Curso Assoprovida e Juventude

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Igreja Gnóstica Cristã Universal Samael Aun Weor

Aula de 20 de janeiro (parte 1)

Quarta, 20 de janeiro de 2010 · 97 min
Data
Quarta, 20 de janeiro de 2010
Duração
97 minutos
Locutores
Instrutor (60min) · 9 participantes
Síntese da Aula

Abertura (trecho literal): “A reforma social e a contaminação a continuação modificada do erro preferimos lutar por uma transformação social da humanidade. Que decimos precisamos estudar a fundo esse eu A esse mimismo e de seu estudio nasca Que fato? nem nasce de fato uma nova ética revolucionária. Fonte, livro de transformação social da humanidade.…”

Síntese editorial em curadoria pelo agente acervo-gnostic. O conteúdo completo está na aba Transcrição.

Temas
  • Despertar da consciência
  • A morte do eu
Transcriçãoclique no tempo para ouvir · Instrutor / Participante

ParticipanteA reforma social e a contaminação a continuação modificada do erro preferimos lutar por uma transformação social da humanidade. Que decimos precisamos estudar a fundo esse eu A esse mimismo e de seu estudio nasca Que fato?

nem nasce de fato uma nova ética revolucionária. Fonte, livro de transformação social da humanidade. Agora alguém que a leia completa. Quem a transcriveu na tabela? Quem a escreveu na tabela? Passa. Passa no vaso de explicação.

Fez toda a parte pensante do... Então, a reforma social é a continuação modificada do erro. Nessa primeira parte, de acordo com também a interpretação do nosso amigo, nos mostra que tudo que tem sido feito até hoje é simplesmente tentar fazer mínimos reparos e consertos, ao invés de apagar todo o erro e construir novamente algo que não vai dar o erro mais.

Porque sempre que a gente faz um retalho, faz um remendo, aquilo vai arrebentar de novo, vai dar errado de novo. Então, chega uma hora que tem que ser tudo realmente destruído, desfeito e refeito novamente, com todas as bases firmes e necessárias. Então, aí vem, preferimos lutar pela transformação social da humanidade, que é justamente o que eu estava falando, de que tudo precisa realmente ser transformado e não consertado em algumas partes ou reemendado.

E precisamos tirar a fundo esse eu a esse mim mesmo e de seu estudo nasce de fato uma nova ética revolucionária, que senão essa mudança, essa transformação, ela precisa ser total, precisa ser toda a humanidade, precisa ser tudo. Só que ela começa a partir de cada um Então se cada um toma consciência desse eu, desse mim mesmo E cada um por si vai fazendo sua parte Uma hora vai chegar a ser todo mundo um todo transformado Como se fosse um sol Onde não há mais esses defeitos

Quem é outra pessoa? Não é que ele é a seguinte interpretação, não é a próxima O que o mestre Samuel diz que eu consigo entender, é que a reforma social é a continuação modificada do erro, ou seja, os remendos, como se uma estrada, que nós vivemos bem isso socialmente, a gente tem uma estrada que toda chuva dá buracos, ocorrem acidentes,

as nossas diretrizes políticas vão ali e remendam. Novamente na outra chuva vão ocorrer novos acidentes Novas vidas vão morrer ali A vida até aí é a prioridade para todos nós Então entendemos que lutando pela transformação Ou seja, ao invés de reformação, de reforma Temos que pensar na transforma Transformação social da humanidade

e para isso nós precisamos, se nós pensarmos o que faz com que os nossos governantes não transformem aquela avenida não construa ela pensando assim, olha já ocorreu morte esse ano, esse novo ano já ocorreu a nossa prioridade é a vida, vamos construir uma avenida que não dê acidentes mas ao invés disso eles dizem assim, não é só tapa o buraco lá para sobrar um pouco para a gente Então, quem faz isso? São os egos, não é? Então, o que a gente precisa é trabalhar em cima dos nossos egos,

a fundo, transformando esse pensar no mim mesmo para pensar no outro. Eu entendi nessa frase a síntese do que a gente está aqui para criar consciência. É transformar a nós mesmos interiormente para que a partir daí, a partir desse estudo, a gente renasce, para que nasçamos de fato, novamente, com novos conceitos, com uma nova forma de proteger a vida, de priorizá-la, enfim.

Muito bem. Bom, bem interessante a frase, porque consideramos que nosso venerável mestre Samael e nosso amado mestre Lakshmi sempre nos têm ensinado a ver a realidade que as coisas têm. Apesar de que, digamos, esses grandes organismos que manejam as massas, que correspondem aos sistemas como a política, etc. Eles, o planteamento que fazem, ou o fundamento com o qual se apresentam à humanidade, é que eles estão administrando todos aqueles aspectos que necessita o ser humano

para que todos vivam em um equilíbrio, em uma harmonia, certo? Mas nós nos damos conta que lamentavelmente, enquanto existe o ego, sempre o ego dentro das pessoas sempre vai levá-lo a cometer erros sempre o vai levar a manipular sempre o vai levar a disfarçar para poder saciar seja a codícia, seja o poder seja qualquer tipo de efeito psicológico então, esses dirigentes da humanidade

que administram todo esse tipo de necessidades de nós, os humanos, não é muito o que podem brindar à humanidade na atualidade, porque eles estão carcomidos, igual a humanidade e todos nós, por ele. Então, as leis, todos esses organismos, na verdade, O funcionamento que eles têm é muito deficiente, ineficaz Então por isso o mestre nos convida a fazer uma transformação interior Que é o único que nos vai permitir

Ter uma ética moral ante Deus Não ante os homens, ante Deus E se a temos ante Deus, posteriormente também ante os homens a temos Então é muito importante Hoje temos uma convidada muito especial, que vem do Monastério Lumen, da irmã Nancy. Ela hoje vai nos acompanhar com um tema de mais, de mais ou de mais? Mais.

De mais, de verdade que nos complace, estamos muito agradecidos que nos aceitaram a invitação, já que é muito importante para nós, como igreja, nas diferentes áreas que existem, que o povo e os que trabalhamos nas diferentes áreas, conheçamos as outras também, Porque assim há uma integração do que estamos fazendo Uma atualização do que estamos fazendo E assim todos podemos nos ajudar

Assim como eles apoiam as mães, as damas, o catecismo Todos apoiam a soprovida Bom, a ideia é que todos nos apoiemos Para que assim vamos todo o povo Trasegando Estes passos tão difíceis Para esse éxodo Então Damos a bem-vinda à irmã Nancy Le entrego A os cursilhistas Faça o que quiser com eles Se eles se deixam Se eles se deixam Vem Aqui há água Não sei se o Jorge quer café

Não, não, café não

InstrutorCafé não é meu amigo Bom dia, irmãs e irmãos. Paz Inverencial. É verdade que para nós é um grande honra, na manhã de hoje, vir compartilhar com todos vocês, mesmo que sejam poucos minutos. Queremos agradecer ao irmão Emerson, à sua esposa, porque hoje em dia fizemos um intercâmbio. Vejam que Diana não está por aqui. A esposa de Emerson, vocês se dão conta que não está por aqui?

ParticipanteSim, sim, sim.

InstrutorEntão, ela foi ao nosso salão e nós viemos para cá. Porque a era do aquário é a era da cooperação, certo? Isso nos ensina o nosso amado mestre Samael. Então, não importa que nós tenhamos, que sejamos, digamos, que hajamos feito curso de madres e outra pessoa de asoprovida, o importante é que todos trabalhemos em posse dessa obra, em posse da obra de meu Senhor Cristo.

Porque se analisamos o pensum, por exemplo, de madres, qual é o objetivo? Qual creem que é o objetivo? Se não me entendem, me digam. Sim, se entendem? Bom, qual será o objetivo do Pensum de Mães? Verdade, que nós encontremos essas claves, essas formas, essas maneiras para poder nos autorealizar. E qual é o objetivo da nossa vida?

Sensibilizá-los, despertar em nós essa sensibilidade para a vida, para que possamos nos autorealizar, certo? Porque o mestre diz, uma pessoa com um coração duro, duro se diz também aqui? Sim, sim. Duro, não se pode autorealizar. tem que sensibilizar-se ante todas essas maravilhas da criação, ante todas essas coisas lindas que estão ao nosso redor, que estão diante dos nossos olhos.

Então, de isso se tratam todas essas ramas que são a mesma ensinança gnóstica. Porque se nós vamos ver catecismo, igualmente é nós podermos sensibilizar esse filho, a esse menino, a essa menina, para que ele vá compreendendo a necessidade de ter Deus dentro de si, de ter Deus dentro de ele, e assim sucessivamente. Por isso o Venerável Maestro Lámi nos deixou esta maravilhosa igreja,

esta maravilhosa igreja restaurada, para que cada um de nós podamos encontrar o meio, a forma se gostamos da soprovida fazemos através da soprovida se gostamos da mãe, fazemos através da mãe, se gostamos do catecismo, mas se gostarmos de tudo porque ali há a cooperação podemos trabalhar todos em posse desse trabalho espiritual dessa autorealização de cada um de cada um de nós Antes de entrar no que é o tema que vamos tratar na manhã de hoje

Quero que vocês conheçam, talvez muitos conheçam, não é? Mas, bom, que recordemos É uma inspiração muito linda do nosso mestre Lácteo Como vocês veem, é um livro do venerável mestre Lácteo Onde ele nos dá inspirações muito lindas Quero... me pode fazer esconder ele? Vamos escutá-lo atentamente, nos ubicamos aqui neste lugar Estamos na ante-sala do Templo dos Mistérios, Moria, recebendo sua harmonia, sua aura.

Vamos nos ubicar bem todos nós, para que possamos ouvir esta linda reflexão.

ParticipanteQuerido leitor, você se deteve alguma vez para pensar por que está aqui neste planeta Terra? Quem lhe sustenta aqui? Por acaso não é a vida? E se perguntou, que recompensa recebe a vida pelo tratamento consciente ou inconscientemente lidar? Que relação há entre você e a vida? Por acaso não é a mesma ou você e a vida são dois seres diferentes? Você viu alguma vez na beira do seu caminho um pobre infeliz que se debate entre a dor, entre a miséria, pedindo a todo aquele que faça uma ajuda?

Você que vai em seu flamejante carro, transbordante de saúde, com dinheiro e talvez falando de seus negócios Viu a importância da necessidade de deter-se um pouco e pensar na dor dessa pessoa? Querido leitor, você não crê que esse é aquele Cristo que disse na quinta palavra Tenho sede, e seus verdugos em lugar de dar-lhe um copo de água lhe deram vinagre? Você se deteve para analisar o que é a ingratidão humana? Será que você neste momento, pela indiferença com essa pobre pária da vida

Está lhe dando um gole de vinagre para que esse pobre cidadão acalme sua sede? Você se deteve talvez alguma vez para pensar nas torturas que fizeram a Jesus? Jesus talvez até protestou contra os que o fizeram, tratando-os de assassinos, de imbecis, porque maltrataram esse homem santo. Não percebe que é o mesmo? Não lê o que Jesus disse, eu sou o caminho e a vida. Querido leitor, para você, o que é o caminho? Por acaso não é por onde vai?

O que é a vida? Por acaso não é essa que se debate na dor? É verdade que vale a pena refletir nisso? Para que queremos saber como foi a vida de Jesus ou do Cristo se cada um de nós o segue torturando, maltratando? Ao passar pelo mesmo caminho ou talvez pela mesma rua de seu povo ou de sua cidade,

Viu alguma vez um pobre animal arriscar sua vida por uma migalha de pão e os seres humanos justos lançar-lhe o carro sem piedade, uma pedra ou talvez um tiro, cegando assim uma vida que nesses momentos se debate igual ao outro que encontrou umas quadras atrás? No mesmo caminho, por acaso, não encontrou alguma vez um homem, ou talvez muitos, aproximando-se de uma indefesa árvore para destruí-la, picá-la em pedaços até entregá-la, reduzida a cinzas, simplesmente a um montão de lixo? Uma indefesa criatura que teve que durar muitíssimos anos, talvez esperando ter frondosos ramos para nos dar sombra e frescura? Querido leitor, você sabe o que é a vida?

Essa que talvez você ama muito porque aspira a viver muitos anos, porque aspira a ver crescer seus filhos Porque aspira a ser alguém na sociedade, porque a vida é muito amável Por que a mata? Como dissemos anteriormente, se o Cristo disse, eu sou o caminho e a vida Não percebe que qualquer maltrato que você dá à vida o está fazendo contra o Cristo? Em resumidas palavras, poderíamos dizer que o drama que apresentou Jesus não se relaciona só com sua obra, senão com o drama de vida, e nos ilustra até a saciedade que todos os seres humanos amatamos em qualquer de suas expressões.

A vida. A vida.

InstrutorBom, queridos irmãos, então aí, mais ou menos, nós pudemos ouvir com essas palavras lindas, lindas, de nosso venerável mestre Lámi, todos esses sacrifícios que faz a vida, porque a vida é a maravilha mais grande da criação, não é? porque a vida, talvez, em ocasiões, nós não analisamos, não reflexionamos sobre o que é a vida.

O que poderíamos opinar nós sobre a vida? Alguns de vocês, o que podem me dizer sobre a vida? Alguma opinião? Esse irmão, desculpe, não sei seu nome. Você pode me dizer algo sobre a vida?

ParticipanteO fogo. O fogo é uma expressão da vida.

InstrutorO que mais? Quem mais diz algo sobre a vida?

ParticipanteO fogo.

InstrutorO que mais? Como começou a vida lá nesse amanhecer da aurora?

ParticipanteÉ a expressão de Deus.

InstrutorÉ uma expressão de Deus, não é? Quem mais diz algo por aqui? De Cristo. É o Cristo, não é? Quem mais? A mi me gusta mucho que la gente hable, que opine, no importa que no nos entendamos mucho, pero mas o menos, ya ustedes han aprendido un poco de español, verdad? Y nosotros pues tambien escuchamos un poquito de portugues, entendemos algunas cositas, entonces

ParticipanteE o movimento em todo o ar.

InstrutorTambém, claro.

ParticipanteComo? Movimento.

InstrutorÉ movimento, sonato, músico. Todas essas coisas. Se nós reflexionamos, nós nos damos conta do grande que é a vida, não é? Do grande e do maravilhoso que é a vida. Por isso, neste curso de Mãe, como vocês podem ver, pois nosso venerável mestre nos sensibiliza, quer que nós reflexionemos, nos sensibilizemos sobre o que é a vida, sobre tudo isso tão maravilhoso que está ao nosso redor e que

às vezes não conhecemos. Vamos falar hoje sobre o que nos diz o mestre, a vida é propriedade única de todo ser vivente. Este tema, se nós o recebemos com o nosso coração, realmente é um tema muito lindo, muito lindo, porque aqui o mestre nos fala de onde, como começou essa vida. Talvez muitos de nós sempre nos perguntamos, não é? Muitos de nós nos

Nós nos perguntamos de onde se originou a vida, como foi aquele origem, aquele começo no qual apareceu a vida em nosso planeta, porque sabemos que tudo tem um processo, não é? Que nada existe de nada, simplesmente, que tudo tem um processo. Então, a vida, como tudo o que há aqui, tem um processo. Aqui, se nós vemos esta lâmina, vemos que naquele começo,

e se estudarmos as Escrituras, nos diz que a Terra era em forma, que estava coberta de água e de neve. Vocês já leram alguma vez a Bíblia? Sim. Na Gênesis diz isso, que a Terra era em forma e estava coberta de água e de neve. E o Espírito de Deus se movia nas águas, não é? Então diz, Deus disse, faça-se a luz. Através do verbo de Deus. Através desse verbo. Sim, sim. Ele fecundou essas águas.

ParticipanteNão, não.

Está. Quem está fecundando?

ParticipanteA seguinte. A seguinte. Ele disse águas. Ah, ok. Não, não. Não, não. Eu acho que está bem. Eu acho que esta cinta, eu acho que está bem.

InstrutorPorque é que a gente tem que confiar nos sistemas, não é? Porque quando alguém quer que funcione, então eles não funcionam. Me desculpem se eu borro o mensagem. Vamos fazer aqui no tabuleiro, então.

ParticipanteSe não funciona. Será que acerto a linha? Vamos ver se foi o que...

InstrutorBom, então vamos ver essa primeira parte. Como estávamos dizendo, Deus disse, faça-se a luz, não é? E a luz foi feita. Então, imaginemos que este é o planeta Terra, não é? Imaginemos nós, claro, me quedo um pouco assim, de meio lado, não é? Imaginemos que este é o planeta Terra.

Que aqui temos essas águas Essas águas que dizem Que a terra estava coberta de águas e tímidas E Deus disse, faça-se a luz E a luz foi feita Então, esse verbo de Deus Gestou essas águas Para que começasse a dar vida no nosso planeta Ah, bem, lá temos também Então, esse verbo gestou a essas águas. Então, esse verbo de Deus gestou a essas águas. Quem eram essas águas?

Quem vocês acreditam que eram essas águas?

ParticipanteAs águas sexuais.

InstrutorE as águas sexuais se nós vamos à pessoa, certo? E se nós vamos a esse planeta, também eram essas águas. mas que naquele momento estavam representadas por uma mãe, não é? Por uma mãe. Então, ali encontramos esse ventre materno, esse ventre materno que é onde se dá essa criação, porque para fazer qualquer tipo de criação se precisa de um ventre, não é? Sem um ventre não se pode fazer uma criação.

Então, se fecundou, Deus fecundou essas águas e começaram a emergir princípios, certo? Começaram a emergir princípios, porque nós sabemos que se não existem três forças, não se pode dar uma criação, certo? Então, esses princípios foram a luz, o calor e o som, que são essas três forças que correspondem ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. E se nós vamos para a parte humana, se analisamos, já está na lâmina, se vê muito bonito, por certo, então a luz, o calor e o som, com a luz, diz o mestre, emerge a vida, com a luz emerge a vida.

o calor atua sobre a forma que a luz deu e o som dá-lhe a vibração para que esse desenvolvimento seja realizado o som é o que permite dar-lhe harmonias dar-lhe harmonias para que essa vida se desenvolva quando nós temos esse planeta como está aí quando já aparecem essas três forças pois já está um planeta ou uma pessoa fecundada para fazer qualquer tipo de criação, diz o mestre.

Se nós o analisamos como a pessoa, já o analisamos como o planeta, não é? Agora temos que analisá-lo como a pessoa. Dentro dessa pessoa também estão essas águas de vida, certo que sim? Que qual seria? A energia sexual, não é? Essas são as águas de vida. Então, também se necessitam esses princípios para que se dê a vida dentro dela.

Então, quem representa o Filho na Terra? O Cristo na Terra, quem o representa? A luz. Quem o representaria? Falando nós aqui, fisicamente, aqui. Sol.

ParticipanteSol.

InstrutorUm homem, não é? Um homem representa essa luz, esse Cristo. Porque esse homem vai gestar um ventre, não é? Vai fecundar um ventre. Que de quem é? De uma mãe, que como se chama na Terra? Uma mulher, não é? Um ventre de uma mãe, e essa mãe se chama mulher, certo? Então, aí vemos por que a mulher encerra tantos mistérios. Por que essa mulher encerra tantos mistérios?

Porque é ela, através dela se pode gestar a vida em nosso planeta. Através dessa mulher se pode gestar a vida em nosso planeta. Então, por isso, a mulher tem que se preparar, preparar esse corpo para ser esse veículo de expressão da vida, porque ela é a representante da vida no planeta Terra. Então, aí vemos nós como começou essa vida.

Claro, é lógico, vocês dirão, mas de onde saíram os animais, as plantas, tudo isso? porque isso era quando esta terra ainda não tinha uma forma física, quando esta terra não tinha uma forma física, mas tudo na criação, diz o mestre, se dá de plano em plano, tudo se dá de plano em plano, mas assim é como emerge a vida, assim é como a vida, como começa essa vida, Que depois, diz o mestre, aparecem muitos princípios

Aparecem muitos princípios que a vão organizando

ParticipanteSe eu falo muito rápido, vocês me dizem

InstrutorSe há alguma palavra que vocês não entendem Porque a ideia é que todos possamos compartilhar Que todos possamos compreender Então, se há algo que vocês não alcançam a captar, não há nenhum problema, buscamos a maneira de entendermos. Então, como eu disse, essa vida, para poder se expressar, ela precisa de uma organização, precisa disso que nós conhecemos como a cadeia evolutiva, a cadeia evolutiva e o ecossistema.

vemos que esse ventre materno no qual estavam as águas, esse é o primeiro passo da vida, mas o que elas precisam para poderem se desdoblar, para poderem se manifestar, precisam de, como chamam aqui, o que agarra uma cadeira. Bom, isso mesmo, isso mesmo precisa dessa vida para que ela possa ser desenvolvida, certo?

Então, essas águas, diz o mestre, fazem um passo para os vegetais, certo? Os vegetais e os animais, os humanos, porque a vida tem uma finalidade. Vocês creem que a vida tem uma finalidade? Qual será? Ela tem uma meta, ela tem um fim. Então, nós precisamos também poder respeitar essa vida, para que ela possa cumprir essa meta.

Porque, por exemplo, os científicos dizem que se no planeta se terminaram, por exemplo, os humanos, a vida continuaria. O que vocês acreditam? Que não, porque se rompe esse eslabão. Eles dizem que o único que é muito necessário são as plantas para que exista a vida. Mas se não existem os animais, qual é o objetivo das plantas? Porque todo o elemento de uma planta, para que ele está fazendo um aprendizado?

ParticipantePara passar a ser animal um dia.

InstrutorHoje em dia, essa chispa vem com essa esperança de um dia passar a ser animal. Então, por isso é tão importante que nós colaboremos, que nos sensibilizemos para essa realidade de o que é a cadeia evolutiva e o ecossistema. Por exemplo, diz o mestre, há espécies de animais que estão em extinção. Se entende ou não entende?

ParticipanteSim, entendo.

InstrutorBom, então essas espécies que estão em extinção, o que acontece com essas essências que precisavam ser, por exemplo, um animal que já não tem corpo físico aqui no planeta? Então, aí se rompe essa cadeia, aí se rompe essa cadeia e eles não podem continuar essa evolução. Então é muito importante nós sabermos que todos eles, que todos nossos irmãos, que são todos esses que nos dão harmonia, melodia todos os dias aqui e todos os demais, eles vão também nesse viagem. Como todos nós vamos nesse viagem, eles também vão nesse viagem e que necessitam de respeito, que necessitam de nós respeitar o seu lar, de nós ajudá-los a cuidar.

Bom, tudo para eles poderem se desenvolver. Agora, vamos ver, isso era o que falávamos anteriormente, que dizíamos que esse ventre, que aqui na parte física, esse habitáculo, diz o mestre Samael, se entende a palavra habitáculo? Esse habitáculo que lhe dá origem à vida humana se chama um útero feminino, um útero feminino

então por isso se precisa que essa mulher viva em harmonia com essa natureza em harmonia com a vida se nós analisamos hoje em dia, há muitas mulheres que perderam seus instintos maternais que se lhes fala de ter um filho e dizem, não, um filho é como se fosse um carma terrível como se fosse o mais monstruoso que lhes tivesse acontecido Então, foram perdidos esses instintos maternais.

Isso é normal, isso é normal, isso é para eles. Mas os sistemas, o meio, tantas coisas que elas fizeram. Bom, aqui vamos a esses três princípios, porque assim como nós os vimos lá na criação do planeta, eles estão em toda a criação, em tudo o que nós podemos imaginar como criação, ali estão esses três princípios.

Então, para que nós vejamos a criação, diz o mestre, o ombro representa a mãe, o ombro representa a mãe. O sacrifício, que é o calor, o encontramos no útero, No útero, ali encontramos o Espírito Santo, porque é Ele quem cuida dessa vida, quem cuida quando esse óvulo e esse espermatozó se unem. Para onde eles vão? Eles vão para o útero, não é verdade?

Diz o mestre que ali ele tem preparado um nidinho, uma cama, para que eles, pois ali esse esperma se possa desenvolver, para que se desenvolva. E nos diz o mestre que a luz, desculpe, a vibração do pai entra quando o filho nasce, Aos sete segundos, mais ou menos, que é quando o filho faz a sua primeira inalação, ali entra o som, entra a vibração do pai.

Então, aí vemos como esses três princípios estão presentes na criação de um ser humano. O mestre nos diz que o óvulo é como uma austríaca. Vocês conhecem uma ostra? Ostra. Ostra, vocês conhecem as ostras? Vocês gostam das ostras? Não? Então, o mestre diz que uma ostra é algo mais ou menos assim, certo? Então, quando assim mais ou menos, claro, não assim de grande, mas mais ou menos esta é a forma que tem o óvulo, certo? Algo redondinho. Então, quando vem o espermatozoide, o que faz?

Ele se abre e corta a colita, certo? Vocês já ouviram que o óvulo corta a colita do esperma? Porque o mestre diz que a mãe não cria diabos Enquanto esse óvulo e esse esperma estão naquele claustro materno pois são uma criação divina, são uma criação de Deus, são o mais grande, o mais maravilhoso,

a maravilha mais grande da criação, que é a vida, e Ele está lá entre a escuridão, porque ali também diz o mestre que se dá, isso que veíamos no começo, que dizia que a terra era em forma e estava coberta de água e de neve, Porque se nós vemos como é o útero, terá ventanas e muitas luzes, como será isso? É escuro, não é? E diz também que o feto se desenvolve em muita água, não é?

Que mais ou menos 75% é água, se vocês ouviram dizer isso. Então aí vemos que lá, nesse claustro materno, também estão essas águas e essas negras fazendo essa criação, fazendo essa criação. Por isso o mestre disse que um embarazo, como é uma gravidez, já aprendeu algumas palavras, que uma gravidez é muito sagrada, é algo de muito sagrado, porque essa é a criação de Deus. Essa é uma criação de Deus, é uma criação divina, então nós temos que respeitá-la, temos que dar-lhe, por exemplo, os esposos que estão aqui, você entende a palavra esposo, não é?

Quando suas esposas saírem grávidas, cuide-as muito, dê-lhes muito amor, para que essa criação saia com esses valores espirituais. Porque, vejam vocês, o mestre diz, essa crítica se abre, não é? E entra o espermatozólogo. Então ele diz, o que ela faz é incubá-lo, porque não sei se vocês dizem, na antiguidade, houve um científico, que neste momento não me lembro o nome, que ele olhava em um microscópio um espermatozoide

e ele dizia que era um homem, mas o mais pequeno que podemos imaginar. um ser humano o mais pequeno que nós podemos imaginar então, depois a nós nos dão uma quantidade de teorias acerca da vida, de que se divide que a mulher dá 24, é 24 cromosomas e o homem 24 e tal todos aqueles contos que nos deixaram o venerável mestre Langemann diz que esse enfermo se desenvolve dentro desse claustro materno

Então, essa mãe, ela lhe dá essas harmonias, esses alimentos, esse calor, essa vida, para que ele possa se desenvolver, certo? E se essa mãe, durante essa época, porque tudo o que ela pensa, tudo o que ela sente, ou seja, de tudo isso está se formando essa criatura, certo? De todas as coisas boas e malas que a Mãe tem, dessa forma está se formando essa criatura. Porque assim como ela através do cordão umbilical lhe dá alimento, também através de sua sentença

ela lhe transmite sua alegria, sua tristeza a essa criatura, certo? De acordo com seus estados emocionais, assim vai ser o desenvolvimento dessa criatura que está nesse claustro materno. Então, por isso, o mestre nos diz que a vida de um ser humano é algo muito sagrado. E se nós colaborarmos, digamos assim, se nós lhe damos essas harmonias a essa vida, ela vai se desenvolver muito bem. Ela vai vir com harmonia e vai ser quem? Quem seria? Ou para quem nasceria?

Seria uma essência que viesse a fazer uma obra, não é? Porque desde lá nós estamos ajudando Mas se é o contrário, então também vamos ter depois sofrimento, amargura Todas essas coisas e é o resultado de nós mesmos É esse o resultado Então, o homem dá a estrutura e adorme, mas também pode afiar, não é?

Que também pode fazer feia essa estrutura, você entende? Então, se essa mulher, por exemplo, o esposo a maltrata, não necessariamente que seja, como dizem vocês? Bom, assim, não necessariamente assim, de repente com palavras, de repente com, bom, com a forma de ser, de repente, talvez negando, porque quando a mulher está em estado de gravidez, está grávida,

as hormônios que estão no seu corpo o fazem que atue muito diferente do normal, porque seu organismo nesse momento está fazendo outro tipo de trabalho não é o normal da vida então há muitos mudanças e às vezes nós não entendemos esses mudanças o porquê ocorre e bom, então isso gera problemas o mestre diz que aquela mulher primitiva aquela mulher quando tinha todos esses valores

Esses valores ela lhe dava ao filho, que ela, por exemplo, lhe dava a fidelidade, lhe dava os instintos, lhe dava o amor. E esse filho, pois, vinha com valores. Quem é que lhe pode dar? Por isso o mestre se envelhece em que, bem, nós nos preparamos para todos esses acontecimentos da vida, para esses momentos da vida.

Aqui vamos ver também a expressão desses três princípios em um vegetal. Também a luz, o calor e o som se expressam em um vegetal. Então, se nós vemos esta lâmina que temos aqui em nosso... Bom, no meu caso, está aqui na minha espalha, mas vocês, na frente, podem ver algumas...

Bom, isso me parece fácil. Uma semente que nós vamos levar à terra, não é? À terra. Bom, o mestre nos diz que nós devemos levar essa semente na tarde, Porque se nós a levarmos na manhã e faz um sol como o que faz aqui, será que essa semente tem a possibilidade de germinar? Talvez sim, não temos que ser pessimistas, não é? Talvez sim, mas vai demorar muito mais.

Em vez disso, se nós levarmos essa semente na tarde, na tarde, você entende a palavra tarde? Sim, bom, na tarde, na noite, você sabe que a lua tem a ver com tudo o que é nascimento, não é? Com tudo o que é nascimento, tem a ver, e na noite, ela tem um, há um processo, a terra recebe uma influência da lua e ela sube os níveis de água, não é? Se nós, na manhã, por exemplo, saímos aqui fora e abrimos um buraco, encontramos a terra úmida.

Se vocês não fizeram isso, façam isso para ver que essa terra pode fazer muito sol no dia, mas no outro dia, muito cedo, essa terra está úmida. Porque essa maré subiu. O mestre diz que a maré subiu. A maré não é só no mar, mas também esse fenômeno acontece na terra. Então nós levamos essas sementes para a terra, mais ou menos aos três dias começa a brotar a vida

aí ela é um pouco larga, mas é mais pequena, aí começa a brotar a vida nessas sementes Depois, essas peças começam a crescer as raízes. Raízes, você disse aqui também? Sim. Bom, e vemos que aparecem os dois cotiledones, dizemos nós, como dizem vocês? Cotiledones. Ah, também, que bom, é um alívio, quando todos falam o mesmo idioma.

E também podemos observar que aí aparecem os mistérios da cruz, que os mistérios da cruz estão presentes em toda a criação, por exemplo, para que haja uma criação de um ser humano, vocês creem que tem que haver os mistérios da cruz? Como seria? Tem que haver o cruzamento desse homem e dessa mulher, não é? Também, se nós vemos nosso trabalho espiritual, também precisamos que haja o cruzamento desses mercúrios, não é?

O cruzamento desses mercúrios para poder fazer nosso trabalho espiritual. Então, a cruz está presente em toda nossa vida. em toda a nossa vida, aqui, encontramos esses mosteiros. Depois o mestre nos diz, esses dois cotiledones, ao final de alguns dias, eles se caem. Vocês já viram alguma vez, algum de vocês é assim, um coco que gosta de sementar?

ParticipanteSim.

InstrutorVê que depois, esses dois cotiledones se caem, e essa planta começa a crescer. Claro, é lógico que a seu nível, mas ela cresce e começa a colocar raízes. Então, esses dois cotiledones, nos diz o mestre, eles representam o pai e a mãe, também o nosso pai e a nossa mãe, ou a nós como pai e como mãe. Se nós não deixarmos que nossos filhos brinquem, como dizem vocês aqui,

se cresçam, se desenvolvem, pensem, descobram o que eles gostam, o que eles querem fazer. Não estamos nessa lei da natureza, não estamos respeitando essa lei da natureza, que é que a vida possa crescer e frutificar. Se nós vemos, por exemplo, um pássaro, pássaros são os que voam, não é? Bom, se nós vemos um pássaro, como se chama o filho do pássaro?

ParticipantePássaro, filhote, filhote de pássaro.

InstrutorBom, isso, não? Se nós vemos uma parede de pássaros, eles ensinam o seu filho, pequeno, até que ele possa voar, não é verdade? Ele é ensinado a comer, ele é ensinado a defender-se dos animais que podem comer ele, a tudo isso eles o ensinam até que ele voe, não é verdade? Quando ele voa, quando ele aprende, quando ele está começando a voar, eles já lhe dão menos comida, não é verdade? Eles já o deixam um tempo sozinho, não o cuidam tanto,

Até que algum dia, mais adiante, esse pássaro voou e se foi fazer sua própria vida. Mas às vezes nós não analisamos isso da natureza. Porque às vezes nós, como pais, queremos que nossos filhos, bom, tê-los aí. Eu não sei se aqui no Brasil, mas na Venezuela, Há mulheres, digamos assim, damas, que têm filhos de 25 anos e lhes dizem o neném.

ParticipanteAqui também.

InstrutorAqui também. São grandes já e lhes dizem o neném ou a menina. Porque já se usa o termo menina. É como vocês dizem menino ou menina. o menino e a menina, e tem 25 ou 30 anos, então nós às vezes não permitimos que eles se desenvolvem e que, bom, diz o mestre que escolham sua vocação, que busquem sua vocação, às vezes há um menino

que não vem para ser médico, por exemplo, e nós o obrigamos a que seja médico, será um bom médico desde muito pequeno tem que ir vendo buscando a maneira de que ele descubra essa vocação que traz para que ela possa se desenvolver para que se possa desenvolver essa vocação então assim, como a natureza nos ensina já na última vemos que já, diz o mestre, aí aparece a lei dos sete, ou seja, quando já

Essa planta se desenvolve e começa o seu crescimento normal. Agora vemos a expressão da vida através dos reinos. Nós sabemos que naquele começo, quando começou a criação, não foi que de nada apareceram minerales, apareceram vegetais, apareceram plantas,

E apareceram homens e mulheres, não foi assim, a vida tem uma organização, tem uma lei, tem uma forma de expressar-se nesta parte tridimensional. Então, o mestre nos diz que o primeiro que emergiu dessas águas foram os minerais, não é? Ali apareceram milhares, milhões de minerais, de chipas, porque estão dentro desses minerais, não é? Nós sabemos que uma pedra, uma pedra também se diz assim,

que uma pedra que nós vemos por aí, dentro dela há alguém, não é?

ParticipanteSim.

InstrutorDentro dela há alguém, que se chama uma chispa divinal, uma chispa divinal que está dentro dessa pedra e que vai ser um processo de evolução. Assim começou a vida em nosso planeta, através da evolução. Então chegaram milhares de chispas divinais e começaram a evoluir nesses minerais. depois passaram a vegetais, mais adiante, depois de milhões de anos, porque a terra não começou ontem,

foram milhares de milhões de anos, apareciam os animais, quando já este ventre estava, digamos assim, havia o que comer, onde dormir, o que fazer, apareceu o ser humano, apareceu o homem, através dessa evolução e o mestre diz que a evolução, a vida se dá por oleadas são milhas de chispas que começam nos vegetais, depois nos animais, depois nos minerais

perdão, primeiro nos minerais, depois nos vegetais, depois nos animais até chegar ao humano, ao humanoide, até chegar ao humanoide E a vida pode continuar, não é? A vida não se termina aí. Se nós, de humanoides, a que podemos passar? E de humanos, a Deus, porque a vida é ilimitada. Ou seja, diz o mestre, o homem está chamado a ser o mesmo Deus, a se tornar o mesmo Deus.

que não o faz, porque ele diz, a vida nos mandou com um objetivo, que nós nos tenhamos convertido, ou nós não, a humanidade, digamos assim, se tenhamos convertido em bandoleros, sabem o que são bandoleros? Bom, em pessoas que mais se podem ter convertido? Bandoleros, o que mais? em tudo isso

e essa não é a culpa da vida porque ela não mandou a seus filhos para isso ela mandou para que um dia se unissem com esse Deus para que um dia voltassem a esse Pai mas com o que? com experiência, que aprendessem que viessem e aprendessem, esse é o objetivo da vida, não foi para que se tornassem bandoleros, homossexuais, ladrões, bem, todas as coisas nas quais esta humanidade parou, mas para que um dia eles voltassem

novamente ao paz e fossem com um aprendizado feito, porque qual é o objetivo do general?

ParticipanteQue a essência aprenda, certo?

InstrutorDepois passa ao vegetal, onde vai fazer outro tipo de aprendizagem. Depois passa ao animal para que faça outro tipo de aprendizagem. Até chegar ao humanoide, que também tem que fazer outro tipo de aprendizagem. Porque esse é o objetivo da vida. O mestre diz que a essência nossa é como uma gota de água. Vocês viram que, por exemplo, aqui chove.

cai chuva e essa gota de água cai sobre uma pedra, então mais tarde faz sol, essa gota de água se evapora, se vai às nuvens depois ela volta, outra chuva, a um arrocho, você entende a palavra arrocho? arrocho, algo assim, como? bom, é um rio muito pequeno, muito pequeno

bom, aí cai essa gota de água e ela vai crescendo, vai crescendo começa a correr e chega a um rio mais grande, certo que sim, porque os arroios chegam aos rios mais grandes. Daí chegam ao mar, esse é o curso que levam os rios para os lugares onde se unem com rios mais grandes e depois aos mares. Então, essa gota de água já se foi unindo a rios mais grandes até que chegou ao mar.

e ali ela acredita que ela é grande, porque à medida que ela se uniu com mais água, ela se sentiu grande, grande. E o que aconteceu foi que ela se uniu ao todo, a esse grande universo, a esse grande espaço sagrado, prato absoluto. Essa é a finalidade de nós, unir-nos a esse grande todo. Essa é a finalidade pela qual a vida nos leva aqui.

Em nós, nos diz o Mestre, que também precisamos fecundar essas águas. Que igual ao planeta, nós precisamos fecundar essas águas dentro de cada um de nós. Que precisamos que se cumpra aquele passagem bíblico. Vocês viram que naquela época de Moisés Bíblico, ele ia com o seu povo e vieram os que o estavam perseguindo e ele separou as águas das águas.

Vocês leram esse passagem bíblico? Onde Moisés com sua arma abriu o mar Robo e passou o povo expulso. Então, igualmente, quando nós conhecemos a Gnosis, quando cada um de nós conhece a Gnosis, também temos que fazer essa separação das águas, que fazemos através do sacrifício, através da castidade, e o que mais?

E através da morte, do agregado psicológico. Então, o mestre nos diz, quando essas águas se separam das águas, aparecem o que nós conhecemos como os arroios. Vocês, como é que dizem? Bom, é isso mesmo. Os arroios, os rios e os mares. Esses arroios, nós podemos encontrar, nós temos nossas glândulas.

quando essa energia acende por esses cordões ganglionares. Ou seja, quando nós fazemos, por exemplo, uma respiração, já quando nós tomamos a decisão de verdade, porque toda pessoa que está na Gnosis não tem interesse em fazer a obra. Vocês creem que sim? O que dizem? Vocês creem que tudo o que você quer é autorrealizado?

ParticipanteNão.

InstrutorTem que haver uma força superior dentro de nós que nos faça dar uma exigência, uma exigência, que haja um impulso superior, que diga, Eu conheço a morte do ego, a castidade e o sacrifício pela humanidade, não é? Através desses três fatores, essa pessoa vai se inserir, vai fazer um trabalho realmente, vai se propor a fazer um trabalho.

Mas tem que haver uma revolução dentro dessa pessoa, Porque não é qualquer pessoa que está na 2ª Câmara que se autorealiza. Se não, imagina, seriam filas de mestres. Seriam fábricas de túnicas brancas que havia que ter. Porque seriam muitos. Se nada mais um, com o fato de entrar na noção, se já está salvo, está pronto, seriam muitos os deuses que existem aqui no planeta Terra.

Então, por isso são tão poucos. Então, as endocrinas são as produtoras dessa energia em nosso corpo, certo? Essas glândulas endocrinas são as que produzem essa energia em nosso corpo. para que essa energia se almacene depois em nossos ovários, que já estão os ovários, e nos testículos do homem. E ali se formam esses mares.

Essa glândula, o mestre diz, essa energia, esses arrojos, quando nós respiramos, digamos assim, transmutamos, encontramos esses arrojos, Porque quanta é a energia que se acende pelos canais medulares, digamos assim, pelos canais de ida e pingalá, quanta é a energia que se acende? É bastante? Não, eu não entendo.

ParticipanteÉ que se é bastante energia, por outros canais de ida, depende de onde se acende.

InstrutorDepende, verdade? Bom, mas normalmente são vapores os que subem e é, digamos assim, é a essência dessa energia. Essa essência, essa energia é a que acende. Então aqui encontramos nós esses rios, esses poucos, certo? Depois encontramos os rios que estão em nossas glândulas endocrinas, porque nossas glândulas endocrinas são as que nos dão vida a nós. Em nossas glândulas endocrinas está a vida de cada um de nós, para depois depositar-se em nossas mães.

Nossas glândulas endocrinas fazem um processo em nosso organismo, até que essa energia finalmente chega aos ovários e aos testículos no homem. E aí se deposita. e do sábio uso que nós demos a essa energia porque se nós temos essa energia ali depositada mas vivemos emproblemados com problemas emocionais com raiva não é a que lhe dá aos cachorros, como dizem vocês

Participantemas de se poner

Instrutormolesto com as coisas Se gasta essa energia e não se utiliza para o que realmente deve ser utilizado. Então, aí vemos o que são os rios, os arroios e os mares. Os princípios têm que ser feitos dentro de cada um de nós.

Assim como para criar a nossa parte humana, a nossa parte física, Se necessitaram desses três princípios para criar uma planta, se necessitaram desses três princípios. E para fazer nossa criação interna, se necessitam desses três princípios, que são a luz, o calor e o som. O mestre nos diz, uma pessoa que tenha luz, que queira ter luz, porque não é que tenha, é que queira ter luz.

Então, aquela pessoa que, por exemplo, vê uma mãe que tem três ou quatro filhos e o esposo se lhe foi, e essas mães e esses filhos têm fome, se diz fome também aqui? Bom, isso mesmo, têm. Então, nós, por exemplo, em nosso domicílio, os santuários, os santuários, fazemos um mercado aqui se diz mercado um mercado e vamos e levamos

a essa mãe isso se chama sacrifício quando damos primeiras câmaras isso se chama sacrifício uma índice que é muito cumpridora responsável, um santuário, um sacerdote que cumpre com sua responsabilidade isso se chama sacrifício, e o sacrifício da luz, o calor, diz o mestre, aquela pessoa, aquele homem,

ou aquela mulher, que comece a fazer uma educação do seu sentido, que comece, por exemplo, a ver, Porque quando os homens não estão na noção, às vezes veem a mulher e pensam coisas. Vocês como homens, o que acontece? Você lhe afastou? Agora eu imagino que não, não é? Agora não lhe acontece, certo que não? E se lhe acontece, pensa. Onde é que você está?

Ela diz que não entende. Nos convide não ver em espanhol. Não entende nada. A pessoa que começa a fazer uma limpeza mental, que começa a fazer seus exercícios de transmutação,

sua meditação, ou seja, começa a sentir a necessidade de ajudar. Porque aquele que está, que se está acalentando, digamos assim, que está acalentico, que se vai acalentando, não pode estar lá tranquilo, não pode, por exemplo, ver que seu santuário está sem pintar, sem pintar, sem ver que está feio, que está sujo, que está... Esse que está se acalentando não pode ser assim, tem que ser diferente, tem que ter essa emoção da vida, essas ganhas de fazer as coisas.

Por exemplo, uma pessoa que está enferma, como está? A doença de caída, o dinâmico começa a melhorar, começa a ter energia, a ter vida, então assim mesmo tem o calor em nós, o calor em nós, se entende? Assim, mas estou, não, eu tenho, meu Deus, não posso estar, verdade? Tenho que me sacudir, tenho que, bom, eu vim aqui por um objetivo, porque temos um objetivo

e temos que alcançar esse objetivo então esse é o calor de nós, as ganhas de fazer as ganhas de, bom sabemos que em tal lugar há um grupo de pessoas que não tem não se lhes deu a primeira câmara vamos dar-lhes não somos missionários de primeira câmara verdade?

Participanteinspiração

Instrutorbom, então vamos acalentar para nós poder fazer nossos trabalhos espirituais e depois temos o som, o som diz o mestre como harmonia por exemplo, quando nós chegamos ao nosso santuário e vemos o altar, que lindo, não é? que as índices se inspiraram e o arreglaram o melhor que elas podem, o que sentimos nós?

Que lindo, não é? Que lindo que está a despertar, que cores tão lindas, esses cores dessas flores, que maravilha o pintor, que pintou essas rosas, não é? Para que sejam tão lindas. Então, estamos nos enchevando dessa inspiração, dessas harmonias. Quando nós nos acolhemos, por exemplo, no altar de nossa casa, e dizemos, Deus meu, me perdoe por tantos erros que cometo, ajude-me a despertar

mas o fazemos com o coração o fazemos de verdade o que sentimos lá no mais dentro do nosso coração que temos que fazer um mudança que temos que fazer uma mudança como dizem vocês que temos que fazer uma mudança nessa vida e o fazemos com o nosso coração então aqui estamos sentindo essa harmonia de nosso Pai quando saímos aqui e saímos deste salão e vemos toda essa natureza que nos rodeia, todas essas coisas lindas que nos rodeiam. Diga-me.

ParticipanteÀs vezes acontecem as cadenas, as orientações. Porque não há essas harmonias.

InstrutorEntão, a gente começa a emocionar, digamos assim, com a harmonia que tem, pois é o mesmo que vai contagiar a nossa cadena. Então, por isso, por exemplo, nas cadenas, o mestre diz que muitas vezes elas se veem cortadas. O venerável mestre diz, e nos dizia a nós no monastério, que às vezes apareciam buracos. Aqui existem buracos também?

Claro. Bom, desses que estão mais abaixo da terra, não é? Sim. Então, muitas vezes se veiam, por exemplo, porque a cadena é a vibração que está ao redor, não é? a energia se vira ao redor dessa cadeia então o que acontecia? a energia vinha por aqui e aqui não havia quem a transmitisse porque? porque a pessoa está aí mas está pensando na folha que deixou no fogão na... bem na moeda que deixou lá embaixo no colchão se roubam no dinheiro que tem lá se abrem a casa e roubam o dinheiro

o dinheiro, a dívida, como vocês dizem, eles tiram a dívida, então, veja, não está aqui nesse trabalho, então por isso não há essa harmonia, então por isso nós precisamos ver que esses três princípios têm que estar atentos em nossa vida, têm que se fazer em nossa vida, que se nós Vamos ao santuário, vamos de verdade a vir, não porque, ai, já se me vão cumprir os três meses, aqui também os três meses os tiram da lista.

Então, há pessoas que dizem, não, já me falta este fim de semana, este sábado, justamente se me cumprem os três meses, não, tenho que ir. Dessa maneira, nós não chegamos a parte, dessa maneira, nós não fazemos nosso trabalho espiritual. Sempre seguiremos sendo os mesmos. Passarão os dias, passarão os tempos e nosso trabalho não avançará, porque tem que dar-se esses três princípios em nossa vida, nesse diário, viver, em todas essas coisas.

Aqui temos colocado exemplos de quando um vem ao santuário, de quando um se arrodilha, mas em tudo, em nós, por exemplo, os que somos pais de família, pais de filhos, os que temos filhos ou filhas, os que temos casamentos, matrimônios, ali se tem que ver expressada essa harmonia, se tem que ver esse calor, se tem que ver essa luz, porque senão não há trabalho espiritual, não há obra. Podemos ler todos os livros do mestre Samael, toda a sabedoria do mestre Lámi, escutá-la,

mas se não gestamos, se não fazemos, se não fecundamos nossa vida, ela não nos servirá para fazer nossa obra. O culpado é o computador, o que nós estávamos falando, o amor, a caridade, mais luz, não é? Quanto mais nós praticarmos esse amor, essa caridade e esse sacrifício, mais luz vamos ter.

E para que nos serve a luz? E o que tem ao nosso redor. Porque se nós nos imaginamos, por exemplo, na noite, se foi a luz, se vai a luz, se entende? Se vai a luz elétrica, se apagou tudo. E alguém carga uma linterna, uma linterna... Então esse que tem essa linterna, o que faz? Alumbra para ele, para o que está ao seu redor, não é?

Quando nós conseguimos encarnar essa luz, nós vamos alumbrando nosso caminho e o das outras pessoas. Aproveitar a vida, mas aproveitar-a sanamente. por isso dizíamos, aproveitar esse calor que há aqui, pelo menos aqui eu acho que um não pode estar acostado às 10 da manhã, ou sim por muitos sonhos que tenha pelo menos no quarto onde eu dormo às 10 da manhã, olha isso parece

um forno então a mesma natureza nos ensina a nós esse calor tem que colocá-lo em atividade tem que utilizá-lo porque enquanto nós mais calor temos e o utilizamos nós mudamos, fazemos nossos exercícios, fazemos essas respirações, pois mais ganas de continuar fazendo vamos ter, não é? Mais ganas de fazer vamos ter. E a contemplação, a oração, a meditação,

a contemplação, a meditação, eles nos dão as harmonias para a vida, nos fazem ser sensíveis à natureza. Por exemplo, uma pessoa que já encarnou alguns valores de ser, seria incapaz de ir, por exemplo, a matar um animal, a tirar da vida algum animalito. Vocês creem que pode ser? Uma pessoa que, por exemplo, algum de nós, seremos capazes de ir a matar um animalito?

Uma serpente, por exemplo, será que somos capazes de ir a matar uma serpente? Por que não dizem nada? Então, ser sensíveis ante essa vida, ser sensíveis ante isso que a natureza nos está dando. Por exemplo, eu acho que nenhum de nós iríamos atalar, atumar um árvore, não é verdade? Porque nos fazemos sensíveis ante essa vida, ante tudo isso que nos rodeia.

Então, assim, fecundamos nossa vida. Esse aspecto é muito importante, queridos irmãos. Talvez vocês digam que estou repetindo muito, mas realmente é um aspecto muito importante, porque às vezes nós vemos a vida como aquilo que está lá, mas temos que ver ela à luz do nosso trabalho espiritual, à luz da nossa obra. Assim, temos que ver a vida,

Que se em nossa obra não existe a vida, se nós não fazemos com que essa vida se fecunde, nasça e cresça, lamentavelmente não estamos fazendo a obra. Não se está fazendo a obra. Bom, agora vamos ver a vida espiritual. Vemos como o Venerável Maestro Lámi, nesta lâmina, nos ensina seus desdobramentos, como ela tem seus desdobramentos.

Então, a vida orgânica, nos diz o Maestro, na sexta dimensão, alcançam a ver vocês, me dizem sexta dimensão nesta lâmina, Lá tem um ponto azul, você vê?

ParticipanteSim.

InstrutorEsse ponto azul é o alma de cada um de nós. É o alma ao plano físico. Então, quando a essa vida se afina um corpo, quando a essa alma se afina um corpo, o mestre diz que ela se divide em três. Ela se divide em três. Vou esperar um pouco para que vocês copiem a lana.

ParticipanteO que significa, por favor, a alma?

InstrutorA alma se divide em três. Em três partes se divide essa alma espiritual. Desde as diferentes dimensões para chegar à parte física. E uma parte fica lá em cima esperando.

O que ela ficará esperando? Volte. Ela fica esperando que as outras duas regressem. Como?

ParticipanteA terceira.

InstrutorA terceira parte fica esperando que as outras duas retornem. Sim, eu entendo? Que vêm para a vida espiritual. Outra parte é a vida orgânica, certo? É como dizer, elas duas iniciam um viagem, certo? Elas duas iniciam um viagem. Vêm para tomar corpo físico, vão fazer um filho, certo?

Então, aquela que está lá em cima, está esperando que essas duas voltem. Sim, sim, mais ou menos.

ParticipanteRetornem.

InstrutorRetornem. Exatamente.

ParticipanteSintando o álcool na parte dormida, retorne a sexta dimensão.

InstrutorExatamente. Não sei o que faria sem essa gente que sabe falar esse idioma. para que ela retorne novamente com essas duas. Se não me entendem, vocês me perguntam tranquilamente o que podemos explicar. Entendeu ou não?

ParticipanteQuem não entende? Esse processo que está explicando a Nancy, de Pache a Mano.

InstrutorNão, não. Simplesmente ele diz que há uma parte esperando.

ParticipanteAh, Henrique, uma tradução disso para todos em voz jovem. Então tem que, a vida lá nasceu de inerção, esperando que a vida espiritual, a vida celular, retorne.

InstrutorRetornam, isso é tudo. Elas duas iniciam essa vida e a outra vai esperando. Isso é tudo o que até agora temos dito, não é? Então, essa vida orgânica, como nós podemos ver aí, ela passa por alguns processos, alguns processos em que ela tem que se impregnar, pois vale a redundância da mesma vida.

Por exemplo, quando passa por um acas, o mestre diz que o acas é a luz astral, é a mesma luz astral. Então, ali ela se impregna de vibrações. É igual à luz astral. Desculpe, sim, Akas é igual à luz astral. Vocês já ouviram que no credo gnóstico dizem que a poderosa mediação astral

que enlaça a nossa personalidade física com a existência. Veja que eles são muito estudiosos, todos os alunos deles são muito estudiosos. Bom, então aí ela se enfrenta a essas vibrações da luz astral. Depois chega aos talos. O que são os talos? Vocês que já... eu imagino que vocês já viram isso há alguns dias no curso, certo?

ParticipanteOs Taduas, conhecer todos os princípios de cada um, e quais são esses princípios? Como se chamam?

Instrutorque corresponde à terra, não é? sim água, o que mais? por lá, veja, vaiu

Participantevaiu, leite sim, leite fogo, já disse fogo

Instrutorbom, então aí dessas águas, se vai carregando digamos assim, se vai se vai nutricionando, não sei qual de todas essas palavras lhe fica melhor a vocês se vai nutricionando de esses valores, desses talos. E depois chega aos éteres, não é? Quais são os éteres?

Por aqui vamos dizer que quase não lhes damos oportunidade de falar, não é? Porque não os ouvimos. Como é que se chama o outro? Esse é o que está aqui. Como se chama o outro?

São de tipo superior, não é? Que são o éter lumínico e o éter refletor. Eles são os que lhes dão a inteligência aos órgãos, aos órgãos internos. Vocês já viram que, por exemplo, o hígado, nós não o dirigimos, certo? Ele faz o seu trabalho. O coração, nós não o dirigimos, certo? Ele faz o seu trabalho. Então, aí estão esses éteres lumínicos e retrógrados.

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