Curso Assoprovida e Juventude 21 de janeiro de 2010 — 21 de janeiro — Sessão 3 [00:00] Participante: Boas tardes Paz Inverencial, então, esta tarde, assim como no dia de ontem, dentro do que são as juventudes gnósticas, ou seja, os cursos de juventude da Assoprovida, Desde há muito tempo se está fazendo a apresentação das diferentes áreas que tem a igreja Para que se conheçam os objetivos que tem cada área E um tema dos que manejam Achei que o tema foi dado pela área das Mães O que vocês acharam do tema? Muito profundo [00:41] Participante: Eu acho que ajuda a aclarar bastante esse tema de luz, calor e som que é a tortura dos missionários quando o preparam você entende? eu passei por essa tortura há muitos anos preparando esse tema porque não era difícil de de manejar alguns não, são mais brilhantes intelectos a uns nos custa mais mas esse tema tem essa particularidade de mostrar de uma maneira realmente científica para mim esse tema de ontem é muito científico porque com aspectos muito básicos [01:21] Participante: demonstra a realidade que tem a expressão da vida através das três forças em um e na criação então esse tema é muito bom mas esse tema o manejam as mães não é para que nós o entregamos se me faz entender? Porque é um tema que maneja a área de madres Mas é para que nós conheçamos o que maneja essa área Para que apoiamos essa área Muitas vezes dentro da instituição Não sei de cá, passa em outros lugares [01:59] Participante: Conferência de segunda câmara de catecismo E os únicos que sabem de catecismo são os meninos E os adultos não sabem o que lhes ensinam Melhor dito, não sei se passa aqui Isso passa em outro lado Passa outra vez também, conferência de damas E quase não vão as damas às conferências de damas Em algumas partes sim, em outras partes não Os homens não sabem que objetivo tem de que se reúnam lá Depende, tem muitos bosques Depende, certo? [02:34] Participante: se imaginarão que se reúnem lá a tomar o chá, o café e a pelar os maridos, ou seja, a tirar os sapatos do sol de cada marido, mas não, tem um objetivo, a missão de damas é super importante, o mesmo acontece com a soprovida e juventudes, tema de juventudes, tema de soprovida, ah sim, ecologia, E a gente não se informa, se me dá para entender? E a ideia é que nós vamos conhecendo os objetivos de cada área. Porque a igreja é de uma octava superior à era da quarta. [03:21] Participante: Todas as camas são juntas, não cada uma. Que essa é uma circunstância que se quer em atualidade, a nível internacional, ir ligando. Porque o propósito do nosso povo é o quê? Que chegamos ao éxodo, que chegamos a dar uma oitava para o éxodo Mas se cada área tira para o seu lado, resulta que não há apoio entre todos Então, hoje isso corresponde à agricultura [03:57] Participante: Vamos ter a oportunidade de fazer uma pequena horta Depois lhes vou dizer onde mas hoje vamos ver um tema relacionado com essa área essa área é supremamente importante e como contamos aqui com o representante de agricultura de aqui do monastério ele vai nos dar o tema vou descansar de falar português e também que logicamente precisamos que isso através do linguagem E através de um sentimento que uma pessoa já quando se dedica a isso [04:39] Participante: Tem mais solvência moral Nós não podemos, como eu disse, dedicar-lhe Ojalá, muito tempo por tanto viagem Sim, nós temos sembrado tudo, mas não é o mesmo Quando você está todos os dias aí É outra coisa E para essas coisas é melhor que cada um Onde corresponde Então vamos pedir ao nosso convidado A Joao Que passe a trabalhar com nós Esta área é bem-vinda E o público é seu Faça com ele o que você quiser Posso fazer uma oração? Sim, por favor, claro [05:20] Participante: Você sabe que ele é igual ao chato? Não Esse povo é seu Perdão A gente... São seus [05:34] Instrutor: Tem uma essência, tem uma essência aí que eu vou pedir para que todos passem, tá? Vamos então fazer uma oração primeiro, nos colocarmos todos de pé. Alegária ao Divino Daimon. Todos repetem. Desde a aurora do universo. [06:15] Participante: Desde a aurora do universo. [06:17] Instrutor: E que se levanta meu espírito, fecundando as partes mais nobres, de minha alma, de meu coração, elevo minha pregária, até o divino Daimon, ser bendito e adorável, Que há acompanhado Minha vida Em todo esse ir e vir [06:46] Participante: Buscando elevar-me [06:50] Instrutor: Nas esferas mais puras Do ser Bendito e adorável ser Quero que escutes meus rogos Para que desde o estado consentivo em que me encontro possa cada dia compreender mais a razão de ser de meu ser para poder receber com humildade e compreensão mais ao mesmo tempo [07:31] Instrutor: mas ao mesmo tempo, com muito valor, Tuas divinas ensinamentos, e através delas, elevar meus sentimentos até a cúpula do saber. Ó Divino Daimon, Tu que me há acompanhado, que me acompanhas nos eventos transcendentais de minha vida te peço me ajudes [08:11] Instrutor: a eliminar todas as minhas debilidades me ajudes a distinguir o mal do bom e o bom do mal me ajudes a eliminar a minha natureza, a insegurança, as vagabundades, as vãs ilusões, que me ajudes a ver com claridade [08:43] Instrutor: o caminho que devo seguir, iluminado pela luz de meu Cristo, íntimo e impulsionado por Tua Força, Divino Daimon, Bendito Ser, quero que em minha vida venha a paz, aquela paz que há de ficar, depois de haver eliminado todas as minhas debilidades e vagabundades, que vida traz vida, [09:22] Instrutor: tenho trazido quero que me ajudes a conhecer a fundo as expressões e manifestações de meu ego para poder eliminá-lo quero que me dê sabedoria para avançar em meu caminho sapiência para não cair no pecado Amor Para compartilhar com a humanidade Compreensão [10:00] Instrutor: Para ser fiel ao meu ser Pelos séculos dos séculos Amém [10:08] Participante: Amém [10:54] Instrutor: Bom, irmãos, é uma satisfação poder, nesse dia, compartilhar com vocês essa informação. Nós tivemos oportunidade, isso talvez não se diz, mas nós tivemos a oportunidade de conhecer o Mestre Laxmi Daimon [11:34] Instrutor: de uma maneira muito humana ainda. Nós tivemos essa oportunidade. Eu sempre digo para as pessoas que eu tenho a oportunidade de estar se relacionando Dessa maneira mais um pouco profunda Sobre esses assuntos que nos interessam, que a gente gosta, que a gente pratica E nós tivemos a oportunidade de etiamachete, como diz na Venezuela, na Colômbia Pegar o facão, a foice, aqui no Brasil é foice Mas lá nesses lugares não se usa foice Se usa o facão para fazer vários trabalhos relacionados com o cultivo, relacionados... [12:12] Instrutor: Na verdade, eles usam o facão para tudo lá, para tudo, fazer buraco, fazer construção, cortar. Então, eu tive essa oportunidade de participar com o Mestre Laix, uma vez que nós fomos cortar uma área, derrubar uma área onde se construiu o hospital para Celso. Quem conhece o Hospital Paracelso, ele faz assim, dá uma descida, e lá embaixo fica o Hospital Paracelso. Então, lá embaixo, nós fomos, e ele foi conosco, e nós tivemos a oportunidade, então, de ter conhecido ele nessa época. [12:49] Instrutor: Aí, passou todos os processos que tiveram que passar, e chegou uma época que ele já não estava tão humano, ele estava 100% divino. Era até difícil você chegar próximo dele, porque as pessoas não o deixavam mais. Era nas conferências, você já não tinha mais aquele contato. E era uma coisa assim, vale a pena, algo interessante, desde esse então, 92, 93, ele tem dedicado muita força, muito esforço para que surgisse isso que chama agricultura. Eu estava presente na sala, na conferência, quando ele falou assim, necessitamos de 200 agricultores, ele disse, necessitamos de 200 agricultores. [13:27] Instrutor: E eu lembro que naquele momento que eu estava sentado, eu falei assim, agricultor? Eu não quero ser agricultor, eu quero fazer missão. eu era solteiro, né, lógico, eu era solteiro tava pra fazer o curso de missionário não tinha feito ainda, aí eu falei não, eu quero fazer o curso de missionário, eu quero fazer missão, eu quero esse negócio de ir pro mato, assim trabalhar, isso não é comigo não, eu não falei nada mas eu pensei isso e nesse dia ninguém levantou a mão, né e interessante que ele não falou mais nada sobre esse assunto, então deixou isso quieto, passou um tempo né, eu tive a oportunidade de ficar lá, né Eu saí um pouco, mas tive a oportunidade de ficar ali, fiquei na comunidade ali. [14:06] Instrutor: E nós trabalhávamos, nós fizemos um cultivo de tomate, nós fizemos um cultivo de milho. E aí, um certo dia, ele nos contou que, quando ele fez essa proposta que precisava de 200 agricultores, era uma ordem que ele recebeu dos irmãos do espaço, que necessitava de 200 agricultores para desenvolver esse processo que estava começando ali, que é a agricultura hoje. e que essas pessoas, os voluntários, seriam imediatamente levados para a ilha. Eles seriam levados imediatamente para a ilha para começar esse processo. Aí ele falou assim, só que ninguém, ninguém levantou a mão. Só que se ele tivesse dito, olha, alguém aqui quer ser agricultor porque nós vamos para a ilha, [14:48] Instrutor: aí todo mundo iria. Então ele diz assim que assim não serve, porque tem que ser uma coisa de coração com coração mesmo. então ficou esse processo aí meio esquisito para a gente mas eu tive a oportunidade de estar nesse dia mas também não levantei a mão porque a gente tem um preconceito a gente tem uma ideia equivocada sobre essa questão no Brasil, depois que eu casei depois do congresso de Lagrita depois que nós viemos fazer missão no Brasil depois da construção do templo que nós também passamos aqui estivemos aqui na construção do templo nós tivemos a oportunidade de dedicar nessa área [15:27] Instrutor: e quando surgiu assim como se conhece hoje o curso de agricultura, é interessante, porque ele vem resgatar esses 200 engraçadinhos que não levantaram a mão, ele veio resgatar, né, esse processo continuou, diz nos contos mestres que os irmãos de espaço pegaram 200 pessoas fora do povo gnóstico, levaram lá nesse local sagrado que na não na Santa Marta, Serra Nevada de Santa Marta, lá começou a desenvolver um processo de agricultura, levou as pessoas. Quando nós começamos a trabalhar no Brasil, a gente tem adotado, por uma questão de lógica, [16:08] Instrutor: essa terminologia campesino, porque se a gente for analisar, no português é camponês, mas ele não encaixa direito, porque infelizmente hoje nós sabemos que o maior dano que existe para isso que se chama agricultura, para isso que eles conhecem como agricultura, para isso que eu trabalho com a mãe natureza, infelizmente ele está bem invertido. A gente tem um preconceito que a gente traz para dentro da agnose, a gente tem uma má ideia, uma má compreensão disso, que é a terra, que é o campo. E com esse desenvolvimento, quando surgiu a agricultura, [16:49] Instrutor: o mestre Laxmi, ele disse que todas as pessoas que porventura ganharam o direito de ir pro êxito eles vão ser recebidos e as primeiras coisas que serão apresentadas pra eles ou pra nós, tomara que sejamos nós é um facão e uma enxada, né, eles vão falar, olha, é isso aqui, ó, vocês conhecem quem conhece bem, quem não conhece vai ter que aprender a manejar, facão e enxada, então a gente vê que é uma coisa simples, né, uma coisa que tem tudo a ver com a nossa vida, né, porque Quem não come? Quem não se alimenta? Então, aí vocês podem dizer assim para mim, mas existe a agricultura. Nós somos um país agrícola. [17:30] Instrutor: Colômbia é um país agrícola. Venezuela nem tanto, mas tem muita influência dos colombianos na Venezuela. Isso faz que algumas regiões da Venezuela também sejam agrícolas. O nosso país é bem agrícola, mas infelizmente é uma agricultura que vai em contra de algo que é muito importante para nós, que é a obra nossa, que é a obra de nosso ser. Diz o mestre Laxmi que, infelizmente, hoje em dia o agricultor, esse camponês que vocês falam, que querem substituir o campesino pelo camponês, ele mais causa dano à mãe natureza, à agricultura, à terra, ao campo, do que benefício. [18:12] Instrutor: Ele colocou uma situação até interessante que eu quero compartilhar com vocês, que a pessoa de escritório, aquela pessoa que fica lá na cidade, aquela pessoa que tem uma vida mais ou menos comum e corrente, ela não tem uma interferência tão grande assim nisso que é a agricultura, isso que é o campo, isso que é a natureza. Ela não tem, ela come, como todos nós, ela precisa comer, mas como ela vai no supermercado e tem, então ela acha que está tudo bem. Quanto mais dinheiro, mais eu seleciono o que eu compro. inclusive eu posso me dar o luxo de comprar produtos orgânicos, posso comprar produtos orgânicos, não interessa se é transgênico ou não, o importante é que seja orgânico, e aí é mais caro, mas eu posso, eu tenho condições, eu como e eu estou bem. [18:55] Instrutor: Mas nós vemos que esse outro lado, essas turmas, essas pessoas que se encontram do outro lado na agricultura, elas sim estão fazendo um dano grande à natureza, porque elas chegam numa área, independente do amor que tenha por isso, independente do respeito que tenha pela natureza, independente de acreditar nisso ou não, eles pegam um pedaço de terra e, como se diz no espanhol, põe uma pedaço de terra a parir. Eles põem a parir dinheiro mesmo, não interessa, eles querem, desmatam, se tem água não interessa, eles tiram as varjas, eles tiram tudo, plantam, e o importante é que dê dinheiro, inclusive eles fazem conta. Eu vou plantar, vai dar tantas sacas e não interessa se a terra é boa ou não, [19:36] Instrutor: porque eu tenho produtos químicos. Então nós vemos que eles chegam numa terra e põem ali a produzir indefinidamente o que dê mais dinheiro. Inclusive, parece nobre essa questão da agricultura, mas nesse ponto nós vemos que não é tão nobre assim. Chega numa terra e põe a terra a produzir, põe a trabalhar isso de uma maneira, como que eu posso dizer para vocês, de uma maneira medonha, devastadora, essa é a palavra, devastadora mesmo. Então nós temos que se localizar bem nessa situação, porque nós não somos chamados a ser agricultores, não somos chamados a abandonar as cidades e ir para o campo. [20:19] Instrutor: As pessoas que conhecem as comunidades, elas sabem que existe um processo gradual que tem que ser respeitado. E existe um processo maior ainda que tem que ser respeitado, que se chama a bendita Deus, a Mãe Natureza. esse mesmo ser, essa mesma força corre com essas pessoas do campo se a gente for analisar um pouco as pessoas que conhecem lá, o Rafael sei que conhece isso você vai falar com essas pessoas de lá do interior muitas delas querem sair dali querem ir pra cidade, querem ver cinema querem ver concreto querem ver sei lá o que que elas querem ver na cidade mas é como se fosse um sentir delas não é isso Rafael? Essas pessoas do interior e o motivo disso é porque [21:00] Instrutor: Porque a própria mãe natureza corre com elas nesses lugares, porque está causando dano. Aquela pessoa que está lá na cidade, ela tem a oportunidade de conhecer alguma coisa que tem a ver com o natural e querer ir para o campo, entendeu? Até desenvolver algum processo no campo. Então, nós temos que se localizar. Eu trouxe esse tema para hoje, para nós, que o Emerson pediu para que eu desse uma conferência sobre a agrocultura. Eu trouxe esse tema que chama As Quatro Transformações, que tem a ver com isso que eu estou falando para vocês. É um tema que entregou para nós no curso de agricultura lá em Versalhes, não sei se vocês tiveram, não sei se vocês tiveram esse tempo, porque a agricultura também não tem um plano, não tem um... esse é o bom da agricultura. [21:43] Instrutor: E eu quis trazer isso para ver se a gente se localiza e a gente começa a encaixar o que tem que ser encaixado para a gente reiverter essa situação. o mestre sempre nos disse que quando a gente passa, morre nós somos julgados, a nossa mãe divina ela apela aos juízes desesperadamente para que nós sejamos perdoados, ela quer que a gente seja perdoado ela quer que a gente seja perdoado de qualquer maneira ela faz esse esforço e por ela a gente é perdoado, é como se fosse a minha mãe, minha mãe não importa o que eu tenha feito ela vai sempre estar do meu lado só que aparece um outro aspecto dessa mesma [22:21] Instrutor: mãe divina nesse tribunal, que é a mãe Pachamama, a bendita mãe Pachamama, a bendita mãe terra, e ela fala assim, olha, ele não cumpriu com os meus desideratos e ele não tem o meu perdão, e ela não permite que a pessoa seja perdoada, e ela vai ao abismo, então é muito importante que nós tenhamos isso em consideração, não é uma ameaça, a agricultura não é uma ameaça, mas é uma realidade, a mãe Pachamama acompanha o seu filho nos tribunais e ela exige que as contas com ela estejam quites. A mãe divina não. A mãe divina quer o perdão do seu filho a todo custo. A qualquer custo. Ela pode até ser pesoteada por eles, mas ela quer o perdão. A mãe pachamama não. Fala, Antônio. [23:03] Participante: A mãe pachamama seria a mãe ética? [23:07] Instrutor: Não, não, não. A mãe pachamama exclusivamente é a mãe terra. É a terra. É o vamos dizer assim, o chão. é o chão não, a mãe natureza é uma coisa a empate a mama é outra mãe terra, é o chão é a terra que nós vamos ter que cultivar então se diz assim que essas perguntas como que incomoda a gente, como que quebra o como quebra o segmento mas [23:46] Instrutor: Mas, esse é um assunto que a gente gosta, graças a Deus, e pode ter alguma coisinha, mas o fio da meada a gente não perde, não. E eu espero passar para vocês isso mesmo, certo? Certo, meus irmãos? Então, o primeiro passo que nós temos que fazer para quitar nossas dívidas com a bendita Mãe Terra, porque com a bendita Mãe Kundalini vocês sabem melhor do que eu, é o trabalho psicológico, é o trabalho alquímico, é o trabalho da agnose, é a agnose pura a mãe acompanha você até chegar a agnose e depois da agnose ela continua acompanhando a mãe Pachamama não, ela é um aspecto muito interessante porque ela [24:28] Instrutor: sempre acompanha o homem o homem da cidade, o homem da terra o homem, nós precisamos comer nós precisamos respirar, o homem por mais que seja antinatural ele necessita de elementos naturais para que ele continue a sua vida, nem que seja para continuar o que ele é, mas ele é necessário de elementos naturais. Então, nós precisamos colocar em dia a nossa conta com a mãe terra. Então, é muito importante que as pessoas vá para o campo. É muito importante que as pessoas se dêem conta e deixem um pouco o que estão fazendo, 100%, e se dediquem ao campo. Esse campo que eu me refiro, irmãos, é a comunidade. [25:08] Instrutor: Nós temos comunidade. Se não houvesse comunidade no Brasil, aí eu podia dizer eu podia inventar alguma outra coisa, mas são as comunidades, tem lá várias comunidades, tem a do Sul, tem a da Bahia, tem a do Marra Láctima ali, uma comunidade 100% agrícola, nós tivemos a oportunidade de viver nesse local um ano e meio sozinho, eu, minha esposa e a Ganesha, e eu lembro que chegava a onça para comer a galinha e a gente ali, ou seja, é um local, São Paulo, as pessoas que vêm de fora tem aquela ideia assim, um deserto de concreto e é real e a uma hora, uma hora e meia máximo de São Paulo, quem conhece o Marralax sabe, está o Marralax [25:47] Instrutor: olha, lá tem uma cachoeira de 20 metros de altura tem uma cachoeira de 20 metros de altura e a gente leva três horas para chegar lá e pode ser que olha, não tem contaminação ali, pode ser que alguém queira fazer alguma coisa que não deve num lugar desse, mas não faz porque o acesso não permite, ah, nós vamos bagunçar lá, não vai, vai bagunçar no caminho, mas lá não bagunça, porque é o acesso, as pessoas que conhecem o acesso dessa cachoeira ela tem precipício, tem nós já saímos de lá de noite e mas são locais assim, que você vê São Paulo quem conhece São Paulo, a fama de São Paulo, ali tem o Marra Láxima, 20 metros de altura e é 20 metros mesmo, e a lâmina de água [26:28] Instrutor: é como, eu acho que toda essa parede aqui, ela tem 14 metros essa construção tem 14 metros, ela deve ter uns 14 metros de lâmina de água. Quem conhece essa cachoeira lá? A Marlene, o Daniel conhece, o Emerson. Você, Ana? Será que eu estou exagerando um pouco, Daniel? Você chegou no pé dela lá com a gente, fizemos cadeia lá? Então a gente vê que esses mistérios, por mais grande que seja a cidade, eles existem. E é um local que não existe contaminação. Não existe contaminação ali. Não existe polvo, [27:05] Participante: não existia. Onça mesmo, [27:08] Instrutor: onça mesmo. Onça parta. Onça mesmo. Ah, essa cachoeira não fica na área da comunidade, né? Não fica na área da comunidade, mas a gente sai da comunidade, três horas a pé, sem passar em asfalto, sem passar em nada, chega lá, né? A Marlene conhece lá. Três horas. A gente fazia em 40 minutos, mas [27:37] Participante: no passo [27:40] Instrutor: firme, mas com todo mundo era três horas andando para chegar então a gente vê que existe sim o meio da gente trabalhar isso, e aqui em Campo Grande, aqui no Mato Grosso do Sul é mais ainda que nós estamos aqui é pleno Pantanal Pantanal é a maior planície alagada do planeta, ou seja não tem outro local para que haja a integração com a natureza então como existem esses locais nós temos que falar deles, nós temos que voltar para esses locais E a ideia nossa, a ideia da agricultura Não é que as pessoas vá para esses locais Ou vão para esses locais A sofrer, entendeu? Não, eu quero pagar meu carme, vou sofrer Vou aguentar ali, vou aguentar o borrachudo [28:20] Instrutor: Vou aguentar o pernelongo, vou aguentar as cobras É um local que tem muita cobra Muita cobra mesmo Eu mesmo tirei da casa a mesma cobra Várias vezes, que a gente não mata A mesma cobra várias vezes A Ganesha pisava nas cobras Eu vi isso, ela pisava nas cobras E é uma cobra venenosa É a jararacuçu E a cobra nunca picou a ganeixa Eu vi, ela pisou na cobra A cobra não fez nada Aí claro, eu tirei a cobra Do caminho que a gente estava indo Justo para a cachoeira Uma cachoeira mais próxima que tem ali Então é um local A natureza ainda Ela, por mais que ela esteja como ela está Ela ainda permite que nós encontramos alguma coisa nela [29:01] Instrutor: Quem não faz isso são esses agricultores Que chegam no local e derrubam tudo mata tudo, elimina tudo e para plantar porque vai dar dinheiro então, mas são locais muito especiais, irmãos, que nós temos que conhecer para que nós vamos conhecer esse local? nós temos escutado nossas conferências aqui sobre essa questão do elemental, sobre essas questões, a magia dos elementais sobre essa questão do papel que cumprem esses elementais conosco e se a gente parar um pouquinho para entender esse, inclusive para que se entenda melhor esse tema, parando um pouquinho, se diz que a roda do samsara [29:41] Instrutor: parou, a roda do samsara está parada, né? E existem muitos dizeres sobre isso, né? Alguns sim, alguns não. Que parou, que porque parou, que porque que não continua, né? Porque que não vão lá e ela volta a rodar. E a gente, como diz o Emerson, nós, todos nós temos uma informação sobre isso, né? E a realidade disso é que foi um benefício para nós também, né? Foi um benefício para nós. É claro que novas oleadas de elementais nos reinos seriam um desastre, porque elas seriam perdidas, como disse o Hermes aqui na conferência. Vocês viram, não foi? Viram isso, né? Então, essa roda de Sassara parou, então talvez para nós isso ainda não seja uma realidade. Ah, eu vou morrer e vou rodar direto lá, [30:23] Instrutor: eu não vou sofrer, né? Talvez... Existem esses dizeres, assim, não estou inventando nada, né? E talvez não seja uma realidade para nós ainda, não tenhamos a compreensão disso. Vêm os instrutores e falam sobre isso e tchau. Só que para os elementais, irmãos, isso é uma realidade. Para os elementais, a roda do samsara parada é uma realidade muito grande. E tem muitos dos elementais, eles têm uma consciência que a gente não tem. Porque eles têm consciência e a gente não tem consciência. E a consciência deles é a seguinte, que para eles já era. A gente não, porque a gente pode fazer uma obra. Eu estava numa relaxa e me chegou a informação de que você não podia cortar uma palmeira. [31:03] Instrutor: Porque se você corta uma palmeira, você perde o ser. Aí eu falei, puxa vida, mas isso é uma exageração, né? Isso é um exagero, estão exagerando, estão brincando comigo, né? Estão brincando comigo, eu acho. Eu acho que isso deve ser brincadeira. O povo exagera muito, né? O povo gnóstico exagera muito. E aí, quando nós tivemos a oportunidade de fazer o curso de agricultura, nós vemos que ela tem sua realidade, sim, porque muitas vezes os seres humanos que se encontram no reino que nós estamos, eles têm muitos que já não têm a oportunidade de fazer uma obra. e esse elemental ainda tem oportunidade de se autorrealizar, de se conhecer e se autorrealizar quando chegar a um reino superior, e muitos de nós não, muitos dos seres humanos que não sejamos nós [31:44] Instrutor: eles já não tem essa oportunidade então a vida de uma pessoa que já não tem uma possibilidade é muito inferior a que essa que ainda tem, então tem uma lógica assim, então para esses elementais a roda do samsara é uma realidade, e a realidade é a seguinte, já era, já era o que eles vão fazer? Vocês já imaginaram isso? O que nós vamos fazer? Não vai fazer nada, né? E nós temos consciência, nós vamos, nós vamos e voltamos, falamos, perguntamos, continuamos sendo igual, né? Mas os elementais não, eles estão numa situação mais real, mais complicada do que a nossa. [32:22] Instrutor: E não sei se o Hermes não sabe alguma coisa sobre isso, né? Mas existe uma situação onde existem as suas exceções, né? Existem algumas exceções das coisas que estão se acontecendo. E essas exceções são muito raras. Elas são casos que tem que haver uma interseção muito grande de um ser muito grande. E só tem um ser que faz isso. Nós tivemos a oportunidade, eu nem deveria contar isso, mas nós tivemos a oportunidade de conhecer um cachorro na comunidade. nós chegamos lá nesse local que eu estou contando e já existia um cachorro velho lá que chamava Lobo, existia um cachorro velho lá [33:04] Instrutor: então nós ficamos lá uns 3, 4 anos saímos, casei, fiz missão voltei e o cachorro estava lá então depois de vários anos ele morreu, o cachorro morreu e os vários anos que eu estou falando é recente e a gente sabe que essa essência veio no corpo de uma pessoa e a roda está parada Então, existem suas exceções, mas só existe um ser que pode fazer essa exceção. [33:30] Participante: O Joãozinho, que eles chamam de bancho, não é? Não, não é aqui não, é aqui. [33:41] Instrutor: Vamos fazer aqui. Só tem um ser que faz isso. E os elementais, eles sabem disso, eles recorrem a esse ser para que eles possam, de alguma maneira, que não vem por onde. Nós, se vocês forem analisar, irmãos, não sei se vocês se deram conta, mas por mais que a gente não faça uma obra, nós temos um caminho. Faz você o que quer, mas nós temos. E ele é para todo mundo. Os elementais não têm isso, porque parou, está parado, ele vai morrer, vai nascer e vai ser aquilo até que a roda gire de novo e ele possa. Não se sabe quando. Eu não tenho nem ideia quando vai ser isso. [34:21] Instrutor: Então, toda vez que os reinos, nos reinos, permite que esses seres sejam úteis, sejam úteis, eles ganham algo. Quando a roda girava, eles eram úteis ao ser humano, eles eram úteis ao rei da natureza e eles ganhavam com isso e com isso evolucionavam. Por exemplo, a gente conhece em medicina oculta e magia prática, uma planta quando se usa para o benefício de alguém, uma cura o benefício quem ganha é o elemental vocês escutaram isso, não foi? isso não é novo quando se usa para uma construção quando se usa o pau da cruz [35:01] Instrutor: quando se usa para fazer a cruz do santuário o elemental ganha com isso então toda vez que ele é útil ele ganha com isso quando a roda do samsara parou ele ficou numa situação porque ele tem que ver como ele faz isso o povo gnóstico infelizmente é muito pouco na humanidade então, toda vez que chega uma pessoa que tem esse conhecimento que nós temos que trabalha com a sua energia um homem casta, uma mulher casta que tem o anelo, que procura, que se esforça eu vou colocar nós nesse meio vão colocar nós pessoas como nós, que queremos que buscamos aí a se superar então, são pessoas diferentes [35:41] Instrutor: nós ainda não chegamos em um local que deveria ter chegado mas somos diferentes, os elementais sabem disso quando a gente chega num local pra trabalhar seja na minha casa ou ralar, que seja num campo mais próximo da natureza, melhor pode ser na minha casa, mas nós aprendemos assim, que pode ser na minha casa, mas quanto mais próximo da natureza, melhor quando eu chego num local pra trabalhar essa terra, vou trabalhar essa terra aqui essa parte aqui, vou trabalhar isso aqui mede 14 por 27, essa construção aqui, eu vou trabalhar aqui, eu vou trabalhar aqui, vamos trabalhar aqui, nós vamos trabalhar aqui. [36:20] Instrutor: Então, os elementais, eles veem em nós uma possibilidade, uma oportunidade muito grande, porque essas pessoas que estão lá pondo a mãe natureza a parir dinheiro, eles não sabem de castidade, eles não têm nada com isso, pelo contrário, quanto mais recursos eles tenham, mais atitudes na vida deles eles vão ter, ou seja, eles vão continuar sendo como são e piores e com maiores abrangência possível, ou seja, vocês sabem do que eu estou falando quanto mais tem, mais faz e quanto mais faz, não interessa mais nada, então quando eles veem que é nós que chegou essa turma, um ou dois três, quatro, cinco, chegou ali [37:01] Instrutor: são pessoas diferentes que caramba, já conhece, já trabalha alguma coisa sua, eles se desesperam esses elementais entram eles se desesperam Porque eles querem que nós possamos eliminar o seu corpo físico O primeiro passo deles é que nós eliminamos o seu corpo físico Eles desesperadamente querem que nós eliminamos o seu corpo físico Eles chegam a rogar o nosso intercessor elemental ao contrário Para que eles possam ser escutados e eles serem eliminados Para que eles ganhem o direito de poder voltarem dentro das plantas que nós vamos cultivar nesse local É sério esse processo, o mestre nos ensina esse processo [37:42] Instrutor: Ele diz que esses elementais, eles vêm até nós pelo intercessor elemental Mas como o intercessor elemental para nós está apagado, uma luz que não está conectada O desespero dele é tão grande que eles vêm, eles começam a puxar nossa roupa A arranhar a gente, a segurar a gente, a se jogar na frente, seus olores Não sei se vocês já tiveram essa oportunidade de ir num local assim que vai trabalhar você fura o pé, você se arranha às vezes não vê nem com o que ali e são esses elementais que eles estão desesperados para chamar a nossa atenção para que eles sejam eliminados eles querem que eles sejam eliminados eles estão pedindo isso [38:22] Instrutor: para que eles possam ter o direito de voltar numa planta que vai ser útil ao ser humano mas não ao ser humano, e sim a essa pessoa que está fazendo uma obra e se a gente for analisar essa oportunidade, ela é única, porque onde mais vai ter essa oportunidade? Fala vocês pra mim será que no agricultor ele vai eliminar ele vai eliminar o que tem aqui não vai, mas e aí, vai plantar o que, às vezes vai plantar um só tipo de coisa e tem que dar dinheiro senão ele toca fogo ali e vai para outra área ele não quer saber, não quer produção [38:50] Participante: os alimentares ficam felizes [38:52] Instrutor: ficam felizes, é, se for essa pessoa que eu estou falando para você então, aí o mestre na agricultura nos ensinaram que aí vem a primeira transformação essa é a primeira transformação essa é a primeira transformação essa é a primeira etapa essa vai ser a primeira transformação esses elementais que estão nesse local eles desesperadamente querem que fazer parte disso que se chama ou isso que vai se chamar produção para a nossa alimentação isso é muito importante para eles [39:32] Instrutor: e quando a gente começa esse trabalho nós vamos ali, vai ter que eliminar o que está ali queira ou não queira, vai ter que eliminar o que está ali fazer compostagem, como a gente sabe trabalhar isso aí, todo elemento que está no local ele não é desperdiçado, nem com fogo, nem jogado fora isso se faz na compostagem, é uma técnica que tem na agricultura que foi ensinada pelos irmãos do espaço para poder aproveitar todos os elementos que esses corpos físicos se alimentaram desse pedaço de terra que eles vão deixar aí mesmo para as coisas que vão ser produzidas então se faz a compostagem e tal e vai começar a trabalhar a terra Essa primeira transformação, onde você chega na terra bruta, [40:11] Instrutor: onde uma pessoa casta, vai começar a trabalhar o canteiro, onde nós vamos começar a oficiar nesse altar sagrado, que é a bendita mãe Pachamama, em seu útero sagrado. Nós vamos começar a trabalhar esse útero. Todo o trabalho da agricultura, não estou falando de agricultura mais, todo o trabalho de agricultura é um ofício, é um sacro ofício, no útero da mãe terra para que nós possamos se integrar com a natureza, se integrar com o nosso ser e possamos ter condições de fazer uma obra porque o que nos permite fazer uma obra a minha vontade, se me dá la gana como se diz lá na Venezuela [40:52] Instrutor: se me dá la gana, minha vontade, se eu quiser se eu quis, quis, se eu não quis, não quis mas o que nos faz fazer uma obra é um combustível que a gente tem e esse combustível ele é netamente sexual e não existe energia sexual sem uma boa alimentação, vocês sabem então isso vai ter que vir de algum lugar não vem, sei lá, de onde de uma pílula que eu vou tomar isso não é magia isso não vem do ultra todo mundo tem energia claro que todo mundo tem porque todo mundo tem essa força dentro de si que é essa aqui nós vamos falar dela ainda mas para que essa força ela esteja apta, ela precisa de um combustível Esse combustível é o nosso alimento. [41:34] Instrutor: E para que haja esse alimento, nós temos que oficiar. Nós temos que oficiar nesse sagrado altar. Nós temos que voltar de novo à natureza. Se diz que o maior ato de magia que existe no cosmo é a transubstanciação. E se dá no altar, nos altares gnósticos, a transubstanciação. O maior ato de magia que existe é a transubstanciação. E a transubstanciação se dá nos altares gnósticos. E um dos altares gnósticos é a Terra. É a Mãe Terra. é a mãe Pachamama isso é um mistério, falar de mistério é complicado você falar de mistério, como que eu vou desvelar um mistério para vocês eu vou desvelar um mistério, não existe isso o mistério ele é um mistério e o mistério continua [42:16] Instrutor: e eu não sei mais além disso sinceramente eu não sei eu não posso desvelar esse mistério, mas um dos esse mistério tem que fazer parte da gente nós temos que entrar dentro dele, nós temos que estar com ele, nós temos que ser uno com ele, não tem jeito e para que isso ocorra nós temos que oficiar nesse altar sagrado que é o altar da bendita mãe Pachamama então essa é a primeira transformação a gente chega, prepara uma terra esses elementais vão desesperadamente passarem para que venham essas sementes que vão ser cultivadas nesse local e nós vamos chegar esse ato, irmãos, talvez eu esteja falando de uma maneira muito trivial mas isso de você chegar num local [42:56] Instrutor: limpar, picar fazer, revirar essa terra, esse esforço que existe de você, essa dedicação não se faz mais a pessoa chega hoje numa terra, manda a máquina manda a máquina, manda fogo máquina de novo, adubo químico, adubo químico adubo químico, põe a semente sei lá de onde vem, às vezes não é nem semente natural, são sementes que nem existem na natureza porque elas só vão, porque eles conseguiram manipular o direito da pessoa de plantar, só planta se tiver aquela semente senão a semente não vai ser produzida, porque você planta e tem que jogar um produto depois para que nasça. É um absurdo, mas é assim. [43:35] Instrutor: Então, esse simples fato de você chegar, pegar um local que está tosco, cru e trabalhar, esse é um ato que nós fazemos, muito importante, e é esse o primeiro passo para se oficiar nesse altar, você preparar a terra. Quando você começa a preparar essa terra, existe sim ali um intercâmbio, você está colocando, Isso se exige muito da pessoa, que é um esforço físico, uma capacidade de resistência, esforço físico se exige. Uma pessoa ali vai estar transmutando, vai estar suando, vai estar trabalhando, vai estar exercendo seu esforço, sei lá como chamar isso. [44:17] Instrutor: E sem dúvida tem que ser um homem caça, tem que ser uma mulher caça ali, que esteja disposta a pegar o sol, a virar a terra. Isso não é fácil, não. Então, esse é o primeiro passo para a gente começar a quitar as dívidas com a nossa mãe Pachamama. Esse é o primeiro carinho que a gente faz na nossa mãe para que ela comece a ir quitando com a gente, retirando da gente, cancelando da gente essas dívidas que nós temos com a mãe. O que são as dívidas com a mãe Pachamama? Todo ataque, todo dano, todo desastre que nós fizemos nessa ou em outra existência, à natureza, tudo que nós fizemos à natureza, lembra dos passarinhos que a gente tacata, né lembra da, sei lá, né, dos animais que a gente maltratou [44:59] Instrutor: das enormes áreas que nós éramos proprietários delas e que fizemos o que nos deu a gana pra que pudesse produzir, né, alguma coisa aí fomos nós, porque quem mais seria, né um país tão grande como esse, quem foi que chegou primeiro e começou a produzir aqui, né, com a cana de açúcar com, sei lá, com o que mais com os animais. Então, isso é um dano e nós temos que começar a cancelar isso. Esse esforço de você suar o lomo aí, você revirar a terra, é o primeiro passo para a gente começar a quitar essas dívidas com a mãe Pachamama. E esse elemental, então, vai vir numa sementinha tão insignificante, tão insignificante, uma sementinha do alface, uma sementinha, sei lá, da cenoura, [45:41] Instrutor: uma sementinha do gergelim, do que eu vou plantar, ele vai vir ali isso é outra magia essas transformações é pura magia algo tão insignificante vai surgir algo ali vai surgir algo imensamente útil a nós e vai produzir e daí vai ser nosso alimento essa pode ser muito simples isso que eu estou dizendo pra vocês mas você podendo chegar e na sua alimentação contar com algo que você produziu que a Mãe Terra te deu com gosto, que você oficiou, você respeitou as leis, [46:20] Instrutor: você fez os ofícios, porque tem as conjurações, tem as cadeias, tem a preparação, tem o esforço físico para essa terra revirar ali. Então, você fez isso, o resultado disso foi a produção disso que se chama algo que eu vou comer, isso é uma benção muito grande, eu não paguei, não vou comprar, né? Qual o valor disso? Às vezes é até menor do que aquela que está no supermercado, às vezes é menor. eu lembro que nós produzimos no Marralax milho nós plantamos pouca coisa, meio hectare de milho isso não é nada, né? aí deu um milhãozinho assim, pequenininho aí chegava as pessoas aí eu mostrava o milho que nós produzimos [47:01] Instrutor: aí, puxa, mas que milho pequeno e o vizinho o vizinho tinha um milhão tinha um milhão assim que milhão, né? só que era [47:11] Participante: a milho [47:14] Instrutor: mais, mais aí sem dúvida o nosso milho era menor mas olha, era uma delícia era uma delícia esse milho eu comi até o sabuguzinho dele ele, você via que ele tinha algo diferente ali, o outro era bonitão mesmo né, bonitão, grandão, mas não é igual, o sabor não é igual entendeu, o alimento não é igual o que eu posso fazer né mas, então nós ele talvez é até menor que o da da onde a gente compra mas ele é algo muito, muito especial e eu vou explicar agora por que então quando o elemental passa por essa transformação ele era algo, essa palavra não encaixa [47:55] Instrutor: nessa conferência eu vou usar ela porque eu não sei qual outra para substituir, ele era como assim inútil, não existe planta inútil, a gente sabe disso perdão a natureza, mas era como se fosse inútil e passa a ser extremamente útil. Não é porque vai dar para nós a comida, não. Vocês vão ver porquê. Exatamente. Ele não tinha a possibilidade de ter uma oportunidade de servir e poder avançar no seu processo evolutivo. Então, quando ele passa por esse... Ele vem ali, se produz. Isso é uma magia. Porque não é só plantar, jogar semente e ir embora, não. Você tem que estar todo dia [48:37] Instrutor: em cima. Você tem que estar tirando as más ervas, você tem que estar trabalhando ali é uma coisa que exige quando isso acontece, parece muito simples ah, eu vou ser comido e estou contente não é bem assim não, o elemental está ali, ele está ali, ele está pendente ele passou por uma oportunidade única uma transformação muito grande ele ia continuar sendo a erva daninha até acabar tudo isso aí passa por um processo muito, muito importante eu considero muito importante que tem a ver aqui tem a ver com a morte aqui tem a ver com a mulher mulher [49:16] Participante: sim morte mulher mulher mulher quando ela tinha o elemental boa pergunta [49:46] Instrutor: boa pergunta, Alexandre e você vai ter a resposta nessa conferência agora se não responder, você me pergunta porque isso que você está perguntando é o tchan dessa conferência guarda essa pergunta aí que ela vai ser importante pra nós o segundo ponto a segunda transformação que tem que passar esse elemental ele é um elemental, certo? se relaciona com a mulher se diz no mundo diz que a mulher é o sexo frágil e a gente sabe na gnose que não é nada disso mulher párea, mulher da luz a mulher faz olha, a gente não pode contar coisa nossa que é ridículo mas por exemplo, quando eu vivi lá na comunidade [50:27] Instrutor: a minha irmã vivia junto, a Suzana ela fez 11 dias de jejum no número, no tempo, 11 dias não se faz 11 dias, ela fez ela fazia 3 dias de jejum no templo do Paracel que está as cobras ali, junto então, certas pessoas que eu não vou falar o nome, né, falei assim, mas isso é muito fácil, né, isso é muito fácil, né, se as mulheres fazem, né, todas elas, todas elas, a Suzana fez 11 dias, mas todas elas faziam, quem conhece o Paracelso aí, né, quem conhece lá o Lume, isso é muito fácil, não tem luz, né, não tem luz, tem cobra e a água é a água que corre [51:05] Instrutor: aí dentro, né, e é escuro, de dia e de noite é escuro, então eu falei assim, não, isso é fácil, aí vai fazer pra você ver, vai fazer, só mulher mesmo pra aguentar, porque o homem não aguenta não, porque não é fácil, não é fácil, a mulher ela tem isso, só que infelizmente o mundo transformou a mulher em algo tão triste, né, tão triste, né, que ela se deixa enganar tão fácil, né, ela é boba, né, como diz o mestre, era tola, boba um homem consegue ser vizinho uma mulher hoje faz nós, há um tempo atrás, você, pra você conseguir chegar numa mulher, você tinha que [51:46] Instrutor: você tinha que ser um cavaleiro mesmo você tinha que conquistar um coração a mulher deixou perder isso, né, hoje em dia já não tem mais isso, né, não, sim sim, sim, não, não, pronto, né isso é no mundo de vocês, né mas, Deus queira que sim [52:03] Participante: Não, castidade eu não falei [52:13] Instrutor: Castidade, eu não falei Nada sexual [52:16] Participante: Falou de conquistador De conquista Mais baixo? Mais baixo [52:24] Instrutor: Estou falando da conquista de uma mulher A conquista de um coração Antes tinha isso, hoje em dia Mas com certeza Deus nos ajude que sim Mas na maioria A mulher se deixou mudar isso nela, não sei por que motivo e ela é muito boba ela se deixa seduzir e lamentavelmente uma das coisas que mais dano causou as mulheres é isso que se chama o feminismo, né? liberação feminina, como chama isso? feminismo então isso acabou, a mulher quer ser homem, né? a mulher quer ser soldado, a mulher quer eu ficar em casa? [53:05] Instrutor: eu ficar em casa? tá louco, né? vai que meu marido fica em casa, mas eu não fico em casa, né? Então, o que causou? Ela é muito tola, ela se deixou enganar. Então, é até complicado entrar nesse tema hoje, porque a mulher fala assim, pensam assim, né? Ah, mas ele fala isso porque não é mulher. Mas, eu tenho uma esposa, né? Graças a Deus, né? Tenho uma esposa e é um assunto delicado, né? Porque a mulher, ela, ela, quando a gente entra nesse assunto, ela cria um rechaço. E esse assunto é o lar. O assunto que eu estou me referindo Tem nada a ver com outras coisas que você possa imaginar É o lar, estou falando do lar No lar o papel da mulher é muito importante [53:45] Instrutor: É o mais importante Aquele negócio de rainha do lar Isso hoje falar rainha do lar Você vai preso Você está achando que é rainha do lar Antes existia Ou vocês não são dessa época da rainha do lar Vocês não são dessa época não [54:00] Participante: Que no Brasil, as mulheres, as damas, de la casa, de lugar, se conhecem como rainha de lugar. [54:17] Instrutor: Rainha de lugar. Então, se isso aqui é assustador, se isso é reina de lugar, é algo bonito. E o enviar, decidir que uma mulher é reina de lugar, é de demanda. Ou seja, isso é uma ofensa hoje para a mulher. Então, isso da mulher estar em casa, cuidar do lar, cuidar do marido, cuidar do filho, dos filhos, cuidar da casa. Olha, cozinhar para o marido, você está louco, cozinhar para o marido. Você casou com quem? Com quem você casou? É, cozinhar para o marido, vou cozinhar, lavar a louça, lavar, passar. [54:59] Instrutor: Você quer uma empregada? As mulheres, olha como são as mulheres. eu não me caso porque eu não vou ser empregada mas deixa eu fazer com o que quiser com ela mas ela não vai casar porque não quer ser empregada ou pior, vai se envolver com o homem casado porque ele tem a empregada dele ou seja, a mulher, ela ficou numa situação, olha, se vocês não concordam com o que eu estou falando, pode falar, que talvez vocês vivem em outro mundo que eu não, né será? Será, Paula? é ou não é? não, das mulheres de mar eu estou falando mulheres de mar [55:33] Instrutor: Olha, eu tô falando exclusivamente das mulheres gnósticas Eu tô falando exclusivamente das mulheres gnósticas [55:50] Participante: Às vezes eles falam lá Meu marido, ele tem como comer fora Aí você fala assim, mas por que você fica fazendo comida Se ele pode comer lá É muito mais fácil ele comer lá fora Quer dizer, não dão valor pro serviço que você faz Tem valor [56:05] Instrutor: É isso que eu tô falando, exatamente isso Olha, escuta só Eu sei que a Marlene, esse é o assunto Mas vai chegar onde eu quero, Marlene Mas vai chegar onde eu quero [56:15] Participante: Eu não entendi, João [56:19] Instrutor: Eu vou explicar, eu não terminei o tema ainda Então, é assim [56:27] Participante: Que existem mulheres que não gostam de ser rainhas do lar Ou existem mulheres que são rainhas do lar E as pessoas não dão valor a isso Eu não entendi [56:37] Instrutor: Que esse é um assunto que infelizmente Causa ainda arrepio nas mulheres rainha do lar, esse é um assunto que causa arrepio, rechaço ou seja, estão se aproveitando de mim é a gnose que querem se aproveitar de mim ou pela gnose, entendeu? e isso é uma influência do feminismo, da liberação feminina, feminino, né? essa é uma influência da liberação feminina [56:59] Participante: mas é por isso que as mulheres têm e é importantíssimo que [57:03] Instrutor: revalorizar [57:05] Participante: a possibilidade das mulheres isso é uma opinião casada ou não que tivessem um tema no qual elas caíssem na pista e tivessem conscientização do seu papel, tanto no lar quanto na sociedade. Então aí a gente tinha reuniões de damas e nos livros que o mestre deixou para nós. Adiante. [57:57] Participante: totalmente errados sobre o que é a casa, sobre o que é a mulher e sobre o que é o papel da mulher dentro da casa. Se uma mulher encontrasse a raiz, o origem disso, nunca se aconteceria de sair da casa, nunca. Mas não porque a vão tornar um ofício doméstico, de as suas trabalhos domésticos, mas porque compreende o real significado de cada uma das coisas que ela faz em uma casa. O mestre dizia que na antiguidade, nas civilizações antiguas serpentinas, a mulher não saia do seu casa para trabalhar, para procurar o pão. [58:37] Participante: Entende o que estou dizendo? Mas não era porque ela estava esclavizada, mas como o homem, como o homem entendia que ela era a expressão de Deus que vinha a salvá-la, a salvá-lo a ele. É muito bom o que disse Diana [59:43] Instrutor: Por quê? Porque isso que eu estou falando Que gera uma polêmica Porque é um rechaço que tem e eu digo como homem, porque eu sei eu tenho uma esposa existe sim um rechaço com relação a isso e não estou falando dela não, porque ela é uma santa, ela é uma mulher que olha passou por comigo situações que vocês nem imaginam e ela sempre firme comigo, do meu lado passando por lugares situações e sempre firme comigo, sempre quem olhava a guitarra do meu lado era ela, e depois de muito tempo o Ganesh, mas sempre ela ela sempre. Se isso não ocorre, irmãos, se isso não ocorre, se a gente, se [1:00:24] Instrutor: se as mulheres não se derem conta disso que nós estamos falando agora, não vai acontecer essa segunda transformação. O que é a segunda transformação? A segunda transformação é quando o homem, ele vai até o seu altar, ele vai até o seu sacrifício, ele vai até o útero da bendita Deusa Mãe Natureza, bendita Deusa Pachamama e com esses frutos que ele colhe, leva para casa e entrega à sua esposa, entrega à sua amada para que ela possa produzir isso que vai ser um combustível que vai formar isso aqui nele, isso que vai fazer com que ele seja homem, [1:01:03] Instrutor: isso que vai dar essa potência, isso que vai dar para ele esse fogo, essa voltagem. A magia do preparar o alimento, isso se fala na agnose desde que eu conheço a agnose. E eu conheço a agnose faz muito tempo. Então, isso de cozinhar o alimento, olha, às vezes nós queremos iguaria. Eu quero uma iguaria que existe só lá não sei aonde. O ninho de passarinho que é feito com a baba dele eu quero. E não é a iguaria, é o que se faz ali. Às vezes é aquele arroz com feijão que a gente come no Brasil, aquela salada que se faz. [1:01:43] Instrutor: já que eu falei da minha esposa eu vou falar uma coisa às vezes nós podemos ter situações difíceis eu e minha esposa situações difíceis com vocês não acontece, eu sei mas de vez em quando acontece comigo e com minha esposa situação difícil, está bravo estamos bravos, os dois estão bravos aí eu sento para comer e eu vou comer aquela comida e como que eu posso estar bravo com alguém que cozinha dessa maneira é verdade, como? não pode? não pode, aí já me quebra já me quebra aí, não tem jeito e eu olho o que é, não é nada, é arroz feijão, é é [1:02:22] Participante: olha, eu acho que é uma declaração de amor [1:02:25] Instrutor: mas é sério isso não é uma iguaria, entendeu não é uma coisa assim que veio do outro mas é uma coisa assim, mas foi feito com amor é feito com, quando é é difícil, espero que vocês entendam isso que eu estou dizendo, é magia, isso é magia e a mulher faz isso [1:02:41] Participante: Por isso o maestro explica que na isla, os encarregados de cozinhar são pessoas que estão em um nível espiritual, não são qualquer um, porque é uma mágica o que tem que acontecer na cozinha. E que isso não, para uma mulher feminista, isso não é uma coisa que ela tem que fazer. [1:03:05] Instrutor: Nunca, nunca, nunca. e minha esposa ela teve lá ela cozinhou lá com o mestre Laxmi ela trabalhou no orfanato ela aprendeu coisas ali que num momento desse me quebra, e aí o que eu vou fazer? fala, vou continuar bravo? não tem como e não é nada, se a gente olha não é nada mas tem algo ali especial que é o amor sem dúvida, entendeu? e isso não tem mais valor, infelizmente as pessoas vai comer fora, vai cozinhar pode falar Antônio [1:03:39] Participante: vou falar como casado a melhor coisa que um casado um homem casado pode fazer é primeiro dar o máximo de amor e carinho para sua esposa porque quando ela vai cozinhar aquilo é uma magia uma alquimia que se faz então você não vai simplesmente comer o feijão com arroz você vai comer um alimento que está carregado com a mão da sua esposa então não existe assim, nada que consiga realmente não existe nada que você possa comer fora de iguaria nada que represente isso [1:04:18] Instrutor: isso que a sua esposa [1:04:21] Participante: vai fazer simples, né? [1:04:24] Instrutor: não é porque eu amo minha esposa, sabe por quê? porque se eu trouxe esse elemento ou esse elemental transformado na primeira etapa na primeira transformação e ele é transformado através dessa magia que é a cozinha ali, que é o ato de preparar os alimentos para o seu ser amado, para o seu filho, para o seu marido. [1:04:46] Participante: Amado? [1:04:48] Instrutor: Então, estão entendendo que não é simplesmente cozinhar, existe ali o elemental, o elemental está pendente nessas etapas. Ele está pendente da mulher para que isso ocorra, para que esse alimento se transforme em combustível, em potência, em fogo, em energia dominadora, em ânimo, ânsias, vontade. Para isso que é o que você se alimenta. Para você poder ter chance de continuar a batalha, você tem que estar bem alimentado. Alimentação na batalha é tudo. E a mulher faz isso. Essa é a segunda transformação. [1:05:25] Instrutor: Ela pega aquele elemental que se entregou para que se transformasse em algo que poderia ser nosso alimento E é trabalhada de uma maneira para que se alimente aí o seu amor, né? Ou o nosso amor, né? É a coisa de casal, isso é coisa de família, isso é coisa de lar. O mestre fala muito sobre isso. Eu não posso seguir falando mais sobre isso, que eu já sou suspeito, mas... Mas vocês sabem do que eu estou falando, né? Se vocês não têm esposa, você tem mãe, você tem, né? Você sabe? Já teve numa comunidade, por exemplo, onde as coisas não estão tão boas, mas que a comida é gostosa, entendeu? Porque tem coisa diferente, né? Então, essa é a segunda transformação. [1:06:05] Participante: A terceira transformação, a terceira transformação se relaciona com a saúde. Saúde. Saúde. Saúde. [1:06:18] Instrutor: Terceira transformação. A terceira transformação tem a ver com a saúde, porque isso é outra magia, magia, magia, magia. Um alimento que é totalmente sólido, né? Foi preparado com todo o amor do mundo Por uma mulher que quer o seu marido Que vê nele A possibilidade de ele se transformar Em um Deus Estava esquecendo Não sei se vocês já se deram conta A gente acredita que nós somos filhos de Deus Vocês acreditam nisso ou não? Acreditam ou não? [1:06:53] Participante: Sim [1:06:53] Instrutor: Filho de quem é você? Da mãe? [1:06:59] Participante: A minha essência é Agora eu te pedi [1:07:01] Instrutor: É, mas a sua essência, sem sua expressão física, ela não é nada, né? Ela não é nada. Então nós temos a ideia que nós somos filhos de Deus, mas na verdade, Deus é nosso filho, que é o resultado de uma obra, né? É o resultado de uma obra. E essa obra parte dessa segunda transformação aqui, né? Ou seja, essa segunda transformação é maior do que eu estou falando para vocês, né? Que é isso que eu quero que vocês entendam, né? quando ocorre a segunda transformação aí imediatamente vem o processo da terceira transformação que aí eu preciso de um organismo são um organismo que responde a isso um organismo que vai pegar [1:07:42] Instrutor: aquele alimento que entrou ali não sei em quantas leis vocês que sabem melhor do que eu quanto que entra o alimento dentro da nossa boca que começa o processo de assimilação qual a quantidade de hidrogênio que ele entra e esse organismo vai processando ele pouco a pouco até ele chegar em H-C-12 não é? H-C-12 não é isso? ele vai se transformar em H-C-12 esse processo ele é um processo simples mas muito importante para esse elemental que sofreu que conseguiu a oportunidade de entrar nessas transformações que conseguiu a oportunidade de realizar essa magia [1:08:23] Instrutor: durante sua vida e com a interferência do homem Então, nesse processo, esse alimento vai sendo quebrado, nós podemos dizer assim, qualquer máquina humana pode fazer isso, mas nós vemos que ela pode chegar a um nível, mas para transformar em uma energia superior mesmo, isso necessita de algo. é assim que eu quero dizer pra vocês pra ficar claro eu posso comer o que eu quiser posso comer, eu vou comer, tô com fome eu vou comer o que eu quero aqui, eu vou comer o que eu vou comer não sei de onde veio, não me importa de onde veio eu comprei, eu vou comer isso vai ser processado e vai ser transformado [1:09:04] Instrutor: em uma energia sexual, sem dúvida que tipo de energia? não sei, qual que é a energia que tem que ser transformada? HC12, pra que seja 100% garantido que vai ser transformada em energia HC12, ela tem que ser Tem que ter passado por um processo, tem que ter passado por uma transformação. Essas transformações são essas que eu estou me referindo aqui. Ou seja, você sofreu ali, para oficiar no outro da mãe, o elemental se entregou, você sofreu. O elemental foi colhido, a mulher trabalhou magicamente isso. Ou seja, tem algo por detrás. 100% disso que é consumido aqui vai se transformar nessa terceira transformação, que é o HC12, entenderam? [1:09:46] Instrutor: não é igual vou comer aqui sei lá vou comer alguma coisa aqui mas não sei quem produziu não sei de onde veio, não sei nem o que eu estou pensando nem o que eu quero, entendeu ou seja, é a humanidade a humanidade em si, está comendo comendo, comendo, porque tem que comer e qual a importância disso não vai fazer nada com essa energia pelo contrário, para ele não serve para nada ele não aproveita então esse processo de transformar em H12 tem a ver com a saúde o corpo tem que responder a isso o que vai possibilitar esse corpo a transformar essa energia em HC12 é o trabalho que ele passa aqui é o esforço fisicamente [1:10:28] Instrutor: ele passou por uma exigência essa exigência ajuda que o organismo ele transforme isso em quanto mais exigência tenha o corpo ele vai estar mais apto a ter isso que chama saúde ter saúde, uma pessoa toda sedentária e posso comer, olha, manjar dos deuses, mas todo tempo sedentária todo tempo sedentária não aproveita nada, a maioria se transforma em dejeto é jogado fora, mais nada [1:11:02] Participante: então você volta para o primeiro processo, quando você já comeu o alimento você já comeu o alimento e para que haja essa transformação eu também necessito estar trabalhando na terra, porque isso faz com que o meu corpo esteja [1:11:13] Instrutor: O corpo tem que estar a ação e tem que transformar isso aí e tem que ser um alimento que proceda de algo especial como a agricultura. É isso que eu quero dizer. [1:11:23] Participante: Isso, porque dali, no caso, eu já falei... [1:11:25] Instrutor: É de homem casto para homens casto. Isso é algo de casto para homem casto. Por isso que é diferente a agricultura. Por isso que é diferente a agricultura. Essa é a terceira transformação. A quarta transformação, todo esse processo elemental acompanha, viu? Todo esse processo elemental está pendente. Vocês não viram na Medicina Oculta, eu acho que no Matrimônio Perfeito, ele fala dos elementais interiores do corpo físico, vocês leram isso, não leram? Não? Rosaígnea, Medicina Oculta, não, no Matrimônio Perfeito fala dos elementais que acompanham o processo de transmutação. [1:12:07] Instrutor: Existem os elementais internos nossos. Então, esse elemental que foi ali, que se entregou para ser alimento nosso, ele vai estar acompanhando esse processo dessa força aqui dentro de nós, ele encontra um espaço nesse mundo elemental que existe dentro de nós e acompanha esse processo aqui. Aí eu pergunto para vocês, quantos da humanidade perdem esses processos na primeira etapa, na segunda etapa? Segunda etapa, às vezes, a mulher vai cozinhar você, entendeu? E já era, ou seja, ele se entregou, mas não foi feito, porque às vezes a mulher não cozinha para o marido. Por que ela vai cozinhar para o marido, entendeu? Por que ela vai cozinhar para o marido? [1:12:48] Instrutor: Eu posso ter uma empregada para cozinhar para mim, não é? Não posso? Então por que eu vou cozinhar para o marido? Está vendo como é importante isso? É o amor, estou falando de amor mesmo, né? Por que eu tenho uma empregada que pode cozinhar? Então por que eu vou cozinhar? Não vou cozinhar não. então perde-se isso aqui, tá vendo como é importante a mulher cozinhar, né? olha, os irmãos do espaço, eles parecem muito estranhos, muito esquisitos pra eles porque tem tanto restaurante no planeta Terra eles não entendem, é esquisito pra eles porque a pessoa sai do lar pra ir comer fora, e se a gente for analisar às vezes você vai comer algo diferente, ai mais gostoso é mais gostoso porque a mulher não cozinha com amor pra ele não estou dizendo que você nunca mais ir num restaurante, né? [1:13:28] Instrutor: só que às vezes é um hábito, a pessoa come o resto da vida num restaurante, vocês sabem disso, né? Então, pra eles é muito estranho que haja tanto restaurante no planeta Terra. Por que existe tanto restaurante? Se as pessoas ainda têm seu lar, mantêm seu lar. É importantíssimo isso, irmãos. Mulheres, é importantíssimo. Falo isso porque... [1:13:46] Participante: E eu não sou casada, João, mas eu acredito que tem as outras... Ainda, né? É ainda. Porque eu vejo as outras pessoas... Então, eu acho assim, que nesse ponto é realmente a mulher. mas tem um outro ponto chamado o homem, pra cativar também, porque a mulher muitas vezes a personalidade dela, a mamãe dela não ensinou, então ela não sabe, então quando ela começar a dar os primeiros passos, com o arroz açaí queimado, salgado, sem sal que ele seja, não é João compreensível com a sua companheira, porque ela não sabe ninguém deu, então como ela vai dar o que ela também não ganhou então é todo um processo dos dois [1:14:26] Instrutor: Isso é real, isso é verdadeiro, e eu vou dizer um mais ainda, se a mulher tem amor, ela vai fazer isso, claro, não é a primeira vez, mas ela acaba fazendo isso, pelo amor ela acaba fazendo isso. Exatamente, exatamente, porque ela quer que o marido se satisfaça. [1:14:56] Participante: Aí, irmãos, vem a quarta transformação e a mais importante. Isso é o amor. [1:15:32] Instrutor: Isso é o amor. Que se relaciona com o homem. Essa é a mais importante. Aí, irmãos. Aí... Eu vou dizer porquê. Eu vou dizer porquê. Essa é a mais importante. Porque esse elemental está acompanhando esse processo e nesse momento esse homem e essa mulher se unem pelo amor e essa energia que é a H12 é transmutada numa energia superior e transformada em alma, se transforma em alma. Viu como que é mais importante? [1:16:14] Instrutor: Vou pôr aqui a mulher também então. O homem e a mulher. O homem e a mulher. É a mais importante. Aqui é a quarta transformação. É a pura transmutação. Transmutação. É a pura transmutação alquímica. Nesse ponto, irmãos, é magia, é pura magia. Nesse ponto, homens e mulheres se deixam convencer igualmente. Se você for analisar a nível de ciência, a nível médico, a transmutação é impossível, porque não tem um buraco onde entra algo [1:16:53] Instrutor: por um movimento peristáltico e chega no alto da cabeça e desce ao coração. Isso não existe. inclusive se você pegar um cadáver e abrir você não vai ver nada ali porque são canais finos sutis, semi-etéricos, semi-físicos que só se mantém quando tem corpo físico e no corpo físico normal ele não existe mesmo porque vai existir algo que nem sequer tem consideração por ele vai existir no corpo nosso, no corpo de pessoas que transmutam no corpo de pessoas que fazem por onde no corpo de pessoas que estão ali vocês não veem que eles desenham, escupem Moisés lá da 20 Desculpe, Moisés, não foi? Não foi ou não? Michelangelo, é, Da Vinci [1:17:33] Instrutor: Da Vinci foi o Mestre Samael, mas Michelangelo também Mas tudo bem Michelangelo, ele não fez dois negocinhos aqui Se você for analisar anatomicamente São duas vesículas seminal São duas vesículas seminal que ele tem aqui Por quê? Ou seja, são seres que transmutaram Que trabalharam de uma maneira Que a humanidade não trabalha Então esse ato da transmutação homem e mulher que se amam e que foi preparado pra isso nessas transformações e que nesse momento transmuta essa energia, olha irmãos eu vejo na conferência aqui da Diana do Emerson, falando sobre isso, são assuntos que a gente não deve entrar muito, são assuntos delicados [1:18:14] Instrutor: eu tive a oportunidade de compartilhar com pessoas na comunidade, que chegaram do mundo totalmente precisando de ajuda e nós tivemos a oportunidade de trabalhar essas pessoas e a gente vê que esse assunto é um assunto, como se diz na Venezuela, muito peludo, ele é um assunto muito forte, porque eu lembro que quando eu era solteiro lá com o mestre Laxman, havia uns 12 rapazes e umas 20 meninas, as mais lindas do mundo estavam lá, e não tinha esse negócio, vem cá, vamos conversar nós dois aqui, ai, de onde você é? Não existia isso, ai, eu vou lavar a louça porque eu sei que a menina bonita vai estar lá, não existia isso, porque [1:18:55] Instrutor: o mestre não permitia isso, aí hoje você vê ah, vamos conversar nós dois ah, nós vamos conversar de qualquer coisa, ou seja existe essa displicência, como se fala essa palavra, né displicência, essa mesmo aí existe existe assim uma atitude muito muito vulgar, entendeu muito assim querendo enganar, trouxa enganando trouxa, sabe, vamos conversar nós dois, vamos estar juntos, ah, eu quero estar junto da menina ah, eu quero estar do lado das meninas, entendeu como se fosse, e olha e o mestre detonava isso, o mestre detonava esse negócio de você estar namorando [1:19:27] Participante: se você for sincero com a mulher você atusta ela, pelo menos foi assim que eu aprendi eu sempre fui sincero, sempre deu errado [1:19:33] Instrutor: mas também não vamos entrar nesse assunto que não é isso que eu estou falando não, estou falando de você se aproveitar de estar junto, estar sempre junto, querendo se esfregar, querendo eu estou aqui na casa e tem uma moça, uma dama comigo, ai puxa que legal, não some dali, o mestre ele ele dizia que isso é muito delicado ele nunca deu chance pra ficar sozinho e ele ficava revoltado mesmo quando havia essa você querer ficar, né, desculpa ficar junto das meninas porque esse negócio de namorar, o namoro o mestre Lax ficava muito revoltado com isso porque o namoro é uma coisa séria esse negócio de namorar e fazer aquele negócio que vocês sabem [1:20:13] Instrutor: isso não existe isso não existe, não é namoro, né isso não, isso é matrimônio você casou, você casou [1:20:21] Participante: você casou [1:20:23] Instrutor: por isso que não existe, não é pela grosseria porque você casou você deixou e foi com outra beleza, você separou, mas você tem um matrimônio nas costas, então quer dizer mudou isso, parece que mudou tanto faz, e outra eu posso transmutar hoje com alguém um período e depois vou transmutar com outra o importante é não perder energia, cadê? viu como que não é não perder energia? não estou falando de não perder energia estou falando de você transformar algo você transmutar isso em algo superior nesse momento, quando você fabrica a alma esse elemental se beneficia totalmente desse sacrifício que ele fez lá no começo e ele ganha esse direito que ele [1:21:03] Instrutor: não teria mais, não teria mais ele não teria mais até acabar a humanidade ele não teria mais de poder ter uma escala de evolução superior deixar de ser algo rasteiro e vir em algo superior [1:21:18] Participante: Por isso é que o mestre Lassuí diz que somos uma cadeia, é uma cadeia evolutiva, porque enquanto nós estamos ajudando-nos a fazer nossa obra, com a ajuda de nossos irmãos menores, que são os elementais, eles também se beneficiam do nosso trabalho. Somos, no fundo, somos um só ser Que se beneficia do trabalho que cada um tem que realizar dentro dele Dentro do que é a vida espiritual [1:21:48] Instrutor: O mais triste disso, irmãos O elemental tem uma capacidade de guardar silêncio Nós guardamos silêncio quando você reflexiona E se segura, e se segura, e se segura Aí talvez você guarde silêncio O elemental tem isso, ele guarda silêncio Ele acompanha pacientemente todos esses processos ele pede, pelo amor de Deus, para que a esposa cozinhe com amor ele pede, ele espera que cozinhe ele dá saúde para o corpo para que ele possa transformar em HC12 ele dá saúde e quando chega aqui, a pessoa tem uma perda sexual isso é pior do que ele perder o corpo físico porque quando ele perde o corpo físico ele vai ter outro corpo físico [1:22:28] Instrutor: ele não é como nós, que acabou o corpo físico, já era mas nesse momento, ele perde essa oportunidade que é o objetivo do sacrifício que ele fez lá no começo para poder evoluir para poder evoluir [1:22:41] Participante: não é a obra dele [1:22:45] Instrutor: mas é o benefício que ele vai receber aí vem um problema vocês sabem do que eu estou falando e aí não se transmuta essa energia ou pior, às vezes não haja não há a perda mas talvez não há por algum motivo bobo besta como a gente fala não há esse conúbio não exerce o amor literalmente não se transmuta e aí ele fica assim ele não reclama ele não vai chorar ele não vai mas e aí? [1:23:19] Participante: você respondeu a pergunta que eu tinha feito foi por isso que eu disse muitas vezes a gente chega e diz se tem uma hora que eu faço uma hora se eu sou gnóstico faço uma hora que eu sacrifico de plantas ali eu estou sacrificando em prol da minha obra espiritual então é uma vida sendo sacrificada pelo que eu procuro que é a vida mas se não é realmente o que eu acho que serve ali não existe isso esse ciclo que você está falando é aquela vida que eu vou sacrificar [1:23:45] Instrutor: tem que haver transmutação tem que transmutar o agricultor é um homem que transmuta é um homem que ama uma esposa que ama uma mulher, que ama seu lar, que ama uma obra esse negócio que eu estou aqui pelo Cristo e por alguém, não existe isso Ah, estou aqui pelo mestre. Que mestre? Você está por uma obra espiritual. E isso se fundamenta no amor e no matrimônio. Não tem outro. E na agricultura. [1:24:16] Participante: Quando, na quarta transformação, no momento que essa energia foi transmitada... Se transforma em alma. Ali se cristalizou a utilidade desse mental, não é isso? Tem que completar esse ciclo para ele se tornar útil e alógico. [1:24:32] Instrutor: São quatro transformações. Ela não se dá por etapas. Ela tem que ser completa. Tem que ser completa. [1:24:39] Participante: No caso, a gente sabe que, infelizmente, a realidade é que a maioria de nós não tem a oportunidade de estar envolvida com a primeira transformação. [1:24:49] Instrutor: Muito bem, muito bem, muito bem. Muito bem colocado. Você já terminou? Sim, acho que você já terminou. Muito bem colocado. é verdade isso que falou a Stephanie, mas então o que fazer, né? Eu vou dar a resposta eu vou dar a resposta do que fazer vai trabalhar a terra vai trabalhar a terra, ué, vai trabalhar a terra vai trabalhar a terra o mestre lá plantou no concreto plantou no concreto [1:25:16] Participante: ... ... ... ... ... Para quem adquire esses alimentos, não necessariamente vindo de um agricultor, que infelizmente é uma coisa que não está muito desenvolvida, a gente tem que ter essa oportunidade de adquirir esses alimentos em si. Mas a gente adquire esses alimentos, né, quando esse alimento já é um elemental. Esse elemental, a gente não pode pegar, mas assim, ele tem a chance de cumprir tudo o que sobrou. João, é que por isso se fala algo, não sei, já me perdi a pergunta que eu recepanei agora, [1:25:58] Participante: mas com relação ao que você estava perguntando primeiro, por isso se fala que a gente tem que buscar de alguma maneira sem grana, [1:26:06] Instrutor: ao que seja em uma bolsa, em um sapato, em qualquer coisa, no canteiro, no floreiro. Não é eu vou comprar algo orgânico, não é eu comprar, é produzir, eu estou falando de produção, mexer a terra. Eu acho que eu fui claro, não é? Se não for assim, não dá para a transformação. [1:26:31] Participante: Quando eu estou em missão e atribuir esse fruto dentro desse processo, por exemplo, eu estou em missão quando eu crio o fruto da orca na época, e eu sei que estou nesse processo. [1:26:48] Instrutor: Cruamente falando? Cruamente falando? Realmente falando? Não. Porque ela tem que plantar, ela tem que pôr a mão na terra. Você está em missão? Eu estive em missão, e onde eu chegava eu tinha minhas coisas, onde eu chegava tinha um negocinho de nada um negocinho de nada e aí? tem que ter a terra mesmo os vasos de terra, comprando no mercado é lógico que eu vou no supermercado comprar e posso comprar do missionário missionário? é lógico que do missionário é um milhão de vezes melhor só que não dá com a transformação porque ele tem que trabalhar a terra você não oficiou, você não oficiou no útero, você não oficiou no útero da mãe, o segredo dessa conferência é o útero da mãe que bate a mama é ela que vai lá depois [1:27:29] Instrutor: e vai falar, olha, ele está quítico comigo. Ela nunca fala isso, né? [1:27:33] Participante: Não estamos falando de que tudo o que vai comer vai vir de uma bolsa de gás. Claro, lógico que não. Você, pelo menos, tem que ter um pimenta que tenha sembrado o excesso de alimento. Exato. Pelo menos. [1:27:48] Instrutor: Exatamente. [1:27:49] Participante: Exatamente. Essa é a colocação. No caso, por exemplo, do machado, da comunidade, né? que a comunidade planta, e planta bastante, e vai vender. Então, quando se perder do externo, também não vai passar esse ciclo monumental. [1:28:11] Instrutor: Muito bem colocado, Dona Heloísa, muito bem colocado. Você vai vender, vai deixar para que compre quem quiser, e vai vir externo. Mas, pelo amor pela humanidade, nós não podemos negá-los. [1:28:22] Participante: Não se pode, não se pode. E ali tem um amor, não é? [1:28:25] Instrutor: Tem um amor, tem um amor. Não se pode negar, não se pode negar. Sim, mais ou menos. [1:28:51] Participante: É verdade. É real isso. É real isso. É real isso. Olha, essa questão da semente é muito simples. [1:29:13] Instrutor: Nós temos que trabalhar com semente crioula. No Brasil, nós temos uma imensidade de sementes crioula, crioula que eu falo é caipira, aquela caipira. No Brasil, nós temos essa oportunidade, não tem desculpa no Brasil, porque existem sementes transgênicas, mas elas são todas catalogadas, é uma lei. São todos catalogados. No Brasil é. Então, nós temos oportunidade, a semente é que eu consigo, não importa. Mas nós temos que ter algo grande para sebrar. [1:29:40] Participante: Exato. Agora, eu tenho uma dúvida. Você falou que tem um processo, depois de passar tudo isso, aí acontece uma perda sexual. É pior do que você perder o corpo físico, né? Eu não entendi essa parte também. É pior do que você passar todo o processo de ser seminário com a PG, com o Magni, com o supermercado? Deu na vida. [1:30:01] Instrutor: Não, é pior do que aquela história que contou a Diana, que está o elemental e coloca uma dianamite, explode e ele perde o corpo físico e ele não reclama, ele faz assim e não reclama, e perde o corpo físico e tem que vir de novo, ir no mesmo corpo e começar de novo. É pior do que isso, foi o que eu disse. Porque aqui ele não está jogando o corpo físico dele, ele está jogando essa possibilidade quando o homem faz a alma. Vai voltar para o mesmo lugar. Exatamente, é pior. [1:30:27] Participante: Não tem aquela frase no Matrimônio Perfeito que fala de quando o homem e a mulher se juntam, dos Elohim, junto com a Enfornica, entre aquelas energias vermelhas, penas kirianas, seria isso? [1:30:36] Instrutor: Sim, mas não é isso que nós estamos falando, viu? Mas não é isso que nós estamos falando. Irmãos, vamos terminar, né? Boa pergunta, boa pergunta. Você perguntou, né? Eu não ia falar sobre isso, mas como ele perguntou, e eu já estou terminando, eu não ia falar sobre isso. Mas é o seguinte, nós conhecemos a Gnose no tempo, onde o solteiro, ele transmutava. Eu não sei porque que os... Fazia plananhama, né? A gente fazia plananhama de madrugada, né? E... Eu lembro que quando havia um problema, né? O solteiro tinha um problema de polução, [1:31:17] Instrutor: não fazia cadeia, a gente ia pro centro, tinha que ir pro centro da cadeia. Oficiar? Nem a pau você oficiava. Hoje em dia, tem até uma informação de que... Não, é que... Energia que não se aproveita, a mãe divina põe pra fora, porque não foi... Assim, Existe isso. Então, é só transmutar. O solteiro, ele tem problema porque ele não está aproveitando isso. E vai ter mais ainda, porque a qualidade de energia é outra. Tem que transmutar, tem que fazer os exercícios. Esse exercício é para isso. [1:31:49] Participante: Esse quarto seria da Sarraj Maituna? [1:31:53] Instrutor: Seria Sarraj Maituna, sem dúvida. Mas aí, no caso, também não é nada cego. O cara não tem mulher, não vai buscar mulher, entendeu? Ele vai transmutar o que ele puder aí, até ele puder encontrar a mulher. Essa questão de tempo é a gente que coloca, o elemental não tem isso, né? Não pode perder. [1:32:10] Participante: Eu acho que é importante entender o seguinte, o elemental, ele se deduzia para o que ele está fazendo? [1:32:15] —: Eu sou perfeito? [1:32:16] Instrutor: Sim, sem dúvida, mas tem que ser feito. Eu acho que... Gabriela? Muito bem colocado, Gabriela, muito bem colocado. Nesse processo, não é só para os homens, não é só para os homens, é para as mulheres também é para as mulheres também, claro que elas não podem ter o mesmo esforço porque não é para isso mas elas fazem o mesmo trabalho do homem faz o mesmo não na mesma intensidade na mesma potência na mesma profundidade digamos assim mas faz [1:32:56] Instrutor: não, não, não, estou falando que ela mexe a terra ela faz não tem um serviço específico para a mulher não Só que não é na mesma potência, não é, né? Os músculos não é igual. Tudo, tudo, tudo, tudo, tudo. [1:33:17] Participante: Requer esforço. Exatamente, exatamente. explicando em relação a isso ele dizia que o homem se encarga de levar o alimento e a mulher de transformar e que a mulher tem que exercer essa magia da agricultura estamos falando do trabalho de um parênteses através, por exemplo, dos jardins que vão adenar de inspiração o coração do varão [1:33:55] Participante: isso é um intercâmbio, o varão siembra os alimentos para que se possa fazer a transmutação E a mulher seme essas plantas, essas flores que cheiram de perfume para que o homem possa inspirar seu coração. Isso não quer dizer que se você é mulher e quer semear tomate, quer semear lechuga, você pode fazer. Você entende? Ele pode fazer. Mas já entra nesse trabalho em conjunto, entre o menino e o menino, o mestre dá essa relação. Você entende? Não quer dizer que a mulher não pode fazer, mas sim pode fazer e deve fazer. Mas essa é a função de cada um. [1:34:37] Instrutor: E cada irmão, eu acho que cumpri com o combinado. [1:34:44] Participante: Cumpriste com todas as expectativas. Muito obrigado. Obrigado, muito obrigado. Bem, sinceramente, como eu disse antes de iniciar o tema, uma coisa é que uma pessoa de um tema de algo que de repente lhe chegou como informação que ele está tentando aprender e uma muito diferente é quando já leva um tempo dedicado a isso isso é muito, muito importante porque isso chega em relação a este tema [1:35:25] Participante: muito transcendental, eu não havia escutado esse tema, dos cursos que temos podido participar, não Ou seja, também pudemos extrair, digamos que uma ensinança muito grande. E outra razão mais, outra razão mais das muitas razões que o Venerável Maestro Lakshmi deu para que o povo gnóstico entendamos e compreendamos a imensa necessidade de nós conquistarmos os campos, conquistarmos a natureza, [1:36:01] Participante: conseguir o perdão e a aceitação da nossa Mãe Terra e nos tornarmos a começar a exercer nossa ciência que nos rige. Isto é muito elevado, olha, estas ensinanças da agro, da agricultura, nos desejam a nós no curso, são ensinanças que dão para os adeptos, são ensinanças para maestros. Ou seja, você as vê e diz tão simples, mas são ensinanças para o mestre. [1:36:37] Participante: Estas ensinanças têm essa particularidade, de que são ensinanças da Era de Aquário. Estas são ensinanças da Era de Aquário, e são ensinanças que nós precisamos ir desenvolvendo como povo para qualificar um éxodo. O mestre dizia, apesar de que as condições neste momento são muito difíceis de cumprir, mas temos que demonstrar aos sistemas, ao mundo, que o povo gnóstico se levanta triunfal [1:37:18] Participante: para a redenção do algo não morrer de rodilhas não morrer pedindo suplica aos sistemas e ao mundo, mas morrer de pé porque este caminho não é para os covardes e muito inspirador porque aí vamos nós a entender a importância a importância de nós cultivar a importância que tem cada um na trabalho que lhe corresponde. Isso é muito trascendental, demasiado, para mim é demasiado. O que você vai dizer? [1:38:22] Participante: A gente dá conta desses detalhes, do tempo que essa própria natureza, essa essência fica ali, para que a gente realmente, na hora que recebe isso, pegue e olhe para fora, porque tem a massa, o papel, e olhe para uma lata de lixo. Na verdade, a gente acaba não tendo essa consciência, a matéria de todo esse trabalho. Muito bem. Por isso, em certa maneira, a ciência que tem a vida é muito profunda. Isso não o vê em uma universidade. Isso não o vai encontrar em um livro. A ciência da vida é algo muito misterioso, muito profundo e muito belo. E só ela entrega isso. [1:39:04] Participante: Então, vamos sair a recesso. Quietos, não tenho terminado de falar. Quietos em primeira, sem soltar o clutch. Marlene, te pedimos então o favor Ah, já está Vamos a, depois de que venham vocês Vamos a ver um curto vídeo Do congresso da grita Que fizeram subtitulado [1:39:43] Participante: Para que se entenda melhor para os que não escutam o mestre E aí vamos começar a entender que a agricultura, a juventude, a ecologia, isso não é algo que se inventou há pouco, que o mestre se inventou há pouco, esses anos levam a esse propósito para desenvolver o nosso povo. Então, podemos nos retirar, vocês têm dez minutos, agradecemos a Joao, Deus te abençoe, muitas graças, E são as quatro e quarenta Quatro e quarenta e uma [1:40:24] Participante: Quatro e quarenta e uma Quatro e cinquenta Aqui, por favor