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Abertura (trecho literal): “Eu já estou aprendendo, só me falta um pouco de memoria. Aleph, Aleph, é que em grego tem uma letra que se chama Aleph, Aleph, ajá, bom, agora sim estamos todos, enquanto eu fiz o repasso, chegaram todos, certo? Cuidado para trancar a porta Já pode trancar a porta Vamos ver Alana Alexandre…”
Síntese editorial em curadoria pelo agente acervo-gnostic. O conteúdo completo está na aba Transcrição.
InstrutorEu já estou aprendendo, só me falta um pouco de memoria. Aleph, Aleph, é que em grego tem uma letra que se chama Aleph, Aleph, ajá, bom, agora sim estamos todos, enquanto eu fiz o repasso, chegaram todos, certo?
ParticipanteCuidado para trancar a porta
InstrutorJá pode trancar a porta Vamos ver Alana Alexandre Antonio Arlete Arthur Camila Carlos Daniel Demetrius Eduardo Eduardo, já é que é até que eu me lembre qual é a cara do Eduardo, já.
ParticipanteEmerson, Fabiano, Fabiano, Fabrício, Fernando, Felipe, Francisco, Juliano, Juliano é o pai,
Instrutoro pai do menino lindo
Participantede Uriel
InstrutorHenrique João Carlos
ParticipanteJulia
InstrutorLucas Luciana Marcel eu disse que ele era novo Marcel Maiana Murilo está com o bebê Naie, Pablo, ai, tem uns que se parecem entre vocês.
Patrícia, Paula, Rafael, Renato, Tarcísio, Thiago, Wagner, Jam, Aleph, Gabriela, Mila, Já renunciou a Mila? Marlene, Guiane, Eloísa, Stephanie, Maria e Laísa. Já quase me desligaram.
ParticipanteLaísa?
InstrutorEm castelhano tem um nome que é Laísa, por isso pronuncio assim. E é Laísa?
ParticipanteLaísa. Com E.
InstrutorA S?
ParticipanteCom E, a S. A I, S.
InstrutorA I, S?
ParticipanteTermina em E.
InstrutorAh, termina em E. Não la I, S, mas la I, C.
ParticipanteLa I, C.
InstrutorLa I, C. Ah, mas eu...
ParticipanteCom Z também. De luz.
InstrutorLa I, C. La I, C. Vocês falam com a nariz. La I, C. Assim? Já aprendi a falar português, tem que falar com esta parte. La Ince, David do Mundo, é o brasileiro mais conhecido da nossa.
Já se casou e tem um filho. Bom, escreveram outra frase. Não são as perdidas nem as caídas que... Podem fazer-nos fracassar e em nossa vida, falta de coragem de nós, levantar-nos e seguir adiante.
E quem escreveu essa frase? Quem escreveu essa frase?
ParticipanteSamuel Rufiano. Claro!
InstrutorLogicamente! Quem a transcriveu no tabuleiro? Quem a colocou no tabuleiro? Quem colocou no tabuleiro?
ParticipanteQuem escreveu no fardo? Ninguém? Foi o irmão do Espírito Santo
InstrutorApareceu de nada? Quem? Claro!
ParticipanteEscreveu também? Não, não, não
InstrutorE agora sim, em sério Quem escreveu na tela? Apareceu Fale-nos da frase
ParticipanteFale-nos da frase
InstrutorDa reflexão que surge
ParticipanteNão são Como disse, não são nossos problemas Nossas dificuldades que podem nos fazer Fracassar na vida, desistir da obra Desistir de qualquer coisa que possamos fazer Mas sim a falta de coragem Quando a gente está lá, naquela situação de dificuldade, tudo está complicado. Ah, não, vou desistir e fazer outra coisa. Não. Coragem, levanta e segue adiante. Guerreiro de aquário.
InstrutorE não reguero. Você entende reguero aqui? Guerreiro. Reguero, desordem. Se isso é em castelhano, não se entende em português. Algo machista?
ParticipanteGuiado. Guiado. Guiado. O que é uma piada?
InstrutorÉ a mesma coisa Piada em castelhano não se entende em português, não é?
ParticipanteNão entendi
—Bem
InstrutorBem E vamos no sexto mandamento, certo? Sim Se entendeu?
ParticipantePerfeitamente
InstrutorSe entendeu a importância de viver esses dois mandamentos? Sim? Certeza?
ParticipanteSim
InstrutorNão matar e não fornicar, certo? Para que Maria, Magdalena e Marta possam auxiliar-nos, suplicar por nós, ante o Cristo, para que nos ajude. Sim? Até lá vamos. Ai, me borraram o árvore sefirótico.
O sétimo mandamento qual é?
ParticipanteAh, não urtar, não roubar.
InstrutorQue tem relação com o sefirote Netza, a mente, o mundo mental. Nos diz o venerável maestro Lakhsmi que aquela pessoa que urta não tem direito de aprender a controlar a mente, não pode controlar a mente. Muitas vezes nós lhe damos um valor, então dizemos, se eu saio dinheiro que não é meu e me levo, isso é roubar, certo? Mas muitas vezes me dão um lápis, e se me esquece de entregá-lo, não o entrego, isso é roubar também, isso vocês têm claro, certo?
Também o mestre nos diz que utilizar as coisas que não são nossas também é assustar, também é roubar. A maestra dá um exemplo, ela diz que em um viagem muito longa que tiveram com o mestre, eles tinham quedado, como se chama o talco dos pés aqui?
ParticipanteO talco dos pés.
InstrutorO mestre precisava para seus sapatos, então ela lhe disse, ah, então pegamos um pouco do de Uriel, que Uriel é o filho físico do mestre, pegamos um pouco que ele não diz nada, e o mestre lhe disse que isso era roubar, se entende?
ParticipanteE se pedirmos com a permissão da pessoa, não?
InstrutorTu entendiste? Fernando entendeu? Diga em português. Conta a história em português.
ParticipanteO mestre lá estava em uma viagem e acabaram o talco para botar um sapato e a mestre ofereceu para ele botar o talco para o filho dele, o Liel, e ele disse que não, porque isso seria bom.
InstrutorVocê entende? Sim. Igual acontece quando você chega na casa da mãe, do pai, onde você não vive. Chega de visita e abre a geladeira e saca as coisas e consumi-las. Isso é roubar.
ParticipanteIsso é roubar. Porque isso não é seu. Mas é a permissão da pessoa, não?
InstrutorNão, claro. Se a pessoa lhe dá permissão, não é roubo. Porque o que mede o roubo não é a quantidade ou o objeto, não é o número ou o objeto, é o fato de que o objeto seja seu ou não seja seu. Por exemplo, você vai pela rua e vê um lápis no piso, é seu?
ParticipanteNão.
InstrutorEntão, se você o recolhe, está roubando. Você entende?
—Sim.
InstrutorAssim, é uma coisa insignificante. O que a lei mede é o fato de roubar. Utiliza algo que não é seu. Não podemos nos fanatizar, nem. Mas se não é seu, e usa as coisas sem pedir permissão, Entendem? Mas não se pode fanatizar que de repente viu um espelho e fez assim e então roubou e se foi.
Não é tão pouco esse ponto. Mas sim que nós tenhamos muito cuidado, certo? Nas coisas que não são nossas. Especialmente os que vão sair a fazer missão. Os que saem a fazer missão. Porque, por exemplo, o missionário chega a uma casa. E lhe dizem, tranquilo, tudo o que é seu, como diz o D. Dario, esta casa é sua, mas não lhe passou a escritura. Certo? Isso nos disse a nós.
Então, o que é? E lhe dizem, se tem fome, pode fazer o que quiser. Se imagina que o D. Dario chega na casa e nos encontra no sofá, olhando televisão. Certo? E com o reguero, como se diz reguero? Com o desorden? Com o desordem de objetos que sacamos da neve, o pão, a mantequilha, as cascaras do banano, o banano se chama cana, da banana, aí com a barriga assim, e a neve assaltada, como se diz assaltada?
Vocês creem que isso é correto? Se você está naquela casa, se você quer algo, deve pedir permissão para usá-lo, para sacá-lo, para pegá-lo, porque isso não é nosso. Você está entendendo a ideia? São detalhes, rapazes, detalhes pequenos, praticamente insignificantes.
ParticipanteMesmo que você tenha a mesma família, mãe e filho, mãe e filho, como nos exemplos do mestre.
InstrutorPor exemplo, tem que saber até que ponto as coisas são nossas e até que ponto as coisas são da pessoa. Porque se, por exemplo, a mamãe vai ao quarto da filha e tira seu talco, seu perfume, porque vivem juntas, aí ela está roubando, porque são as coisas pessoais da sua filha. diferente que se vivem juntas pois compartilham o mesmo alimento que tem na neveira, se entende? então já não há delito aí porque não estás de visita se está entendendo?
por isso é que, olha, os detalhes são muito insignificantes mas esses detalhes dependem da iniciação da pessoa um missionário, um real missionário não é um missionário por o que expressa por as conferências que dá, mas por seu comportamento. Uma pessoa pode dar conferências lindas, mas se nesses detalhes, como se diz isso? É um desordem, é um desordenado, então não é um verdadeiro missionário. Sim, você está entendendo? Sim.
São detalhes. E diz o mestre que o que atenta, se diz atentar? Sim. O que atenta contra o Sefirot Netza, por não cumprir esse mandamento, não tem direito de controlar sua mente. Não tem direito. Que você foi e tinha muita fome e abriu a neveira de D. Dario. Pobre D. Dario, eu vou detenê-lo. Abriu a neveira de D. Dario e lhe sacou uma fruta desse tamanho e a comiu. O que é que o chiquito faz com que você não possa controlar sua mente?
Essa bobeira tão pequena faz com que você não possa controlar a sua mente.
ParticipanteSe você pegar e depois avisar a pessoa.
InstrutorMas já não fez, esse é o detalhe de fazer. Porque o que lhe custa? Pedir a pessoa primeiro e depois fazer. É o mesmo tempo, aguentar.
ParticipanteTem que aguentar o fome.
InstrutorÉ que, por isso eu digo, é o detalhe, é o detalhe. Porque por um esperar uma hora para comer, não se vai morrer de fome. Ou sim, porque aguentou uma hora, o vão encontrar aí morto. Não, isso não acontece. Isso não acontece, por uma hora de aguentar, duas horas de aguentar, um não se morre. Mas se nós não temos em conta esses pequenos, diminutos detalhes, Nuestra obra se estanca, se detém. Arturo.
Sim, porque é da casa do vizinho.
ParticipanteÉ da natureza, certo?
InstrutorE as frutas estão colgando por fora.
ParticipanteE as frutas estão agora em frente.
InstrutorMas olha, rapazes, é tão assim, você tem que pedir permissão para isso, é tão assim que a nós nos diziam, se você vai pela rua e vê que tem um objeto, que uma senhora saca um objeto, certo? na basura, por exemplo. E ela diz, isso me serve. Vá, pida permissão a ela para sacá-lo da basura. Por quê? Porque ela já lhe deu um destino. Você entende? E qual era o destino? Que fosse a basura. Então, pida. Isso não custa nada, isso não lhe tira nada.
ParticipanteA basura é personal. A demanda é direita. Se for ser, é o que é.
InstrutorIsso poderia ser uma das coisas que ficam tiradas no chão. Mas como não são de uma, você não pode recolher, porque isso é o que faz com que você roube ou não roube, não é onde está a bolsa, você entende? É o fato de que essa coisa não é sua, não é.
ParticipanteA abrazura é lixo, se a pessoa joga fora alguma coisa no lixo e você vai lá e pega aquilo no lixo, isso é roubo, é enrolo. Mas se ela abriu mão disso, jogou fora, ela não tem mais o direito sobre aquilo. Mas você também não. Aí ela disse, não, então você pode sacar tudo que tem no solo, só porque o solo está lá e tudo que você vai ver, você acha que aquilo é de seu direito? Ah, não. O mesmo que eu disse.
Instrutoro que eu disse olhem, rapazes escutem-me, porque se não aqui ficamos toda tarde e tem outro tema que temos que tocar hoje e já estamos dois dias nesse tema muito cansado escutem já vai já vai, esperem um pouco não se façam um enredo disso um problema usem o sentido comum Porque se vocês passam por um vaso grande, enorme, como vão saber o que é cada coisa para ir pedir permissão?
Entendem? Ou se vão reciclar, como vão pedir permissão a todas as casas desse bairro para reciclar? Não sei se entendem.
ParticipanteSim, a pessoa está na frente da cara da pessoa, pertence àquilo, àquele lugar.
InstrutorO que vamos dizer é que tem que ser muito cuidadoso com os detalhes, isso entenda-se. Se o objeto não é seu, é de outra pessoa, dê permissão à pessoa. Sim? Você entende? Se está na rua tirado, o objeto é seu? É seu ou não é seu? Então para que ele recolhe? Se não é seu, está roubando É o que diz o mestre Samael Se você vai pela rua E encontra um fajo de bilhetes Uma carteira de plata Certo? Você vai agarrar
Do piso, está roubando Entende ou não entende?
Participanteclaro, mas
Instrutorse estão enredando em uma bobeira em uma bobeira porque eu estou lhes dizendo se a pessoa vai para a sua loja e vocês veem uma coisa que não necessitam o que lhe custa pedir permissão a essa pessoa para sacá-la mas é diferente quando você já vai reciclar porque se você não lhe pede permissão a outra pessoa vai reciclar, você entende? sim ou não? Tranquilo, pessoal, tranquilo, pessoal, vivam o que compreendam.
ParticipanteÉ que dizer a mesma coisa aqui, meu limite termina quando começa o teu direito. A mesma coisa, meu direito termina quando começa o teu direito.
InstrutorExatamente, exatamente. Meu direito termina quando começa o seu direito. Exato. Eu não quero mais esse vestido. Eu coloquei no lixo. O seu direito, se quer pegar o meu lixo, pega. É o seu direito. Sim, está bem, deixe-nos esse ponto aí porque aqui não nos vamos colocar de acordo. Mas vejam, rapazes, aonde vamos, aonde vamos, escutem.
Porque é que, olha, eu não acho que estão recolhendo basura, ou sim, andam recolhendo basura, não, não o fazem, então para que se enredam nisso? Então, o que eu queria com esse exemplo é que tem que ser muito cuidadoso nos detalhes, é muito...
ParticipantePalavras específicas como basura, as pessoas, em geral, não acompanham. Basura, para muitos, é lixo, é escova.
InstrutorNão, o exemplo é o detalhe da atitude da pessoa, do respeito para a outra pessoa, de pedir esse permisso, porque nós não estamos recolhendo, sacando tudo da lixeira, não estamos sacando coisas todos os dias. Mas sim, por exemplo, se nós temos que estar de visita em outra casa que não é nossa, e que temos que ter cuidado com esse detalhe de sempre pedir permisso
para sacar as coisas que necessitamos, porque senão estamos cometendo esse roubo. E olha, o mais importante, mais além da lixeira, certo? Mais além disso, que isso é uma bobeira, é que se nós não deixamos de roubar, você entende? Se não controlamos a mente, não aprendemos a meditar. Se não controlamos a mente, seguimos fornicando através do pensamento Se não controlamos a mente, é o que aconteceu aqui
Nós nos enredamos porque não controlamos a mente O sefirote Netza é o sefirote da música, da harmonia, da beleza, da inspiração e da mente Por isso se violamos esse mandamento, mesmo que seja muito pequeno, se o violamos, ele não nos ajuda a encontrar essa harmonia mental. Você entendeu? Não mais lixera?
ParticipanteDiana, sim, é que estamos perdendo o tempo com isso. Diana, na realidade, nós não temos que querer saber do outro, mas sim de nós. Toda vez que tiver um objeto, não interessa o outro, e sim a mim. É meu? Não. Então, sim. O outro não vai fazer obra, eu sim. É meu? Não. Então, permissão.
InstrutorExato. Oitavo mandamento.
ParticipanteEle não vai roubar.
InstrutorNão roubar. Não, não tomar o que não é seu, assim é simples, se é seu, pegue-o, se não, não pegue-o, fim da discussão, se é seu, pegue-o, se não é seu, não pegue-o, e já. Wagner, que não seja da lixeira, por favor.
ParticipanteO alimento para esse sefirote é o alimento que lhe corresponde, esse é o alimento para esse sefirote, porque quando amamos a Deus sobre todas as coisas, lhe estamos dando amor ao primeiro, se cuidamos do verbo, lhe estamos dando verdade ao segundo, e se santificamos a festa, nos estamos inspirando, lhe damos alimento ao terceiro, se entendem? O quinto seria transmutação e morte.
InstrutorO sexto, não fornicar em nenhum aspecto. O sétimo, não matar e lutar pela vida. Entendem? O oitavo, o oito, tem relação com o corpo astral. com o Sefirote Jot o oitavo mandamento qual é? não levantar seus testemunhos nem mentir se entende? não levantar falsos testemunhos nem mentir
não fazer fofoca dos demais por mais que o que estamos dizendo seja verdade se entende? muitas vezes dizem, mas eu não estou inventando o que estou dizendo Isso é assim, eu vi Mas se está falando mal de outra pessoa Se está danificando a imagem da outra pessoa Por mais que o que você diga seja verdade Isso é cobrado Porque está danificando a imagem da outra pessoa Entendem-se? Nós não temos por que estar falando de ninguém
Eu lhes pergunto O que é quando fala mal de outra pessoa? Beneficioso para a obra de um Para a autorealização O que?
ParticipanteO irmão Dario dizia que Quem rouba Paz do outro Não tem direito a paz Acho que se encaixa nisso
InstrutorBom Mas se dão conta Esses dois malamentos estão muito relacionados Fijem-se, meninos Nós às vezes Falamos de outra pessoa Porque podemos assegurar que o que estamos dizendo é verdade, mas ninguém tem direito a julgar o outro, a señalar você já ouviu que quando um señala uma pessoa uma vez, está se señalando a si mesmo três vezes, você já ouviu? porque faz assim um dedo para lá e três para cá, certo?
você não tem direito a levantar falsos testemunhos de ninguém Nem falar de outra pessoa Não tem esse direito Porque quando um faz O que tem no seu coração São joias de ódio Entende? Ódio E o ódio é a antítese de quem? Do Cristo, do amor que é o Cristo E o Cristo é o que rige o mundo astral Entende? É a luz astral
O astral, conscientemente, não sai. Não aprende a manejar o mundo astral, porque não tem luz astral para se mover nele. Entende? Porque no seu coração há ódio. O que você ia dizer, Aleph? Não, foi a Patrícia que levantou a mão.
ParticipanteÀs vezes a gente nem fala, mas muitas vezes sai escutando a gente falar. Que a maestra nem fala, mas não fala mais de outra pessoa, mas escuta.
InstrutorBom, o maestro diz, em um tema de madres, de mais, diz que o chisme se chama fofoca, não? Que a fofoca não passa nem pela mente, nem pela boca de nós, nem sequer pela nossa casa. Não pode entrar a fofoca ali, porque isso gera um monte de situações que estão causando dano, não só para a pessoa, mas para o ambiente onde a pessoa vive. Por isso é que vocês se dão conta, quando uma mulher é muito fofoca, faz muita fofoca na casa, se entende?
ParticipanteFofoquera.
InstrutorFofoquera, com as vizinhas. Vizinhas se entende, né?
ParticipanteSim.
Instrutorfofoqueira todo o dia, como se torna o ambiente dessa casa? É uma casa onde vivem brigando, onde vivem cheios de discussões, onde não há harmonia, porque esse é o resultado da fofoca. Se entende? E o nível interno da pessoa não pode sair consciente no corpo astral, porque não tem a assistência da luz astral do Cristo. Por quê? Porque se está dizendo fofocas, é porque há joias de ódio em seu coração. Você entendeu?
Claro, o significado de vocês seria maledicência.
ParticipanteIsso é um ato comum aqui em Porto Alegre.
InstrutorMaledicência.
ParticipanteComo é que vai o fulano? Como é que vai o beltrano?
InstrutorSeguimos. Noveno mandamento. Cuerpo vital. Sefirote. Yesod. Yesod.
Participanteo oito? o nove
Instrutoro nove? Yesod o que diz Rafael?
Participanteoito oito
Instrutorcomo se chama o setirote oitavo? HOT
ParticipanteHOT
InstrutorHOT é o corpo astral é a luz astral é a luz astral que é o Cristo nesse nível o coração ódio Não pode se desastrar, porque Cristo é amor, você entende? Em uma ocasião, um irmão perguntava ao Venerável Maestro Tawil, ele dizia, Maestro, por que será que há pessoas que conseguem se desdoblar, você entende se desdoblar?
Conseguem se desdoblar, mas saem e não veem nada, escuro, muito escuro. ou veem, mas não podem sair da cama, não podem ficam encerrados na cama, no quarto, na habitação e o mestre lhe dizia, é porque tem ódio, ressentimento no coração e como tem ressentimento, não tem luz astral por isso não tem direito de manejar o mundo astral e conseguiam desdoblar-se inconscientes, mas não podiam fazer Porque não se haviam ganhado esse direito Se entende? Nove, Yesod
Corpo vital Corpo etérico De que está composto o corpo etérico? De quatro éteros Que são quais? De vida, químico e refletor Não se enreda
Se entende? Isso tem um color A combinação desses cores Quais são esses cores? Amarelo, roxo, azul, e branco, certo?
Quando os combinamos em iguais proporções, que cor nos dá? Como se dirá? Assim se diz violeta? Violeta, me entendem vocês? O cor violeta é a máxima expressão do espírito. Vocês estão entendendo, não? O cor violeta representa um corpo físico totalmente sano, totalmente em harmonia. Você entende? Bom, para lá vamos. Qual é o momento?
Não deseja a mulher do prójimo. Ai, que tem os olhos bonitos. Para quê? Porque estão olhando para outros homens. Você entende? Isso está fácil, certo? Fácil, simples de entender.
Mas vai mais além disso, porque não é só o fato de não olhar para outros, é o fato de desejar. Você entende a palavra desejar, certo? Diz o mestre que para um iniciado, para uma pessoa, escutem-me porque não repito outra vez, A pessoa que quer ser filho de Deus, não tem direito nem a desejar a sua própria esposa. Você está entendendo? Não tem direito a ver a sua esposa com esse desejo animal, com essa morbosidade, com essa lascivia.
Não tem direito a fazer isso, porque viola o 9º mandamento. Você está entendendo? Você entendeu? Alguém não entendeu? Não tem direito porque é o fato de que se presenta mal na pessoa, é o que viola esse sefirote, é o que vai contra esse sefirote, se está entendendo?
Esse desejo animal, essa morbosidade, essa lascivia, seja assim por seu próprio esposo ou esposa, não importa. Você está entendendo, não? Quando nessa pessoa surge esse desejo animal, os cores, ou seja, os elementos do corpo vital, os quatro elementos, eles entram em desordem, em um desordem, se desordenam, e ao desordenar-se, já não dão um color violeta,
você está entendendo? Já não aparece, e ao não aparecer, o corpo se enferma, você entende isso? O corpo físico sofre, porque há um desordem no corpo etérico, Eloísa, você entende o que estou dizendo, não é? Patrícia? Sim? Entendido? Por isso é muito importante que nós praticamos a higiene mental. Entende higiene mental? Que nós retiramos da nossa mente, certo? A morbosidade, a lascivia,
que deixemos de sonhar, que não temos que estar sonhando. Vocês sabem a que me refiro, não? Entendem a que me refiro? A estar imaginando coisas com o sexo oposto. Que não pode ver uma porque já se imaginou sem roupa. Não pode ver um cavaleiro porque já se imaginou um monte de coisas. Entendem? Um monte, muitas coisas. Isso tem que sair daqui, tem que haver uma pureza. Para que o corpo vital funcione como corresponde.
Até lá vamos? Entendem?
ParticipanteMas também não pode ser frio ou...
InstrutorPor isso se aclara que é esse desejo animal, porque o desejo como impulso para atrasar seria a excitação sexual. Você entende?
ParticipanteDiana, o que haveria que fazer em uma diferenciação aí? Por favor. Porque isso é o que se chama concupiscência. Exatamente, isso se refere à concupiscência. A concupiscência é esse desejo provocado, levar-lo à minha nação, projetar todo esse tipo de coisas morbosas, todo esse tipo de coisas ingrossainas.
Se a pessoa projeta isso à sua esposa, isso é cobrado. Pode ser a mesma esposa, mas não é o desejo de desejá-la, de amá-la. Esse impulso, esse desejo, se ele, através de sua imaginação, cai na concupiscência, em imaginar-la de uma forma morbosa, aí é que lhe cobram isso.
InstrutorSe entende?
ParticipanteOu seja, a concupiscência, o mestre uma vez explicou que é esse desordem na imaginação a nível da morbosidade, da laxidia na imaginação, por isso a bíblia diz, não sejam concupiscentes Já? Ou seja, como é a frase?
InstrutorFazer concupiscência.
ParticipanteNão, não, mas antes disso. Você pode desfrutar do vinho sagrado, você pode desfrutar disso, mas que não seja concupiscente, que não caia nesse desordem da imaginação, que através de um desejo, então, o leva inclusive a assumir mais coisas, a se sentir morno por ela, a ter uma questão desordenada na mente.
InstrutorPor isso é que tem que diferenciar, como dizia João, tem que diferenciar entre o que é o desejo natural como impulso da energia sexual a o que é esse desejo animal, ao que se refere a concupiscência. O desejo natural é essa expressão normal, natural, que surge da presença da energia na pessoa, essa necessidade de estar com o outro, se entende? E outra coisa muito diferente é que para chegar a isso eu ando imaginando coisas, ou vendo coisas, por exemplo, imagens na televisão, em películas, que geram um desejo sexual na pessoa, isso é o que se cobra a um, porque não é natural, é provocado.
ParticipanteHá pessoas que perguntaram uma vez o que era a loucura, e ele dizia, como se sabe que isso é desejo natural, quando já se convierte em loucura? E ele diz, quando o desejo é provocado, ou seja, provocado intencionalmente com todo esse tipo de cenas, Mas quando o impulso é natural, por a energia que há na pessoa, isso é natural.
InstrutorSe entende, certo? Seguro? Bom, décimo mandamento, vamos ver se saímos deste tema porque se pôs largo. Décimo mandamento, qual é? Não codiciar os bens ajenos. Ele tem uma relação íntima com Malkuth, o sefirote do corpo físico. Diz o mestre que o que anda desejando, as coisas que não tem, eu por que não tenho esse carro? Vi uma casa muito bonita, eu por que não tenho essa casa?
Se torna um envidioso, envidia tudo, envidia os carros dos outros, as casas dos outros, os cargos que os outros têm. Se eu fosse vicário, o Brasil estaria voando. Se eu fosse vice-dios, eu já teria feito todas essas coisas, muitas. Ou seja, envidia cargos, envidia posições, envidia a família que tem outro, envidia até a compreensão doctrinal que tem outra pessoa.
Diz o mestre, sabem que se transforma essa pessoa, vai soar engraçado, mas assim diz o mestre, em um completo amargado, se entende amargado?
ParticipanteAmar, amarrado, amarrado, amarrado, amarrado, amarrado, amarrado, isso, em um amargado, como o lafo,
Instrutoro que sai, não, aqui não deve haver olá, foram as tiras cômicas se torna um amargado e essa amargura que carga dança o corpo físico o dança acaba com a vida do corpo físico essa amargura, essa preocupação essa codícia essa envidia que sente porque não tem isso acaba com a vida do corpo físico que detalhe bobo, ok? bobeira, não? esse detalhe
imagina o que pode estar matando nosso corpo, é isso viver amargados porque não temos as coisas que os outros têm, viver amargados porque não temos a inteligência que o outro tem, viver amargados porque nós não compreendemos a gnosis como fulano a compreende viver amargados porque nós não podemos ser obispos como fulano que é obispo, se entende? Nós temos que entender que se começarmos a cumprir todos esses 10 mandamentos
Estamos fazendo um caminho de regresso, de retorno ao ser Por isso o maestro Lassmi, concluindo este tema, diz Nós precisamos manter uma harmonia constante entre a humana pessoa e os 10 sefirotes Se entende harmonia? Se entende constante? Uma harmonia contínua entre a pessoa e os 10 sefirotes E essa harmonia contínua se refleja no comportamento da pessoa
Porque todos esses mandamentos não se cumprem nos mundos internos Eu não posso ir a deixar de... Se tem que cumprir primeiro aqui É no mundo físico que se executam, que se realizam Esses mandamentos, se entende? Então, eu vou escrever os pontos do tema para que vocês tenham em conta quando tiverem que entregá-los. O primeiro é explicar o que é a letra morta.
O primeiro ponto. Já? Explicar o que é a letra viva e o que é a letra morta. Listo? Segundo ponto. Esoterismo dos 10 mandamentos Como se vivem para o iniciado O que falávamos
Como se cumprem os mandamentos para fazer-se um iniciado Um filho de Deus E terceiro O segundo é o esoterismo dos 10 mandamentos Então aqui eu faço a aclaração O que quer dizer isso? Que tem que explicar como se vivem esses mandamentos para o que se quer fazer iniciado. E o terceiro, explicar-lhes do imanente ao transcendente. Agora sim, eu falo em espanhol.
Do imanente ao transcendente. Já vou explicar-lhes o que é. É dizer, desde nossos pais físicos até nossos princípios criadores. O que é que falamos dos sefirotes? Você entende?
Explicar os mandamentos do imanente ao trascendente é dizer que temos que falar de como se aplicam desde nossos pais, filhos, mas também como nossos princípios criadores, ou seja, o árvore sefirótico, se entende? o terrenal e o divinal porque se nós falamos que se nós levantamos falsos testemunhos
isso é o que há aqui no terrenal mas lá em cima repercute em que nós não podemos sair no astral isso é o imanente o mais importante, você entende? agora vocês entenderam? Isso é o único que tem que explicar na conferência, o único, mas é longo, não? Não, não é longo, é muito, é muito, bastante.
Arturo, Gabriela, seguro? Bom, porque lhe tem que passar a hora de expor isso. Não, mentira, não, agora não se entende, não? Agora? Bom, então, já faltam 10 minutos para as 4. Então, esses 10 minutos vão ao banheiro, tomam água, fazem tudo o que tem que fazer e às 4 eu fecho a porta.
ParticipanteObrigada.
Use o player fixo na parte inferior da página. Áudio original (qualidade integral, sem recompressão).
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Igreja Gnóstica Cristã Universal Samael Aun Weor
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