Servir e sacrificar-se pela vida (quem não vive para servir)
Síntese da Aula
A primeira sessão do dia 19 começa com a súplica do caminhante e desenvolve a frase "quem não vive para servir não serve para viver". O instrutor combate o antropocentrismo e o egocentrismo, mostrando que nada das coisas de Deus se encarna por conceitos ou egoísmo, e que servir leva a encarnar as partículas divinas. Explica, com apoio no V.M. Lakhsmi, a doutrina da "enésima potência": tudo o que se faz de útil pela vida e pela humanidade é pago infinitamente na conta cósmica, e até quem se afasta da ensinança recebe pagamento por seus serviços para então poder seguir seu rumo.
A partir do contraste entre serviço e sacrifício, o instrutor sustenta que servir se faz com o que se tem, mas o sacrifício custa e exige um superesforço — ilustrado com exemplos de Samael Aun Weor, de São Francisco de Assis e do próprio V.M. Lakhsmi, que servia diariamente onde estivesse. Lembra que a existência atual é a única com que se conta e convoca à intensificação do trabalho pela vida, situando a Assoprovida e a Juventude Gnóstica como plano da Venerável Loja Branca para alcançar pessoas que o esoterismo não atinge.
O instrutor expõe a ecologia gnóstica como distinta da ecologia comum: o gnóstico respeita a vida porque a reconhece como expressão e manifestação de Deus, o Senhor Dador da Vida, contra o qual a humanidade tem atentado. Usando a imagem do peixe fora d'água e do pássaro na gaiola, afirma que o ser humano está desnaturalizado e atrofiado pela vida urbana. Trata então do êxodo como estado de consciência — pessoa sensível, intuitiva, integrada com a natureza e cooperadora — e relata o caso do camponês levado à ilha sem conhecer a Gnosis, apenas por seu grau de integração com a vida. Conclui propondo o cultivo de cerca de 30% dos próprios alimentos, a integração entre campo e cidade e a mudança dos hábitos piscianos, antes de um breve recesso.
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Inspiraçõesdo corpus gnóstico
Viver para servir é de Deuses, e servir para viver é de Cristãos.
Do serviço desprendem-se partículas que depositam-se no Servidor; essas são as virtudes acumuladas no Servidor.
Há que respeitar a vida, não matá-la, não destrui-la, porque ela é a expressão do Cristo.
Para ir ao Êxodo, há que ir como humanos, não como humanoides.
Igreja Gnóstica Cristã Universal Samael Aun Weor
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