Curso Assoprovida e Juventude

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Igreja Gnóstica Cristã Universal Samael Aun Weor

20 de janeiro — Sessão 2

20 de janeiro de 2010 · 126 min
Data
20 de janeiro de 2010
Duração
126 minutos
Locutores
Instrutor (67min) · 24 participantes
Síntese da Aula

Abertura (trecho literal): “Vocabulario da Assoprovida. Vamos chamar a lista. Fernando, Filipe, Francisco, Juliano, Enrique, Joao, Julia, Lucas, Luciana, Marcel, Mayana, Murilo, Nayé, Pablo, Patrícia, Paula, Rafael, Renato, Tarcísio, Tiago, Wagner, Yam, Aleph, Gabriela, Mila, Marlene, Yame, Eloísa, Estefany Ana Gregorio…”

Síntese editorial em curadoria pelo agente acervo-gnostic. O conteúdo completo está na aba Transcrição.

Temas
  • Meditação
  • Despertar da consciência
Transcriçãoclique no tempo para ouvir · Instrutor / Participante

Vocabulario da Assoprovida.

InstrutorVamos chamar a lista. Fernando, Filipe, Francisco, Juliano, Enrique, Joao, Julia, Lucas, Luciana, Marcel, Mayana, Murilo,

ParticipanteNayé, Pablo, Patrícia, Paula, Rafael, Renato, Tarcísio, Tiago, Wagner, Yam, Aleph, Gabriela, Mila, Marlene, Yame, Eloísa,

InstrutorEstefany Ana Gregorio Maria Romero Laice Laice Bom, então, nos falta uma parte do trabalho de psicoanálise que é os campos

de manifestação ontem havíamos deixado uma tarefa com relação inclusive a isso por favor, uma dama que encienda o fogo

Não, mas ontem terminamos com esse tema, terminamos com as cinco condições para o ingresso da era de Aquário, certo? Mas como falávamos ontem, uma coisa era a desintegração dos defeitos, outra a negação de si mesmo, e que a negação de si mesmo tinha a ver com o trabalho que se faz com a falsa personalidade, Havíamos deixado uma tarefa

Que cada quem Fiz um planteamento De como considera Primeiro, o que é a personalidade Como se trabalha sobre ela A fizeram, certo? Por manifestação Diz-me Campos, se entende campos?

ParticipanteSim

InstrutorO que entendem vocês por campo?

ParticipanteÁrea

InstrutorManifestação Manifestação Eu não posso com essa na sala, eu, mas... algum dia.

ParticipanteO que? O que?

InstrutorDesculpe-me? Desculpe-me?

ParticipanteEntão, eu preciso de outro varão que me ajude, sim. Vamos correr, então. Lá com fogo. Aí, vamos correr.

InstrutorAí como ela tem de contraste, se vê? Todos? Se vê? Se vê?

Bom, então, essa tarefa, vamos começar a trabalhar sobre ela, já que dentro do que vem sendo, estamos falando psicologia, que era a psicologia, desde a psicologia gnóstica, Ou seja, a psicologia revolucionária, e damos a definição, qual é? É o estudo dos princípios, leis e fatos que estão intimamente relacionados com o mudamento radical e definitivo do indivíduo.

Então, resulta que se passamos da ação da psicologia revolucionária, entramos no psicoanálise, como sua palavra o indica, é uma palavra composta, análise da psique, psique, análise, análise da psique, psique ou psique,

ParticipanteÉ um termo grego que se dá à essência, ao alvo, psique, análise da psique, normal, isso vocês conhecem há algum tempo, já há bastante tempo

InstrutorEntão, resulta que para nós analisarmos ou fazer o psicoanálise, precisamos conhecer os campos ou áreas de manifestação que tem o ego. Já que o ego, onde tem sua raiz? Não, em onde, escutem, como se diz a pergunta?

Em onde se encontra a raiz do ego? Correto, em la psique. A raiz do ego está em la psique. Vamos anotar porque vejo caras raras. Vejo caras exquisitas

ParticipanteRaiz do ego

InstrutorRaiz do eu Se é eu, eu A raiz do eu Se encontra na psique E além disso Encontramos os campos de manifestação Este faz uma parte, a psique Encontramos campos de manifestação

onde ele se expressa, se alimenta, muito sábio. Então, dentro desses campos, temos a personalidade.

ParticipanteComo se diz personalidade? Personalidade. Como se diz personalidade?

InstrutorA personalidade. Personalidade. A personalidade. Personalidade. Sim, sim, mas eu não vou pedir aí Bom, sim, já Outro campo de manifestação São os sentidos Como se diz sentidos? Senchidos Acerto que aqui vocês usam a SH Não? Não, a T, mas se pronuncia CH Senchidos Já, temos os

Centros Centros e normal, certo? Centros E se pronuncia igual Centros Temos outro Que é a mente E temos outro Que não vai caber aqui Mas vamos colocar depois Vamos trabalhar esses quatro Depois colocamos São cinco campos de manifestação Cinco áreas A primeira que precisamos entrar a trabalhar é esta Então vamos desenvolver A oficina

Com vocês Acerca da personalidade Começamos Uma vítima Como se diz vítima? Víctima

ParticipanteQuem anotou a personalidade? Quem anotou? Por quê?

InstrutorQuem anotou a tarefa no quaderno? Vamos trabalhar com a direção do quaderno Quem anotou? A falsa personalidade é um conjunto de defeitos que alimenta os defeitos que temos.

É uma coisa que tem que ser agressiva, agressiva.

ParticipanteÉ um conjunto de defeitos agregados psicológicos. A ver o que mais Que manipula a nossa personalidade

InstrutorQue manipula a nossa personalidade Isso é triste É a falsa personalidade

ParticipanteÉ a personalidade Já Já, pronto, está bem Veículo de expressão Vamos por aqui Quem tem anotado a Anicuara? Paula

InstrutorJá, é que eu estou muito lento Muito lento Em aprendizagem de vossos nomes

Participanteantes de seguir vamos acertar os outros

Instrutorsem necessidade de que se acomodem a ubicação não precisa de uma pose em específico a ubicação não precisa

Participantede uma postura em específico A falsa personalidade é a impressão que temos de nós mesmos. Elas se fundamentam em conceitos e teorias que recebemos desde a infância e se tornaram parte de nós, o que nos faz ter uma imagem e consideração de nós mesmos.

ou escrevessem. Por quê?

InstrutorPorque vocês reflexionam ontem e hoje de repente o que conseguiram ontem não me vão dizer exatamente hoje o que reflexionaram ontem. Não sei se me fazem entender. Vocês podem variar muito as opiniões de acordo com o que escutam. Mas quando um escreve alto, algo, o registra. E depois pode evaluar o que depois fazemos na oficina para ter uma melhor compreensão. importante, quando se diz a tarefa eu pensei que me haviam entendido de pronto foi erro meu que não especifiquei isso mas vários se descreveram a ver, Thiago

Participanteo segundo Thiago a falsa personalidade é o livro de expressão que eu disse que nos liga aos nossos corretores na nossa falsa imagem de seguida bem, está bom quem nos descreveu por aqui? Emerson A vestimenta de uma pessoa é internamente multada ou é por causa dela? Já, da vestimenta, já, perfeito. A ver, irmã, né? Ligação de si mesmo com o trabalho sobre qual profissionalidade, porque através dela percebe-se, manifesta-se e dela se alimenta. Ligar a si mesmo e ligar o pessoal.

Já, bem, a ver, Alexandre, o que você quer dizer? O formato que nós precisamos é estruturamento, formação e educação. Quem mais desviou por aqui? A ver, Tiffany. Está bem, Stephanie. É uma vontade, uma forma de levar os termos a entender o que está por trás dos seus psicólogos. É como se fosse a tela do computador, as informações estão dentro, mas a tela é o que os mostra.

Então, a meta será a necessidade do leitor de se alimentar, de se justificar, mas quando ele sabe a ordem do Senhor, ele vai ser a sua própria sugestão. Já, bem, bem. Quem é que veio por aqui? Aê, vai lá. São as preocupações, as vaidades, os sonhos, etc. E toda essa dificuldade que não permite que possamos ver e sentir a verdade. se dá como um eclipse do sol, quando nascemos nossa essência brilha, a partir do momento

em que a nossa personalidade avança, nossa essência fica indivídua de brilhar. Vamos colocar todos atenção no que Gabriela está dizendo e no que cada um está dizendo. É um corpo energético, vivo de expressão do ego. O que é criado é criado em falsos conceitos e distorção da realidade.

Luciana? Sim. A falsa personalidade é um elemento natural criado nos nossos conceitos, complexos, populações e ritualismos, formados através do tempo, pela sociedade e família. É o veículo que leva a nossa participação de testar, se alimentando do fundamento de nossa memória, do tempo de nossa vida.

A nossa personalidade é uma forma equivocada de se viver e ver a vida. Uma forma errada de se ver e achar que somos. Expresso de nossos efeitos psicológicos, pois ver fundamenta o que nos expressava. Acha compreendente. É uma máscara que copia a forma de ser de outras personalidades e se fundamenta no medo de ser desinteressante ou individual.

InstrutorPerfeito, pronto, comecemos a trabalhar, a personalidade, o venerável mestre Sama, ele nos diz que é um veículo, um veículo energético de expressão, Bom, veículo energético é pressão, isso é importante ter em conta, se nós analisarmos isso, vamos poder entender melhor qual é a posição de nós frente à personalidade, A personalidade, primeira pergunta A personalidade é necessária?

O que dizem aí? Sim Segura?

ParticipanteSim Posso falar? Sim, sim, fala, fala Para se expressar nesse mundo visto Tem que ter personalidade Porque só falta de falar, de andar, de viver Isso faz parte da personalidade Diferente da falsa personalidade que a gente conhece Ou seja, que vocês

InstrutorAceptariam que poderia existir uma personalidade boa e uma personalidade ruim? Sim ou não? Sim! Levantem a mão os que dizem que não pode existir uma personalidade boa nem ruim.

ParticipanteAh, nem uma das duas. Sim, entenda-me a pergunta. Não, nem uma das duas.

InstrutorJá, pronto. Então, analisemos a personalidade, a personalidade de que se conforma, de que se forma a personalidade, como se construi, como nasce este veículo de hábitos. Como nasce um hábito em uma pessoa? É que hábito e costumbre são sinônimos Como nasce um hábito ou uma costumbre em uma pessoa? Por um exemplo E esse exemplo o que é? Impressão

Isso é o primeiro que precisamos ter em conta Este veículo energético Se forma através de Como se diz? Impressão

ParticipanteOIS OIS OIS Impressões Impressões

InstrutorImpressões Impressões Nós já fizemos um estudo profundo de que as impressões que são energia Lembrem-se disso Energia Energia, as impressões são energia, por isso esse veículo é energético, é atômico.

Diz nosso amado, venerável mestre Lakshmi, que essa personalidade está composta de memória,

Participantede que mais? De tempo, que mais? Átomos e energia.

InstrutorListo, perfeito, se nós analisarmos esse veículo que tem memória, que tem tempo, que tem átomos, que tem energia, em nós, em cada um de nós, em que se sintetiza?

Participantecorra e veja vamos lá as chuvas as chuvas as ruas

Instrutorpronto então, cuidado que isso é muito fácil de desconcentrar temos memoria, tempo, átomos energia, em nós como isso se vê refletido

Participantecomo isso se expressa

Instrutorjá, vamos bem, o que mais?

ParticipanteO que mais? Se nós analisarmos isso, o mestre Samael entrega no capítulo da personalidade um conceito muito interessante que nos vai ajudar a isso.

InstrutorEstá quase a última. Mire, Paula, faz-me a favor de me ler este párrafo. Vamos a pôr muita atenção

a este párrafo, de aqui a cá. Atentos, atentos.

ParticipanteSão fundamentais, né? Que desde o próprio deve ser atendido.

InstrutorNão, não, este é o mesmo. Já? Graças. Obrigado. Então, aqui diz que a educação fundamental ensina que desde o nosso próprio jardim da infância devem ser atendidos de forma muito especial cada um desses aspectos, da personalidade, da forma de pensar, da forma de sentir e da forma de atuar. porque em si, o que é a personalidade de uma pessoa?

É a forma de pensar que ela tem, é a forma que ela tem de sentir e é a forma que ela tem de atuar. É a forma que nós temos de pensar, os conceitos que nós temos depositados na memória com os quais fazemos ou realizamos o exercício do raciocínio em nós mesmos.

Exemplo, se nós, desde crianças, nos ensinam que uma planta não tem valor, O filho, em sua forma de pensar, vê a planta como nada, ou seja, para ele a planta é como uma coisa, é algo inerte Ele tem um conceito totalmente desligado da realidade e esse conceito que ele tem da planta, esse conceito é o veículo Com o qual joias que há dentro desse menino

Podem se expressar do seu mundo subconsciente Como exemplo, a crueldade Atentos ao que vou dizer Diz o mestre Samael Que há muitos joias, eros dentro de nós Que não se podem manifestar na parte física ou no pensamento, ou na emoção, porque não tem veículo para expressar-se, não tem.

Então, por isso o mestre, ele invita que um, ao realizar já um estudo, através da meditação profunda, entre em seu mundo psicológico para que conheça aspectos que a pessoa considera que não tem. Dizem, por exemplo, doncellas, se entende doncella? Uma mulher muito respeitável, muito isso, dizem, pode ter em sua psique, joel de prostituição, joel de roubo, um homem bem, como se diz, um cavaleiro, bem encorbatado, muito bem apresentado,

Em sua psíquica pode ter alguns egos, egos assassinos, egos violadores, etc. Mas, como na formação que ele teve desde pequeno, os conceitos que ingressaram em sua forma de pensar, os sentimentos que surgiram dentro de sua forma de sentir, as ações, as costumbras que ele adquiriu, não existem para que esses eu's de crueldade,

esses eu's de borracho, esses eu's se possam expressar. Por quê? Porque não têm um veículo. Não sei se me capturam a ideia do que estou lhes planteando, ou do que plantea o mestre.

ParticipanteA ver, padre.

InstrutorCorreto, correto. Uma pessoa que tem, ponha-lhe cuidado o que o mestre Samael Planteal diz, se na atualidade, se na atualidade, trazéssemos um romano, romano, entendem romano, de essa cultura romana, na atualidade, ele seria tratado como um delinquente e iria parar na cárcel. Se entende cárcel? Barrotes. Quarto com barrotes. Cárcel. Por quê?

Ele diz, porque, por exemplo, os romanos, os soldados romanos, nessa época, eles, por exemplo, gostavam de uma mulher e iam e a tomavam e faziam o que queriam com ela. E não eram castigados. Não eram castigados por isso. me faço entender mas se essa personalidade do romano a trazéssemos aqui seria tratado como um delinquente me faço entender por isso o mestre Samael diz a personalidade nasce em seu tempo

e morre em seu tempo nasce em seu tempo e morre em seu tempo e dependendo de onde nasce a criança, o ambiente que o rodeia, pois assim vai ser a forma de pensar, a forma de sentir e a forma de fazer, de atuar. Então, isso é supremamente importante. Por quê?

Porque nós, para trabalhar sobre nossa falsa personalidade, Temos que trabalhar de todas aquelas impressões que se formaram de 0 a 7 anos E que diz o mestre, de 0 a 7 anos se forma a personalidade e depois se fortalece, se robustece com os anos Então, se a pessoa se dá a tarefa de trabalhar, tempo, qual tempo? O de esta existência

ParticipanteDiz-me O agregado psicológico

InstrutorEnquanto não tem um veículo, pode produzir em uma pessoa um estado, mas não pode, de certa maneira, levar a pessoa a fazê-lo. Então, é muito interessante isso, por quê? Porque muitos dos comportamentos, os pensamentos que nós temos, estão sob esta estrutura. As capacidades e incapacidades que nós temos estão em nossa estrutura

Por que o mestre lhe chama de falsa personalidade? Levantem a mão, eu vou dando a palavra Tiffany ou Stephanie?

ParticipanteO que mais dizem?

InstrutorA Enrique

ParticipanteO que dizem, Enrique? Já Já, por que mais? A ver

Isso já é outro fenômeno

InstrutorMuito distinto, não vamos misturar não vamos misturar, vamos ver o que mais diz, você, você

Participanteo único real é o ser, é tudo abaixo da mente, daquela dimensão que é falso tem uma forma que não condiz a grande realidade

Instrutorfácil, simplesmente, o que se planteia, por que o chamam de falsa personalidade? porque está fundamentada em conceitos falsos, mas falsos por quê? Porque não estão sujeitos à realidade da vida Não estão sujeitos à realidade da existência desse ser humano Não corresponde, por isso é falso É falso isso Porque a pessoa, imagine Desde pequeno lhe estão dizendo a um

Lhe estão impregnando como informação Você tem que ser alguém na vida Você tem que se preparar Você tem que estudar E como diz o mestre Samael O colocam em um colégio E nem sequer lhe perguntaram se queria estudar Simplesmente o colocaram lá O formaram E lhe disseram Você tem que ser alguém na vida E esse alguém na vida Tem um marco Que já estudamos Uns dias anteriores Ontem, depois ontem

Qual é? O ter as coisas materiais, exatamente, então, se nós analisarmos a personalidade dentro de nós, são esses conceitos que nós temos, por exemplo, da vida, os conceitos que nós temos, como disseram alguns de vocês, de nós mesmos.

ParticipanteAle se tivesse esse exemplo do soldado romano em sua época que tomava as mulheres e que era normal isso muitas vezes passou em primeira câmara se falar para as pessoas que a atualidade não está buena sintam esses exemplos mas na antiguidade Acontecia essas coisas Hoje em dia já não Se a pessoa quiser Claro Claro

InstrutorO que acontece é que na atualidade Há um disfraz De que Um disfraz Você entende o que é disfraz? Há dentro de nossa sociedade Uma imagem Olha, coloque aqui Uma imagem que nos vendem a nós do que é a sociedade e os sistemas trabalhar é bom e isso é real mas eles o colocam em um estándar que você tem que passar por um estudo que você tem que passar por uma capacitação que você tem que passar por uma quantidade

de coisas para exercer isso

Participanterangos

Instrutorstatus

Participanteessa imagem que a sociedade impõe para nós ela muda conforme a geração em que a gente vai nascendo

Instrutorclaro, porque se nós analisamos a imagem do sistema que há na atualidade e analisamos com o sistema do Império Romano quando degenerou e das antigas culturas quando degeneraram é exatamente igual, o único que é pior

É pior, porque na antiguidade, na antiguidade, pelo menos as pessoas, dentro de certos aspectos, ainda tinham um certo aproximamento aos valores, mas na atualidade, nada, totalmente materializado, totalmente degenerado. Olha, diz o mestre no livro do Divino Daimon, saber falar é regenerar, saber comer é regenerar, saber andar é regenerar, saber fazer é regenerar. O que isso quer dizer? Que uma pessoa, na atualidade, por exemplo, nós temos

Costumbras Formas de fazer, por exemplo, comida Que não são nada boas para o corpo Eu digo uma para que Vamos nos sintonizar com isso

ParticipanteQual? Bom

InstrutorComer doce depois de comer algo salado, isso destrói, vai matando o pâncreas. Mescla de açúcar e sal mata. Aqui será que não sofrem, você diz, por exemplo, na Argentina, no Chile, Há uma grande maioria de pessoas que sofrem de diabetes, açúcar elevado na sangue. Sabe por quê? Por essa costumbre.

Essa costumbre, em outras partes, em outros países, não a tem tão acentuada como, por exemplo, Argentina, Chile, e aqui sempre há postrecitos, menos o café. Por exemplo, em Colômbia, em Colômbia, a nós, desde pequenos, desde que nós estamos criança, bem pequenos, é café negro, na manhã, meia-manhã, depois do almoço, por aí às três da tarde, às cinco da tarde, às sete da tarde e o último para acostar-se, Umas seis ou sete cafés no dia.

Então, se vocês olharem, por exemplo, Venezuela e Colômbia têm sérios problemas de hígado. Porque as coisas que comem... Mas, vejam, parem, parem aí que há carro. Porque não estamos falando de como comer. Estamos colocando um exemplo de como as formas que, na atualidade, nos injetaram, fazem com que nós tenhamos comportamentos, pensamentos, sentimentos netamente degenerados.

O café não trouxeram?

ParticipanteSim. Tudo depois dessa idade.

InstrutorRepita essa última parte porque...

ParticipantePor exemplo, em 12 anos, alguém vê que uma das coisas se reflete. E você vê que não é para ela. E você muda de alguma maneira. É sorte ou é falsa?

InstrutorSimplesmente que, veja, a falsa personalidade são impressões, certo? Em nós, podem ser convertidas em um conceito. Se a pessoa, por exemplo, começa a ter certos chispazos de consciência, diz, eu não me sinto como fazendo isto, por mais que, é estranho, há pessoas que nascem em hogares muito violentos, demasiado violentos, mas o sentimento que têm, o sentimento que têm, não, como que não, eles não acompanham essa violência, não estão de acordo, ou seja,

dizem, não, mas por que agora sim, não sei se me fazem entender, Por os valores que traz a essência Então, isso leva a pessoa a esse conceito, de certa maneira, não exercê-lo Ou seja, esse conceito morre aí Morre Por quê? Porque, de certa maneira, as impressões que conformam a nossa personalidade Poderíamos dizer assim Não estão tão cristalizadas como os eu's que temos de umas 60 existências atrás Não sei se me fazem entender É mais débil sua estrutura

As impressões são mais fáceis de desarmar Por isso diz o mestre O mestre Lakshmi Que se uma pessoa se dedicasse Poderia eliminar a personalidade Bastante rápido E ele fala isso em aspectos bem definidos Por exemplo, como o orgulho A vanidade A autoconsideração

A ira, e como aspectos que na personalidade reina, o orgulho, a imagem que a pessoa tem de si mesma, convertida, já seja em um conceito onde ele diz que eu não sou ninguém, sou um tonto, sou um bruto, Para isso eu sou até feio Ninguém me quer Ou seja, como se chama isso? Isso se chama Complejo de inferioridade Isso é orgulho

Orgulho espantosamente grande E há outros Que sempre nascem dizendo Ai, não Você sim que é bonito Bonito, você entende? Ai, este menino Sim, é belo Esses olhos velhos, esse cabelo velho Tudo velho Como é de inteligente Como você é melhor que seu primito Você entende, primo? Você é melhor que seu irmão Você é mais boa que tal coisa Por isso o mestre Samael diz aqui, neste livro

Que o pior que você pode fazer a um filho É compará-lo com outro Vocês alguma vez não os compararam? Sim Você tem irmãos, Henrique? Não os compararam com seus irmãos? Olha esse fraco de Henrique Como se diz fraco em português? Magro Esse Henrique sim é magro Em vez de seu irmão Pedro, é mais gordo Tem algum irmão que se chame Pedro? Outro apóstolo Outro apóstolo

Então, se me faz entender, isso é o que acontece, esses conceitos em nós alimentam isso. Outro aspecto, a vanidade, tanto em nós, os homens, como nas mulheres. Então, o homem aí, se criaram essa imagem de que era belo, então isso que não se põe no cabelo, Que não se faz na cara E se sente Se sente, caminha Sua forma de caminhar E ao lado disso se levanta o mando de Joes Quando vai crescendo

Joes, como se lhe diz? Dom Juan Se entende de Juan? Não, esse é outro Dom Juan Se entende de Dom Juan? Conquistador Então é esse que anda com a camisa aqui pele no peito, e então olha as mulheres assim com uma olhada, se põe perfume selva negra,

se põe loção, paixão salvagem, então ele através disso robustece uma quantidade de é que traz existências anteriores e através disso se expressa a lucúria, se alimenta se alimenta uma quantidade de coisas e se não, se lhe formaram a de patito feo então patito feo pato feo aqui pato é pato pato se lhe formaram essa imagem na atualidade até solteiro

se entende solteiro?

Participantesim

InstrutorPorque ele considera que não é merecedor da olhada ou da companhia de uma mulher Quem de vocês antes de entrar na danosia era tímido? E agora são umas... A timidez é um dos defeitos que eu lhes digo

o deixa sem trabalho, o deixa sem amigos, o deixa sem namoradas, é um fraude esse efeito psicológico, um fraude, não serve, então o que me interessa de contar a vocês todo esse tipo de coisas, de que nos demos conta de que se nós viajamos através do tempo, em nossa existência atual existência atual fazemos um análise da existência atual

e dos conceitos que nós formamos vocês tiram um quadro vamos fazer essa prática vamos fazer isso seria interessante e você vai notar que conceitos tem de si mesmo

ParticipanteListo?

InstrutorIsso vai ficar mais bom No quaderno que tem Vão escrever Com absoluta sinceridade Transparentes como o água Vão escrever Que conceitos Têm de si mesmo Não, não Como eu sei que isso Tendriam que llenar Uns mil quadernos e estará no monastério uns dois anos, então escrevam uns 10 conceitos que tenham de si mesmos.

Vamos fazer isso, mas vamos fazer isso bem, vamos fazer isso com consciência, Vamos fazer isso com o propósito de aproveitar isso para tirar o fruto de conhecermos algo mais. Depois lhes digo se passam ou não passam. Para colocar o picante, a emoção a isso. Vamos ubicar-nos cada um.

E com absoluta sinceridade, vamos escrever 10 conceitos que temos de si mesmos. Agora, já, neste instante, nesta realidade absoluta, ponto matemático da existência, aqui.

ParticipanteAbsoluta sinceridade

InstrutorVamos Maria Que não os dê vergonha Vergonha Se entende vergonha?

ParticipanteVergonha

InstrutorOjalá lo hagan en una hojita que podamos desprender Hagamos una cosa No le pongan nombre No le pongan nombre No le pongan su nombre

ParticipanteYa

InstrutorEscriban diez conceptos de cada uno

ParticipanteNo

InstrutorDiez conceptos que tu tengas De si mismo Para entregar Ahora vamos a cambiar la dinamica Com um objetivo, que não tenha nome Que não tenha nome Eu me dou conta por a letra Listo? A ver Escutare Escutere Escutere Escutere Vamos fazer isso bem Eu lhes digo que sejam sinceros Por isso eu lhes digo

Que não vão escrever seu nome Para que quando leamos os conceitos Então podemos analisar o que temos dentro, mas sem que a pessoa se sinta descoberta, porque isso pertence à sua privacidade. Mas sim, muito sinceramente.

ParticipanteA pessoa percebia os dias que nós percebemos que mais nos atrapalham.

InstrutorSim, sim, os que você mais percebe que mais te perjudicaram na existência. Que te perjudicam no dia a dia de viver. que te tem solteiro, que te tem sem amigos, que te tem sem trabalho, que os tem desde Isso aqui é divertido. Átomos, energia.

Eu vou dar... Porque se não manejamos com o tempo, vai ser tarde. São exatamente cinco para... Quatro para as... Quatro. E dez. Quantos conceitos colocaste? Dez.

Não são... Não são... As sete cabeças da legião. Porque se não me escreve 7 e me escreve 3 agregados de alguma outra cabeça. Não, conceitos. Que diga a você, eu pensum de si mesmo que sou muito bonito. Uma coisa assim, um conceito que você tenha de si mesmo. Que eu sou muito inteligente, por isso tenho tal carreira, não sei.

ParticipanteJá acabou? Muévalo, muévalo, em vez de estar riéndose

InstrutorComo?

ParticipanteVocê sabe Hace rato

InstrutorNão, muchachos, essa dinâmica A gente já fez há tempo Com vários grupos, então, façam Eu vou narrando Concentre-se Para que depois eu lhe narre 10. Que podem ser Bons e maus Podem ser bons e maus Você diz, não, eu considero que Eu pensum em si mesmo que sou uma pessoa muito capaz de fazer qualquer coisa.

Bem, eu não sou mau, eu considero que se eu não tivesse a nariz assim torcida como a tenho, seria um top model. Não sei, uma coisa assim, claro, mais profunda. Não vão escrever uma coisa aí como burlesca, simplesmente por fazer a dinâmica. algo sério, para que funcione a coisa, para que funcione a dinâmica

Participantejá terminaste Arlet?

Instrutorjá terminaram? rápido, rapazes, eles têm três minutos

Participantetem que colocar dez como? eu não consegui achar dez alguém que me traduz eu não consegui

Instrutortu não conseguiste

Participantecolocar dez 10 conceitos

Instrutornão, pois os que alcancem porque temos um santo aqui

Participantenão, tranquilo

Instrutornão se preocupe, estou molestando estou bromeando

Participantemas o que?

Instrutor10 é fácil imagina se fizéssemos um estudo sério a isso e a ideia é fazer o sério, 10 pronto Henrique?

Participanteestá pensando?

InstrutorEstou colocando as folhas aqui, eu não olho as folhas para depois não olhar a cara.

ParticipanteEntão, para que não se nos saiba a dinâmica das mãos,

Instrutora dinâmica das mãos vamos buscar a ubicação porque olha só falta que se lhe dê rendas sueltas certos aspectos psicológicos e ao invés de estar fazendo uma classe responsável vamos estar armando algo que não corresponde na antecâmara me entendem? isso é difícil de controlar, tranquilos vamos ver Eu vou tirando por aqui Aqui está Diz Inteligente

Bonita Flaca Tímida Impaciente Vamos por aqui Diz De querer fazer sempre melhor que outros Bom, aqui já podemos Denotar coisas interessantes O que é o que o impulsa a ser melhor um do que o outro? Bom de de de ter sempre a razão ah, bem, pronto, seguimos

Participanteolha, de

Instrutoro que diz? não de não aceitar a opinião de outros com o que diz aqui? vamos continuar com outra, diz 10 conceitos medo em o momento de dar palestra preguiça é assim, não, eu preciso de alguém que conheça, vem aqui Paula o que diz aqui, veja essa preguiça

Participantede ser organizada

Instrutoro que é preguiça? ah, preguiça de ser organizada, o que mais diz aqui?

Participantegulosa gulosa causada por ansiedade

Instrutorbom, gulosa causada por ansiedade o que corresponde a isso? A gula, certo? E que conceito tendrá a pessoa que a pessoa sente? Ela pensa que através de comer, ela tem o conceito que através de comer pode calmar-se. Já? Listo, a ver, o que mais?

ParticipanteMimada. Mimada. Tem em espanhol?

InstrutorAh, mimada.

ParticipanteSim.

InstrutorConsentida.

ParticipanteQuando não sai do jeito que quero, fico irritado.

InstrutorIsso sim, não entendo. O que diz aí?

ParticipanteQuando não sai algo do jeito que espera, se irrita.

InstrutorAh, já. Isso a que corresponde?

ParticipanteIra.

InstrutorMas em especial da ira, a que eu?

ParticipanteA eu.

InstrutorA impaciência. Então, vejam. Isso é interessante. Aqui o que diz?

ParticipanteMente muito fantasiosa.

InstrutorBom, isso não é um conceito que tem de si mesmo É um descobrimento que tem, que é muito fantástico

ParticipanteComplexo de inferioridade

InstrutorMas não anoto qual Quem? Por favor, para que não...

ParticipanteInsegura Insegura

InstrutorO que é o que a gente faz inseguro?

ParticipanteO medo

InstrutorO medo O medo o que é? O medo é uma força, o medo é uma força, é um estado psicológico, é um estado, mas se nós analisarmos, esse estado psicológico se expressa através de um conceito, por exemplo,

ParticipanteEsse é um conceito

InstrutorFracassar

ParticipantePor quê?

InstrutorPorque ele de pronto Viu uma pessoa fracassar Ou lhe ensinaram que essas coisas Que faz vão ao fracasso

ParticipanteClaro

InstrutorA mim por exemplo Me diziam de criança Isso para que pinta? Para que pinta quadros? Se isso é um trabalho para vagos

ParticipanteVagabundos

Instrutorpintar então, se me façam entender esse conceito em um já depois um diz, mas para que pinto? se isso é para vagos, não sei se me façam entender a ver, pronto vamos seguir por aqui este, este ah? sim, sim, para poder que saiam de todos aí

Participantea ver conceito, incapacidade e muitas coisas acho que não posso realizar Acho que não posso...

InstrutorQue não pode realizar. Mas se vejam, analisemos uma coisa. Se nos pedem conceitos de si mesmos, não efeitos dos conceitos que temos. Um efeito qual é? A falta de capacidade para fazer tal coisa. Mas o conceito que tem, que impede de realizar... Incapacidade. Não, não. A incapacidade é a limitação que você tem. Mas qual é o conceito, o sentimento?

que te impede, para que está dirigida a incapacidade, para aprender, para se aproximar de outra pessoa, para estudar, para aprender, para não sei o que mais, muitas coisas podem surgir daí, ou seja, vejamos como inclusive nós estudamos a nós mesmos a objetividade que temos ao denominar algo que pensamos de si mesmos, Não sei se me fazem entender, você pode dizer, não, eu sou tímido, mas tímido para quê? Em que situação? Em que evento? Qual é o pensamento, o conceito, a teoria que você tem para ser tímido?

ParticipanteE dividir a timidez não é um intuito.

InstrutorBom, há pessoas que são tímidas para falar em público, mas são umas feras para conquistar. Atenção, a mim me interessa que vocês estejam tirando conclusões e apontando para que assim possamos enfocar o que é o estudo da falsa personalidade, mas em uma ação. a ver

Participanteconceito egocentrismo cetrismo acham achem muitas coisas e fatos sempre estou certa

Instrutorisso é muito generalizado porque em nós o egocentrismo é o conjunto do Joyce mas em que? qual é o conceito egocentrista que você tem? Não é que eu me creio a última coca-cola do deserto, eu me creio essa coca-cola. Que está bem fria. Se me faz entender, a esse é o ponto que vamos. Está mal feito o exercício, pelo menos nesta pessoa. Malo. Que se escute que está malo. Vamos com este, três.

Não é que agora se vai sentir mal a pessoa, se vai chorando no banho. A ver, vamos

Participantea ubicar e seguir. É que isso é muito chistoso. Eu tenho uma tendência de culpar outras pessoas.

InstrutorBom, esse conceito analise, escutemos. Vamos a ubicar-nos senão não vamos aprender. Assim, rindo, não vamos aprender. Eu sei que é difícil mas vamos a concentrar-nos nisso. Esse conceito já se aproxima mais do que estamos pedindo. Por quê? Porque a pessoa já tem nesse conceito uma forma de atuar, com interesses, com objetivos precisos. Podem ser econômicos, podem ser sexuais, podem ser de informação. Por exemplo, com o instrutor,

e tal coisa, mas venha, sinta-se aqui é amável com o instrutor, mas para poder meter o pendrive em seu computador e sacar a informação não se riam disso mas vejam, isso isso, isso já se aproxima mais do que estamos buscando

Participantetem uma tendência de culpar outras pessoas Ocupar outras pessoas. Ocupar. Ocupar. Ah, já.

InstrutorEntão, bom, aí também, se nós analisamos, também se acerca ao que nós buscamos. Porque se a pessoa vai mais além, encontra que ele justifica muitos dos seus erros na ação dos outros. Ou seja, ele faz a culpa e diz, ah, olha, porque Antônio sempre se passa rindo, é que a mim me passa isso. Ah, e é que como Henrique sempre se levanta na manhã e acende a luz, por isso é que eu não posso descansar bem.

Se me faz entender, ele tem a tendência a culpar outros, esse é o conceito. Bom, essa já se aproxima, se aproxima. A ver, que outra?

ParticipanteEu tenho medo de muitas coisas Como medo de escuro

InstrutorDe escuridão Sim Medo de escuro Isso já é uma ação, não? Medo da escuridão

ParticipanteDiz aqui

InstrutorImpaciente

ParticipanteImpaciente, tímida Sou companheira Um pouco preguiçosa

InstrutorJá Não se acerque Porque não está definindo O que em si O leva a ter timidez Ou inseguridade

ParticipanteSuperior intelectualmente A ver Rico Rico

InstrutorRico Rico

ParticipanteTiene muita plata

InstrutorAnalisemos isto Analisemos o seguinte O primeiro que diz aí, superior intelectualmente. Bom, essa já é uma definição concreta do que ele pensa de si mesmo, certo? Concreta, superior. Mas haveria que ver como sustenta ele essa teoria, o conceito. Ou seja, é muito sintético em si, como para fazer um análise mais profundo. Vamos ver, outro.

ParticipanteAlgumas mulheres me acham charmosa. O que? E acho um charmoso

InstrutorO que diz?

ParticipanteCharmoso, bonito

InstrutorOu seja, mas não, vejam Se não, não seguimos com a dinâmica Vocês se emocionam muito Estão desperdiçando Muita energia

ParticipanteVamos ver

InstrutorBem, o mesmo Está concreto, mas haveria que Explicar em si Qual é o conceito e o leva a assegurar que é bonita, porque ele pode dizer que as mulheres lhe dizem que é bonita, mas de repente por compaixão, claro, compaixão, elas lhe dizem, ou seja, é bem feio, mas elas lhe dizem, você é bonita para levar-lhe a caridade.

ParticipanteUm dos poucos que vai ao êxodo.

InstrutorEu já vejo que vocês aproveitaram para fazer brincadeira, porque esse conceito está colocado especialmente para sabotear essa dinâmica. Não vamos continuar fazendo mais. Não, não vamos deixar até aí. Sabe por quê? Porque, então, aí se dá conta que a pessoa em si não está tomando isso em sério.

Vejam como é a psicologia de exata e particular. O que ele quis dizer com isso? Ah, então, simplesmente danificar a dinâmica pensando que ia ser uma broma muito chistosa colocar isso Eu não estava pedindo bromas Eu acho que vocês me entenderam a ideia do que nós estamos buscando Ou seja, em nós há muito pouca objetividade de estudo para essa estrutura que se chama personalidade.

Se me faço entender, porque alguns dizem tímido, mas em que teoria, que conceitos você tem de si mesmo que te faz sentir timidez, ou seja, insegurança, por exemplo, frente a outra pessoa do sexo oposto ou frente a um grupo de pessoas quando lhes vai falar, qual é a teoria que você tem? Claro, porque, vejam, se nós falamos, falamos, analisamos o estado interior como emoção, sentimento, sentimento,

o sentimento é essa sensação de insegurança, essa emoção, mas essa emoção tem uma teoria, que é o conceito que tem essa personalidade.

ParticipanteO que ele quis dizer?

InstrutorMas quando eu falava de conceito, ele estava explicando isso.

ParticipanteVamos falar quem quer falar? Falar, é.

InstrutorComo, como? Não, não, não. Por quê? Eu volto e digo, repito, não quero que repitamos isso, porque se a pessoa escreveu isso, não o fez com boa intenção.

ParticipanteNão, mas aí... O que você quer é ouvir o rumo.

InstrutorMas vejam, não é necessário, vejam, atendam a isto, atendam a isto, simplesmente o que nos interessa deste exercício é poder nos dar conta de que objetividade temos nós ao estudar os conceitos e as teorias em que está sustentada a nossa personalidade, isso é o único que me interessa. Se nós continuarmos lendo, as risas, o estado interior, vai continuar sendo muito desequilibrado no salão. Porque inclusive até um se impregna disso, é muito difícil manejá-lo. Entendem-me?

Seja indiferentemente que se a pessoa escreveu ou não escreveu. Mas, no entanto, eu digo, esse termo que escreveu aí, tem seu trasfondo Então, não se preocupe por isso, nem a pessoa que escreveu isso se preocupe por isso Não se vá se sentir mal por isso Mas sim é muito importante que vocês possam entender o que eu estou falando acerca da personalidade E como é que o estudo que se tem que fazer

Porque, vejam, vocês já ouviram falar que o mestre Lakshmi diz que Quando ele entrou na Gnosis, uma das primeiras coisas que ele fez foi Queimar todas as fotografias que ele tinha Vocês já ouviram isso? Bom, se nós analisarmos, que razão de ser tem essa ação? Que objetivo tem essa ação?

ParticipanteA ver, Patrícia Claro O que mais? O que mais diz, Rafael? Com relação a esse assunto Mas eu creio que todos nós Nos baseamos na questão de que a personalidade É o que pensamos Então, o que foi escrito É o que pensamos Sobre nós

Tá bem? Tranquilo, tranquilo Tranquilo A ver, já passou isso é uma forma, eu acho, de viver com o mundo de deixar de viver o passado de se recordar ali claro, claro

Instrutorpara que lhe queira declarar, Rafael eu acho que depois do que nós falamos sobre o éxodo e as condições para o éxodo tem que ser uma pessoa muito ousada por isso eu digo eu vejo aí a mal intenção do conceito Não vou explicar mais disso e espero que me entendam. Finish him. Não mais quero falar disso, mas me responda, Rafael, para que vocês não sintam, não sintam os demais,

que como que se está sendo imparcial dentro da atividade que estamos fazendo. Não. O objetivo se cumpriu. Já? Então, é muito importante isso, porque o que o mestre, nesse momento, compreendeu é que a memória que nós adquirimos, por exemplo, nesta existência,

que está ligada a isso que é a personalidade, se a personalidade é energética, em uma foto que fica impregnada, energia, que é o desenho daquilo que nesse momento capturou, Vocês já ouviram, bem, aqui no Brasil isso é muito feito, fazem bruxaria com as fotos, bruxaria, fechiceria, e fazem com uma foto, por quê? Porque a foto tem impregnada essa impressão dessa pessoa A assinatura dessa pessoa

Por exemplo, uma foto do mestre A foto do mestre, o que fica gravado nessa foto? A assinatura astral dessa pessoa Então, imagine-se você guardando as fotos De quando você tinha o cabelo largo, que era roqueiro E isso, cada vez que a pessoa as vê de novo, ou que outras pessoas as veem, alimentam, alimentam esse aspecto.

ParticipanteAs pessoas que veem fotos começam a chorar, começam a...

InstrutorVocês por que creem que um morto, quando se morre um morto, quando se morre uma pessoa, por que creem que há pessoas que oram, que rezam, que têm uma foto do morto, e lhes colocam uma vela, rezam todos os dias, falam com essa foto da pessoa, e chega um momento em que a personalidade do morto se alimenta e chega até a casa

Participantechega até a casa claro, ou seja, olha

Instrutorpara não inventar porque como isso não o explicou o mestre ou seja, profundizando nisso eu não vou me colocar a inventar mas o que sim temos claro é que em uma foto fica gravada a assinatura astral da pessoa e por isso, quando as outras pessoas veem essa foto falam, é como se essa foto fosse não sei, como uma entrada a esse aspecto, a essa personalidade não inventemos, não inventemos

simplesmente isso tem uma relação com a personalidade da pessoa, a energia da pessoa, por isso a uma pessoa lhe fazem magia negra com uma foto, lhe diz o bruxo, lhe diz o bruxo, como se diz? bruxo, lhe diz, traga-me uma foto da pessoa e com isso até a matam, por quê? terá sua razão de ser, mas se analisarmos desde o que nos interessa a nós, do psicoanálise, as fotos, as imagens da pessoa,

é como parte dessa memória dele, onde isso atrai a pessoa, essas emoções que naquele momento tinha, certo? Essas ações que a pessoa fazia e alimenta isso, se entende? Não vamos dar mais voltas para avançar Mas por isso é que o mestre Pegou todas as fotos e as queimou

ParticipanteÉ muito distinto

InstrutorSabe por quê? É muito distinto Porque uma foto de um mestre O que se expressa aí É a imagem De essa parte física De esse ser Não sei se me fazem entender Vou colocar outro exemplo que nos vai ajudar mais a compreender Uma vez a maestra Luz Alba A levaram para uma convivência Por lá em certa parte E então Onde a foram alojar

Onde ela ia descansar Era o quarto De uma das filhas da senhora que a convidou e esse quarto daquela filha tinha afiches de cantantes de rock tinha, bom e deixaram a maestra e eu sinto vergonha ajena quando ouço essa anécdota, e resulta que disse a maestra que esses afiches desses cantantes de música rock esses desenhos são portas Que se abrem na quarta dimensão

E entram por aí E saem por aí As entidades De laver Então vamos dando como a ideia O que é uma imagem Então A queimar com todas as suas fotos Vamos fazer uma grande oguera

ParticipanteOlha, isso é o pior

InstrutorQue na atualidade a gente faz Eu não sei porque, isso do Facebook, de tudo isso, onde você coloca fotos de você, é um erro muito grande. Facebook, onde você coloca suas fotos, nada, mas não vamos discutir disso. A concentração, me entendem? Então, dentro de nós também há imagens, dentro de nós também há imagens, em nossa memória de si mesmos

e que estão registradas na memória de si mesmos. Por isso diz o mestre que nós não devemos falar do que fomos. Ah, eu fui cantor de música rock, eu fiz isso, isso. Isso nós não deveríamos fazer. O mestre Lagniel diz que ele precisava, para dar certas ensinanças,

narrar aspectos da falsa personalidade que ele teve para dar ensinanças, como exemplos. Mas você não deve falar do que foi, porque isso imediatamente alimenta essa falsa personalidade de nós.

ParticipanteDiga-me. Não entendo você, a chuva não me deixa te ouvir, preciso que me fale duro e preciso que todos nos concentremos.

InstrutorOlha, há uma divulgação espantosa e isso faz com que se rompa entre nós a comunicação.

ParticipanteA pergunta é a seguinte, se alguém vai debater uma experiência que vive no Brasil, é algo que eu tenho que ensinar, como uma experiência, uma experiência com a natureza, como ensinar, como ensinar, como ensinar?

Instrutoraspectos psicológicos dentro de um que não lhe convém, como a egolatria, a mitomania, coisas assim. Olha, o mestre Samael, olha a inteligência destes seres. Vocês leem o livro Logos Mantra Anteúrgia, e ele fala e diz, João, encontrando-se, não sei, nos mundos internos, invocou ao Espírito Santo, João, E então, o Espírito Santo se apresentou como um anciano venerável e tal, uma experiência tremenda.

Sabe quem era esse João? O Maestro Samael. Mas esse ser, como eu disse, esses seres são tão inteligentes, tão conscientes, que ele, nessas condições, quando escreveu o livro, preferia colocar, não colocar-se ele de exemplo. Depois escreveu o mesmo, mas porque já em ele estava somente ele. Não sei se me faz entender. Então, assim é que nós vamos compreendendo. Por isso diz o mestre Samael, no livro Introdução à Gnosis,

Não há coisa mais feia, não há coisa mais horrível que falar de si mesmo. E ele diz várias coisas aí, ele diz, falar de si mesmo, lhe acarrea a pessoa ondas de envidia, envidia, lhe acarrea. Quando você se põe a dizer, olha, não, o que acontece é que eu, eu viajei por muitos países, eu fiz tal coisa, eu fiz tal outra, imediatamente as pessoas que o estão escutando assim, conscientemente, não o estão fazendo, lhe estão emanando

ondas de envidia e danha isso danha a pessoa por isso o maestro Samael diz no livro Introdução à Gnosis inclusive ele dá uma clave diz, nós devemos aprender a falar não, eu faço ah, é que eu fiz mas dizer nós e sim diz, o termo nós é um termo universal quando você o expressa você está envolvendo a todos e todos se sentem parte disso então você se rompe com isso de que eu fiz

eu faço a mim tal coisa a mim, não sei se me faça entender Pois é que, sabe, um dos aspectos que a nós nos mantêm constantemente ligados com o ego, é estar afirmando, afirmando nossos defeitos. Me entendem a ideia? Todos a entendem? Quem a entende?

Outras épocas Tipo aquela parte genética A herança vegetal Que ela traz A parte Menor de curada

ParticipanteA memória Ainda está dentro da gente De outra época Do sexo Eu acredito que ainda esteja Aqui dentro

InstrutorA mesma memória A ver se eu te entendi, por estar olhando a dois que estavam falando lá, eu me desconcentrei. Olha, a ver se eu te entendi a ideia do que você queria dizer.

ParticipanteA personalidade não é algo que nós heredamos, ou seja, que a personalidade não se hereda,

Instrutornão vem como herança de existências anteriores. A personalidade é algo que se forma no momento em que nasce a criatura, até os sete anos e se robustece com o tempo. Você aclara mais isso? Se a pergunta ia para isso ou não?

ParticipanteÉ uma memória. Há desistir de outros tipos, de questões, imagens, imagens.

InstrutorClaro, mas então a memória que o mestre planteia aqui é a memória que temos desta existência, desta. Eu acho que muitos de vocês não devem ser tão dificultosos que um, por exemplo, fazendo uma reflexão, uma retrospecção, um estude esse tipo de comportamentos, esse tipo de exemplos que a nós nos deram desde criança. Você começa a analisar como foi que meu pai me criou Ou seja, quase que comete um erro nisso

Mas você se lembra de um filho, por exemplo, como o castigava Você se lembra como os castigava? Há filhos que, por exemplo, os castigos que lhe faziam Formaram neles certos comportamentos Em Colômbia, por exemplo, há um castigo que é que você o pegam dos pés, a criança, o menino, o pegam dos pés e o metem de cabeça na alberca com água. Então, o metem assim e o tiram. O metem assim e o tiram.

Isso é feito quando o menino está cheio de ira. Então, depois dessa remojada, o menino fica tranquilo, mas isso traz consequências terríveis, porque depois esse menino lhe coge muito medo ao água. Não sei se me fazem entender, com este exemplo o que queremos dizer a vocês é convidá-los a navegar em sua memória de o que é esta existência e comecem a conhecer de que forma vocês os formaram, que tipo de castigos,

Que tipo de coisas lhes diziam acerca da vida Que tipo de coisas lhes diziam acerca de seus semelhantes Por exemplo, de filho ou de filha Uma pessoa, uma menina Diz a mamãe Se ela teve malas experiências com os homens Diz-lhe, os homens são uns sem vergonha São uns desgraçados, são uns não sei o que E essa menina cresce com esse conceito dos homens Se me faz entender O estudo que nós temos que fazer sobre a falsa personalidade Tem que ver com isso Claro, isso

Que conceitos, na forma de pensar, temos Acerca, por exemplo, se é um homem Que conceitos foram cultivados em você Por exemplo, do que é uma mulher como te ensinaram a olhar ela, o que te ensinaram a pensar dela e você vai se dar conta que começa a conhecer uma série de aspectos que se os trabalha, se os transforma, vai poder como eu disse, não vai prestar mais esse veículo da personalidade a certos aspectos da luxúria se a pessoa começa a reflexionar, a meditar

como me formaram em torno do que é a plata, o dinheiro e começa a analisar através da memória, do tempo, fecha atrás na linha do tempo, o que me ensinaram a pensar acerca do dinheiro? E começa a encontrar uma quantidade de conceitos, de exemplos que recebeu. E se trabalha sobre esses conceitos, se trabalha sobre essa memória que tem, chega um momento em que a pessoa encontra o significado daquilo e se desliga disso.

Então, o que acontece? Elimina o conceito e o eu já não tem o conceito para reacionar na máquina humana. Veja, que a este ponto é que queríamos chegar. Vocês têm copiado isto, não? Veja, personalidade, pensamento, sentimento, ação.

Pensamento, pensamento, conceito ou conceitos, o conceito, a emoção, levam à ação. Estes conceitos se tornam o veículo, vamos colocar jantas, bumper, este conceito se torna o veículo onde o ego pode se manifestar. Por exemplo, o filho foi ensinado, desde pequeno, o exemplo que recebia do pai, era que o pai era ventilador.

Vocês veem o que faz o ventilador? Faz isso. Que o pai era ventilador na rua, porque fazia isso. E por que era ventilador na rua? Porque cruzavam as garotas, as garotas, então, ventilador. Isso o filho viu, aprendeu, depois mais grande começou a ter conceitos, ui, olha as pernas, olha tal coisa.

E daí se gerou um conceito, um sentimento e uma ação E o filho também se tornou adolescente, ventilado Mas com um defeito Não é um ventilador igual ao pai Mas esse conceito, esse sentimento que ele tem Essa ação que ele realiza Se a pessoa trabalha nesta existência e elimina esse conceito O que acontece?

O ego, o eu que vem da psique, o eu não encontra onde passear, não encontra onde sair, não encontra onde reacionar, porque o conceito, a memória que tinha, o sentimento que tinha, desapareceu. O que é um sentimento, irmãos? O mestre explica. Preciso de respostas ou deixamos até amanhã?

Uma emoção.

ParticipanteAh! Já?

InstrutorQue outra coisa dizem vocês que é um pensamento? O que é um sentimento? Fácil. Um sentimento é um pensamento refinado. Isso nos diz o mestre. O que quer dizer refinado? Um pensamento provém de uma impressão, não é? Uma suma de impressões se vai acumulando e se convierte em um sentido. Pensamento refinado.

e claro, de aí se vão se tornando joias então, o que nos interessa é que nós entendamos por que o venerável mestre Lakshmi o mestre Samael nos diz, temos que mudar a forma de pensar temos que mudar a forma de sentir temos que mudar a forma de fazer por quê? porque esse é o veículo dos joias para vinho novo

ou de novo o que quer dizer isso? que nós temos que eliminar os conceitos absolutamente todos os conceitos que cargamos na mente acerca, por exemplo da vida acerca do nosso corpo acerca da forma de comer acerca da forma de descansar sobre o que é a religião, sobre o que é estudar, sobre o que é tudo.

Ou seja, você tem que fazer uma instalação, tem que borrar seu sistema operativo, desinstalá-lo e instalar um sistema operativo que lhe sirva ao ser. Entendem esses termos de computação? Como quase todos conhecem isso, temos que borrar isso.

ParticipanteVocê não tem nada, você não é nada.

Não é o que você quer nessa situação.

ParticipanteOu é feio, ou é feio. Feio?

InstrutorExato. Boa, boa, boa pergunta. Porque esse é o dilema que nos encontramos todos. Primeiro, o que a pessoa tem que fazer é ter luz. E essa luz de onde provém? De sabedoria Por exemplo Uma pessoa Por isso eu disse que esses mudanças se fazem em alunismo Uma pessoa Através do que é a Gnosis Diz-lhe Existem os eu Os defeitos

Imediatamente a pessoa Chama a sua forma de pensar Diz-lhe, eu pensei que era um E são muitos Não sei se me dá para entender Já esse conceito que ingressa como luz e se move a consciência da pessoa, esse 3%, ajuda a começar a invertir o processo no qual vive. Então, acontece outra coisa.

A pessoa ouve uma palestra sobre o que é a vanidade e em que se sustenta a vanidade. escuta isso que vai impregnado de luz imediatamente lhe faz ver os conceitos que tem e faz uma revalorização ou algo que se chama um balanço em contabilidade diz, ui, eu não me tenho dado conta que de verdade, eu sou espantosamente vanidoso isso já lhe permite, em uma primeira instância dar-se conta

do conceito que tinha E da realidade que isso tem Então, se a pessoa toma esse conceito E começa a fazer um trabalho Um trabalho Através da memória Através do tempo Através de uma integração com sua consciência Esse conceito Essa impressão Essa teoria Esses sentimentos que tem Os vai eliminar

E essa pessoa deixa de ser o veículo dos diferentes eu's que se expressam em ele, como o orgulho, a lugúria, as cabeças de legião, a legião em si. Eu não sei se vocês estão entendendo a ideia, é que é relativamente o mesmo que nós estudamos, mas desde um ângulo, desde outro ângulo. É o mesmo que nós estudamos sempre, mas não com o mesmo ângulo, não. se entende? a ver, o que se entende? alguém que participe e manifeste

ou expresse o que hemos venido dialogando a ver que tanto se ha entendido que tanto não alguém que queira posso?

Participanteeu creio que temos que pegar nossa vida e escrever um histórico como descrevendo um personagem descrevendo tudo o que fizemos durante a vida Que processos passamos com nossos pais E o que isso nos fez sentir Para saber De onde vem um determinado aspecto Que nos faz sentir assim hoje Puxar todo o histórico dele Desde onde você consegue se lembrar Para poder conhecê-lo E assim conhecendo Você pode tirar a razão dele Porque daí ele perde esse sentido E você sabe porque ele faz as coisas

InstrutorO que mais?

ParticipanteMuitas coisas que nós fazemos copiamos os nossos pais então a gente observa o que eles fazem a gente vai identificar muita coisa que a gente faz e não compreende porque nós somos a soma dos dois e as vezes um comportamento que a mãe tem que a gente não gosta quando a gente vê a gente está fazendo igual em casa então se a gente analisar a gente consegue tirar um pouco

Instrutorclaro, essa é uma boa dinâmica por isso é que muitos de nós a gente não aguenta viver com a família de visita E aos três dias já se quer ir.

ParticipanteEntão, hoje, depois de todo o trabalho, eu comecei a prestar atenção. Porque não só a minha mãe, mas os outros também, tudo o que a gente vê e não gosta, se você realmente fazer um trabalho sério, você vai ver que é você. Então, o que irrita muito o outro é que nós somos iguais e isso, com o passar do tempo, vai dando uma certa tristeza de saber o quanto a gente é determinado eu então essa tristeza, essa coisa que a gente vê que é sujo aí a gente diz, não eu sou assim, mas eu vou mudar eu vou limpar

Instrutoré que, mirem, sabem qual é o problema disso? que como não se tem um trabalho sério sobre isso um não quer montar a gnosis em cima desse veículo e não dá, e não serve não serve, não se pode porque você então é a pessoa segue com suas costumbras segue com seus conceitos mas agora ele suma a Gnosis então a pessoa por exemplo justifica muitas coisas erros que comete com a mesma doutrina, então é uma pessoa que com o tempo busca através da doutrina

justificar seus erros lhes digo um, por exemplo, de pessoas que levaram muito tempo em ensinar e uma vez um cara foi lá na finca e lhe disse ao mestre, olha mestre Lakshmi eu sou o avatar da era da próxima era e eu quero que você me autorize a começar a entregar-lhe ensinanças ao povo e o mestre muito amor, de verdade, muita compaixão ele disse, irmão, reflexione na atitude que você tem porque o avatar só aparece no final de

cada raça para anunciar a vinda do Cristo e bom, ele fez uma série de explicações então o tipo não aceitou isso foi bravo com o mestre porque dizia que o mestre não queria reconhecer que ele já era também um grande iniciado

Então, fez uma divisão lá na grita, levou um pouco de pessoas e então o cara, ele dizia, das ensinanças trascendentais que ele entregava, uma delas era que já a pessoa, depois de ter chegado à quinta iniciação de mistérios maiores, aí já podia voltar a fornicar de vez em quando porque como já havia conseguido desenvolver o alma se perdia a energia de vez em quando já não interessava se veio a entender e colocou uma lógica

que era tanto assim a lógica que o tipo lhe colocava que a gente havia gente que o seguia claro, isso já se terminou ficou fulminado mas o que quer dizer isso? que uma pessoa, sabe quanto esse senhor levava na Gnosis 30 anos então um se põe a reflexionar e se dá conta de que por que lhe passa isso a uma pessoa por falta de trabalho em coisas fundamentais como a personalidade chega e começa a Gnosis a transformá-la em dogmas em conceitos

se torna mitómano se torna uma pessoa pior depois tergiversa tudo, por que? por falta de trabalho em estes aspectos pensar, sentir e actuar diga Fabrício

Participantea gente fala da personalidade, a gente tem o costume de estudar ela como aquilo que se forma de 0 a 7 anos com todos os exemplos e impressões que a gente vai captando e imitando mas como até no início do estudo foi dito ela vai se desenvolvendo por toda a vida e além dessa análise que está sendo dita com a nossa família, os pais e tal, desde criança se a gente for analisar, se a gente começar a andar com alguma pessoa, um grupo de pessoas Começamos a falar igual, gesticular igual, fazer as mesmas coisas, ter os mesmos costumes, os mesmos hábitos. E isso inclusive pode acontecer na gnose e criar uma falsa personalidade gnose. Antes eu queria ser o gerente da empresa, o chefe da empresa.

InstrutorAgora eu quero ser a diocesana.

Participantecom conceitos da doutrina para justificar

Instrutormuito bem Francisco Francisco eu não sei porque Fabrício bem, bem, bem, a interpretação que Fabrício faz é bastante acertada o que nós estamos expressando, a ver o que diz tu, Alexandre

Participanteolha, olha que chegou a um ponto de pensamento bíblico é claro, nós dizíamos a todos que primeiro vem o pensamento, o sentido e depois a palavra e aí vemos que primeiro vem o conceito, como é fumar o conceito de fumar, fumar é gosto me faz sentido, mas a gente já está falando de sentido

A pessoa, então, é uma coisa, mas o sentido da pessoa, primeiro vem uma necessidade, um sentido, então, você encarrega um pensamento e ela procura o sentido. Então, não há muito de primeiro vem o sentido, primeiro vem o pensar.

InstrutorClaro, claro. É que por isso, de certa maneira, o interessante do aspecto é que o trabalho está sobre as impressões e as impressões que nós temos recebido através do que vimos, do que escutamos. Porque, por exemplo, uma pessoa que fuma Se nós analisamos desde o momento em que ele começou a fumar A primeira impressão que ele recebeu de repente foi ver uma pessoa fumar Outra impressão que ele recebeu de repente foi o olor

Uma terceira impressão que se agregou a isso foi que de repente ele provou Uma ajustativa E outra impressão de repente que se adquiriu a isso foi o que a pessoa lhe disse Olha, isso é para machos Quatro impressões, uma olfativa, uma gustativa, uma auditiva, uma visual, que se juntam e aí vai formando uma teoria disso, e também um sentimento, essas quatro já formam um sentido.

A pessoa diz, claro, e já inclusive, essas quatro impressões, esse pequeno sentir, nessa pessoa já se pode manifestar um eu de orgulho, porque chega o adolescente, o mocoso que tem 13 anos, então fuma com classe, e é um menino, e faz até rosquinhas, e o faz com estilo. Se me faz entender, essas quatro já, na pessoa, imediatamente já lhe formam um sentimento

E já é veículo Por isso é que a clave está em uma prática que a gente nos dá na primeira câmera E é uma prática que não se usa A retrospecção Porque você diz, não, a retrospecção Ah, não, isso é para lembrar as vidas passadas E aí um diz Não, mas para que lembrar as vidas passadas? E vai Para quê? Levantem a mão os que usam a retrospecção Diariamente, mas fazendo a sequência

ParticipanteNão creio

InstrutorVamos descansar Às 5h10 Os espero no salão Se chegarem com um café, ganharão um agradecimento do meu pai.

Áudio da Aula

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Inspiraçõesdo corpus gnóstico
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Despertar da consciência
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Igreja Gnóstica Cristã Universal Samael Aun Weor

Acervo · transcrição automática com identificação de locutor — Instrutor / Participante (sujeita a revisão)

♫ 20 de janeiro — Sessão 2