Curso Assoprovida e Juventude

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Igreja Gnóstica Cristã Universal Samael Aun Weor

14 de janeiro — Sessão 3

14 de janeiro de 2010 · 114 min
Data
14 de janeiro de 2010
Duração
114 minutos
Locutores
Instrutor (69min) · 10 participantes
Síntese da Aula

Abertura (trecho literal): “Antônio, Arlete, Arlete, Arlete, Arthur, Camila, Carlos, Carlos Episódio 1, Carlos Alberto, E o quarto? Eu Que é eu aqui? Daniel Não, não, não, não…”

Síntese editorial em curadoria pelo agente acervo-gnostic. O conteúdo completo está na aba Transcrição.

Temas
  • Despertar da consciência
  • A morte do eu
Transcriçãoclique no tempo para ouvir · Instrutor / Participante

ParticipanteAntônio, Arlete, Arlete, Arlete, Arthur, Camila, Carlos, Carlos Episódio 1, Carlos Alberto, E o quarto?

InstrutorEu Que é eu aqui? Daniel Não, não, não, não Daniel Eu, eu, eu

ParticipanteDaniel não está hoje? Sim está, na manhã está Eu Daniel Ai, não apareceu Dimitrius Demetrio Eduardo Emerson Fabiano Fabricio Fernando Felipe Francisco

Giliano Juliano Enrique João Julia Lucas Luciana Marcel Mayana Murilo Naye

Pablo Patricia Paula Rafael Renato Tarcísio Thiago Wagner

Yam, Aleph, Gabriela, Mila, hora de brincar, Marlene, Marlene, Yami, Elisa, Estefany, Ana, Nayorjia Ana Maria Laysa Quem não me chamou? Ah, Daniel, o travioso. Vamos fechar os olhos. Estão muito inquietos.

Vamos fechar os olhos. Vamos fechar os olhos. Vamos pronunciar um mantra, o mantra harmonia. Cerrando os olhos, concentrados no coração, inalamos todos juntos Vamos então prestar atenção à classe que vai seguir agora na tarde

Que tem muita relação com o que temos vindo dialogando A ideia é que nós não façamos do que nós estamos estudando algo que, de certa maneira, busque como enredar-nos, embarazar-nos do que temos de pronto entendido da vida.

Mas é muito importante que comecemos a analisar que a vida não é como nós a temos visto E que tem que abrir a mente e o coração para poder entender as coisas que são de Deus As coisas de Deus não se entendem muito fácil com a mente A mente nos serve até certo ponto Então, vamos agora com o tema Depois do tema, então, outras pessoas passarão a expor, certo?

A ver que tal, que tal essa compreensão que eles vêm adquirindo E, bem, deixamos então com Diana

InstrutorBom, rapazes, então, hoje vamos seguir nessa tônica de começar a nos integrar Com essas forças, com essa magia maravilhosa que há na natureza Como dizia Emerson, a ideia não é que nós nos levamos um monte de informação, uma quantidade de informação, nem na cabeça nem nos quadernos. A ideia é que, se puder, cada um de nós conseguimos nos integrar com a magia da natureza.

Como dizia Emerson esta manhã, são muitos, muitos, os delitos, as ações erradas, equivocadas, que nós temos tido para com a natureza. E, na realidade, um deve se perguntar por que está neste curso da soprovida. Porque muitos de vocês não vieram fazer o curso da soprovida e estão aqui. Muitos de vocês se imaginavam o curso de Asoprovida muito diferente

E seguem aqui Muitos sentiram a necessidade de vir e nem sequer sabiam a que vinham Então, um de nós que tem o ser, quando nos obrigou, ou nos trouxe, ou nos arrastou Para que nos sentáramos 22 dias para ouvir isso que estamos ouvindo

E se uma conclusão, não estamos falando de compreensão, mas uma conclusão lógica, por puro sentido comum, que é o menos comum dos sentidos, o que menos temos, por uma lógica racional, se você está em um curso desses, é porque deve muito à natureza. Nesta existência, talvez nós não tenhamos matado nem uma mosca, mosca se diz, nem uma mosca, nada. Na existência, em as cintas de atrás, sete existências,

a conclusão que devem ser demasiadas, considera que precisamos nos sensibilizar e nos trazer um curso destes. que precisamos buscar a forma que temos com a natureza. E por isso nos traz um curso dando a ideia. Antes de que nós reflexionemos nisso, nesse aspecto, do contrário, nós vamos ser cabeçones do curso.

Cabeçones, não? Como era? Cabeçudos do curso. Cabeçudos. Cheios de conferências, de palestras. O objetivo pelo qual vim. Então, na tarde de hoje, vamos tocar um tema que é muito lindo, porque nos fala do lugar que partimos e do lugar que ocupamos no planeta

e que nos faz a necessidade de cumprir com o verdadeiro objetivo de ter um corpo físico, que já sabemos qual é. Então, este tema se chama, a ver se eu posso escrever, graças a Juliana. Bom, não pretendam que eu pronuncie, porque com isso eu não posso. Não vou poder com isso.

A evolução e a liberdade. Liberdade, assim dizem vocês? Sim. A liberdade. Nós temos que compreender, nós como essências, voltar, certo?

Se nós, o livro Psicologia Revolucionária, quando fazemos o curso de instrutores de primeira câmara, parte da essência. E o mestre nos diz que a essência parte de onde? De onde? Claro, do absoluto. Mas ele, na ordem, ele fala de um lugar específico, da Via Láctea, certo? Sim? Me estão entendendo?

De lá partem. O planejamento de passar de uma lei a três leis e depois a sexta lei na galáxia. E de lá partem. Aí estamos claros, certo?

Está na galáxia, a nível da galáxia, nesse ordem do mundo. Agora sim, mais ou menos? Depois desmenuzamos um pouco mais. Deve ter um corpo físico de humano em alguma realização. Sim ou não? Que se chama a evolução.

A evolução é um processo da natureza. A evolução e a evolução não são nem boas nem malas. A evolução é um processo da natureza. Até lá vamos. Diz o mestre de psicologia, a revolução é por nosso sol. E chega onde?

ao planeta, lógico, não pode chegar a outro grau, ao planeta, de Plutão, Plutão, necessariamente, e já lhes vou explicar porquê, e a porta da involução, se entende? A ver, eu sabia que essas se as sabiam todas, Uriel, Sachariel, Plum, como planeta, não, faz parte da escala evolutiva deste sistema solar, é um planeta que é auxiliar ao sistema solar, se faz parte dele, mas como prestado, sim, me vou entender? Dentro da região, este sistema solar, para a evolução do sistema solar Os estou enredando, é que lhe disse que se os havia embarazado

E me disseram todos Bom, até aí vamos Plutão, de Ego, se entende? Plutão, e aqui estão evolucionando

Me estão entendendo o exemplo? Lúcifer, na morada de Plutão, examina Se entende? Minuciosamente, detenidamente A examina muito insignificante de ego Você está entendendo? Sim Até aí vamos

A sabedoria que há em um de seus reinos Então, a capêntrica Você entende concêntrico? De dentro para fora

Você entende? Há sete caminhos

ParticipanteDiferentes

InstrutorNós sabemos que são sete planetas que influem na evolução das essências. Até lá vamos? Não por condição, mas por lei de evolução. A natureza, por lei de evolução, determina um caminho.

Se entende? A mãe é a essência.

ParticipanteSó quando chega ao planeta, antes não tinha raio.

InstrutorA criação é uma essência virginal, não tem criação definida. Se podia mudar de raça quando involucrava e voltava a entrar na morada de Plutão, ele não explicou isso. Ele simplesmente disse que a criação determinava a natureza quando a essência ingressava na morada de Plutão. Mas não disse se era o mesmo ou se fazia algum tipo de mudança, isso não explicou, ninguém perguntou, por isso ficou sem responder, ficou como uma incógnita, porque não vou me colocar a inventar para dar respostas, porque não tem sentido, até aí vamos, não?

mas é aqui o que acontece é que ele se referia a isso era a parte se veem por isso não façam perguntas

é o que chama é o morado é sua região ou dimensão por dizer assim que se chama Arborada de Plutão

Participantese entende?

Instrutorvocês pensam? entendi e involução região, tensão

se entende? os raios evolucionam se entende? se entende claro? sim bom, seguimos

já se aprendeu escutem porque não vou repetir mais para os que não sabem se tem 2 mercúrios

a reação é Marte se tem 6, deve ter já? porque me dá reação

do som da involução que lhe permitam sair da evolução a natureza

e abre a porta para entrar na evolução dizem vocês, Dichosa? pensar, não pode falar

se diz assim tem liberdade, muito pequena é um monstro, criatura se entende criatura?

imagina se milhões de anos há desesperar, evolucionar Que ser um mineral, liberdade, liberdade, liberdade, não tem, se entende? Que tenha relação.

Não há atenção, a bata amarela, as catequistas me podem ajudar, uma bata amarela, seu cordão, que o rija, o mineral, o mineral, conhecem o carbono mineral? E quando aprendem, os científicos dizem que existem pedras que ficam em desintegração, que ficam como desintegrando-se, se entende desintegração?

E essa pedra se queda desintegrando-se. Adivinem quem cometeu o assassinato? Adivinem. Por exemplo, faz explosão com dinamita. Os elementais.

Você está fazendo um trabalho pescado para plantar, e aí você pega uma chave com a perna. De que há polociões. E sementes. Sementes de seus elementais, e isso lhe causa dolor a eles.

ParticipanteEu estava fazendo isso e estava meio mole. Eu partia, não estava...

InstrutorO Esber não foi que ele o fez com uma intenção. E aí eu não poderia dizer o que ele sentiu, o que ele não sentiu no elementar. Porque eu não tenho a menor... Porque ele não é tão específico a isso. São os dois exemplos, já? e vai morrer. Ele sabe. São mitos.

Dizem que o maestro simplesmente e se quedam em silêncio, esperando. Em silêncio,

Participanteexistem vários elementos em uma rocha. Com isso, com exatidão.

InstrutorEle diz que sim, que em uma rocha podem haver centenas ou milhares de elementos. Porque eles têm vida. O que acontece é que Sua vida não é celular como a nossa, ou a de uma planta, ou a de um animal. A vida deles é vida atômica, e onde há átomos, aí vão estar os elementais. Isso significa que se se parte um arrupo, ou algo assim, ele nunca explicou isso. Então eu não me atrevo a explicar porque estaria inventando, estaria criando coisas que não são certas. Arthur.

ParticipanteEu trabalho com um cristal de rocha. Amatista, de Onix, de essa chuva de ouro, não sei o que você disse, de qualquer coisa, aí está.

InstrutorE eles são os que exercem essa magia, essa ajuda para a castidade, ou para a abundância, ou para curar-se. Bom, a ver, a última de Gabriela e não mais, porque senão não vamos terminar esse tema e temos outro tema hoje, além disso. No caso das construções na cidade, a maioria são feitas de concreto. O concreto já são corpos físicos de minerais, que foram molidos, a semente.

Então já são corpos físicos que estão abandonados de essência, porque já morreram. Se entende? Em relação a isso, mas se é uma pedra que colocaram em um lugar, então, por lógica, entendemos que nessa pedra há alguns elementos. É que, olha, rapazes, essas perguntas válidas, você entende? Válidas, muito corretas, em detalhes que nós nunca, ou seja, as pessoas que receberam os temas, não se lhes aconteceu de perguntar isso ao maestro.

Vamos tirar uma conclusão lógica, certo? que se ao trabalhar determinados tipos de pedras, de minerais, por exemplo, ao molê-los ou ao fazê-los explotar, perdem a vida, os elementais, pois se um não sabe trabalhar o metal, também perderá seus elementais. Um poderia tirar essa conclusão, mas como o mestre não o disse, não podemos garantir que seja certa. Então estaríamos cometendo um erro, se entende? Vamos seguir, porque esse não é o objetivo do que queremos falar hoje.

Claro, fazer a ciência que o rige, o mineral, não é o que explodiu, porque é impossível, mas ele fazer a sua aprendizagem, é a que vamos. Bom, até aqui ficou claro? Já, primeiro o carbono, depois é o onix, por exemplo, não estou dizendo que,

Estou dando um exemplo, depois há mais grandes, por exemplo, uma esmeralda, e chega a ser diamante, e ele está feliz, porque nesse recorrido, ele não pode morrer.

ParticipanteAntônio

InstrutorPor isso estou explicando Ele começou a sair larga, ele também diz Eu sou

ParticipanteComo se diz laranja?

InstrutorIsso, eu sou um de laranja Você entende? Porque não tem o seu raio de criação

Então passa ao reino vegetal E no reino vegetal E começa a aprender o que lhe corresponde no reino vegetal

O corpo de laranja, não, de mamão, e o mamão não muda, mas aqui no mundo físico, não. Como girassol, você entende girassol? Ou como lechuga, como tomate, ou crescer. Ontem quando... como é que se diz?

E se veria do color que tinha, do cesto. Muito contenta de ser uma planta. E então ela começa a conhecer, nesse reino, a ciência que o rige. E passa do mental vegetal a ser um mestre do reino vegetal.

Você entende? Quando já adquire a sabedoria que lhe corresponde nesse raio, no reino vegetal.

ParticipanteComo ele se apresenta como reino vegetal de maestro? Porque não há mais um reino vegetal. Dentro da lógica, pode ser sim e pode ser não.

InstrutorEntão, melhor deixá-lo assim. Bom, então, o reino vegetal evoluiu de acordo com o seu raio de criação. O exemplo que dá o mestre. E, bom, ele morreu, o laranja se secou, o elemental morreu. E quando abre os olhos e vê que é um bezerro,

ele vai para o potrero, para o reino animal. E tem muito que existir, tantas, muito felizes. Quando sai o sol, quando se oculta, os animais jogam, porque estão muito felizes de ser o que são. Você entende? Eles estão felizes do que lhes toca.

Como minerais, como vegetais ou como animais, eles têm que sofrer muitos processos que não são bonitos. Porque eles têm que aprender, por exemplo, a morrer quando são bebês. Bebês, entende? Quando são crianças. Não, meninos. Bom, como você...

ParticipanteSim?

InstrutorBebês. O ser humano, isso eles têm que aprender.

ParticipanteEles têm que fazer essa... Mas eles gostam de saber o que é ser humano.

InstrutorClaro, porque... Da lei do tragar.

ParticipanteEles gostam de liberdade.

InstrutorPor a liberdade, que se chama. E ele está muito feliz, apesar de que tenha que aprender isso. Apesar de que tenha que aprender.

ParticipanteChega a que renascença, tem alguns que sim, alguns que não.

InstrutorDizia, por exemplo, os átomos de essência são átomos de... Ele tem razão, tem mente e tem verbo. Ele está muito feliz. O que ele pode dar na natureza?

ter liberdade, poder decidir, e que não vai ser vegetal e animal, o grau da liberdade, a parte, a utilizava exclusivamente para conhecer a ciência que o regia em cada reino. Se entende? Certo? Mas como tem mente e começa a desenvolver agregados psicológicos, se entende?

Defeitos E essa mente é invadida por esses defeitos Ele se esquece Do que viveu nos reinos E o propósito de passar por esses reinos A ele se esquece

ParticipanteConhecer a ciência

InstrutorPara conhecê-la O seu ego Conhecer a ciência que o rige São essências no corpo humano São vocês Entenderam a pergunta? Me repitam a pergunta

ParticipanteEu não sei o que vocês estão falando. Eu não sei o que vocês estão falando.

InstrutorVocê entendeu? Vocês, em corpo do que estou dizendo,

Participanteas regiões, o Estado, a ciência e o mal e o bom,

Instrutorestão me entendendo? Na sua vida, aprender a morrer, aprender a estar enfermo, aprender a aguentar a fome, aprender a servir, você está entendendo? Os eventos, como animais, como minerais, Sua vida é a que o rige, é o que eles têm que aprender.

Estou me fazendo entender? Sim, perfeito. Igual acontece com nós, rapazes. Nós não podemos conhecer a ciência que é a nossa vida. Você entende?

A vida, o que extrair dela, o processo, a liberdade que temos, o albedrío. Conhecê-la é a que rige a nossa vida. Você entende essa expressão? Vamos conhecer a ciência que nos rige.

Estão entendendo, não é? Se eu a uso para o que me dá vontade, não é liberdade. Não é liberdade. Não é liberdade. Não é um rei real. Entendem?

É o que querem. Conhecer a ciência que nos rige como humanos. Que nos rige como humanos. Sabemos disso?

Entendem? O perito que vão sacrificar. Chora É um cordeiro português

Não me mata Uma bomba, o que estamos falando É que perdeu É emocionante

E nisso está a ideia

ParticipanteGraduar-se, se diz aqui

InstrutorClaro Para que fique claro Quem é Cedro? Cedro, 80 anos 200 anos, seu processo e mudança de corpo

de forma natural Esses 200 anos, como cedro, no corpo que perdeu, o mundo da infância, o investigador lhe diz, imagina o dano que causamos aos elementais. Os animais que foram resgatados para a ilha, podem ganhar uma oportunidade de estar lá também.

ParticipanteMas tem todos os animais resgatados?

InstrutorO mestre diz que sim. Este ponto é importante. Nós, nós, guardarmos silêncio. Eu lhes pergunto.

Você não protesta através do silêncio?

ParticipanteToda vez que eu não protestar, nunca...

InstrutorVocê tem as línguas. A que fala. A que fala cada dia. Difícil. Você entende, Alitas?

E eu que sou mente. Você entende? Isso. Para mim.

Para mim, toda a sua vida. Os eventos, você entende o UIV, certo? As drogarias, não é isso, porque não tem outra solução. O caso do tigre, da pantera, o psicológico que temos, onde o ubicamos?

O psicológico atual, onde o ubicamos? Em que parte? O psicológico das escalas de evolução é bestia. Esse é o termo do mestre. E a bestia é bestia.

A besta é um diabo, um demônio, pertence à natureza, não chega a esse nível, não chega. Esse garoto com Deus, felicidade, é igual, se entende? Que alcança o grau de felicidade, que alcança uma essência, o maior grau é quando ele é seu pai, quando ele consegue chegar aqui. O Cristo, o Chomag, o Vinag, o Chomag, o Keter e o Glória, que foi quando ele perdeu o corpo físico, ele chorava, a vibração de Deus na pessoa, você entende?

O que se sente é tão grande o que se sente, que um corpo normal não existe isso. Felicidade é o que se sente, verdadeira liberdade. Precisamos nos dedicar a deixar de protestar, conhecermos a que nos rige e conhecermos a que nos rige,

a evolução e a involução, e nos encaminhamos ao ser. Se entende? Se entende seguro?

ParticipanteAs essências, a involução, todas têm direito ao corpo físico?

InstrutorNa involução, não. O mestre diz que tem o direito a ter um corpo físico. Entende isso? Dimensionais.

Cachorro. Cachorro. Cachorro. Cachorro. Inframundo. É saciar o fome. Se tem frio, não tem onde se abrigar.

Como se diz abrigar?

ParticipanteAbrigar.

Instrutorcobrir-se, tapar-se, não tem, porque não tem corpo físico. Então ele teve que fazer X, Y, Z, que se chamava X, Y, Z, e por seu comportamento, elexou. Então ele teve que ir a involucrar, e havia praticado a casa.

Então lhe deram um corpo físico de macaco, de mono. Os que na época da finca do mestre conheceriam a Pancho, onde estava esse missionário. Uma excepção, involução, a que me esqueci de dizer. E a involução, ou a rueda, nasceu como veados, como cedros, como cedros, um processo na sexta razão.

Isso quer dizer que agora, a gente está soltando, inventando a invulnerabilidade, a esses infernos. Quando não está detenida a roda do samsara, os processos de involução são diferentes. Sim, são diferentes, porque não se vai direto a vibrar em as leis dos inframundos, mas vai vibrando em Fá, em Mi, em níveis de entusiasmo, entende?

O corpo físico evolui direto, como gradua, até que chega a multa somente. Os corpos solares, em corpos diânicos, se integra esses corpos solares e entra normalmente na involução. Isso é o que estava perguntando o Fernando. Se entende?

Que vejamos a morrer. Na convivência de Bogotá, ele colocou uma frase que dizia, prestem atenção, irmão não, realização, que queres tu autorealização. Se entende em português o que estou dizendo?

Sim. Já? Já copiaram? Irmão gnóstico, o que você quer é sua autorealização. Fique-se a sacrificar-se pela humanidade e sofra em silêncio. Igual que os que se dedicam a servir sem olhar para quem e não protestam quando lhes toca por processos difíceis. Isso já é uma aclaração que eu lhe estou fazendo.

ParticipanteO processo que rige como humano, inevitavelmente está associado ao meu sofrimento.

InstrutorO que rige a qualquer espelho, o dolor, porque já não tem corpo físico, me entendem? Se libera desse reino, a buscar a liberdade, como cérebro.

ParticipanteEntão eu preciso dessa ciência que rege a minha vida e mais dívidas também. Porque minhas dores também são de dívidas que devo pagar. É uma ciência de vida que eu preciso aprender e no instante em que passa esse dolor em silêncio, posso então refletir e tirar uma luz, uma aprendizagem dessa própria ciência.

InstrutorClaro, é que a conclusão, vejam, rapazes, quando um aprende a parar de protestar, começa a ter um conhecimento do porquê as coisas acontecem, do origem disso e do que é. Se entende? Os que fizeram curso de agricultura sabem.

É escrito liberdade por verdade, o conhecimento de realidade. Se entende? A ciência adquire a liberdade, porque se faz livre pelo conhecimento de sua verdade, da verdade como essência, do que tem que fazer como essência. Entende-se?

ParticipanteEntão, quando atingi, não há mais sofrimento, porque conheço a ciência da vida. Mediante isso não há mais sofrimento, porque consigo ver o que passa.

InstrutorClaro, o dolor se sente. Sim, mas não é o que é visto. É um dolor, o que temos, místicas, verdade? Nós temos que viver, não sei se se entende, de dolor.

Se entende ou não se entende? Sim, entendo. Entre mais dolor, porque há menos liberdade. Menos do que... Porque há mais liberdade

Se não vocês me saquem daqui a dias De o que viemos a falar Vê? Isso, rapazes, reflexione Analise E, sobretudo, vivam

Encontrar a loja é ensinança E vamos sair desse E fechar

Áudio da Aula

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A morte do eu
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