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Instrutor
00:01 Então vamos passar para a quarta pergunta. A ideia das perguntas é que a consciência de cada um, por isso a sinceridade, possamos fazer esse viagem para começar a ter mais consciência do que estamos procurando, ok? Sim, para a organização do trabalho esotérico-anóstico se precisa de organização. E para essa organização precisamos conhecer, compreender a meta: a autorealização íntima do ser. O que busca a autorealização é o ser. 🔗
01:13 Já? Através de quem? De sua parte humana, de sua essência. Por isso, na essência, se encontram os dados, a informação para alcançar a autorealização. Aí estão os dados, aí está a informação. Por quê? O ser busca a autorealização, mas entrega à sua parte humana, à sua essência, os dados, a informação para ser. 🔗
01:54 Por isso, se nós não desenvolvermos o que é a meditação, a reflexão, não vamos encontrar a informação dentro de nós para autorealizá-la. O primeiro passo é trabalhar sobre isso, esses conceitos que estamos fazendo aqui. Mas não vai ser suficiente. A tarefa de vocês, de nós, é que isso o sigamos processando, 🔗
02:33 reflexionando, meditando, para que nos encontremos com aquelas razões, com aquela informação para nos autorealizarmos. Se o ser é o que busca a autorealização, ou a autorealização íntima do ser. Quarta pergunta: o que é o ser? Muito boa, cada um. O que é o ser? 🔗
03:13 Tranquilamente, estamos em família. Se é família, se diz família? 🔗
Participante
03:18 Sim. 🔗
Instrutor
03:19 Entre família, então aqui, zero vergonha. Como se diz, avergonzado? Sem vergonha. Sem vergonha. Sem vergonha. 🔗
Participante
03:28 Sim. Sim, sem vergonha. Você entende? 🔗
Instrutor
03:34 Sim. Ah, vergonha. Me desanimaste. Vamos, então, diz-me: o que é ser? 🔗
Participante
03:45 É que não somos. 🔗
Instrutor
03:48 Já, está bem, mas... 🔗
Participante
03:52 Não é que não somos. 🔗
Instrutor
03:55 Sim, sim, sim, sim, eu entendo, mas que conceito, ou seja, vamos tirar vários sinônimos. Você entende a palavra sinônimo do ser? Que sinônimos tem do ser? Deus. O que mais? Cristo. O que mais? 🔗
Participante
04:18 Espírito. 🔗
Instrutor
04:20 O que mais? Espírito. O que mais? Espírito. O que mais? De Deus. De ser íntimo. Olha, porque todos aqui são instrutores locais. A maioria, né? Então, o instrutor local, o raspa. Claro, entende raspar? Não, não entende. Quando perde uma abordagem. Reprova. Reprova. 🔗
Participante
04:59 Sim. 🔗
Instrutor
05:01 Que outro sinônimo tem do ser? Átomo. 🔗
Participante
05:07 Átomo divino. 🔗
Instrutor
05:08 Átomo. Mônaco. Mônaco. Já, pronto. Então, o que é o Cristo? O que é o Pai? O que é o Ser? Ou seja, o que é que queremos fazer com este exercício? Conhecer o conceito que temos, isso é, simplesmente, 🔗
05:44 porque se de repente vocês, no momento, querem dar a resposta, não o têm reflexionado, querem dar a resposta, que haja em branco. Mas o conceito que tenham. Isso é o que queremos analisar. Que conceito tenho eu de Deus? Que conceito tenho eu de ser? E que cada um de vocês diga. Esse portonho está muito machuqueado. 🔗
Participante
06:14 Eu refleto muito sobre o que é Deus. Mas aí eu cheguei a uma conclusão. A confusão, que Deus é tudo. 🔗
Instrutor
06:22 Deus é só. Bem, bem. 🔗
Participante
06:26 O que é Deus? O que é o ser? O que é o ser? 🔗
Instrutor
06:37 O real. 🔗
Participante
06:39 O que é o ser? Uma parte divina de nós mesmos que dirige os eventos, as circunstâncias para que a gente vá despertando. Já, parte divina. Atrás, aí parece que... A verdade não éMusique 🔗
Instrutor
06:59 A ver. Que é esse ser? 🔗
—
07:03 É o princípio. Em princípio, inicio. Que é esse ser? O iniciativo. Nosso universo grande, universal. 🔗
Participante
07:15 Que é esse ser? Que é esse ser? Felipe. Lo real. 🔗
Instrutor
07:23 Que é esse ser? Das fitas. Só tu imagina o aspecto superior. Ele que também. 🔗
Participante
07:31 Que é esse ser? Esse chamayot fala. Filosoficamente, que o ser é o ser, e a razão de ser é o próprio ser. 🔗
08:15 o conceito de Deus, mas não me diga o que é Deus, apenas o que eu acho ou acredito. Eu quero me livrar de todos os conceitos para saber o que as coisas são de verdade. 🔗
Instrutor
08:22 Correto, mas para isso temos a tarefa de conhecer os conceitos, para desarmar os conceitos e que elas se consiga. Os conceitos são só para comunicação entre a gente. 🔗
Participante
08:33 Correto, para isso é isso, os conceitos. O ser é Deus, e Deus é o resultado da autorização. 🔗
Instrutor
08:43 Muito bem, muito bem, está bom. O que mais? Sim, o que é o ser? 🔗
Participante
08:50 A expressão máxima e a perfeição. 🔗
Instrutor
08:52 A expressão máxima e a perfeição. O que é o ser? A verdade. O que é o ser? Tudo. E falar. Sim. O ser. Tudo. Tudo. 🔗
Participante
09:06 O que é o ser? A identidade real de cada um. 🔗
Instrutor
09:09 A identidade real de cada um. O que é o ser? 🔗
Participante
09:12 Eu não sei se a nossa real, eu tenho uma dúvida no conceito, se a nossa real é a existência ou se é o universo, o credor de tudo. 🔗
Instrutor
09:22 Já, você tem uma dúvida de que se é a realidade de cada um de nós ou é a realidade de todos os universos. Já, isso nós vamos resolver no diário. O que é ser sincero? 🔗
Participante
09:35 A realidade é a verdade, a verdade é a verdade. 🔗
Instrutor
09:39 E o amor, a realidade, a sabedoria, a força, o que é esse ser? Não posso dizer. 🔗
Participante
09:48 O que é esse ser? Gosto daquela explicação que é unidade. O ritual diz que é unidade múltipla, perfeita. A chama que arde em povo. Onde ele reside não há diferença, há diversidade. O que é esse ser? O ser é a coisa real, é uma realidade, é a realidade. O que é ser ser? É uma expressão divina que vive em nós. É o nosso deus interno. 🔗
10:27 Isso eu falo é baseado um pouco nas faíscas que às vezes é possível a gente sentir. 🔗
Instrutor
10:35 Muito bem, o que é ser ser? O Padre. Quem mais falta? Aria, José, o que é o Ser? A verdade. A verdade. 🔗
Participante
10:49 Meu amor, ninguém lhe perguntou. 🔗
Instrutor
10:51 Onde está? Ah, o que é o Ser? O que você sabe. 🔗
—
10:57 Pergunte no português, a ver se eu consigo entender. 🔗
Instrutor
10:59 A verdade. Quem mais falta? 🔗
Participante
11:20 O que é o Ser? Eu acredito que o Ser sou eu, mas o Ser não está na expressão da verdade. Ser é toda a verdade, é Deus em mim. Eu sou o Ser, eu necessito que ele se expresse para ser a verdade suprema de todas as coisas. Muito bem, o que você achou? Eu acho que o Ser, por si só, ele também já é a expressão desses 30% que já nos é dado quando nós vemos, 🔗
11:56 porque ele é o que realmente é, uma base para tudo o que a gente vê ali, como você explicou, para a nossa auto-realização. Desses 3%, já se encontra tudo ali que o íntimo precisa para conseguir essa auto-realização. E é? O que é Ser certo? É ser um nível de consciência. Um nível de consciência. O que é Ser certo? Para mim é uma consciência superior, em várias formas e emoções. Ele é um exército, não é um. Ele é um exército porque é um, não é um. Então ele é um exército que nos dá várias ferramentas para podermos fazer a nossa obra. Muito bem, o que é Ser? 🔗
12:36 Ser não é nada, é tudo o que é Ser, principalmente o que é Ser. Já? O que é Ser para mim? 🔗
Instrutor
12:44 Para quem não se entende, é das inspiradas. 🔗
Participante
12:47 Quem falta? 🔗
Instrutor
12:48 Quem falta? O que é ser? 🔗
Participante
12:50 Ser é tudo que a vida, assim como os caras são, é tudo, é a tria divina que nós carregamos. 🔗
Instrutor
13:13 Quem fala? Você? 🔗
Participante
13:16 O Fabiano falou agora do exército. Acho que o mestre Samuel fala que o ser é como se fosse um exército de crianças. E eu acho que são uma série de forças que atuam na gente, em todas as pessoas. E elas necessitam enviar um bodhisattva, uma pessoa para conhecer o mundo, ter experiências, trair sabedoria, essas coisas. Eu acho que é o princípio da pessoa. É a causa para lutar livre, assim, o Espírito, né? 🔗
Instrutor
13:47 Sim. O que é esse? 🔗
Participante
13:49 Para mim, essa ideia do princípio e do fim de todas as coisas, né? O início, o ser é o princípio, o ser é o início, o ser é o momento, o ser é o fim de tudo, assim. 🔗
Instrutor
14:05 Sim. O princípio e o fim, quem falta? A ver, Fernando. 🔗
Participante
14:12 O ser é uma parte de Deus que ainda não se conhece a si mesmo. Por isso manda uma parte humana para adquirir a sapiência do mundo e, ao mesmo tempo, está conectada ao ser, ao ser. O ser, e busca que essa parte humana regresse para poder volver também a sua parte, a sua parte de trabalho. O ser, como o Miguel me falou, é o ser, é o ser, e a razão de ser é o ser. 🔗
14:54 Mas dentro da primeira pergunta que foi feita, que é o ser, eu tratei logo de tentar responder, mas não consegui achar ainda uma resposta à altura, né? Porque só o conceito. Eu pensei em dizer é o pai, mas aí depois eu perguntei: o que é o pai? É o ser. Então eu volto, então eu vou lá, na verdade não consigo dar o conceito. Claro. Melhor sentir. Jack, com certeza. Ah, você? Tem uma coisa que na doutrina me confunde um pouco. Se faz menção de diversas partes autônomas do próprio ser inteiro profundo, 🔗
15:28 mãe, teve com o Dabini, se divide demais, e dentro de mim eu sinto um impulso, como se fosse uma voz. Eu cheguei à conclusão que isso deveria ser meu ser, mas essa quantidade de coisas diferentes, quando só uma coisa de dentro de mim me impulsiona, por que tem que ter um monte de nome para deixar de ser um impulso? Se tem só uma voz, diferente daquela poeira. 🔗
Instrutor
15:53 Está bem, olha. Olha como são as coisas. Por isso é muito importante que nós sempre generemos reflexão e trabalho sobre os conceitos que nós temos. Por quê? Porque vão saindo todos esses eslabones de conhecimento, muitas vezes soltos, 🔗
16:27 onde não há compreensão ou entendimento de muitos aspectos que o conhecimento esotérico ensina. E resulta que isso é sério, porque nós aqui estamos nada mais e nada menos que apostando o alma. Nós estamos jogando o alma aqui na Terra. Um erro e fracassamos. Então, esse é o ponto que queremos chegar, porque, olha como 🔗
17:07 como nos imaginamos a nosso pai? A nosso ser? Como nos imaginamos? Será uma personalidade divina, com um corpo divino? Como nos imaginamos a Deus? 🔗
Participante
17:24 Uma força. 🔗
Instrutor
17:29 Já, mas mais do que isso, como será ele? Como força? Porque se for uma personalidade divina, então, de repente, o conceito que nós temos do ser é que aqui está o senhor com barba, o velho com barba, sentado ali, nas nuvens, chévere, tranquilo, feliz. E nós estamos aqui na Terra. 🔗
18:10 Caramba! Como que há uma diferença bastante grande entre Deus e o humano. Vocês se dão conta que os conceitos religiosos, por as religiões que têm fundido a Terra, há sembrado na humanidade muitos conceitos de Deus. Conceitos e conceitos de Deus, imagens e imagens de Deus. E isso é o que muitas vezes a gente diz: Deus, ou diz Mãe Divina. 🔗
18:52 E imediatamente se imagina uma Virgen. 🔗
Participante
18:56 O sacerdote diz: concentre-se no entrezim, concentre-se no coração, concentre-se na Mãe Divina Kundalini. Mas tem algo aqui dentro de mim que é diferente de todas aquelas outras vozes do ego. Se eu só me concentrar nisso, eu posso largar de lado. Se a ideia de se concentrar no ser, se concentrar no Cristo, se concentrar na Mãe Divina, você vai se concentrar só nisso. Resolve? 🔗
Instrutor
19:19 Claro. O que acontece é que esse é o ponto que vamos. O que será que há em nossa mente que pensamos de Deus? O que pensamos de Ele? Como nos imaginamos? Porque disso depende. Então, imagina, nós aqui estamos buscando nos integrar com Deus, mas qual será o conceito que temos de Ele? Se é um conceito errado, não vamos chegar lá. Sim, será equivocado. 🔗
19:57 Claro, mas se sabemos o que realmente é, se o conhecemos, vamos poder nos integrar com Ele. 🔗
Participante
20:10 Então, tem a resposta? 🔗
Instrutor
20:13 Sim, sim, porque já estão todos... Mas é que isso é interessante, vamos nos ajudar, porque se nós, logicamente, é muito ousado, você conhece a palavra ousado, atrevido, mas querer de pronto nós conceptualizar a Deus, como encerrá-lo num conceito, certo? Não se pode. Mas, sem embargo, nossos veneráveis mestres, eles, através das ensinanças, 🔗
20:54 sim nos dão um conceito para nos aproximarmos do que é a realidade de Deus. Ou seja, nos aproximarmos e que tenhamos uma ideia para que possamos compreender um pouco mais a Deus. Como é, conhecê-lo então. Um irmão, e o mestre Samael ensina, quando fala do que é o ser, ele fala de unidade múltipla 🔗
21:32 perfeita, já? Ele diz que o Cristo é a unidade múltipla perfeita, já? O ser é a unidade múltipla perfeita. Mas vejam que este conceito que o mestre Samael... É um conceito, bem, como eu disse, é um conceito que deve ser analisado com lupa. Conhecem a lupa? 🔗
22:04 Ou seja, deve ser analisado muito bem, detenidamente. Vejam: unidade múltipla, estranho. Por quê? Unidade múltipla, como pode ser uma unidade múltipla? 🔗
Participante
22:20 Porque existem várias expressões dentro de um. 🔗
Instrutor
22:23 Claro, correto, mas vamos a esse asombro. Uma unidade, ou seja, para ser múltipla, teriam que ser muitas unidades para ser múltiplo. Mas o mestre diz: unidade múltipla. Perfeito, unidade múltipla. 🔗
Participante
22:44 Isso é o compromisso. 🔗
Instrutor
22:46 Claro, aí é o que vamos. Quer dizer, o que está expressando aqui o irmão, que dessa unidade, todas são uma. Todas são unidades. 🔗
Participante
22:57 São uma, mas são múltiplas palavras. É estranho, esquisito, muito estranho. É um conjunto da mesma coisa, várias coisas que fazem parte de uma só coisa. Então vamos ajudar a gente, ajudar a parte intelectual, porque já fica como um coano, para entender um pouco isso, 🔗
Instrutor
23:22 O corpo físico é uma unidade múltipla perfeita, mas o corpo físico é perfeito. Claro, há alguns gorditos, alguns que... o rosto, certo? 🔗
Participante
24:03 Não, um não é... mas é perfeito. 🔗
Instrutor
24:12 Veja, analisemos isso. O corpo físico é uma unidade múltipla perfeita. A parte psicológica é um desastre, ruim, negativa, mas o corpo é uma unidade múltipla perfeita. Como comprovamos cientificamente, se nós analisamos nosso corpo, o corpo físico tem muitas partes que são autônomas, porque funcionam com uma autonomia e não dependem, por exemplo, do nosso cérebro, por exemplo, do coração. 🔗
24:59 Ou vocês pensam... lata, lata o coração um, dois, um, dois? Não, certo? Você não domina com a cabeça os latidos do coração, ou sim? Não, certo? Vocês, por exemplo, pensam, quando ingressam alimento ao seu organismo, se comeram a pasta? A pasta é o espaguete, o macarrão 🔗
25:30 com a carne, a salsita, vocês pensam: bom, tem que colocar 200 centímetros cúbicos de ácido para transformar isso? Não pensam, certo? Ou sim, alguns de vocês já, bom, mistura de hígado, mistura de tal coisa, pâncreas, manda tal substância, não, certo? Diz o mestre Samael, no livro Endocrinologia e Criminologia, que cada órgão tem átomos obreiros, átomos arquitetos, e há átomos diretores desses arquitetos, etc. 🔗
26:15 Mas cada um tem uma inteligência e um funcionalismo próprio, mas participam de uma unidade. Eles trabalham para a unidade, mas cada um tem a sua especialização. 🔗
Participante
26:30 E não se poderia dizer, por exemplo? Tirar o hígado e dizer que o hígado é o corpo físico? Claro, é uma parte do corpo. Mas se está fora do corpo, não é uma unidade. Sim, eu vou entender? É igual ao ser. 🔗
Instrutor
26:47 Claro. E isso é o que nós precisamos entender. Veja, um conceito que o mestre nos dá, que é tão simples, pode nos ajudar a entender quem é Deus, em um nível, em um nível básico, para fazer a autorealização. Se Deus ou o ser é uma unidade múltipla perfeita, quer dizer que se compõe de partes autônomas e autoconscientes. 🔗
27:37 Autônomas e autoconscientes. Ajudem-me. Vamos nomear partes do ser. Isso sim, vocês conhecem, certo? Todos são instrutores, missionários, e são grego também, e a grego também sabe. Então, imagine, antes de entrar na Gnosis, não era nada. Entram na Gnosis e já lhe dão o cargo, grego. E é o cargo importante. O que faz um missionário sem grego? 🔗
Participante
28:18 Nada. 🔗
Instrutor
28:18 O que faz um sacerdote sem grego? O que faz uma dívida sem grego? Vocês se lembram do diagrama que se apresentou, antes de que o mestre desencarnasse, do ordem institucional? O povo, onde ficava? Fora do círculo, dentro do círculo. Estava no centro, porque é o que tem que cuidar, é o mais importante. Então, bom, a ver, parte do ser, nome-me. Intercessor Elemental Lucifer. 🔗
28:52 Intercessor Elemental 🔗
Participante
29:02 Lucifer. 🔗
Instrutor
29:05 Doze Apóstoles. 🔗
Participante
29:11 Não te entendi, mais despacio. 🔗
Instrutor
29:18 As Donzelas, as Recordações. Ah, já, muito bem. 🔗
Participante
29:21 Recuerdo. 🔗
Instrutor
29:26 O que mais? Guardião do umbral. Guardião do umbral. Qual mais? Os sete nomes. 🔗
Participante
29:45 Mas o guardião do umbral, como ele se encontra em Lúcifer de umbral? 🔗
Instrutor
29:53 Olha, o guardião do umbral e Lúcifer são o mesmo. 🔗
Participante
30:02 São, não? 🔗
Instrutor
30:03 São o mesmo. Já? São o mesmo. O intercessor elementar, bom, isso eu queria dizer mais adiante, mas o único átomo autorealizado que se sabe que temos? 🔗
Participante
30:18 O intercessor. 🔗
Instrutor
30:21 Bom, mas sigamos. Que mais partes do ser há? A morte. A? A morte. A morte. A morte. 🔗
Participante
30:27 A morte. 🔗
Instrutor
30:29 Sim, sim, sim, sim, mas, vamos ver, sigam-me nomeando, é que eu quero uns específicos, vamos ver. 🔗
Participante
30:33 A mãe divina dele, Kundalini, é a mesma energia sexual, é correto? Não é uma coisa à parte, energia sexual e mãe divina. 🔗
Instrutor
30:53 Ou seja, a excitação sexual é a presença da mãe divina. A energia sexual é o Cristo em sua instância. 🔗
Participante
31:09 A excitação é a Mãe. 🔗
Instrutor
31:12 Claro, esse fogo, essa excitação, essa é a Mãe, essa é a que tem que pedir já. Mas olha, quietos aí, porque como se diz? Quietos? Quietos, vamos passo a passo, porque vocês, claro, não me saquem do tema. Siga. Sete lobos. O que mais? Os 24 ancianos. Já, temos aqui. O caon 🔗
Participante
31:49 O caon interior. 🔗
Instrutor
31:54 Vamos deixar até aqui de tareas. 🔗
Participante
31:57 O guru. O sacratismo. Espírito Santo. 🔗
Instrutor
32:05 Sacratíssimo Espírito Santo. Ou seja, vejam, aqui vamos colocar: Padre, Filho, Filho e Espírito Santo. Espírito Santo, como se diz? Espírito Santo. Bom, vamos trabalhar com isso. Eu sei que sai uma lista, é mais longa. Quantas partes tem o ser? 🔗
Participante
32:39 Múltiplas. 🔗
Instrutor
32:40 O mestre Samael, na Pistis Sophia, nomeia 49, mas há muitas mais, já? 🔗
Participante
32:49 por exemplo, a força que o mestre Lakhsmi encarregou como perfeitamente presente em cada um. Claro. 🔗
Instrutor
32:57 Claro, há um átomo do mestre Lakhsmi, há um átomo do mestre Samael, do mestre Samael, que corresponde aos sete lobos. Mas vejam, aqui vamos fazer uma reflexão bem importante. Por quê? Porque cada uma das coisas do ser tem uma função e tem umas características. Por exemplo, a Madre Divina. Divina, sim, divina. A Madre Divina, que função cumpre dentro de nós? 🔗
Participante
33:39 Conduzir-nos ao caminho do Padre. 🔗
Instrutor
33:44 Conduzir-nos ao caminho do Padre. E que trabalho tem ela dentro desse caminho para conduzir-nos para o Padre? Ela é a que se encarga de nos ajudar a compreender e a eliminar os defeitos psicológicos. Por isso diz o mestre Samael, quando ele narra sobre seu trabalho psicológico, que chegou um momento em que ele diz, que me perdoe o mestre Krishnamurti, certo? 🔗
34:21 Há uma gravação que ele fala sobre a morte do eu, que ele, utilizando todas as didáticas e técnicas, já que é um mestre que fala muito da mente, do trabalho com a mente, pois que ele não havia conseguido eliminar nenhum defeito com isso, com todas as teorias. E diz que ele, meditando e meditando, ele sabia em que falhava. E então teve uma experiência onde ele dizia, você se esqueceu da sua mãe. E ele dizia, mas se minha mãe morreu, eu o que posso fazer por ela? 🔗
35:00 E já depois, refletindo, refletindo, eles estavam dizendo que se havia esquecido de sua mãe divina. Ela é a única que tem o poder para desintegrar os defeitos psicológicos. E ela é a que nos dá a nós a compreensão. O caon interior, que função cumpre o caon? É o nosso juiz interior. Nosso? Juiz. Juiz. 🔗
Participante
35:36 É quem anota tudo. 🔗
Instrutor
35:39 É quem anota, sim. E ele tem uma particularidade. E é que ele, quando nós trabalhamos com essa parte autônoma, nos dota do arrependimento sincero. 🔗
Participante
35:56 Para poder morrer. 🔗
Instrutor
35:58 Para poder morrer. 🔗
Participante
36:01 Eu acho que é aquela dorzinha que a gente sente quando faz algo que não devia fazer. Uma vez menti ao telefone, dizendo que minha mãe não estava, e se eu me desligar eu fico tocando. 🔗
Instrutor
36:12 Claro, é o que correto. É o que obra dentro de nós, fazendo produzir esse arrependimento. 🔗
Participante
36:20 O dolor por ele. 🔗
Instrutor
36:21 Se conhece a palavra arrependimento, certo? Arrepentir, sentir um remordimento, dolor interior. 🔗
Participante
36:29 Como se faz? 🔗
Instrutor
36:32 Como se trabalha com essa parte do ser? Como se coloca a atividade? 🔗
Participante
36:38 Com a que? Com a luta. Com a luta? Bem. 🔗
Instrutor
36:46 O que mais? Com a luta, caô. 🔗
Participante
36:54 A lógica lhe indica. 🔗
Instrutor
36:58 Vejam, quem vai pensar? Quem vai pensar? Mas um dos sacerdotes e instrutores de Lúmio... Uma vez, o mestre estava dando uma ensinança a todos eles, exatamente para produzir arrepentimento sincero, para que puderam morrer em certos aspectos. Então lhes entregou a runa caon, lhes disse: vejam, façam a runa caon, primeiro pedindo ao padre que, através dessa parte, esse caon interno, lhes permitam sentir arrepentimento por causa do arrepentimento. 🔗
37:47 de efeito psicológico que queiram eliminar. Se faz a reúna sete vezes durante vários dias, até que a pessoa sinta esse dolor. Dizia esse sacerdote-instructor, que a praticou não sei quantos meses, vários meses, disse que chegou um momento em que sentia um dolor, um remordimento, mas tão terrível, que inclusive deixou de fazer essa runa, deixou de fazer a runa. Por quê? 🔗
38:28 Porque lhe produziu tanto, tanto dolor moral, tanto remordimento, que não o resistia. Mas isso lhe ajudou a poder trabalhar com esse defeito, para poder eliminá-lo. Não sei se me fazem entender. Então, agora vamos para a conclusão. Essa Runa Kaon, sabe como se faz? Se colocam as palmas das mãos na mesma altura, se concentra um no entrecejo, onde habita esse átomo 🔗
39:12 e pronuncia o mantra Kaom de a seguinte forma, seja na manhã, seja na tarde. Mas lembre-se: você não tem que pedir especificamente o defeito. Sobre que defeito você quer sentir arrepentimento? 🔗
Participante
39:54 Isso não tem que saber. Sobre qual é o defeito? 🔗
Instrutor
39:58 Claro, porque essa parte trabalha de acordo com a consciência que nós temos do que vamos produzir em nós. Não podemos produzir um arrependimento general, não é que cada defeito tenha uma consciência que precisa arrepender-se. 🔗
Participante
40:15 Emerson, aclare, com os pés juntos. 🔗
Instrutor
40:17 Ah, pés juntos. A runa não se faz acostado. Sim, parado, frente ao dente. 🔗
Participante
40:29 Acuérdese que parado não é. 🔗
Instrutor
40:31 Ah, parado, como se diz aqui, Carlitos? De pé. De pé? De pé. Em pé. 🔗
Participante
40:38 E frente ao Oriente. 🔗
Instrutor
40:40 E frente ao Oriente. Bom, vamos continuar aqui. Os doze apóstolos. Um desses apóstolos é Pedro, certo? Que ciência maneja Pedro? O sexo. A ciência da transmutação. Se vocês revisam as joias do dragão amarelo, há uma joia onde fala dos doze apóstolos, certo? Está no segundo tom, a joia doze. 🔗
41:20 O que diz acerca de Pedro? Diz aí o mestre que Pedro tem umas características, certo? É o Pedro passional, é o fogoso. Fogoso é... Faliente? Não. 🔗
41:46 Não, o que é atrevido, o que é impulsivo, e outro é esse Pedro medoso. O impulsivo, essa característica do Pedro impulsivo dentro de um, é o que o faz passional na hora da prática da transmutação e nos leva a perder a energia, porque é demasiado impulsivo. E esse Pedro ansioso, temeroso, esse Pedro o leva a não chegar aos graus que precisa chegar. O que diz o mestre? Nessa parte da interpretação bíblica, diz, esse Pedro atrevido é o que corta a orelha ao soldado Romano. 🔗
42:37 E esse Pedro ansioso é o que nega ao Cristo, três vezes antes de que cante o galho. E isso envolve, digamos, o segredo, a chave da transmutação, porque dizem, precisamos desse Pedro inteligente, certo? Que não seja tão impulsivo para que não perca sua energia, mas que não seja ansioso, que saiba chegar a esse ponto matemático. O que isso quer dizer? Que a ciência da transmutação, a ciência do sexo, tem uma clave específica, ou seja, a transmutação, para se fazer bem, tem que chegar a esse ponto, não passar ou ficar. 🔗
43:31 Então, o que quer dizer, e aqui vamos arredondar a ideia, quando nós falamos da autorealização, nós como que a metemos, nossa mente mete a autorealização dentro do tempo. E um diz, por exemplo, quando ao mestre lhe perguntavam quanto tempo se necessitava para alugar a autorealização, ele dizia que por aí uns 20 a 30 anos recorde a ser autorealização 🔗
44:09 então quando um tem esse conceito um diz: 20, 30 anos eu não chego, eu não alcanço isso. E o que está muito jovem diz: não, pois ainda tenho tempo de desfrutar, tenho tempo de toda. Para quê? Mais adiante. Já? Por quê? Porque a autorealização a começamos a colocar dentro dessa linha do tempo, 🔗
44:48 pensando que a autorealização está no final, ou em uma época desse tempo. E diz o mestre Lakhsmi que a autorealização nós temos que fazer no dia. Em um dia. Isso é um conceito muito revolucionário: a autorealização a temos que alcançar hoje, porque vocês têm um contrato de vida que me assegurem 🔗
45:28 ou que se assegurem de que vocês amanhã têm existência, que têm vida, certo ou não? Os gnósticos também se morrem 🔗
Participante
45:38 também têm que 🔗
Instrutor
45:39 ir a queimar, a enterrar. Ou não? Também se morre. Também morremos. Ou seja, o que isso quer dizer? Que, se vamos à realidade do trabalho, nós a autorealização temos que fazer hoje, aqui e agora. Por quê? Outra razão: porque nossa essência não está submetida a essas leis do tempo. A essência tem idade? Não. 🔗
46:20 Quando é o aniversário da essência? Não sei. Aniversário, aqui, como se diz? 🔗
Participante
46:28 Aniversário 🔗
Instrutor
46:29 Quando será o aniversário da essência? 🔗
—
46:33 Não. 🔗
Instrutor
46:34 Ela é, foi e será. Porque é parte disso. Deus foi, é e será. 🔗
Participante
46:46 Mas então, quando vocês olham um eu e se propõe a eliminá-lo, por exemplo, hoje, e tem a eliminação, isso é uma autorealização hoje. Conseguiu eliminar o eu? A cada passo que vocês dão é uma autorealização. Ah, faz parte. 🔗
Instrutor
47:06 Faz parte disso. 🔗
Participante
47:08 É que o detalhe é que nós, geralmente — não sei se a vocês lhes passa igual —, mas a gente conceitua que a autorealização é como um prêmio, um presente no final de um caminho. E não se dá conta que a autorealização é o caminho. Então, se você não começa a caminhar, não há autorealização. 🔗
Instrutor
47:31 Claro, a autorealização a gente vai conseguindo de momento em momento. 🔗
Participante
47:37 Da forma que se conceituava o prêmio, não me pareceu importante a autorealização. Mas se eu mentir pra fazer agora, tipo, ah, se a autorealização tá lá, não me interessa. Eu sou o que eu tenho pra resolver agora. 🔗
Instrutor
47:49 Claro. Isso é algo que tem que resolver já. É aqui e agora. Por isso, se uma pessoa aprende a transitar como solteiro ou como casado, quem se é autorealizando em ele? O Pedro. Que é parte do ser. Ou seja, já se autorealizou uma parte dele. Já qualificou-se. Claro, logrou que essa parte se ativasse. Por exemplo, há outra parte do ser que maneja tudo o que é a ciência, 🔗
48:31 da astral, das gínias, que não são os riñones. Estados gínias. Entendem os estados gínias? Sim. E como se produzem os riñones? Gínias. Rins, rins, rins, rins, rins, rins, rins, rins, rins, rins, rins, rins, rins, rins, rins, rins, rins. Já, pronto, pronto. Vamos ao objetivo. 🔗
48:59 Se a pessoa aprende, pratica, se integra com essa parte autônoma que se chama Felipe e lhe pede a esse Felipe interior: Felipe ao Cielito, Felipe ao Cielito, Felipe. Há uma prática, certo? Você a conhece? Ao Céu Felipe, ao Céu Felipe. Você está aprendendo por um Céu? Ao Céu Felipe. Então o que acontece? 🔗
49:40 Esse Felipe interior se vai ativando quando você faz uma prática para sair do corpo astral. Essa parte autônoma se vai ativando, e quando a pessoa aprende a fazer isso conscientemente, ela autorealiza Felipe dentro dele. Por isso a autorealização não é uma questão dentro de uma cronologia de algo, é uma questão do que você pratica e faz aqui. Por exemplo, outra parte, Judas: ele é o que se encarga de nos entregar a nós a inteligência para conhecer 🔗
50:21 A lei tem que pedir-lhe essa parte. Ou seja, poderíamos dizer que Deus dentro de nós são muitos deuses, com muitas particularidades e especialidades, a quais nós temos que pedir-lhes e temos que integrar-nos com elas para poder trabalhar. Por exemplo, através da ciência, da psicologia, do psicoanálise, nos integramos concluídas já e se autorrealizando quando a 🔗
50:59 pessoa aprende a manejar e psicoanálise, se autorrealizando essa parte dentro dele. Então, a autorrealização é algo que 🔗
Participante
51:12 nós podemos alcançar aqui e agora. Claro, claro, claro. Então, por isso é muito importante 🔗
Instrutor
51:31 que primeiro, já te dei uma palavra, nós nos demos a tarefa de fazer um estudo a essas partes do ser e de como trabalhar com essas partes. Não poderemos estudar todas essas milhares de partes, mas as partes mais essenciais que nos ensinaram, essas sim podemos dar-nos a tarefa de conhecê-las, compreender como trabalhar com elas para ir autorealizando 🔗
52:02 essas partes, no dia. Então, se nós compreendermos isso, a autorealização não vai ser um problema de tempo, a autorealização não vai ser algo para iniciados super elevados e especiais, a autorealização é para toda pessoa que veio por um impulso que o seu ser lhe dá, porque ele busca isso, mas a parte humana tem que compreender o que está buscando, para que o impulso o possa canalizar. 🔗
52:43 Sinta um impulso de querer encontrar a verdade. Bom, quer encontrar a verdade? Tem que aprender a transmitir. Quer encontrar a verdade? Você tem que se integrar com essas oito virtudes da Mãe Kundalini para que ela te ajude. Que haja compreensão, reta maneira de ganhar a vida, reta maneira de pensar, reta maneira de sentir, que haja amor. 🔗
53:15 Se veem que todas elas têm seus requisitos, têm seus aspectos, para que se desenvolvam dentro de si mesmos. 🔗
Participante
53:26 Por isso você disse que o intercessor elemental está autorizado em todo o reino, que nós viemos há milhões de anos. Claro, e que importante é isso! Porque, por isso, todo estudiante gnóstico 🔗
Instrutor
53:47 tem a possibilidade de fazer mágia, teurgia, assim não sepa intelectualmente para que serve tal ou qual planta. "Pai meu, Senhor meu, meu Deus, intercede por mim, ante o intercessor elemental, para que ele faça o ritual correspondente a esta planta e possa trabalhar sobre este aspecto." E esse átomo do intercessor elemental conhece todos os rituais, toda a ciência que existe na natureza. 🔗
54:27 Então está a nosso serviço. E muitas vezes alguém diz: "Não, mas é que eu não sei fazer teurgia." Claro, o eu não sabe. Mas essa parte do ser, ela sim sabe. Sim. Agora, eu quero que... Vamos graficar isso. Desta maneira. Você está entendendo, certo? 🔗
—
54:56 Sim. 🔗
Participante
54:57 Já estão aprendendo espanhol. O português. O português também. 🔗
Instrutor
55:05 Se o 3% de consciência livre que nós temos, ou mais, o colocamos a trabalhar com todas essas partes, com todas essas partes do ser, então vamos conseguindo que se integre em nós. 🔗
55:39 E assim mesmo, vamos conseguindo que essa consciência, primeiro, se mantenha no que está fazendo, saiba o que está fazendo, e pode ir isso se tornando em mais consciência: 10%, 20%, 30%, etc. Diz-me. 🔗
Participante
56:12 Dizeram também essas partes? 🔗
Instrutor
56:16 Correto. Porque nos defeitos psicológicos estão atrapadas muitas dessas partes do ser. 🔗
Participante
56:24 Temos que também fazer um pedido para que o vazio que o ego tem deixado, o eu, compreenda a virtude. Claro. Dime. Tem que ir eliminando diferentes aspectos da loucura, porque senão nunca vai alcançar a transmutação. 🔗
57:06 Então é um processo que vai paralelo, que vai junto. Você vai despertando essa parte autônoma do ser que é Pedro, porque vai liberando-o dos aspectos que não te permitem transmutar. No exemplo de Felipe, para você poder colocar a atividade Felipe, você tem que começar a eliminar aspectos da pereza, porque se você não elimina o aspecto da pereza que faz você se acostar como um animalzinho aí, 🔗
57:42 que agora é fundido, dormido. Então, se você não elimina isso, quando despertar Felipe, que nos vai ensinar a forma de sair do corpo astral... Não sei se estou me fazendo entender. Então, quando um, ou seja, é um processo paralelo, onde você tem que ir eliminando determinados aspectos para que essas partes do ser se comecem a expressar. O detalhe é que muitas vezes nós vemos eliminar esses aspectos como algo terrível, como algo grande, pesado, difícil. E não é assim. Porque lembre-se que há muitos defeitos que são muito pequenos e que morrem simplesmente por deixar de cometer esse erro. E há muitos defeitos que são muito mais grandes, mais gordos, mais fortes, 🔗
58:38 mas então quando você compreende um pouco desse defeito, a mãe elimina esse pouco. Se você compreende outro pouco, elimina outro pouco. Então o mestre dizia: você compreendeu uma pequena parte, a mãe tirou uma parte; compreendeu outro pedacinho, amanhã ele tira o braço, até que chega um momento em que ele consegue eliminá-lo totalmente, e ao mesmo tempo vão surgindo essas partes do ser. O detalhe é que nós temos que tirar o conceito de que a morte e a autorealização é algo extremamente difícil. 🔗
59:17 Ficar quieto em um momento, guardar silêncio, não é difícil. Não é difícil. O que acontece é que nós não temos claro que temos que fazer realmente. Não sei se você entende o que está dizendo. 🔗
Instrutor
59:34 Claro. 🔗
Participante
59:35 É um processo que vai para além. 🔗
Instrutor
59:37 Claro. 🔗
Participante
59:38 Diz-me. Nesse caso então é sempre bom esclarecer que geralmente se tem um conceito que a pessoa com 3 anos ela pode renomear uma cabeça de leijão, enquanto ela fica ali muitas vezes tentando eliminar algo que é muito maior que ela, ela nem sequer tem essa compreensão, fica aí perdendo seu tempo em vez de botar pequenas coisas, pequenos vícios para ir eliminando no seu dia a dia o que torna isso de repente muito mais fácil. Claro, correto. Me parece que, com respeito ao trabalho da irmã, eu o conheço do monastério, não? 🔗
1:00:20 Tenho nenhuma relação com ele. Quando o mestre entregou a questão do capricórnio, era a cabeça do leão. Eu me imagino isso como uma expulsa para não enfrentar a cabeça do leão. Não, mas eu tenho, quando vocês nomeiam em pergaminho a cabeça da legião, não é ela que sai, porque ela é o máximo, quem sai são seus exércitos, então pequenos defeitos saem para defender aquela cabeça. Então, quando vocês estão a nomear a luxúria, vários pequenos defeitos que vocês não 🔗
1:01:01 têm começado a prestar atenção, saem em defesa da verdadeira luxúria. Então, a eliminação tem que ser, porque todos têm que se apresentar, o exército tem que se apresentar para que vocês saibam quem é o seu inimigo, porque se não sabem quem é o inimigo, vai lutar como quem. o general e os soldados também também a cabeça da legião do orgulho tem um aspecto relacionado a ela elimina aquele aspecto mas aquele é o seu alvo final sim o que acontece é que talvez nós não traduzimos o que ele disse o que me explicava o que ele disse 🔗
1:01:42 é que então está perdendo tempo nomeando a cabeça da legião no 14º isso foi o que ele disse e nós não entendemos assim, está bem a apreciação e ao mesmo tempo não está bem, no sentido de que quando nós colocamos uma cabeça de legião, certo? No 14º, muitas vezes você acha que vai lutar contra a cabeça, mas isso é impossível, porque somente Hércules na segunda montanha, depois da autorealização, Podem eliminar a cabeça. Então, o que diz o mestre? 🔗
1:02:23 Nós estamos nos enfrentando à legião, que se chama ira. Nós, por isso, dizemos, me enfrento à ira, ou me enfrento à pereza, ou me enfrento à envidia. Isso o que quer dizer? Que são um cintúmero, certo? De soldaditos. O que nos explicava o irmão Daniel Castilho? 🔗
1:02:43 que nós nomeamos no 14º por dizer a ira, mas cada um em sua vida prática de essa ira tem que escolher um soldado e trabalhá-lo até que o elimine, quando termina esse, continua dizendo no 14º que trabalha com a ira, mas já vai trabalhar, por exemplo, com a impaciência que é parte da ira, ou seja, com soldados mais pequenos, não sei se agora se aclarou um pouco mais com relação a isso, sim? É como se fosse um defeito gordo, grande, que a gente vai tirando uma mão, braço, cada dia. As lascas. É como um novelo. 🔗
Instrutor
1:03:29 Por exemplo, o maestro Samael, o que diz com respeito a isso? Com respeito a eliminação, ele diz que inclusive os defeitos vão, inclusive, se vão convirtendo como em meninos, Muito bonitos, certo? De muita beleza. Aí é quando o ego, basicamente, se vai tirando toda essa feura, todas essas feuras, esse efeito, e cada vez vai ficando mais refinado. Mas chega um momento em que se elimina totalmente. O que você vai dizer? 🔗
Participante
1:04:04 No livro do mestre, Trios O'Kings, uma pessoa pergunta para ele, que ela era bastante cuidada do sistema psicológico, que ela não conseguia, que ela morria, chegou um momento em que ela não conseguia mais se definir, não tinha mais anel, não tinha nada. E a resposta do mestre foi que a gente falou, qual dedo você está colocando no banquinho? Porque na verdade, muitas vezes a gente chega e fala, mãe, mata o orgulho. Mas aí a gente pergunta, o que você quer do orgulho? Qual o aspecto do orgulho? Na verdade, muitas vezes você pede, é uma impaciência para você, você pede que outro aspecto não aí, ou um aspecto relacionado. Você une as duas coisas e pede, mata os dois. não é assim claro, por isso 🔗
Instrutor
1:04:45 é muito importante que dentro do que é a organização do trabalho, nós vamos conhecendo, que isso também temos que trabalhar no curso realmente o que é tal ou qual de efeito, o que é em nós conhecer verdadeiramente qual é o que nos afeta, ou seja, saber realmente quais são os defeitos que mais nos afetam para trabalhar com eles, porque um pode pensar que é tal ou qual, mas resulta que é outro, 🔗
1:05:27 então se precisa agudizar muito a consciência para nós começarmos a fazer um trabalho concreto nisso. Mas veja, não nos avancemos tanto, nem nos atrasamos. Por quê? Porque o que precisamos neste momento é não perder de vista o fundamento do que estamos trabalhando nesta manhã, que é realmente compreender, nos aproximar da compreensão, nos aproximar do entendimento, 🔗
1:06:09 De que a autorealização, de que o ser tem uma realidade que nós precisamos compreender. Primeiro, qual é essa realidade? Que a autorealização tem que ser feita agora. Que a nós nos dão uma metodologia para isso, uma prática, ou muitas práticas para isso. por isso está a transmutação, por isso está a meditação, clave do sol, lembrança de si, está tudo isso, 🔗
1:06:52 que é o que nos vai permitir que essas partes do ser obrem, trabalhem, mas em si, o que nós estamos buscando é que rompamos com as estruturas que temos de pensar que a autorealização é algo que está por ali, é algo que está aqui, aqui, e que o dia que você não trabalha sobre isso, está em sua contra, o tempo está em sua contra. 🔗
1:07:28 Segundo, que nós precisamos urgentemente ir conhecendo como trabalham essas partes do ser, para trabalhar com elas por exemplo, o caom com essa runa se trabalha essa parte do ser com essa runa para trabalhar com essa parte autônoma da mãe há umas exigências reta maneira de pensar, reta maneira de ganhar-se a vida reta maneira de sentir que há compreensão e como há compreensão? só através da meditação 🔗
1:08:09 Então, tudo isso, o mestre nos simplificou, ensinando-nos as práticas que devemos ter como disciplina no trabalho gnóstico. Meditação, transmutação, práticas esotéricas, teurgia, santa unção. Por quê? O que diz o mestre? Diz que a Santa Unção alimenta as diferentes partes do ser. Diz que quando chega esse dia, todas as partes do ser se alegram, se tornam muito felizes, 🔗
1:08:53 porque vão receber esse alimento, esse alimento para elas. Para poder elas terem essa luz, essa força para sair, para ativar-se, para trabalhar. Então, dentro dessa organização do trabalho, nós precisamos que não perdamos de vista que a meta de nós é autorealizar-nos. Essa é a meta, mas está aqui a meta, não está amanhã, não está passado amanhã, está aqui hoje, agora, e que cada uma dessas práticas que nosso Venerável Mestre nos entrega, corresponde ao trabalho com as diferentes partes do ser, porque Deus é uma unidade múltipla perfeita. 🔗
1:09:55 O que isso quer dizer? Que se realmente o seu desejo é se integrar com Deus, integre-se através da transmissão, integre-se através da meditação, integre-se através da vocalização. Por isso é que a Gnosis é 100% prática. A Gnosis teórica não serve. Não sei se entendem a ideia do que estamos fazendo hoje. 🔗
1:10:30 É lógico, se nós não temos consciência da meta, então sabemos que temos uma meta, mas para conseguir chegar a essa meta, precisamos recorrer um caminho e saber trasegar por esse caminho. Como vamos, por exemplo, se esse caminho é uma escadilha, nós precisamos saber como vamos subir, por essa escalera, e como vamos passar de escalão em escalão, por essa escalera, por isso na primeira câmera nos falam dos diferentes níveis do ser e da escalera, maravilhosa, já, então, o que é o primeiro que precisamos saber para fazer isso, em onde estamos, esta é a meta, 🔗
1:11:48 Em onde estamos nós, com relação à meta? Em onde estamos? Em que nível nos encontramos? Isso só o vai saber cada um. Diz-me. 🔗
Participante
1:12:16 É difícil saber qual o primeiro ou o próximo passo a dar, porque a rotina é bastante vasta, a gente não sabe se começa pela regeneração, se é pela modernização, se é pelos defeitos. É difícil saber qual o passo que tem que dar Claro 🔗
Instrutor
1:12:34 A ver E aqui nós vamos nos remitir a uma pergunta Quem é o que faz a obra? O ser Quem é o que faz a obra? Quem é o que faz a obra? 🔗
Participante
1:13:04 Quem faz a obra Quem faz a obra? 🔗
Instrutor
1:13:25 Bom, cuidado Nós somos uma parte autônoma do ser E qual é essa parte? A essência. 🔗
Participante
1:13:37 A essência. Nós somos a essência e temos obras. 🔗
Instrutor
1:13:41 A essência que se desprende do alma humana. Então, a essência. A essência. Como trabalha a essência? Como pode trabalhar a essência? Como pode ela fazer a obra? 🔗
Participante
1:14:18 Estando livre. 🔗
Instrutor
1:14:23 Estando livre. O que mais? Dando-nos a vontade. Claro, o que mais? Vivendo os três fatores, o que mais? 🔗
Participante
1:14:36 Reconhecendo o nosso plenador psicológico. 🔗
Instrutor
1:14:40 Não te entendi. 🔗
Participante
1:14:43 Reconhecendo o nosso plenador. 🔗
Instrutor
1:14:47 Reconhecendo o nosso treinador psicológico, o que mais? Como? 🔗
Participante
1:14:55 Cláudio de sol. 🔗
Instrutor
1:14:57 Cláudio de sol, já. Olha, o que nós precisamos é despertar. despertar essa essência, despertá-la, colocá-la em atividade, porque ela é a que, através do impulso do ser, é a que vai fazer a obra. O ego vai fazer a obra? Não. Por quê? Porque o ego não tem nenhum interesse na autorealização, 🔗
1:15:38 nem sequer compreende o que é isso. o ego, o único objetivo que tem de viver é alimentar-se e alimentar-se e alimentar-se ele não tem uma visão mais além de alimentar-se, continuar crescendo e engordar o ego não tem uma visão do futuro é somente alimento, reações para comer ou seja, o ego não vai fazer a obra 🔗
1:16:11 O que quer dizer? Que a obra, somente para nós chegarmos à meta, precisamos ver que consciência temos nós, ativa no momento, de acordo com a obra que temos que fazer. Esse é o ponto. Que consciência temos? Que consciência temos, por exemplo, do que devemos estar fazendo para alcançar essa obra? 🔗
1:16:43 Claro, poder medir o porcentagem é impossível, não há um medidor, não há um termômetro, não há um metro, uma cinta métrica para medir quanta consciência você tem, mas sim, cada um sabe se está vivendo o despertar ou não está vivendo, por exemplo, neste instante Estamos aqui e agora, nos estamos sentindo assim mesmo? 🔗
1:17:25 Então, vamos lançar uma pergunta e já nos vamos almoçar, já? E essa pergunta vai ficar como reflexão, para que depois quando voltamos, já na tarde se vai fazer um planteamento doctrinal, certo? E podamos resolver isso. O que se sente estar consciente? 🔗
Participante
1:17:51 Como? 🔗
Instrutor
1:17:51 O que se sente quando a consciência está aqui, desperta? 🔗
Participante
1:17:59 O que se sente? O que se sente? 🔗
Instrutor
1:18:08 E também, o que se sente quando a consciência está dormida, quando não há consciência? Isso fica como tarefa. Mas, entendem a pergunta? o que se sente estar consciente e o que se sente que fenômenos ocorrem quando não há consciência desperta isso é tarefa para cada um 🔗
Participante
1:18:38 já vejo, diz-me já 🔗
Instrutor
1:18:46 mas bom a ideia é que agora que saímos eu quero convidá-los a uma coisa nós consideramos que este curso não é para que cheguemos somente um quadro de apontes 🔗
Participante
1:19:10 somente? 🔗
Instrutor
1:19:12 não, ah já este curso claro, precisamos ir muito à prática já? então, os convidamos a que saquem tempo agora depois do almoço e meditem reflexões sobre isso para que quando voltarmos, cada um possa fazer um planteamento sério, muito concreto, acerca disso que meditou, acerca do que estamos planteando, do que reflexionou. 🔗
1:19:55 Porque, vejam, pode ser que isto possa parecer como aburrido, Ou seja, como que não tem muito interesse, aborreção, aborrecido, a questão de nos dedicarmos como a interiorizar ou a escudrinhar dentro de nossa consciência esses aspectos. Mas esse é o ponto, nós estamos muito acostumados, gostamos muito de receber informação, receber, gravar, acumular, para os usados, e se tem na casa, quem sabe quantas gravações, livros, mas disso, a consciência da meta e do que tem que fazer, não tem nada. desculpem que nós expressamos isso assim 🔗
1:21:00 isso vai para todos desde aqui para lá, de lá para cá por quê? porque somos essências buscando algo mas tem que trabalhar com a consciência com essa parte interna a mente é muito habil o ego através da mente para nos fazer sentir e pensar que sabemos mas como diz o mestre Samael e o mestre Lakhsmi um acredita que sabe mas não sabe 🔗
1:21:40 não sabe que não sabe e isso temos que romper porque isso é outro aspecto que se encarga de ser um obstáculo na obra de um que um acredita que sabe então não busca e sabe por que não busca? porque a mente lhe diz já sei Conozco De o que me está falando Ah, já o estudei Eu escutei a tal instrutor Mas você perguntou a ela 🔗
1:22:18 Você perguntou ao seu ser Então Vamos deixar até aí, rapazes Busquemos esse silêncio interior Busquemos interiorizar-nos Como eu disse Isto é um retiro espiritual Então tratemos de que Nossos diálogos Ou charlas poder como restringi-las um pouco e charlar mais com ou dialogar mais com ela a ver o que podemos extrair 🔗
1:22:59 bom irmão, podemos nos retirar Paz Reverencial 🔗
Participante
1:23:03 a las 3 🔗
Instrutor
1:23:19 3 horas 🔗