Dependência dos sistemas e inabilitação para a vida natural
Síntese da Aula
A terceira sessão retoma a crítica aos sistemas, agora sob o ângulo da dependência: o instrutor sustenta que o ser humano se encontra inabilitado para viver de forma natural, ignorante das leis da natureza e do trabalho com a terra, com o corpo físico atrofiado por anos de vida sedentária. Recorre à imagem do Egito e do bezerro de ouro — os sistemas como a escravidão da qual Moisés tira o povo — para alertar que, sem despertar, o estudante voltará a adorar o ídolo. Afirma que quem realmente maneja os sistemas é o poder monetário e os grandes bancos mundiais.
O instrutor demonstra que os sistemas fracassaram por não se fundamentarem na realidade da vida nem nas leis da natureza, e chama de mediocridade e negligência o conformismo de quem, conhecendo essas verdades, permanece acomodado. Insiste na seriedade do trabalho gnóstico — que não é hobby, esporte nem clube social — e recorda o testamento assinado pelos estudantes. Apresenta o trabalho com a energia sexual como a chave mais transcendental da revolução e reafirma os três fatores: nascer, morrer e sacrificar-se pela humanidade.
Adverte ainda que o que se aprende sem compreensão se torna barreira que escraviza, pois a mente memoriza sem vivenciar; cita o V.M. Lakhsmi e relata, com base no V.M. Samael Aun Weor, casos de pessoas que passaram décadas na Gnosis sem mudança, engordando o ego inclusive com a transmutação. O instrutor aponta que a maior barreira é o conceito pobre e falso de Deus, sustentando que Deus é algo simples, presente no coração e no aqui e agora, impossível de alcançar pela mente. A sessão encerra com uma prática de concentração no fogo e na contemplação das salamandras, seguida de uma caminhada silenciosa para integração com a vida.
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Áudio da Aula
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Inspiraçõesdo corpus gnóstico
Os três fatores da revolução da consciência, são os seguintes: Primeiro, Nascer; Segundo, Morrer; Terceiro, Sacrifício pela humanidade.
Assim que, queridos irmãos, as coisas de Deus são para compreendê-las como o coração, vivê-las no coração. A mente não é senão a entrada, portanto, Deus entra em nós por uma inspiração.
Nós estamos nestes estudos para despertar, para estarmos atentos, em alerta percepção, e não para seguir deixando-nos enganar por qualquer tonto que faz como o papagaio, fala a palavra que lhe ensinam.
Vimos o caso triste e lamentável de como através da história temos herdado a mesma ignorância, os mesmos dogmas e fanatismos, e o pior de tudo, o mesmo conformismo.
Igreja Gnóstica Cristã Universal Samael Aun Weor
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