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Igreja Gnóstica Cristã Universal Samael Aun Weor Misto

O que se sente estar consciente ou inconsciente

Aula 5 · 11 de janeiro de 2010 · 11 de janeiro — Sessão 3 · 63 min
Data
11 de janeiro de 2010
Duração
63 minutos
Locutores
Instrutor (22min) · 23 participantes
Temas desta aula
  1. i
  2. ii
  3. iii
  4. iv
  5. v

Síntese da Aula

Retomando a tarefa deixada de manhã, o instrutor recolhe as reflexões sobre o que se sente ao estar consciente (harmonia, integração, paz, presença do Pai e da Mãe) e ao estar inconsciente (preocupação, tensão, angústia, identificação, presença do ego). A partir disso lança o diagnóstico central: passamos muito mais tempo submersos no subconsciente do que conscientes, o que revela que talvez não tenhamos compreendido de fato o que é despertar a consciência, apesar de tanto se falar disso em livros e convivências.

O argumento avança pela mecânica do adormecimento ensinada pelo V.M. Samael: identificação, fascinação e sonho. O instrutor demonstra com um exercício invertido — pedir que se tornem inconscientes — a resistência natural ao subconsciente, e questiona por que então o estado psicológico habitual está justamente lá. A resposta construída com os cursistas é que nos identificamos com os eventos externos, e que o que gera essa identificação são os conceitos: o conceito que se tem do dinheiro, do sexo oposto, da própria vida e de si mesmo é o veículo que ativa os eus (cobiça, roubo) e produz a fascinação e o sonho.

O ponto de viragem é a contraposição com a criança, que vive o instante e se assombra com tudo porque ainda não tem conceitos, ilustrando que os conceitos — muitos deles automáticos e não reconhecidos como tais — são a raiz da identificação. O instrutor introduz a permanência no umbral (atento ao que está dentro e ao que está fora) como ensinamento do V.M. Lakhsmi, e propõe que despertar requer analisar a realidade do mundo em que andamos: a impermanência do corpo físico (submetido à lei de evolução e involução), a relatividade do tempo (ilusório no mundo tridimensional, inexistente para Deus, que é eternidade) e o que de fato é real e perene na existência — apenas a essência.

Conclui que a responsabilidade de despertar recai sobre cada um e que tirar o corpo das tarefas (pereza, desculpas) é condenar-se a não sair do próprio estado. A aula encerra com a apresentação das irmãs recém-chegadas que migraram do curso de Mães para a Assoprovida, várias relatando que vieram não por escolha própria mas conduzidas pelo seu ser, com a expectativa de aprender a amar e respeitar a vida — preparando o tema seguinte sobre a origem e o desdobramento da essência.

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