Curso Assoprovida e Juventude

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Igreja Gnóstica Cristã Universal Samael Aun Weor

11 de janeiro — Sessão 3

11 de janeiro de 2010 · 63 min
Data
11 de janeiro de 2010
Duração
63 minutos
Locutores
Instrutor (22min) · 23 participantes
Síntese da Aula

Abertura (trecho literal): “Alana, Alexandre, Antonio, Arlete, Arthur, Camila, Carlos, Carlos, Daniel, Demetrios, Eduardo, Emerson, Fabiano, Fabrício Fernando Felipe Francisco Giuliano…”

Síntese editorial em curadoria pelo agente acervo-gnostic. O conteúdo completo está na aba Transcrição.

Temas
  • A morte do eu
  • O ser
Transcriçãoclique no tempo para ouvir · Instrutor / Participante

ParticipanteAlana, Alexandre, Antonio, Arlete, Arthur, Camila, Carlos, Carlos, Daniel, Demetrios, Eduardo, Emerson, Fabiano, Fabrício Fernando Felipe

Francisco Giuliano Henrique João Carlos Júlia Lucas Luciano Marcel Mariana Murilo Naye Pablo Patrícia Paula Rafael

Faltou alguém que eu não chamei? Sim, por favor E tu como te chamas? Gabriela

Ah, Gabriela. E o que mais falta? Você está na lista? Como se chama? Mirna? Mila.

InstrutorE o jovem de atrás? Já está na lista?

ParticipanteSim, Alofi. Sim? Ah, sim. Mais alguém não?

InstrutorAh, para que ele passe e se apresente. Bom, boa tarde, irmãos. Passem para ver se é. Então, temos ficado com uma pequena tarefa para a consciência, vamos começar, vamos ver, está fácil o nome, fácil, fácil,

ParticipanteO que você acha que você pode encontrar no que você falou no diálogo?

Sim, sim, sim.

ParticipanteJá? Ah, já. Já? Está bem? Sim. Já. Perfeito. De hoje em dia? De hoje em dia. De hoje em dia. De hoje em dia. De hoje em dia.

InstrutorPode fazer isso?

ParticipanteSim. Eu expliquei a situação. O mestre achou muito claro, fez muita ênfase que é para pessoas casadas, para que elas que é para a pessoa casada, para que ela tenha solvência moral, para falar de alquimia, para falar do lar.

Então, a conversar com ela, todos compreenderam a situação e passaram com todo o seu poder para a casa. Ah, sim. Então, peguei. E o que é, moço? Já. Permisso? Sim. Sim?

O nome de quem vai ficar pra cá? Eu já coloquei a Marlene G, com G ou com J? G, A, B, C, D 44 A Heloísa, né? Quem mais?

Stephanie? Sem acento Espera aí, S, T H Ah, F e A, eu coloquei PH. Estefane, com Y no final. Mais alguém? Não? Ah, Ana Gregória. São cinco ao total, né?

InstrutorEntão, vamos continuar com a pergunta que estávamos fazendo a Emerson. E depois vamos fazer a apresentação das pessoas para acompanhar Então, temos que voltar a fazer a explicação que temos cortado Então, muito atentos

A pergunta que havíamos feito é O que se sente estar consciente e o que se sente estar inconsciente? Que manifestações, que fenômenos surgem no nosso interior quando estamos conscientes e que fenômenos surgem quando estamos inconscientes.

ParticipanteA ver, você, se me fala um pouco mais duro, por favor,

InstrutorPara que todos escutemos e se possam entender.

ParticipanteA voz do Espírito. E quando não estamos despertos.

InstrutorA presença do Pai, da Mãe ou o Ego. Os efeitos psicológicos do inconsciente.

ParticipanteO que diz você? Quando estamos conscientes, integrados, sentimos as coisas, sentimos a luta com sucesso, a recuperação, sentimos que estamos vivos mesmo. Você está agindo, inconsciente e não entende o que está acontecendo.

É, força, capacidade de entender as coisas ao longo do tempo é o que existe mais. Você está fora da vida, está no momento. Obrigado, muito bem.

InstrutorVocê?

ParticipanteNão entendo. Muito bem. Você? Você?

InstrutorEnrique?

ParticipanteVocê está inconsciente e as suas coisas, as semanas, você está falando mas já de controle de quem está falando, quem quer falar com quem, eu sinto como um certo remordimento por aquilo que eu fiz.

InstrutorAham, bem. E que se sente estar inconsciente?

ParticipanteEu digo, por ser inconsciente, isso é mal consigo mesmo, porque tem como se fosse uma má força dentro de um, que não o faça. Às vezes o ego é mais forte do que este e continua sendo o que é.

InstrutorListo, vamos com outro, com outra pessoa e vamos fazer uma reflexão. Você, vá.

ParticipanteMas eu estou consciente de uma inspiração, uma fortaleza, uma fé. independente do evento em si eu sei que aquilo ali é passageiro não vai me afetar e agora quando eu estou inconsciente na verdade eu pelo menos, é difícil saber que eu estou inconsciente a não ser quando eu saio do estado de estar inconsciente quando eu faço o estado de estar inconsciente eu via que eu estava inconsciente muito bem

Instrutorbem nós estamos muito interessados em este exercício de o que estamos fazendo porque porque a maioria das opiniões que temos ouvido, das suas reflexões, nos dizem que quando se está consciente, o que se observa é que dentro de nós se produz um estado de harmonia, de integração, de paz, de tranquilidade,

e que quando não está, ou está preocupado, ou está tensionado, ou está angustiado com estados negativos. E a pergunta é a seguinte, por exemplo, se nós conhecemos esses dois estados, do dia a dia que cada um de nós vive, quantas vezes permanecemos conscientes ou buscamos estar conscientes, e quantos permanecemos submergidos no subconsciente.

Isso nos vai permitir a nós evaluar até que ponto temos compreendido o exercício do despertar da consciência. Se um dia você se lembrou de si mesmo uma vez, ou não se lembrou, Quer dizer que você não está interessado em despertar sua consciência, ou seja, sua consciência livre não está ativa para o exercício do despertar, não está interessada, não está interessada em sentir essa paz, não está interessada em sentir essa harmonia, não está interessada em sentir essa integração com Deus. mas o tempo que nós passamos no inconsciente é bastante grande, é muito tempo, preocupado, angustiado, estressado, identificado com os demais, é demasiado, então o que quer dizer isso, será que nós compreendemos o que é despertar consciência?

Isso é muito importante, muito, muito, porque eu acho que nos domicílios, nas convivências, nos livros, é muito o que se fala, fala de despertar, muito, muito, muito, mas quanto disso, se nós o levamos a nós, vivemos diariamente. Por exemplo, vamos fazer um exercício aqui, com as irmãs que chegaram, e com todos de paz. Vamos nos tornar conscientes neste momento. Bom, eu acho que todos estamos conscientes, mas o problema é que não vamos nos tornar conscientes.

Vamos nos tornar inconscientes. A ver...

ParticipanteDesubiquem-se em um tempo.

InstrutorE por quê? Mas olha, que estranho esse fenômeno, que nos diz, desloquece-se do subconsciente e diz, mas você está louco, não me mande para lá, não me mande para esse buraco, se me faz entender, mas então por que, já quando não nos dizem isso, estamos fora, na cozinha, no dormitório, por aí, por que nosso estado psicológico está lá? E não está nessa harmonia. Por quê?

ParticipantePorque nos identificamos com os eventos à nossa volta.

InstrutorJá. Bem. E por que nos identificamos com os eventos de fora?

ParticipantePorque nos incomoda.

InstrutorBom, nos incomoda. Por quê? O que mais?

ParticipanteBem.

InstrutorVocê disse algo importante aí.

ParticipanteAh?

InstrutorPorque a língua atua, a língua reaciona, certo?

ParticipanteA ver, por quê? Há uma questão que eu gostaria de perguntar. Por exemplo, quando você faz um exercício de consciente e inconsciente, o mundo tem que buscar estar consciente. Não é o que passa todo dia, mas é o que tem que fazer, não é? Mas há uma coisa que influencia muito aí, por exemplo, um evento em andamento, algo que está passando, eu estou buscando a minha consciência agora e é legal, porque todos aqui, e eu vou lhes dizer, que saia de você do passado, não queira o passado,

mas conecte-se com você, não conecte-se comigo, porque conecte-se comigo com o passado, E isso me dá uma ação, há algo em ação que potencializa a inconsciência. Será que me entende? Será que você entendeu o que eu estou perguntando? Há uma coisa que potencializa a inconsciência. Porque eu vou numa exorção e está consciente, mas se está tudo tranquilo, tudo tranquilo. Mas se há uma coisa que potencializa isso e aí eu reverter isso, como se fosse um choro, O Choro, o Dime-me-te-me-te, o Choro é mais, há isso também, não é?

InstrutorClaro, esse é o ponto, porque vejam, o fenômeno é que nós aqui, por exemplo, dependendo do evento, é o estado psicológico. Aqui, como estamos em torno do estudo da doutrina, é fácil manter o estado, mas o que aconteceria Se de repente viesse uma pessoa entrar por essa porta e disser que chegaram alguns soldados militares para nos levar, gritando desesperadamente e ouvindo uns tiros, o que aconteceria? Nesse momento, perdem a consciência e começam a se manifestar, quem sabe que tipo de agregados em cada um, o que menos esperamos, isso não é assim, isso é real.

Mas olha, o interessante disso é que há uma ensinança que o mestre entrega, que se fala de que nós precisamos permanecer no umbral, certo? Estar atentos ao que está dentro e estar atentos ao que está fora, sim? Isso o ensinou o nosso venerável mestre.

Participantependente é uma figura atento para fora e para dentro atento

Instrutorumbral vocês escrevem com H?

Participantenão

Instrutorumbral é algo muito simples porque de todas as maneiras vamos ir dentro do curso afiançando esse tipo de conhecimento Mas acontece o seguinte, nós estamos no sonho da consciência, como caímos no sonho da consciência? Nós estamos dialogando. Correto, o maestro Samali ensina que há três aspectos que nos levam a esse sonho, não?

Identificação, isto é puro repasso da primeira câmara, depois passamos a algo que se chama fácil, e já encontramos o que é o sonho então é a identificação de um efeito psicológico em um estado psicológico

a identificação que é um estado em a pessoa a pessoa tem que ter reacionado um eu porque quem é que se identifica? o eu por quê? porque disso se alimenta ele se alimenta disso Como nós estamos falando do despertar da consciência e sabemos que o sonho e a consciência correspondem aos nossos defeitos

O que é o primeiro que temos que fazer? Despertar, certo? Estar aqui e agora, mais sem embargo, para nós mantermos um estado de consciência precisamos começar a nos tornar conscientes daqueles joias que nos levam à identificação, fascinação e ao sonho em nosso dia a dia viver.

ParticipanteOs principais.

InstrutorOs principais. Isso, ou seja, para que nós tenhamos uma organização no trabalho do despertar da consciência, nós precisamos começar a conhecer o que é a realidade que tem a vida. Por exemplo, digamos que isto é um fajo de bilhetes. Você entende fajo de bilhetes? Como se diz para um paquete de bilhetes? Plata.

Dinheiro.

ParticipanteUma carteira. Uma carteira de dinheiro.

InstrutorUma carteira de dinheiro. Para uma pessoa, esta carteira de dinheiro tem um significado. e diz, dinheiro, com isso compro, me dou gosto de comprar coisas, se a pessoa dentro de seus aspectos psicológicos tem um eu, por exemplo, de codícia, ele diz, com todo esse dinheiro, eu posso investir e ter mais, esse dinheiro o levou a uma identificação

o levou a uma fascinação dizer ui eu posso multiplicar e posso fazer isto e posso fazer o outro e isso pode levar por exemplo, inclusive a manifestar-se um eu de pronto de roubo e dizer ah, mas aí está bem o pega, ninguém se dá conta ou seja, qualquer coisa pode acontecer no mundo psicológico de acordo com as coisas que você tem como conceito

que se encontram na vida. Por exemplo, a ideia que você tem acerca do dinheiro, esse conceito, isso permite que esse eu do roubo, da codícia, possa gerar uma identificação na pessoa. O mesmo acontece, por exemplo, com o sexo oposto, com o homem e com a mulher, por exemplo, um homem muito, como se diz isso, um homem que é muito...

Então, a mulher que tem o conceito de que de repente é um homem bonito, se identifica com ele, e aí sai uma quantidade de manifestação de diferentes joias, sentimentos, o mesmo acontece com o homem para a mulher, vê uma mulher e diz, e já começa a florar em ele uma quantidade de pensamentos e sentimentos.

Então, se nós analisarmos isso, para que uma pessoa possa cada dia mais começar a ter um estado de consciência mais firme, ou seja, que por exemplo, um dia se recortou uma vez e o resto passou dormindo, fascinado. Se ele quer que este mundo que pode estar exercitando mais a consciência, mais tempo desperto, tem que começar a analisar que coisas fora, na vida,

o levam a estar sempre identificado e compreender que coisas são.

ParticipanteOs hábitos da falsa personalidade Entra na identificação, temos que cambiar.

InstrutorClaro, claro, por quê? Porque são...

ParticipanteConceitos.

InstrutorConceitos, são conceitos.

ParticipantePor exemplo, porque muitas vezes, o trabalho espiritual, porque dizem que não tem tempo, porque tem que trabalhar, tem que cuidar dos filhos, um monte de coisas. mas é por um conceito de que é sua vida, minha vida, ou o que eu tenho que fazer com minha vida, na minha vida eu tenho que trabalhar, o dinheiro, porque se eu não tenho dinheiro eu não como,

esse é um conceito, um conceito que tem a pessoa da vida, não lhe permite exercer a consciência para viver a nossa, O conceito que ele tem de si mesmo é que eu nunca posso fazer as coisas, eu não sei, eu sou bruto, eu não entendo, eu não entendo, eu nunca vou entender. Esse conceito não lhe permite exercer a consciência. Os conceitos que fazem a gente se identificar com os joias. Então, se o conceito da minha vida é que o mais importante é a plata, é o dinheiro,

cada vez que eu vejo dinheiro, eu vou me identificar, me fascinar e cair no sonho. Não sei se vocês estão entendendo. Por isso é importante revisar quais são os conceitos que eu tenho, do que eu sou, do que é a vida, do que é a minha vida, do que eu tenho que fazer na vida. Porque esses conceitos são os que fazem com que Deus se expresse, se manifeste, e não podamos detener o sonho da consciência.

InstrutorVejam, analisemos, um menino, um menino, o menino, se vocês observam, ele muito poucas vezes se preocupa, ele não tem preocupações, ele vive o instante, é feliz, se assombra por uma hormiga, se assombra por um pássaro, se assombra por tudo. Por quê? Porque ele não tem conceitos, não existem preocupações, por isso inclusive também é até perigoso, um filho, por exemplo, como ele tem sua mente totalmente aberta, elástica,

mete a mão no fogo, certo? Sem medo, já pega medo depois de que se queima, diz, ui, não, mas isso dói, mas o resto, se alguém disser, sempre, por exemplo, na televisão, que um homem voa, voar, Superman, Ah, conhecem o Superman? Sim Então, inclusive Ele sente que ele pode fazer isso Por quê? Porque ele não tem conceitos Por isso O menino

Vê, por exemplo, poderia ver Diz o mestre, um menino poderia ver Uma mulher desnuda E ele não pensa nada mal Ele não importa Porque ele não tem Conceitos Os conceitos são o veículo que nos leva a cair nisso Identificação

ParticipanteMas muitas vezes também temos alguns conceitos que não temos consciência de que são conceitos

InstrutorCorreto

ParticipanteEntão a falsa personalidade tem o hábito de fazer determinadas coisas

InstrutorClaro

Participantesó vai conseguir despertar e ter a consciência que aquele conceito é errado se a própria pessoa ter um choque de consciência exemplo, toda vez que chega em casa coloca a chave no mesmo lugar outro vem, procura e a chave está ali e faz tão mecanicamente isso, que passa a fazer isso dormindo um exemplo novo, pega a chave e coloca em outro lugar Se amanhã, de manhã, vai buscar a chave, dormente, não, está aqui onde eu pus a chave. Que é tão mecânico o que faz, que muitas coisas pequenas que fazemos,

são conceitos que nós não acreditamos que sejam conceitos.

InstrutorPois, correto. E é que aí está o ponto. Desculpe, você dirá, mas essas coisas como tão sencillas, tão básicas.

ParticipanteTão básicas.

InstrutorMas vejam, nos detalhes, nesses pequenos detalhes, é que o tempo se passou e não foi dado a devida valorização do que é o despertar. O que é o despertar? O despertar tem a ver com isso. Nós podemos ter um 3% de consciência, mas precisamos ativá-la, colocá-la a trabalhar. e somente a colocamos para trabalhar quando começamos a nos tornar conscientes,

a ter consciência do mundo interior, que diz o Maestro, o mundo em que vivemos e o mundo em que andamos. Se entende andamos? Sim. O mundo em que recorremos, o mundo em que vivemos, dentro e o mundo em que andamos. Nós poderíamos, em um momento dado, dizer ou reconhecer que

eu psicologicamente sou um desastre. Se dá conta de que seu mundo interior é um caos, se dá conta de que vive angustiado, preocupado, etc. Mas nunca se dá a tarefa de compreender a realidade do mundo em que estamos. Então, o que acontece? Este mundo interior diariamente o consome e a consciência recebe esses impulsos do ser

e são esses momentos em que como que um desperta e diz, ui, caramba, amei. Hoje todo o dia vivi dormido, identificado. Mas chega o outro dia e o mesmo. Todo o dia dormido e outro chispasso, ui, despertei.

Ou seja, como que o ser lhe dá correntazos, como que desperta, mas volta e se dorme, desperta, volta e se dorme, mas ele em si mesmo não está provocando um despertar, uma revolução, e isso é o que nos tem detenidos, detenidos nesse caminho para o ser, como que um não avança, por quê? porque de vez em quando recebe um impulso e caminha um pouquinho mas ele vem e se fascina, se dorme

Participantetem um evento que acontece bastante aqui que muitas vezes leva as pessoas a adormecerem a consciência queria que de repente se desse uma chave quando o pessoal vai trabalhar e não se sentem injustiçados porque estão trabalhando e outros estão descansando e o outro tem que trabalhar depois e ficar descansando

Instrutorclaro, se a pessoa compreendesse o mundo em que ele anda, não lhe importaria que os demais não estivessem trabalhando. Para nada. Ele faria o que tinha que fazer. Mas como se esquece do mundo em que ele anda, porque este mundo, diz o mestre, é magia, ilusão. Tu que sacas criticando a outra pessoa, lhe vai ajudar? Ou, a ver, vocês alguma vez han criticado a alguém? Todos!

E essas críticas lhe han ajudado a essa pessoa? Só o contrário, lhe fazem um dano A vocês alguma vez lhes han criticado?

ParticipanteHá tantas vezes

InstrutorE essas críticas lhes han ajudado a melhorar? Algumas vezes sim Bom, algumas vezes, se a pessoa recebe, como ela tem que receber, mas para quem critica, quem faz, que benefício recebe?

ParticipanteNem um cascarão.

InstrutorBom, até um cascarão se gana, eu disso, mas não sei se me fazem entender, nós sabemos isso, anos de saber isso, mas, sem embargo, ainda não o faz.

ParticipanteSim, mas quando alguém chega e me diz, isso é um eu que está se manifestando em você, ele trabalha, ele mira a pessoa, e eu pensum, é meu eu e tudo, espero, espero.

InstrutorMas vejam, ou seja, se nós analisarmos, para fechar, porque isso é um tema que tem que continuar sendo trabalhado, que realidade tem o mundo em que andamos? O que é o real disso? Sim, isso é fácil dizer nada, mas vamos nós analisar, por exemplo, O que é o real deste corpo? O que é tão real é o corpo físico?

Qual é a realidade do corpo? Os sentidos? O que mais? A vida que ele tem O que mais? Qual é a realidade que ele tem? Ele é eterno? O que quer dizer? O corpo físico de nós Diariamente está morrendo O corpo, a realidade da vida Se analisamos

é que ela está submetida neste mundo tridimensional a leis uma dessas leis é a lei de evolução e involução nosso corpo evolui até um ponto e começa a involucionar por isso que chegam as arrugas por isso que um vai para a morte essa é a realidade então

Então, se você faz essa reflexão conscientemente, faz consciência disso, se fosse o corpo, você acha que você não o buscaria, sentiria mais a necessidade de aproveitar o tempo com esse veículo? não sentiríamos a necessidade de buscar a maneira de colocar esse corpo físico em uma tônica para que lhe sirva para fazer um trabalho danaria esse corpo? lhe meteria coisas que danariam esse corpo?

porque conhece a realidade que é um ser vivo que se você lhe mete coisas que o envenenam o está matando que diariamente ele está morrendo E se você não o aproveita, quem sabe se lhe dá outro para fazer um trabalho Então, vejam, irmãos, sabe por que vivemos tão identificados? Porque nós não temos consciência deste mundo em que andamos Não a temos Desculpem que eu como que esteja falando por vocês

Não, estou já falando desde esse ponto de vista da consciência Então, se nós fazermos esse análise do que é real, do verdadeiro, poderíamos fazê-lo com muitas coisas, com muitas. Por exemplo, se nós analisarmos a realidade que o tempo tem, o tempo é real? Não.

Emerson, o que diz? O tempo é real?

ParticipanteÉ diferente a nossa percepção do tempo e o tempo em si. A nossa percepção é bem diferente de qualquer outro evento. O valor do tempo em si.

InstrutorO tempo é real?

ParticipanteDependendo do nível de consciência que a pessoa tem, ele se torna mais ilusório, ele tem a sensação de que o tempo dura mais ou menos, mas depende do estado da pessoa. Acho que ele é mutável.

InstrutorSim, ele é mutável. O tempo real... O tempo real... O tempo real...

ParticipantePara mim, a descrição não é a mesma coisa, é só uma ordem. Claro, claro.

InstrutorSe nós analisarmos qual é a realidade do tempo, o tempo é algo relativo. Por quê? Porque neste mundo tridimensional, o tempo está submetido a essa lei de evolução e poluição. Por isso que nós diariamente, como que, vocês já viram esse quadro, onde há um bebê, um menino, um jovem, um adulto, depois, como que cruza por um oito e depois se vai envelhecendo até que chega a morte.

O tempo está dentro dessa lei, evolução e involução, mas o tempo para Deus não existe, é a eternidade, é a eternidade. não há tempo

Participantepor exemplo, um ciclo de manhavantara e um trabalho, não é um ciclo de tempo?

Instrutorclaro, correto mas é um ciclo de tempo para quê? para esse fenômeno da criação dia cósmico, noite cósmica

Participanteé um fenômeno mais medida de tempo

Instrutorclaro, mais, por exemplo se nós fôssemos mais além Há quanto tempo está surgindo esse fenômeno? Dia cósmico ou noite cósmica? E quando terminará? Não há impedimento. E isso é muito importante. Por quê? Porque se uma consciência, uma essência como a que está em cada um de nós, nossos corpos,

compreendesse o fenômeno do tempo em si, em seu corpo, em sua existência, começaria a compreender que não o pode desperdiçar. E começaria a ter mais razões para se interessar em o quê? Despertar. O que vou seguir identificado com essas pessoas? Que não vieram atrapalhar, que não vieram ajudar. Problema dele.

Claro, não sabem por que é problema dele? Porque não entendem a dinâmica do que tem que fazer. Olha que na vida, quando não tem conhecimento, na vida, busca tirar o corpo das coisas. Tirar o corpo é não fazer as coisas.

Você ataca a pereza, o orgulho, como vai poder fazer isso, as desculpas, e você pensa que isso está bem, ah, me salvei, não o fiz, eu sou muito inteligente, muito, não o fiz, Mas a verdadeira palavra é o contrário, você mesmo está condenando-se a não sair do estado em que você se encontra. Por isso a responsabilidade de despertar a consciência recai em cada um de nós. A ideia é que nós analisemos na vida em que andamos, o que é verdadeiramente o real,

O que é algo real? O que é algo real?

ParticipanteO que tem de real em nossa vida?

InstrutorExato. A existência que nós temos, o que verdadeiramente tem de real? Já, o que mais? O que é que você tem de real? Correto. Por quê? Porque esse corpo, se o comeram os gusanos, a essência morre. Morre a essência. Quer dizer que o real é algo perene. Não morre, é eterno.

Então, o que quer dizer isso? Que essa essência precisa fazer conhecimento, consciência, de onde vem, para onde vai, qual é o objetivo dele, porque realmente existe. Então, vamos deixar até aí, porque agora vem um tema, um planteamento doctrinal, para que entendamos o desdobramento, de onde vem a essência. Bom, vamos ir passando antes do planteamento, então, a uma das irmãs que chegaram, José, passa para apresentar o grupo. Então, para que nos contem todos o seu nome.

ParticipanteDe que ed industrial vieses.

InstrutorDe que cargo. De que cargo que tenha. E que espera do curso.

ParticipanteEstado Civil. Com compromisso ou sem compromisso. É correto. Meu nome me chamo Marlene Ribeiro. Até então era Marlene Ribeiro Domingues, agora sou Ribeiro. Divorciada. Sem compromisso. Sem compromisso, certo. Bem, eu sou do Lumizel Sushipiri, da cidade de Curitiba, estado do Paraná. Cumpro o papel na instituição de ISIS, missionária local e catecista.

Vim pra cá com o intuito de fazer, sou provida, porque todos falam que é minha cara. Daqui me convenceram que eu tinha que fazer de mães Que era a oportunidade Porque eles também ficariam no Brasil Por um tempo E eu poderia fazer isso por vida mais tarde Então eu me desviei E hoje A tarde Vocês viram o que aconteceu Enquanto o pessoal Se apresentava Dizendo a sua situação Solteira Eu falei, já fui casada Tenho filho

Mas não foi possível Todas que no momento Não estão casadas Não podem fazer o curso de mães Enfim, voltei aqui É o que é pra ser pra mim O que eu espero do curso Vê o que é a minha cara

InstrutorNão entendi o quê?

ParticipantePorque as pessoas me falam que sobrou vida na minha cara Então, me vou conhecer melhor, certo? Então, tá bem Tenho 53 anos isso é um espanto para todos mas é só fazer bem os trabalhinhos é só eliminar os velhacos internos que se não tem jovem é só eliminar os jovens velhos

que se tem jovem Meu nome é Giane Eu aprendi com a outra irmã Falar a idade Eu tenho 7 anos Foi antes do que ela nos ensinou A irmã Luz Eu tenho 34 anos O que mais pra falar? Que no inicial é O caso O caso Sou terícia Eu sou missionária nacional Mas agora eu vou ser missionária local Porque eu estou retornando ao meu lugar

Que é aqui em Campo Grande Por um determinado período Em função da família Preciso voltar para Campo Grande Então eu vou ser missionária local por um tempo Sou Isis E vou pertencer Que ainda não estou definitivo Não cheguei ainda A Pucheter Que é um índolo misial Próximo do centro da cidade O que eu espero do curso Eu espero do curso Aprender a amar cada vez mais a vida Aprender a respeitar a vida Em todos os seus aspectos Que acredito eu Que vou

Não só aprender, mas compreender O que é uma vida E ter respeito Não foi uma opção Minha Mas com certeza o meu ser me trouxe aqui que era isso que eu estava necessitando no momento então veio como a primeira opção, o curso de mães mas já sabendo que realmente eu ia para esse curso então hoje eu sei que eu estou aqui porque a minha necessidade hoje é de aprender a amar a vida então com certeza eu estou aqui por esse motivo e outros motivos que eu ainda não sei, porque a gente não sabe, até então pelo menos eu respondi por mim, adormecidos

Então a gente nunca sabe Porque está em determinado lugar Em determinado momento Então no meu adormecimento Creio eu que seja isso Aprender a conviver com essas pessoas que aqui estão E aprender A amar e respeitar a vida Bom, meu nome é Stephanie Com é fechado mesmo Eu tenho

tenho 27, quase 28 anos, sou de Minas Gerais, vamos dizer assim, 80% do numizal é Donaí, 20% do numizal é Velha Helena, sou Isis, missionária local, e tenho até um pouquinho de receio de falar o que eu espero do curso, porque realmente a gente veio com uma outra ideia na cabeça mas com certeza pelo que a gente acompanhou da sua provida das pessoas que já fazem parte que tiveram levando esse ensinamento pra gente é algo realmente tão grandioso que a gente fica com medo de falar sem refletir

e não fazer jus ao que significa a sua provida mas assim desculpa mas pensando ou refletindo rapidamente já como bióloga que eu sou, eu espero entender mais do que está por trás desse fenômeno grandioso maravilhoso, totalmente incompreensível mesmo pra quem está na minha área, que é a vida eu tenho certeza que aqui em um mês eu vou aprender muito mais ou espero realmente de coração aprender muito mais do que eu aprendi em 4 anos de sentada ali no banquinho em faculdade

que não vai dizer pra gente nunca metade do que a gente vai ouvir aqui Sou Heloísa, tenho 73 anos, sou gaúcha, sou do Rio Grande do Sul Pertenho ao Solumisial Paracelso, na cidade de São Leopoldo Sou instrutora local e sou índice Também vim com o objetivo do curso de mães

Mas também creio que não é por acaso que cambiamos de curso e desde a primeira câmara o que me encantava dentro da agnose é o amor à vida então acho que com esse objetivo acho que vai ser um dom curso e vou ter muito proveito nele então espero que eu realmente consiga compreender mais de forma mais sensível esse amor à vida e de forma mais consciente esse amor à vida, esse amor pleno pela vida

É a pequena, de amarelo, perseguido eles, né, através disso, meu nome é Ana, né, vocês já sabem, e como as outras irmãs, eu também, né, cheguei aqui, assim, meio assustada, escuras, então, vamos tocar em frente, né. Eu geralmente na minha vida As coisas acontecem não por minha vontade Quando eu quero algo

Eu não consigo Eu sou empurrada para outra coisa Não significa que não pode ser A minha vontade É isso Que monastério É feio Perguntar a idade para uma mulher 38

Instrutor38

ParticipanteListo, é a Gabriela, e se ali está a Mila, e o Chico, e o Chacho, e a Alice, Alice, Alice, Alice, Listo Gabriela Meu nome é Gabriela, eu sou daqui do monastério mesmo, do Museu dos Palamares, e eu tenho 16 anos, e eu sou missionária local daqui, que eu fiz o curso no começo do mês de dezembro e eu espero

do curso entender realmente porque eu estou fazendo esse curso porque não era pra fazer porque eu iria viajar mas de última hora eu não podia e por alguma razão importante eu tive que ficar e fazer esse curso e eu já já estou convencida pelo primeiro dia que eu fiquei aqui que eu gostei muito do curso O que eu vi que é muito importante mesmo.

Bom, meu nome é Alec, eu sou de São Paulo, de Xezede, a capital, em Israel, Xezede. Vou fazer 19 anos, sou missionário local e espero do curso conhecimento, né? que enriquece muito, para os missionários locais, até para as conferências, isso ajuda muito, e para a gente mesmo, e até para entender um pouco mais da sua provida, da juventude, que eu vejo, do meu ponto de vista, que não é muito forte aqui no Brasil,

comparando com os outros países da América Latina, Argentina, Colômbia, Venezuela, a sua provida é mais forte, a juventude é mais forte nesses países. E a gente fazendo esse curso A gente ganha um conhecimento E depende da gente Estar lá e fazer a sua vida A juventude ser mais forte aqui no Brasil Eu vejo isso E eu espero isso do curso Entender mais essas instituições E é isso Obrigado Oi? Sim A gente vai usar milha Milha

Eu tenho 9 anos, sou daqui do Manastério mesmo e na União Europeia eu estou em casa. O que é isso? Tem carro? Tem carro? Meu carro? É criança. Diga, meu carro é criança.

InstrutorVocê parece com a minha cabeça.

ParticipanteE por que eu não estou no curso? Porque você cresceu. Vai, responde. Eu não sei, depois eu vou falar do curso. Só para vir e falar desse programa que eu queria fazer. Daí eu não entrei ontem. Fiquei com vergonha. Muito bem! Muito bem! Obrigado!

Muito bem!

InstrutorMais quatro! Mais quatro! Vamos fazer as quatro

ParticipanteBom, rapaziada Entendem, rapaziada, certo? Sim! Vocês estão compreendendo tudo o que estamos dizendo? Sim! Isso espero! Porque depois vocês tem que passar ao tabuleiro Nós também falamos espanhol acelerado, mas estamos fazendo o esforço de falar devagar, lento.

Vamos fazer um recesso de 10 minutos. São as 4? 4 em ponto 4 e 10 Estamos no salão já começando

Áudio da Aula

Use o player fixo na parte inferior da página. Áudio original (qualidade integral, sem recompressão).

Inspiraçõesdo corpus gnóstico
O grande Mestre Nanak, de acordo com os Upanishads, compreende que Brahma (o Pai), é Uno, e que os deuses inefáveis são, tão somente, suas manifestações parciais, reflexos da absoluta beleza.
Tratado Esotérico de Astrologia Hermética, V.M. Samael Aun Weor
A morte do eu
poderes mágicos exigem a mais espantosa santidade, sem a qual é impossível enfrentar os perigos da alquimia e da magia.
Tratado Esotérico de Astrologia Hermética, V.M. Samael Aun Weor
O ser
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Igreja Gnóstica Cristã Universal Samael Aun Weor

Acervo · transcrição automática com identificação de locutor — Instrutor / Participante (sujeita a revisão)

♫ 11 de janeiro — Sessão 3