espera Dizem que é quando uma impressão chega direto à consciência, sem o passo pela personalidade. Isso é o que dizem? Sem interferência. Sem interferência na personalidade. [1:41:13] Instrutor: E isso pode ser reflexão. [1:41:17] Participante: Mas a reflexão em si é a chegada da luz à nossa consciência. [1:41:32] Instrutor: Nós queremos estudar. Se entende? Se entende o que se diz? [1:41:39] Participante: chega à luz do ser da nossa consciência e através dessa luz que se reflete da nossa consciência a dirigimos a qualquer parte escura da nossa parte psicológica para podê-la estudar analisar para ter [1:41:57] Instrutor: como se diz por se não ficou claro para algum físico, ou o que se expressa no corpo físico, as ações, certo? [1:42:09] Participante: sim [1:42:09] Instrutor: Bom, o que se expressa no corpo astral? Os desejos, as emoções, sim? O que se expressa no corpo mental? [1:42:19] Participante: Os pensamentos. [1:42:20] Instrutor: Os pensamentos, bom, até aí. Então, quando um tem as ações do seu corpo físico, a ação que está fazendo tem relação com o que um pensa, com o que um sente, É dizer, está aqui, não está pensando em que, ai, minha abuelita, onde estará? Abuelita não se diz aqui com razão, então me viraram assim. Minha abuelita, como se chama? Abuelita, sua abuelita, onde estará? Pobrecita. Está pensando em outra coisa, mas está em classe, não tem relação. [1:43:01] Instrutor: As emoções, as ações, em um só propósito, aqui, se entende? Então se forma um canal através do qual baixa a luz do ser à consciência, porque a luz é uma característica do ser, a consciência, e a consciência atua como um espelho, espelho, como um espelho, E o que ela faz com essa luz? Ela a reflete, ou seja, ela a manda para outro lugar. [1:43:42] Instrutor: Esse lugar pode, no caso do processo de aprendizagem, é uma ensinança que estamos estudando. Você entende? [1:43:53] Participante: Sim. [1:43:59] Instrutor: Certo? Como resposta, recebemos algo que se chama compreensão. [1:44:04] Participante: Aí entra também, aí no caso é um ensinamento, mas também pode entrar uma impressão, algo que o outro disse, fez, que daí eu vou tirar desse momento uma luz, vou emitir uma luz. [1:44:31] Instrutor: Já vai, já vai, já vai, já entendi. Você entende isso? Sim. Quando você faz esse processo de reflexão, volta à compreensão dessa ensinança. Extraímos a compreensão dessa ensinança. Você entende? Certeza? [1:44:48] Participante: Sim. [1:44:48] Instrutor: Se a mente está de um lado, se eu estou pensando em uma coisa, por isso você tem razão, Marcelo, no que eu disse, mas tem que aclará-lo bem. Se a mente está de um lado, as emoções estão em outro, e as ações em outro lado, ou seja, está fazendo uma coisa pensando em outra e as emoções em outro lado, então não se forma o canal e a luz nunca baixa. Você entende? Certeza? [1:45:15] Participante: Agora sim. [1:45:16] Instrutor: O processo de aprendizagem. Parênteses. Você entendeu? Ou eu volto a fazer parênteses. Não é do tema. Você entendeu? Não é. Não, é que é uma pergunta que ela me fez. Ou para estudar um eu Se entende? E o que regressa é a compreensão desse evento Ou a compreensão desse eu [1:45:56] Instrutor: Então aqui podemos colocar Uma ensinança Bom, aí vocês não vão entender nada Porque isso está no espaço Ego Certo? Para que me entendam Ou pode ser uma impressão Um evento O que se estuda através dessa reflexão Se entendeu? Sim [1:46:35] Instrutor: Qual é o objetivo desta ensinança? Qual é o objetivo deste tema do processo de aprendizagem? Fazer consciência do que se aprende. Me faltou uma pergunta. Claro, a reflexão não se pode fazer se um não está ubicado. Porque a alineação é a alineação de mente, emoção e ação. Essa é a alineação, estar aqui e agora. [1:47:16] Instrutor: E agora, como dizem vocês. Você entende? Bom, faltou alguma pergunta, não? [1:47:24] Participante: Quando há conhecimento acumulado como memória, o que devemos fazer? [1:47:34] Instrutor: reflexionar e meditar para que ela se convierta em consciência fim da história qual é o objetivo deste tema? aprender, aprender levar o conhecimento realmente a consciência lograr encarnar a Gnosis por uma vivência e não seguir com o intelecto cheio de teorias, conceitos ideias, etc nos vemos em 10 minutos São as 10h46, nos vemos às 10h56 [1:48:08] Instrutor: Às 10h48, então nos vemos às 11h